Examining Neglected Components in Combatting Sexual Exploitation of Children – ECPAT International’s Latest Journal

Agosto 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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exami

Men make up the over­whelm­ing major­ity of those who sex­u­ally abuse chil­dren, with some research sug­gest­ing that they account for more than 90% of child sex offend­ers. The mass-media, with their sen­sa­tional pre­sen­ta­tion of sex­ual abuse against chil­dren, often nur­ture a stereo­typ­i­cal view of child sex offend­ers as deviant old men and this has influ­enced pub­lic dis­course on the topic. In real­ity, men who abuse chil­dren come from every income bracket, social class and age. Some of these men can be con­sid­ered pae­dophiles while oth­ers are sit­u­a­tional offend­ers, mean­ing they do not have a true sex­ual pref­er­ence for chil­dren but engage in sex with chil­dren because the oppor­tu­nity arises.

As gen­er­al­i­sa­tions about the per­pe­tra­tors of child sex­ual exploita­tion can be mis­lead­ing, ECPAT has devel­oped a num­ber of ini­tia­tives to engage the male pop­u­la­tion in the pre­ven­tion of CSEC. By ensur­ing that males are aware of the actions of a small frac­tion of men, all men and boys can be part of the solution.

ECPAT International’s lat­est tech­ni­cal jour­nal explores two aspects of the com­mer­cial sex­ual exploita­tion of chil­dren that remain unad­dressed: the hid­den demand for the com­mer­cial sex­ual exploita­tion of chil­dren and the impor­tance of a pro­tec­tive con­tin­uum of care for child vic­tims of sex­ual exploitation.

Down­load ECPAT’s lat­est jour­nal here.

 

Proteja o seu filho do sol

Agosto 28, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto publicado no site crescer.sapo.pt

Todos os cuidados para que os dias de calor à beira-mar deixem apenas boas recordações

A pele das crianças é mais fina e delicada do que a tez de um adulto. Tem, na verdade, uma menor capacidade de produzir melanina, a substância que produz a pigmentação e é responsável pela protecção natural do nosso organismo contra os raios solares.

Por isso bronzeia-se menos, com mais dificuldade. Os cuidados a ter com a exposição solar devem assim ser redobrados face à proteção de um adulto. Para saber mais sobre os cuidados a ter na praia, clique aqui.

Raios perigosos

Os raios ultravioleta UVA e UVB não são totalmente absorvidos pela camada do ozono. Os que atingem as crianças, ainda com uma pele vulnerável, podem ter consequências graves para a sua saúde a longo prazo. Aliás, é logo na infância que começa a contar o relógio biológico em termos do número de escaldões que o indivíduo apanhou ou vai apanhar e que o torna mais susceptível a vir a desenvolver um melanoma.

A quantidade de raios ultravioleta é maior no verão do que no inverno, devido à latitude e forma como incidem sobre a terra. São também mais intensos a meio do dia do que logo pela manhã ou à tarde. Na prática, a avaliação da intensidade dos raios ultravioleta é possível graças a um indicador, o índice ultravioleta que assenta numa escala entre 0 e 12.

Em Portugal, durante o verão, o índice varia consoante as regiões do pais, entre 4 (risco moderado) e 9 (risco muito alto). Assim, no que toca à prevenção é também importante ter em conta o grau de radiação, cuja informação pode ser encontrada no site do Instituto de Meteorologia.

Cuidados com o sol

As crianças têm maior facilidade em apanhar um escaldão, sendo que a queimadura solar origina sintomas perigosos como a dermite, uma inflamação aguda causada pela exposição excessiva.

Para além de garantir que o seu filho não apanha sol entre as 11 e as 16 horas, deve ter em conta que, depois do inverno, o corpo precisa de se voltar a adaptar ao sol.

Nos primeiros dias de praia, aconselha-se o uso de uma camisola de algodão, de um chapéu (de abas largas ou boné com a pala para a frente), para além do fato de banho. Lembre-se que a luz é reflectida também na areia, na água e neve. Por isso, mesmo estando à sombra, ou em dias nublados, a radiação também atinge a pele (as nuvens deixam passar cerca de 80 por cento da radiação).

Assim, quando o seu filho brinca na rua ou jardim não está livre dos efeitos nefastos dos raios solares, sendo importante que use um protetor solar, para além de roupas leves e frescas. Por outro lado, como as estruturas da retina estão incompletas até à adolescência, é fundamental que use óculos escuros quando está ao sol. Escolha um modelo que indique proteção total contra raios UVA e UVB.

Fórmulas infantis

Atualmente encontra à venda protectores solares infantis. Como explica Manuela Cochito, dermatologista, estes «são, sobretudo, feitos com protetores físicos (óxido de zinco e dióxido de titânio) que, sendo protetores minerais, refletem a luz como microespelhos, protegendo assim a pele da criança».

«Como são minerais, envolvem menos riscos de alergias, sendo portanto as fórmulas ideais para crianças, apesar de, por vezes, serem cosmeticamente um pouco pastosos (o que tem vindo a melhorar muito nos últimos anos)», acrescenta ainda.

Na hora de escolher um protetor solar para o seu filho tenha em conta que «os filtros solares devem ter sempre índices superiores a 30, uma vez que os testes que são feitos para determinar o índice ocorrem com quantidades muito superiores aquelas que se colocam habitualmente na pele. Para as crianças com menos de 10 anos devem ser sempre com rotulagem para crianças».

Texto: Mariana Correia de Barros com Manuela Cochito (dermatologista)

 

Crianças mal alimentadas não aprendem a ler

Agosto 28, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 19 de Agosto de 2013.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Food for Thought : Tackling child malnutrition to unlock potential and boost prosperity

Uma em cada quatro crianças de todo o mundo estão subnutridas e isso reflete-se no momento de aprender. Relatório Food for Thought, da Save the Children, põe o dedo nas feridas.

Uma criança subnutrida não tem o mesmo rendimento escolar do que uma criança que siga as regras de uma alimentação equilibrada. Esta causa-efeito parece básica, mas há estudos que confirmam a constatação com números. O relatório Food for Thought, da organização internacional Save the Children, mostra uma dura realidade e um cenário que dá que pensar. Um estudo que envolveu mais de 7300 crianças da Etiópia, Índia, Vietname e Peru revela que as crianças mal alimentadas têm mais dificuldades para aprender a ler e a escrever. A conclusão matemática é que uma em cada quatro crianças de todo o mundo têm o seu desenvolvimento comprometido por deficiências na alimentação.

Não é apenas por fora que a subnutrição deve chocar. Crianças magras, barrigas inchadas de água, pouco peso e altura para a idade, tristes imagens que nos chegam dos países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. A subnutrição afeta física e psicologicamente os mais pequenos e arrasta consigo danos irreversíveis a vários níveis. Segundo o relatório da Save the Children, aos oito anos de idade, 19% das crianças mal alimentadas têm uma maior propensão para se enganarem na leitura de frases simples, 12,5% revelam uma maior tendência para erros na escrita e 7% demonstram um pior desempenho na execução de operações simples de aritmética quando comparadas com crianças sem insuficiências nutricionais.

O relatório Food for Thought mostra um panorama difícil de digerir: um quarto da população infantil mundial tem o seu desenvolvimento educativo e cognitivo em risco por falta de comida. A subnutrição é também um fator que não pode ser alheio à crise de iliteracia. O mesmo estudo revela, por outro lado, que as crianças mal alimentadas ganham, em média, menos 20% quando chegam à idade adulta. E há uma outra conta que está feita: em 2030, o crescimento económico deverá ser afetado em 125 mil milhões de dólares devido à subnutrição infantil.

Ao todo, 130 milhões de crianças, em todo o mundo, estão nas escolas mas não conseguem aprender, não conseguem adquirir as competências básicas para fazer face a um futuro profissional. A diretora executiva da Save the Children Internacional, Jasmine Whitbread, está preocupada. “As conclusões deste relatório confirmam os nossos piores receios, de que a malnutrição prejudica irreversivelmente as hipóteses de futuro de uma criança mesmo antes de ela colocar os pés numa sala de aula”, referiu na apresentação do relatório.

Por todos os números, por todas as crianças, por futuros que não podem ficar comprometidos, por uma necessidade de primeiríssima ordem, a organização internacional pede atenção, medidas, estratégias. “Pedimos aos líderes mundiais que usem esta oportunidade para se comprometerem com medidas que permitam acabar com o flagelo da malnutrição”, pede a responsável que avisa que o aumento no financiamento de programas de nutrição nos países mais afetados pode mudar a vida de milhões de crianças

Fórmulas Infantis: nova regulamentação

Agosto 28, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do site Stop Cancer Portugal de 2 de Agosto de 2013.

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Marisa Figueiredo

Este artigo pretende fazer um resumo das regras oficiais às quais as fórmulas para lactentes estão sujeitas.

O objetivo principal é a promoção do aleitamento materno.

As fórmulas para lactentes são os únicos géneros alimentícios transformados que satisfazem integralmente as necessidades nutritivas dos lactentes durante os primeiros meses de vida, até à introdução de uma alimentação complementar adequada. Para proteger a saúde dos lactentes, importa assegurar que apenas sejam comercializados produtos adequados para a referida utilização.

Por definição, são “Lactentes” as crianças com idade inferior a doze meses e “Crianças de pouca idade”, crianças com idade compreendida entre um e três anos.

São “Fórmulas para lactentes” os géneros alimentícios com indicações nutricionais específicas, destinados a lactentes durante os primeiros meses de vida que satisfaçam as necessidades nutricionais desses lactentes até à introdução de alimentação complementar adequada.

“Fórmulas de transição” são os géneros alimentícios com indicações nutricionais específicas, destinados a lactentes quando é introduzida uma alimentação complementar adequada, que constituam o componente líquido principal de uma dieta progressivamente diversificada nesses lactentes.

A rotulagem das fórmulas para lactentes e as fórmulas de transição deve obrigatoriamente mencionar o seguinte:

– Nas fórmulas para lactentes, a menção de que o produto se adequa a utilizações nutricionais específicas por lactentes a partir do nascimento, quando não são amamentados;

– Nas fórmulas de transição, a menção de que o produto apenas se destina a fins nutricionais específicos de lactentes de idade superior a seis meses, que deve constituir apenas um dos componentes de uma dieta diversificada, que não deve ser utilizado como substituto do leite materno durante os primeiros seis meses de vida;

– O valor energético disponível e a quantidade média de cada substância mineral e de cada vitamina referida;

– Instruções para a preparação, armazenamento e eliminação adequados do produto e uma advertência para os riscos de saúde decorrentes de uma preparação e um armazenamento inadequados.

A rotulagem das fórmulas para lactentes e das fórmulas de transição deve ser concebida de forma a conter as informações necessárias à utilização adequada dos produtos, não deve desincentivar o aleitamento materno, sendo proibida a utilização dos termos «humanizado», «maternizado», «adaptado» e de outros análogos.

Deve conter as seguintes menções obrigatórias, precedidas pela expressão «Informação importante» ou por qualquer outra equivalente:

– A afirmação da superioridade do aleitamento materno;

– A recomendação de que o produto apenas seja utilizado mediante parecer de pessoas independentes qualificadas nos domínios da medicina, nutrição ou farmácia ou de outros profissionais responsáveis pelos cuidados maternos e infantis.

A rotulagem das fórmulas para lactentes não deve incluir imagens de lactentes, nem de outras imagens ou textos susceptíveis de criar uma impressão falsamente positiva da utilização do produto.

A publicidade das fórmulas para lactentes deve restringir -se a publicações especializadas em cuidados de saúde infantis e publicações científicas. Deve apenas conter informações de carácter científico e factual, não devendo pressupor, nem fazer crer que a alimentação por biberão seja equivalente ou superior ao aleitamento materno.

Nos locais de venda directa ou indirecta não pode haver publicidade, ofertas de amostras, nem qualquer outra prática de promoção de venda directa ao consumidor de fórmulas para lactentes no retalhista, como expositores especiais, cupões de desconto, bónus, campanhas de vendas especiais, vendas a baixo preço ou vendas conjuntas.

Os fabricantes e distribuidores de fórmulas para lactentes não podem fornecer ao público em geral, nem às grávidas, mães ou membros das respectivas famílias, produtos grátis ou a preço reduzido, amostras ou quaisquer outros brindes de promoção, quer directa quer indirectamente, através do sistema de cuidados de saúde ou dos profissionais de saúde.

O material informativo e pedagógico, quer escrito quer audiovisual, relativo à alimentação dos lactentes e destinado a ser divulgado entre mulheres grávidas e mães de lactentes e de crianças de pouca idade deve conter informações claras sobre os seguintes pontos:

  1. Vantagens e superioridade do aleitamento natural
  2. Alimentação materna e a preparação para o aleitamento natural e sua manutenção;
  3. O eventual efeito negativo da introdução do aleitamento parcial a biberão sobre o aleitamento natural
  4. A dificuldade de reconsiderar a decisão de não aleitar naturalmente
  5. A utilização correcta de fórmulas para lactentes, caso seja necessário

Não é permitido o recurso a quaisquer imagens que possam criar uma impressão falsamente positiva da utilização de fórmulas para lactentes.

Para consulta detalhada: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2013:181:0035:0056:PT:PDF

Referências:  REGULAMENTO (UE) N. o 609/2013 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 12 de Junho, relativo aos alimentos para lactentes e crianças pequenas, aos alimentos destinados a fins medicinais específicos e aos substitutos integrais da dieta para controlo do peso e que revoga a Diretiva 92/52/CEE do Conselho, as Diretivas 96/8/CE, 1999/21/CE, 2006/125/CE e 2006/141/CE da Comissão, a Diretiva 2009/39/CE do Parlamento Europeu e do Conselho e os Regulamentos (CE) n. o 41/2009 e (CE) n. o 953/2009 da Comissão. Jornal Oficial da União Europeia. 2 – Decreto-Lei nº 217/2008 de 11 de Novembro. Diário da República, 1ª série nº 219, pag. 7879-7892.


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