Como são as famílias em Portugal e que riscos económicos enfrentam

Julho 12, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Destaque do INE de 14 de Maio de 2013.

ine

Resumo
Em Portugal as famílias são hoje mais e têm menor dimensão média, em consequência do aumento do número das famílias unipessoais e da redução do número de famílias numerosas, indicam os resultados dos Censos 2011. As pessoas que vivem sós são sobretudo idosas/os e mulheres, dois grupos que o Inquérito às condições de vida e rendimento identifica como sendo particularmente afetados pelo risco de pobreza. Também as famílias com crianças dependentes, em particular as famílias numerosas e as famílias monoparentais, são afetadas por riscos de pobreza e intensidade da pobreza elevados.
Em 2011, 3,1% das pessoas que viviam em agregados familiares e 8,4% das pessoas pobres, não tinham capacidade para ter uma refeição de carne ou peixe pelo menos de 2 em 2 dias. Cerca de ¼ das pessoas e quase metade das que viviam em agregados em risco de pobreza referiram que não tinham meios para manterem a casa adequadamente aquecida.
42% das pessoas com 25-59 anos em risco de pobreza em 2010 referiram ter vivido enquanto adolescentes em famílias cuja situação financeira consideraram ser má ou muito má; 55,7% referiram ter vivido numa família com dificuldades financeiras para fazer face a despesas necessárias.

Ler o destaque Aqui

Menos uma hora de escola por dia rejeitada liminarmente pelo CNE e pelos pais

Julho 12, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do Público de 5 de Julho de 2013.

Graça Barbosa Ribeiro

Conselho Nacional de Educação critica com severidade as alterações, que os pais prevêem que vão parar “ao caixote do lixo da História”.

O Conselho Nacional de Educação (CNE) critica duramente a proposta de alteração curricular que veio a público em cima da preparação do próximo ano lectivo e que abre a porta à diminuição em cinco horas do tempo de permanência na escola, por semana, das crianças do 1.º ciclo.

“Dir-se-ia que o legislador está mais centrado numa lógica de redução dos recursos do que na melhoria do sistema”, comentam os relatores do parecer daquele órgão consultivo do Ministério da Educação e Ciência (MEC), a que o PÚBLICO teve acesso.

No documento, o CNE sublinha, em relação ao 1.º ciclo, que “não são perceptíveis” “os fundamentos pedagógicos” de medidas como a eliminação das áreas não curriculares (Área de Projecto, Estudo Acompanhado e Educação para a Cidadania), a supressão de duas horas e meia de actividades de enriquecimento curricular e a possibilidade de redução do tempo das componentes curriculares noutro tanto.

O Ministério da Educação assegurou já, nesta sexta-feira, que “na regulamentação para a preparação do ano lectivo está previsto que os alunos possam permanecer nas escolas até às 17h30, tal como neste ano”, e que “o horário lectivo continua a ser complementado por Actividades de Enriquecimento Curricular [AEC]”.

Certo é que, na matriz que consta da proposta de decreto-lei a que o PÚBLICO também teve acesso, se prevêem medidas que, a serem adoptadas, se traduzirão no corte de cinco horas semanais – ou de uma hora por dia – no tempo que as crianças passam hoje na escola. Em concreto, o “tempo total a cumprir” (no qual passam a estar integrados o Apoio ao Estudo e a Oferta Complementar) passa de “25 horas semanais”, na lei em vigor, para um período “entre as 22,5 horas e as 25 horas”. Às actividades de enriquecimento curricular passam a estar destinadas apenas cinco horas.

“A diminuição do tempo de permanência das crianças na escola, devido ao corte de duas horas e meia no horário destinado às AEC e à possibilidade de redução de duas horas e meia da componente curricular, terá consequências no âmbito e qualidade da formação oferecida pela escola pública e agrava os problemas de acompanhamento das crianças por parte das famílias, designadamente das famílias económica e socialmente mais desfavorecidas”, critica o CNE.

Em relação ao 1.º ciclo, o CNE recomenda, entre outros aspectos, que a componente curricular seja igual para todos os alunos e não inferior a 25 horas semanais e ainda o aumento da carga horária atribuída à oferta complementar, “de forma a poder contemplar, efectivamente, áreas transversais ou específicas consideradas essenciais” à formação das crianças.

Defende, ainda, “a manutenção das sete horas e meia semanais anteriormente atribuídas às AEC, de modo a garantir o acesso a uma formação abrangente e complementar a todos os alunos e também um apoio às famílias”.

“Poupar meia dúzia de milhões”
Em declarações ao PÚBLICO, Albino Almeida, ex-presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) e ainda seu representante no CNE, considerou que, a ser publicado, “este decreto-lei se destina ao caixote do lixo da História”.

“Pelo contacto que mantenho com associações de pais, com as escolas e com autarquias [que, para além das instituições particulares de solidariedade social, promovem as actividades de enriquecimento curricular], ninguém vai mexer num modelo que está testado e que funciona para o trocar por algo que apenas visa poupar meia dúzia de milhões de euros sem olhar ao que se está a destruir”, disse.

Neste momento, precisou Albino Almeida, “as câmaras municipais já começaram a contratar os monitores e professores para assegurar as AEC no próximo ano lectivo; também ainda não foi anunciada qualquer alteração ao financiamento de 262,5 euros por aluno durante o ano civil de 2013, pelo que a questão só se deverá colocar na discussão do próximo Orçamento do Estado”.

Rui Martins, da Confederação Nacional Independente de Associações de Pais (CNIPE), frisou que hoje mesmo pedirá uma audiência ao MEC para exigir que o decreto-lei – que, na sua opinião, “é mais uma prova do quanto este Governo desvaloriza a Educação” – não chegue a ser publicado. “É absolutamente inaceitável”, disse.
 

6 segredos das crianças que (quase) nunca ficam doentes

Julho 12, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Artigo do site da revista Crescer de 30 de Abril de 2013.

Basta incluir hábitos simples na rotina da família para que seu filho tenha uma saúde de ferro, daquelas bem difíceis de derrubar. Veja só

Por Bruna Menegueço

Você, certamente, conhece alguém que tenha uma saúde de ferro. Sabe aquela pessoa que quase nunca fica resfriada, mesmo após tomar um banho de chuva e ficar horas com a roupa molhada no corpo? Ou, então, pode comer qualquer coisa que (quase) nada faz mal? Qual será o segredo dela? CRESCER conversou com o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para descobrir o que você pode fazer para que para dar uma reforçada na saúde do seu filho. Os segredos, como você vai ver, são simples e os resultados, bem duradouros. Vale a pena tentar. Confira

Ser amamentada com leite materno até os 6 meses

É o alimento mais completo que você pode oferecer ao seu filho. Só ele é capaz de suprir todas as necessidades de nutrientes e sais minerais do seu bebê até os 6 meses. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne muitas doenças, como alergias, obesidade, anemia, intolerância ao glúten etc. Segundo Fisberg, novas pesquisas mostram que as crianças amamentadas com leite materno crescem e ganham peso mais devagar, o que ajuda a prevenir o excesso de peso, um problema que vem aumentando entre as crianças ultimamente.

leia também

Ter uma alimentação variada

Seguir uma dieta rica em nutrientes garante que o estado nutricional da criança se mantenha dentro do esperado, nem abaixo nem acima. É por meio de uma alimentação variada que a criança consegue suprir todas as suas necessidades de ferro, proteína, cálcio, fibras, vitaminas e minerais. “Carnes, especialmente as vermelhas, oferecem nutrientes importantes para o desenvolvimento das crianças e são absorvidos facilmente pelo organismo”, diz Fisberg. É importante incluir também vegetais verde-escuros, vermelhos e laranjas, para garantir as vitamina A e D. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a introdução de novos alimentos na dieta do bebê deve acontecer a partir do 6o mês, principalmente daqueles considerados alérgenos, como o ovo, peixe, amendoim e cerais. Isso porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em formação, o que diminui o risco de reações alérgicas.

Tomar vacinas

O calendário brasileiro de vacinação é um dos mais completos do mundo. Por isso, deixar de proteger o seu filho está fora de questão. Ao manter a caderneta de vacinação da criança em dia, você garante não apenas a saúde dela, mas da população ao redor e ajuda a diminuir a mortalidade infantil. “Sem as vacinas, ainda morreríamos de sarampo e rubéola”, diz a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações.

Brincar mais ao ar livre

É dessa forma que seu filho vai trocar o ar dos pulmões, ter contato com o sol – para aumentar a produção da vitamina D no organismo – e até com novas bactérias que vão ajudá-lo a fortalecer o sistema imunológico.

Dormir bem

Uma boa noite de sono é fundamental para o seu filho estar disposto para mais um dia pela frente. Só que, para isso, ele precisa ter uma rotina saudável, o que inclui horários para comer, dormir, estudar, praticar atividades físicas. Isso tudo vai impactar diretamente na saúde da criança. Vale reforçar aqui que estudos já mostraram que a privação de sono aumenta o risco de obesidade.

Lavar as mãos

Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias. Anotou?

 

35º Congresso Movimento da Escola Moderna

Julho 12, 2013 às 9:57 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

35

Mais informações Aqui

Sábados em Cheio na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Julho 12, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

cheio

Mais informações Aqui

Sábados em Cheio é uma iniciativa da Biblioteca Municipal José Saramago, que proporciona animações de leitura para os mais novos. Visa, acima de tudo, criar hábitos de leitura e partilhar experiências, brincando com ou sobre livros em família.

Participe nesta atividade para toda a família, de acesso livre e gratuito, preparada pela equipa residente da Biblioteca Municipal José Saramago. Basta aparecer a partir das 15 horas.


Entries e comentários feeds.