Crianças mal alimentadas não aprendem a ler

Agosto 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 19 de Agosto de 2013.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Food for Thought : Tackling child malnutrition to unlock potential and boost prosperity

Uma em cada quatro crianças de todo o mundo estão subnutridas e isso reflete-se no momento de aprender. Relatório Food for Thought, da Save the Children, põe o dedo nas feridas.

Uma criança subnutrida não tem o mesmo rendimento escolar do que uma criança que siga as regras de uma alimentação equilibrada. Esta causa-efeito parece básica, mas há estudos que confirmam a constatação com números. O relatório Food for Thought, da organização internacional Save the Children, mostra uma dura realidade e um cenário que dá que pensar. Um estudo que envolveu mais de 7300 crianças da Etiópia, Índia, Vietname e Peru revela que as crianças mal alimentadas têm mais dificuldades para aprender a ler e a escrever. A conclusão matemática é que uma em cada quatro crianças de todo o mundo têm o seu desenvolvimento comprometido por deficiências na alimentação.

Não é apenas por fora que a subnutrição deve chocar. Crianças magras, barrigas inchadas de água, pouco peso e altura para a idade, tristes imagens que nos chegam dos países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. A subnutrição afeta física e psicologicamente os mais pequenos e arrasta consigo danos irreversíveis a vários níveis. Segundo o relatório da Save the Children, aos oito anos de idade, 19% das crianças mal alimentadas têm uma maior propensão para se enganarem na leitura de frases simples, 12,5% revelam uma maior tendência para erros na escrita e 7% demonstram um pior desempenho na execução de operações simples de aritmética quando comparadas com crianças sem insuficiências nutricionais.

O relatório Food for Thought mostra um panorama difícil de digerir: um quarto da população infantil mundial tem o seu desenvolvimento educativo e cognitivo em risco por falta de comida. A subnutrição é também um fator que não pode ser alheio à crise de iliteracia. O mesmo estudo revela, por outro lado, que as crianças mal alimentadas ganham, em média, menos 20% quando chegam à idade adulta. E há uma outra conta que está feita: em 2030, o crescimento económico deverá ser afetado em 125 mil milhões de dólares devido à subnutrição infantil.

Ao todo, 130 milhões de crianças, em todo o mundo, estão nas escolas mas não conseguem aprender, não conseguem adquirir as competências básicas para fazer face a um futuro profissional. A diretora executiva da Save the Children Internacional, Jasmine Whitbread, está preocupada. “As conclusões deste relatório confirmam os nossos piores receios, de que a malnutrição prejudica irreversivelmente as hipóteses de futuro de uma criança mesmo antes de ela colocar os pés numa sala de aula”, referiu na apresentação do relatório.

Por todos os números, por todas as crianças, por futuros que não podem ficar comprometidos, por uma necessidade de primeiríssima ordem, a organização internacional pede atenção, medidas, estratégias. “Pedimos aos líderes mundiais que usem esta oportunidade para se comprometerem com medidas que permitam acabar com o flagelo da malnutrição”, pede a responsável que avisa que o aumento no financiamento de programas de nutrição nos países mais afetados pode mudar a vida de milhões de crianças

Fórmulas Infantis: nova regulamentação

Agosto 28, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do site Stop Cancer Portugal de 2 de Agosto de 2013.

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Marisa Figueiredo

Este artigo pretende fazer um resumo das regras oficiais às quais as fórmulas para lactentes estão sujeitas.

O objetivo principal é a promoção do aleitamento materno.

As fórmulas para lactentes são os únicos géneros alimentícios transformados que satisfazem integralmente as necessidades nutritivas dos lactentes durante os primeiros meses de vida, até à introdução de uma alimentação complementar adequada. Para proteger a saúde dos lactentes, importa assegurar que apenas sejam comercializados produtos adequados para a referida utilização.

Por definição, são “Lactentes” as crianças com idade inferior a doze meses e “Crianças de pouca idade”, crianças com idade compreendida entre um e três anos.

São “Fórmulas para lactentes” os géneros alimentícios com indicações nutricionais específicas, destinados a lactentes durante os primeiros meses de vida que satisfaçam as necessidades nutricionais desses lactentes até à introdução de alimentação complementar adequada.

“Fórmulas de transição” são os géneros alimentícios com indicações nutricionais específicas, destinados a lactentes quando é introduzida uma alimentação complementar adequada, que constituam o componente líquido principal de uma dieta progressivamente diversificada nesses lactentes.

A rotulagem das fórmulas para lactentes e as fórmulas de transição deve obrigatoriamente mencionar o seguinte:

– Nas fórmulas para lactentes, a menção de que o produto se adequa a utilizações nutricionais específicas por lactentes a partir do nascimento, quando não são amamentados;

– Nas fórmulas de transição, a menção de que o produto apenas se destina a fins nutricionais específicos de lactentes de idade superior a seis meses, que deve constituir apenas um dos componentes de uma dieta diversificada, que não deve ser utilizado como substituto do leite materno durante os primeiros seis meses de vida;

– O valor energético disponível e a quantidade média de cada substância mineral e de cada vitamina referida;

– Instruções para a preparação, armazenamento e eliminação adequados do produto e uma advertência para os riscos de saúde decorrentes de uma preparação e um armazenamento inadequados.

A rotulagem das fórmulas para lactentes e das fórmulas de transição deve ser concebida de forma a conter as informações necessárias à utilização adequada dos produtos, não deve desincentivar o aleitamento materno, sendo proibida a utilização dos termos «humanizado», «maternizado», «adaptado» e de outros análogos.

Deve conter as seguintes menções obrigatórias, precedidas pela expressão «Informação importante» ou por qualquer outra equivalente:

– A afirmação da superioridade do aleitamento materno;

– A recomendação de que o produto apenas seja utilizado mediante parecer de pessoas independentes qualificadas nos domínios da medicina, nutrição ou farmácia ou de outros profissionais responsáveis pelos cuidados maternos e infantis.

A rotulagem das fórmulas para lactentes não deve incluir imagens de lactentes, nem de outras imagens ou textos susceptíveis de criar uma impressão falsamente positiva da utilização do produto.

A publicidade das fórmulas para lactentes deve restringir -se a publicações especializadas em cuidados de saúde infantis e publicações científicas. Deve apenas conter informações de carácter científico e factual, não devendo pressupor, nem fazer crer que a alimentação por biberão seja equivalente ou superior ao aleitamento materno.

Nos locais de venda directa ou indirecta não pode haver publicidade, ofertas de amostras, nem qualquer outra prática de promoção de venda directa ao consumidor de fórmulas para lactentes no retalhista, como expositores especiais, cupões de desconto, bónus, campanhas de vendas especiais, vendas a baixo preço ou vendas conjuntas.

Os fabricantes e distribuidores de fórmulas para lactentes não podem fornecer ao público em geral, nem às grávidas, mães ou membros das respectivas famílias, produtos grátis ou a preço reduzido, amostras ou quaisquer outros brindes de promoção, quer directa quer indirectamente, através do sistema de cuidados de saúde ou dos profissionais de saúde.

O material informativo e pedagógico, quer escrito quer audiovisual, relativo à alimentação dos lactentes e destinado a ser divulgado entre mulheres grávidas e mães de lactentes e de crianças de pouca idade deve conter informações claras sobre os seguintes pontos:

  1. Vantagens e superioridade do aleitamento natural
  2. Alimentação materna e a preparação para o aleitamento natural e sua manutenção;
  3. O eventual efeito negativo da introdução do aleitamento parcial a biberão sobre o aleitamento natural
  4. A dificuldade de reconsiderar a decisão de não aleitar naturalmente
  5. A utilização correcta de fórmulas para lactentes, caso seja necessário

Não é permitido o recurso a quaisquer imagens que possam criar uma impressão falsamente positiva da utilização de fórmulas para lactentes.

Para consulta detalhada: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:181:0035:0056:PT:PDF

Referências:  REGULAMENTO (UE) N. o 609/2013 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 12 de Junho, relativo aos alimentos para lactentes e crianças pequenas, aos alimentos destinados a fins medicinais específicos e aos substitutos integrais da dieta para controlo do peso e que revoga a Diretiva 92/52/CEE do Conselho, as Diretivas 96/8/CE, 1999/21/CE, 2006/125/CE e 2006/141/CE da Comissão, a Diretiva 2009/39/CE do Parlamento Europeu e do Conselho e os Regulamentos (CE) n. o 41/2009 e (CE) n. o 953/2009 da Comissão. Jornal Oficial da União Europeia. 2 – Decreto-Lei nº 217/2008 de 11 de Novembro. Diário da República, 1ª série nº 219, pag. 7879-7892.

Palestra Gratuita Autismo e o Son-Rise Program®

Agosto 27, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Associação Vencer Autismo estará em Braga, na Universidade do Minho – campus de gualtar. 4710-057 Braga – para a realização de uma palestra sobre autismo e o Son-Rise Program®. A palestra será gratuita mas é necessária inscrição.

24 de Setembro às 18h

Podem inscrever-se aqui:
https://docs.google.com/forms/d/1caZP2rXUSeaxCF-a3I7F_IpMqWgTPGaI0MV_V6fMQEU/viewform

Quem necessitar de certificado estes custam 5€. Pedimos por favor que registem se necessitam ou não de certificado quando fazem a inscrição.

Vamos Pôr a Mão na Massa e Fazer Plasticina Caseira e Comestível

Agosto 27, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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plasticina

(+12 meses) – ao ar livre‏

PRÓXIMO DIA 31 AGOSTO 2013

Parque dos Moinhos de Santana, Restelo, LISBOA

Para pais, avós, filhos e netos a partir dos 12 meses e sem limite de idade.

Num ambiente agradável, com os passarinhos e uma bela sombrinha, vamos fazer a nossa própria plasticina, com os filhotes, claro! Vamos misturar todos os ingredientes, escolher cores e amassar tudo muito bem!!!

Depois, é brincar e dar largas à imaginação e criar o que nos apetecer com a ajuda do rolo da massa e de formas divertidas. Podem sempre fazer várias massas de várias cores, para tornar ainda mais divertida a criação.

Em casa os papás poderão, depois, cozer as suas criações para recordação, decoração, oferta, o que a imaginação ditar.

JUNTOS, PAIS E FILHOS, PLASTICINA COMESTÍVEL VÃO FAZER
MISTURAR INGREDIENTES E DIFERENTES CORES VÃO TER
COM FORMAS E ROLINHOS VÃO BRINCAR DIVERSÃO,
MODELAGEM E TEXTURAS NOVAS VÃO CRIAR

Os ingredientes são alimentos, logo, a plasticina será completamente segura, não tóxica e pode ser levada à boca, por isso ideal para os mais pequenos que gostam de provar tudo!

Brincam os filhotes e os pais!!! Venha divertir-se, sujar-se e brincar sem preocupações!

DIA 31 de AGOSTO de 2013 às 11h.

LOCAL: Parque dos Moinhos de Santana, Estrada de Caselas, nº. 1, Restelo, LISBOA

PREÇO: 12,5 euros/família (participação de até 4 elementos) ou 10 euros (adulto+criança) com direito a amassar, brincar e sorrir o máximo que conseguirem.

Necessária inscrição prévia.

sorrisos.descobertas@hotmail.com
218007531 – 934977450

Texto e fotos retirados daqui

Newsletter n.º 61 do Portal da Criança

Agosto 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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portal

Artigos e notícias da Newsletter n.º61 do Portal da Criança:

Seleccionamos três artigos para si …

A criança e o uso de mochilas escolares   [ler artigo]
IAC – Centro de Estudos e Documentação sobre a Infância

Lanches saborosos para o regresso às aulas   [ler artigo]

Centro Vegetariano – www.centrovegetariano.org

 

Partilhe uma receita de família connosco!

É pelas iguarias que sairam das mãos carinhosas de mães e pais que muitas vezes recordamos, com um sorriso nos lábios, experiências de sabores e cheiros de infância.

Muitas vezes, as receitas partilhadas em família, trazem-nos verdadeiros fotogramas de momentos únicos e especiais: uns rissóis caseiros em que podiamos aproveitar a massa que sobrava para fazer uns laçarotes açucarados, uma gulosa lambidela no resto da massa de um delicioso bolo de chocolate, uma sensação de artistas quando recortavamos massa de bolachas com moldes criteriosamente escolhidos…

Envie-nos a sua receita para publicação com imagem ilustrativa para geral@portaldacrianca.com.PT

 

Estou aqui!

A Policia de Segurança Pública, a Fundação PT, a RFM e a DGIE sabem a importância que o seu filho tem na sua vida.

Para isso desenharam o Programa ESTOU AQUI!, para que nunca perca um momento da presença dos seus filhos.

Este Programa é para si e pelo sorriso do seu filho!

Saiba mais informações aqui

 

Para miúdos e graúdos algumas sugestões de leituras…

“Falar com as mãos”  [ver livro]

“Duarte Faz Tudo ao Contrário”  [ver livro]

“A Criança e o Psicólogo em 40 Perguntas”  [ver livro]

 

A menina que detestava livros

Era uma vez uma menina chamada Mina. Se, num livro, procurassem o significado do seu nome, descobririam que significa – peixe – em antigo sânscrito. Mas Mina não sabia, porque nunca procurava o significado de nada em lado nenhum. Mina detestava ler e detestava livros.

“A menina que detestava livros”  [ler história]

Casamento infantil noivas à força

Agosto 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 15 de Agosto de 2013.

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visao

Cientistas descobrem novo modo de diagnosticar autismo em crianças de 1 ano

Agosto 26, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 08 de Agosto de 2013.

Declarações áudio de Eric Courchesne

Media Release da Asia Pacific Autism Conference sobre a descoberta de Eric Courchesne.

Um grupo de cientistas decifrou uma série de padrões biológicos que possibilitam o diagnóstico do autismo em crianças menores de um ano, segundo uma pesquisa apresentada esta quinta-feira na cidade australiana de Adelaide.

A pesquisa, divulgada durante a Conferência para o Autismo na Ásia-Pacífico, mostra como a rede genética interrompe a produção de células cerebrais que acarretam esta doença, que afecta uma em cada 100 crianças em maior ou menor medida.

Esta descoberta representa um grande avanço para diagnosticar o autismo, cuja identificação dos primeiros sintomas «é complexa e complicada», segundo Eric Courchesne, professor de neurociência da Universidade da Califórnia.

«É a primeira descoberta em genes cerebrais e mostra que o sistema genético poderia ser um factor importante para futuras pesquisas de tratamentos, no desenvolvimento de evidências adiantadas do autismo», afirmou o pesquisador ao canal australiano ABC.

Segundo Courchesne, com estas técnicas de diagnóstico adiantadas, a doença poderia ser identificada em crianças de um a dois anos, ao invés da actual fase: entre os três e cinco anos.

«Isto significa que elas vão passar a receber um tratamento antes e, por isso, terão um resultado melhor», apontou.

O investigador declarou que as redes genéticas podem apresentar uma maior compreensão da doença e, inclusive, algum dia, chegar a uma prevenção.

«Durante anos questionei qual é o sistema que causa o autismo, e tenho que dizer que este é uma descoberta muito emocionante», finalizou Courchesne.

 

Avós e netos podem proteger a saúde mental uns dos outros

Agosto 26, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Ciência Online de 12 de Agosto de 2013.

Mais informações sobre o estudo:

Strong grandparent-adult grandchild relationships reduce depression for both

Avós e netos desempenham papéis importantes na saúde de cada um, segundo um novo estudo. O estudo de duas décadas descobriu que a qualidade das relações entre as duas gerações tem consequências mensuráveis ​​sobre o bem-estar mental de ambos.

Os pesquisadores analisaram 376 avós e 340 netos, e seguiram a sua saúde mental entre 1985 e 2004. Eles descobriram que tanto os avós como os netos adultos que se sentiam emocionalmente perto da outra geração tinham menos sintomas de depressão.

“Membros da família, como avós e netos, têm funções importantes nas vidas diárias de cada um durante a vida adulta”, disse a pesquisadora Sara Moorman, professors de sociologia na Boston College, EUA.

As relações entre os membros da família podem ser mais importante hoje do que no passado, disseram os pesquisadores. Como a expectativa de vida está a aumentar, as gerações co-existem sem precedentes para longos períodos de tempo, e eles podem ser fontes de apoio, ou de tensão, através de vida das pessoas, disseram os pesquisadores.

Para o estudo, que foi apresentado hoje (12 de agosto), na Reunião Anual da American Sociological Association, em Nova York, os participantes preencheram pesquisas a cada poucos anos, respondendo a perguntas. Os participantes também relataram quantas vezes sentiam sintomas de depressão, como tristeza e falta de apetite.

Os resultados mostraram que, além dos efeitos de saúde mental positivos de ter uma relação emocionalmente próxima, é importante para os avós serem capazes de retribuir a ajuda que recebem dos seus netos, de acordo com os pesquisadores.

Os resultados também mostraram que é importante para os netos ajudarem os seus avós a permanecerem independentes, e manter uma relação de apoio, a fim de afastar os efeitos negativos do envelhecimento sobre o bem-estar mental e emocional dos idosos.

Regresso às Aulas em Segurança

Agosto 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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aulas

Descarregar a brochura no site da Direção-Geral do Consumidor:

http://www.consumidor.pt/

 

Ana Luísa, num quarto com vista sobre a aldeia

Agosto 25, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 14 de Agosto de 2013.

Ana Luísa, num quarto com vista sobre a aldeia

O artigo contém um texto de Andreia Sanches :

Até que ponto estás satisfeito com a vida? O que dizem os estudos e os especialistas sobre temas que marcam a adolescência? Hoje fala-se de saúde mental

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