Cyberbullying Leads To Depression, Substance Abuse and Internet Addiction Among Teenagers

Julho 4, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site HNGN de 17 de Junho de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Longitudinal and Reciprocal Relations of Cyberbullying With Depression, Substance Use, and Problematic Internet Use Among Adolescents

flickr

By Sam Goodwin

A new study conducted by researchers from the University of Deusto in Spain found that teenagers who are subjected to cyberbullying are at a higher risk of developing symptoms of depressions, internet addiction and substance abuse.

Bullying is not confined to the four walls of a classroom or among peers and classmates. Cyberbullying has become a growing issue with more adolescents becoming tech savvy. It includes the use of cell phones and the Internet to send harassing and hurtful messages.

Researchers from the University of Deusto in Spain have found that cyberbullying can have an adverse effect, especially on teenagers. Their study revealed that teenagers subjected to cyberbullying often show symptoms of depression, Internet addiction and substance abuse.

Lead author Manuel Gamez-Guadix, Ph.D., of the University of Deusto in Spain, stated in a press release that this study was crucial in understanding the impact of cyber bullying on a teenager’s mental behavior. He said that most teenagers subjected to this form of bullying show symptoms of psychological and behavioral health problems within six months.

A survey was conducted on 845 students aged between 13 and 17 years.  Among these participants, 498 were girls and 337 were boys. Researchers noted that 24 percent of these participants reported experiencing at least one form of cyberbullying while 15.9 percent reported being subjected to two forms of cyberbullying. Eight percent reported experiencing more than 3 forms of cyberbullying. These included receiving hurtful, insulting and threatening messages, either through text messages or via the Internet as well as posting of rumors or fake photos and videos on social network sites.

Gamez-Guadix stated that teens who are cyberbullied often land up depressed and in turn depressed teenagers are more likely to become victims of cyberbullying.

“It is important to include strategies to prevent cyberbullying within interventions for behavioral problems during adolescence. Mental health professionals should pay special attention to these problems in the treatment of victims of cyberbullying,” concluded Gamez-Guadix.

Centro de Animação Infantil Comunitário (CAIC) Horas de Sonho – Inscrições Abertas

Julho 4, 2013 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

IAC integra Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico – RAPVT

Julho 4, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A RAPVT – Rede de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico é uma rede de cooperação e partilha de informação, coordenada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), que tem como finalidade a prevenção, a proteção e a reintegração das vítimas de tráfico.

Esta rede, formalmente criada no dia 21 de junho de 2013, através da assinatura de um protocolo, reúne Organizações não-governamentais e Entidades Oficiais, num total de 22 parceiros, entre os quais o IAC.

Tendo em conta que o tráfico Humano representa, depois do tráfico da droga, a segunda fonte ilegal de lucro no mundo, e envolve cerca de dois milhões e oitocentos mil Seres Humanos (traficados para trabalho escravo, exploração sexual e venda de órgãos e tecidos), e tendo ainda em conta que o seu combate requer uma intervenção integrada, não só no que se refere à aplicação da legislação, mas também no que diz respeito à prevenção e proteção das vítimas, a RAPVT terá a importante missão de disponibilizar uma resposta de intervenção em rede que integre as diferentes componentes do processo.

Com efeito pretende-se criar uma metodologia de intervenção multidisciplinar e especializada, nas vertentes do apoio jurídico, psicológico e social, de acordo com a área de trabalho de cada entidade parceira, proporcionado ainda o adequado encaminhamento das vítimas para outros serviços de apoio previamente identificados.

PROTOCOLO

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Troca Tintas : duas semanas de oficinas de verão para crianças dos 6 aos 12 anos, na fundação da juventude

Julho 4, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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troca2TROCA TINTAS : duas semanas de oficias de verão para crianças dos 6 aos 12 anos, na fundação da juventude.
De 8 a 12 e de 15 a 19 de Julho.
Para mais informações, os seguintes contactos:
91 51 22 408 | 91 65 00 977 | 96 17 97 295 | 22 20 22 380
maisalem.acc@gmail.com | apinheiro@fjuventude.pt

https://www.facebook.com/coletivo.mais.alem

 

Menos 206 crianças sinalizadas pelas comissões de protecção na Madeira no primeiro semestre

Julho 4, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 2 de Julho de 2013.

Lusa

Dados revelados no XII Fórum da Criança, que decorre esta terça-feira no Funchal.

As comissões de protecção de menores da Madeira viu reduzido o número de crianças sinalizadas no arquipélago no primeiro semestre deste ano, segundo o Instituto de Segurança Social da Madeira (ISSM).

Segundo o ISSM, no dia 30 de junho eram menos 206 os casos registados face aos 1138 indicados em 31 de Dezembro de 2012.

“Nós, em trabalho com as Instituições Particulares de Solidariedade Social, autarquias, paróquias e outras instituições que actuam na sociedade, temos sido capazes de detectar as situações problemáticas e tentar encontrar soluções para ultrapassar as dificuldades dessas crianças dando-lhes oportunidade para que elas possam ter uma vida segura e feliz”, reconheceu o Secretário Regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos.

Segundo este responsável, “26% das crianças e jovens [sinalizados] tem entre 13 e 15 anos, 20% têm entre 16 e 18 anos, o que significa que 46% são jovens adolescentes”, exemplificou, considerando que “a negligência ainda é muito representativa”.

Francisco Jardim Ramos garantiu que a principal preocupação se tem centrado em “criar condições para que essas crianças e jovens possam continuar a viver nas famílias e não irem para instituições ou famílias de acolhimento”.

Já o procurador do Ministério Público junto do Tribunal de Família e Menores do Funchal, Carlos Godinho e Santos, revelou o aumento de crianças em acolhimento institucional.

São 191 crianças, uma consequência de “alguma desagregação familiar, fruto das dificuldades socioeconómicas” que o país atravessa, justificou.

Considerou que “os técnicos da Segurança Social que compõem as equipas multidisciplinares de apoio aos tribunais são pessoas bem formadas, atentas e empenhadas e que tornam menos doloroso o problema do risco ou do perigo em que as crianças se encontram”.

Godinho e Santos salientou o aumento do número de incumprimentos por parte dos pais como uma consequência directa da falta de “cultura de cidadania, de responsabilidade, no sentido de que as crianças têm de viver todos os dias”, ainda que reconheça o papel do Estado via o Fundo de Garantia dos Alimentos devidos a Menores, em que é o próprio Estado a assumir essa responsabilidade, suportada pela Segurança Social.

 

 

 


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