Mais de 28 milhões de crianças não escolarizadas vivem em zonas de conflito

Julho 15, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 12 de Julho de 2013.

O relatório citado na notícia é o seguinte:

 Children still battling to go to school

Mais de metade dos 57 milhões de crianças não escolarizadas vive em países afetados por conflitos, revela um relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) hoje divulgado.

O documento defende a necessidade de se “atuar urgentemente” para que  os 28,5 milhões de crianças em idade de integrar o ensino primário, dos  quais 55 % são meninas, possam ir à escola, já que estão sem acesso à educação  por viverem em zonas de conflito.

De acordo com a UNESCO também 20 milhões de adolescentes não escolarizados,  quase um terço do total, vivem em países afetados por conflitos, dos quais  54 % são raparigas.

No entanto, o número de crianças não escolarizadas está em queda, tendo  diminuído de 60 milhões em 2008 para 57 milhões em 2011, mas a UNESCO alerta  que “os benefícios deste avanço lento não chegaram às crianças dos países  afetados por conflitos”.

Nestas regiões do globo vivem “50 % das crianças sem acesso à educação”,  enquanto em 2008 não superavam os 42 %.

De acordo com os dados da UNESCO, 44 % dos 28,5 milhões de crianças  vivem na África subsariana, 19 % na Ásia meridional e ocidental e 14 % em  Estados árabes, segundo o relatório “As crianças continuam a lutar para  ir à escola”, publicado em colaboração com a organização Save the Children.

A diretora-geral da UNESCO, Irina Bokoya, observou que “não é frequente  que a educação integre a avaliação dos danos causados por um conflito”,  pois a atenção da comunidade internacional e dos meios de comunicação não  costuma concentrar-se nos “custos ocultos e nas sequelas duradouras da violência”.

O setor da educação, aponta, é aquele em que esses custos e sequelas  “são mais evidentes”.

O relatório da UNESCO lamenta que a ajuda humanitária destinada à educação  tenha diminuído, considerando esta situação preocupante, já que a “necessidade  de fundos é hoje maior do que nunca”, pois existem mais refugiados e as  crianças “representam metade das pessoas que foram deslocadas pela força”.

Hoje, este problema, realça a organização, “não é tão dolorosamente  visível em mais nenhum lugar como é na Síria”

 

 

 

Gestos ajudam a enriquecer vocabulário de crianças

Julho 15, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Ciência Hoje de 2 de Julho de 2013.

Um estudo norte-americano demonstrou que designar objectos facilita a aprendizagem

e a associação de palavras nas crianças, ciência Hojeindependentemente da categoria sócio-profissional dos pais.

O estudo, recentemente publicado na PNAS, por uma equipa de investigação da Universidade de Chicago avaliou 50 famílias norte-americanas e indica que apontar um objecto enquanto se fala dele, permite que as crianças retenham mais facilmente o seu nome.

A técnica permite que os mais pequenos retenham mais palavras antes de entrar para a escola – o que lhes confere alguma vantagem sobre outras crianças. Segundo a equipa, as capacidades individuais e o temperamento não são o único factor a ter em conta na aquisição do léxico.

Para a investigação, os cientistas filmaram a interacção quotidiana entre as mães e as suas crianças, a partir dos 14 meses. A qualidade das informações fornecidas pelas progenitoras aos seus filhos foi avaliada por um painel de 218 adultos que visualizaram os vídeos. A quantidade de palavras utilizada foi mensurada em número de palavras por minuto.

No entanto, a qualidade não esteve relacionada com a quantidade, já que o facto de pronunciarem várias palavras não significa que tivessem valor informativo para as crianças. O status social dos pais também não tem nada a ver com a clareza da interacção.

A aquisição de vocabulário produz-se por acumulação e selecção da informação – a criança aglutina o conjunto das situações, mas vai triando os sinais que percebe (sons, gestos ou olhares), de forma a conservar aquilo o que lhe interessa.

Os estudos em curso poderão oferecer ferramentas que facilitem a aprendizagem das crianças.

 

Férias de Verão para Crianças dos 2 aos 7 anos

Julho 15, 2013 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ferias

pro

 

Cooperativa Horas de Sonho, apoio à criança e à família

Rua Alfredo Ferraz, R7 Loja

1600-003 Carnide, Portugal

Móvel: 91 68 09 321

Telef./Fax: 217 159 956

http://www.horasdesonho.wordpress.com

Site orienta sobre fala de crianças entre 0 e 7 anos

Julho 15, 2013 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto de 2 de Julho de 2013 do blog Meunomenai

linguagem

O site “Fonoaudiologia e Pediatria”, desenvolvido pela pesquisadora Aline Martins, reúne textos, vídeos e ilustrações que explicam o desenvolvimento da comunicação em crianças entre 0 e 7 anos.

Criado durante o mestrado de Aline Martins, o site oferece orientação para pediatras, educadores, profissionais de saúde e pais. Intitulada “Telessaúde: Ambiente Virtual de Aprendizagem em aquisição e desenvolvimento da linguagem infantil”, a dissertação foi defendida na Faculdade de Odontologia da USP, em Bauru.

O site foi avaliado por 63 fonoaudiólogos, nos aspectos técnico e de conteúdo, e recebeu 5.046 visitas do Brasil e de outros países, entre setembro e dezembro de 2012. Atualmente está aberto ao público, e também apresenta as fases da infância propícias a alterações da fala, além de informações sobre prevenção destas alterações.

Aline Martins ressalta a importância de profissionais da área de saúde e educadores conhecerem o processo de desenvolvimento da fala. “Os profissionais que acompanham a saúde e desenvolvimento criança de forma sistemática nos primeiros aos de vida são fundamentais no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem”.

Visite o blog em http://fonoaudiologiaparapediatras.wordpress.com./

Fonte: Universidade de São Paulo.


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