Education at a Glance 2013 : OECD Indicators

Junho 27, 2013 às 6:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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ocde

Ver o relatório Aqui

Education at a Glance: OECD Indicators is the authoritative source for accurate and relevant information on the state of education around the world. It provides data on the structure, finances, and performance of education systems in more than 40 countries, including OECD members and G20 partners.
Featuring more than 100 charts, 200 tables, and over 100 000 figures, Education at a Glance provides key information on the ouput of educational institutions; the impact of learning across countries; the financial and human resources invested in education; access, participation and progression in education; and the learning environment and organisation of schools.

In the 2013 edition, new material includes:

  • More recent data on the economic crisis, showing that education remains the best protection against unemployment;
  • More detailed data on programme orientation  (general versus vocational) in secondary and tertiary education;
  • An analysis of how work status (full-time, part-time, involuntary part-time) is related to individuals’ level of      education;
  • A review of the relationship between fields of  education and tuition fees, unemployment rates and earnings premiums;
  • An indicator showing how many of the students who  enter a tertiary programme ultimately graduate from it;
  • An indicator on the relationship between  educational attainment and two health-related concerns, obesity and smoking; and
  • Trend data covering the years 1995 to 2010-11 for all the key indicators.

 

Audição na Assembleia da República de Dulce Rocha sobre Co-adoção no dia 28 de Junho

Junho 27, 2013 às 1:20 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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arA Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá representar o IAC na audição parlamentar promovida pela COMISSÃO DE ASSUNTOS CONSTITUCIONAIS, DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS Grupo de Trabalho – Co-adoção [PJL 278/XII/1.ª (PS)],  sobre a apreciação na especialidade do Projeto de Lei n.º 278/XII/1.ª (PS) – “Consagra a possibilidade de co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo e procede à 23.ª alteração ao Código do Registo Civil” no dia 28 de Junho de 2013 pelas 14.30 h.

 

Portugueses continuam a ter os níveis de instrução mais baixos

Junho 27, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do i de 26 de Junho de 2013.

Por Marta F. Reis

Indicadores nacionais crescem como em poucos países, mas Portugal continua muito aquém da média da OCDE

Quanto tempo vai demorar até que o nível de instrução dos portugueses esteja a par da média da OCDE? Não parece haver resposta para esta pergunta e apesar de a frequência dos diferentes patamares de ensino estar a evoluir em Portugal a um ritmo bastante superior ao da média, os resultados ainda deixam o país muito distante dos pares europeus e apenas ao nível do México ou da Turquia entre os estados membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

O retrato mais recente e comparável da instrução nos países da OCDE surge no relatório “Education at Glance”, divulgado ontem. Portugal é o segundo país em que uma maior fatia da população não foi além do ensino básico (65%) e empata com a Turquia na menor percentagem de pessoas com frequência do ensino secundário, isto pensando na população entre os 25 e os 64 anos. A fatia de população portuguesa que se ficou pelo ensino básico é quase três vezes superior à da média da OCDE e a que frequentou o secundário cerca de metade – 18% em Portugal, isto em dados de 2011 – para 44% na média da OCDE.

“O desafio ainda é aumentar as baixas taxas de escolaridade”, diz a organização no relatório “Education at Glance 2013”, em que se destacam como medida que nos últimos anos contribuiu para uma evolução positiva o programa Novas Oportunidades, entretanto extinto. De acordo com a OCDE, este programa, que será reformulado a partir do próximo ano lectivo, contribuiu para um aumento de 40% nas conclusões do ensino secundário entre 2008 e 2010. A OCDE assinala mesmo que em 2011, ano dos dados analisados, quase três em cada dez alunos que concluíram o secundário tinham mais de 25 anos, o que dá ao país a maior taxa de qualificação de adultos ao nível do secundário entre os países da OCDE.

Longe do pelotão Se as elevadas médias de instrução da OCDE já o davam a entender, quando se analisam os dados por país, percebe-se que o pelotão está mesmo muito distante de Portugal, não obstante o país ser dos que mais estão a melhorar os seus indicadores – a percentagem de população com frequência do ensino secundário aumentou 4,3% na última década e com ensino superior 6,3%, variação que no último caso é o dobro da registada na OCDE.

A Finlândia é o país europeu que apresenta maiores níveis de instrução, com 44% da população com frequência do ensino secundário e 39% com frequência do ensino superior. Apenas uma fatia de 16% da população ficou pelo ensino básico, o que contrasta com os 65% nacionais – dá menos de dois finlandeses em cada dez sem pelo menos ensino secundário contra seis em cada dez portugueses na situação contrária.

À frente no ranking, contudo, não estão países europeus – nos países europeus analisados, a fatia de população com ensino secundário é o dobro da nacional e a de ensino superior semelhante à portuguesa. Mais destacados aparecem Coreia, Estados Unidos, Japão, Israel e, em primeiro lugar, o Canadá. Neste país, metade da população (51%) passou pelos bancos da universidade e 40% pelo liceu.

Quando se cruzam estes dados com o investimento nacional em educação, percebe-se que gastar mais – e sobretudo o Estado gastar mais – não é directamente proporcional aos melhores resultados. Por exemplo, o Japão está em terceiro lugar no ranking de instrução, com 46% da população com frequência do chamado ensino terciário (que inclui formação universitária mas também vocacional pós-secundária) e gasta uma percentagem do PIB em educação idêntica à nacional. Ao todo, despesa privada e pública em estabelecimentos de ensino, seja qual for o nível, totalizavam 5,1% da riqueza japonesa em 2010 – ano dos dados financeiros analisados – contra 5,8% investidos em Portugal.

Comparando com os países mais avançados em termos de instrução na Europa, contudo, percebe-se que a aposta nos países nórdicos, como Dinamarca ou Finlândia, o investimento público e privado vai além dos 7% do PIB, portanto Portugal não entraria em patamares inéditos se gastasse mais. Considerando apenas investimento público em percentagem do PIB, Portugal está a meio da tabela, com um gasto de 5,1% do PIB em 2010.

o escudo do canudo O principal destaque da OCDE em relação a Portugal é contudo o efeito protector da instrução na escalada do desemprego, tema a que dá destaque a propósito da actual crise ainda sem usar as tendências mais recentes – que ultrapassam em muito as taxas registadas em 2011. Portugal terminou 2011 com o desemprego nos 13,6% contra 17,7% no primeiro trimestre deste ano.

A OCDE assinala que, tal como acontece nos outros países da OCDE, a taxa de desemprego entre portugueses que não frequentaram o ensino secundário aumentou quase três vezes mais que a dos que têm frequência universitária, isto analisando toda a população (um aumento de 5,7 pontos percentuais contra 2,2 pontos). Centrando-nos nos jovens entre os 25 e os 34 anos, em que os níveis de instrução são já superiores e a vantagem poderia esbater-se (já só 44% não foi além do ensino básico), a OCDE destaca que se mantém o mesmo efeito protector. Entre 2008 e 2011, o aumento da taxa de desemprego em jovens sem qualificações superiores foi praticamente metade da registada nos que não fizeram o liceu (5,7 pontos percentuais para 6,9).

A OCDE refere ainda que um maior nível de escolarização, além de diminuir o risco de desemprego, continuava há três anos a garantir rendimentos médios superiores. Em 2010, alguém que tivesse concluído o ensino superior em Portugal podia esperar ganhar mais 70% que um trabalhador com o ensino secundário, uma vantagem superior à apurada na média dos países da OCDE para esse ano (64%).

A organização destaca ainda que Portugal é o único país em que um canudo universitário parece dar uma vantagem da mesma ordem em termos salariais a homens e a mulheres. Na maioria dos países, os homens com estudos superiores ganham mais que as mulheres, acontecendo o inverso em apenas três países: Grécia, Espanha e Turquia.

Bullying ganha cada vez mais peso nas escolas portuguesas

Junho 27, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Porto Canal de 17 de Junho de 2013.

Ver o vídeo da reportagem Aqui

bullying

Voluntariado Jovem Cruz Vermelha Portuguesa – Animadores do Projecto Praias Costa de Caparica 2013

Junho 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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