I Congresso Internacional “Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação”

Junho 17, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

alunos

Mais informações Aqui

Troque os seus Pontos Solidários na TMN a Favor do Instituto de Apoio à Criança

Junho 17, 2013 às 1:26 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

tmn

ponto

O Instituto de Apoio à Criança faz parte de um grupo de 12 Instituições Privadas de Solidariedade Social integradas no ponto t da TMN. Os clientes da TMN podem trocar pontos a favor do IAC e assim, ajudam-nos a ajudar as crianças e a promover os Direitos das Crianças.

Ponto t: TMN dá aos seus clientes a possibilidade de se associarem a causas de responsabilidade social.

Com o ponto T pode trocar os seus pontos por donativos e, assim, apoiar as instituições de solidariedade social que se dedicam a ajudar quem mais precisa.

Pequenos gestos fazem toda a diferença e uma pequena contribuição pode mudar a vida de muita gente, incluindo a sua.

Pode aceder Aqui à página da TMN com os donativos a favor do IAC

Página da TMN de Parcerias e Donativos Aqui

As crianças invisíveis e os direitos violados em segredo Crónica de Dulce Rocha na revista Visão

Junho 17, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Crónica quinzenal da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na revista Visão de 14 de Junho de 2013.

Tive no Tribunal de Menores no início dos anos 90 alguns casos dessas crianças invisíveis, de meninas sem direitos, privadas da escola e do direito a brincar, que eram espancadas quase diariamente.

Sempre achei a invisibilidade uma arma poderosa do mal. Por isso é tão importante revelar, porque só o que é visível pode ser combatido ou elogiado.

Fiquei contente, portanto, quando vi que novos cronistas tinham aceitado o desafio de escrever para a Visão Solidária. Sobretudo os mais jovens, que nos trazem histórias positivas e otimistas, decididamente merecem um tributo elogioso dos mais velhos, como eu, não apenas porque a sua motivação é um exemplo, mas também porque o seu incentivo é indispensável para todos, nestes tempos difíceis.

Gostei de saber que no nosso País há tantas pessoas envolvidas em Organizações Não Governamentais.  É muito gratificante essa notícia, pois o compromisso ético da sociedade civil é importantíssimo. Parabéns, Miguel Pavão!

E adorei a história da “Cinderela”. Que bom termos fadas verdadeiras que conseguem mudar a vida de seres humanos despojados. Bem-haja, Bárbara, pela sua perseverança!

Circula nas redes sociais um vídeo de dois amigos que decidiram levar alegria a dezenas de sem-abrigo e que conseguiram sorrisos comoventes. Divulgá-lo faz bem à alma de todos quantos consideram a pobreza uma indignidade, neste mundo com tanta riqueza por repartir…

Mas estou convicta que a par das notícias boas, teremos de continuar a denunciar o que está errado porque a realidade continua a interpelar-nos todos os dias.

Há uma semana, soubemos do martírio de Souhair Al-Batae, uma menina de treze anos que foi arrancada à vida na sequência da mutilação genital que foi obrigada a sofrer.

A Organização Mundial de Saúde aponta um número aterrador de 140 milhões de vítimas de Mutilação Genital Feminina.

Muitas crianças ficam com problemas sérios de saúde, com consequências para o resto da vida e continua a haver muitas mortes que ocorrem na sequência de infeções causadas por esta prática tão prejudicial para o seu desenvolvimento. A excisão é uma violação dos direitos humanos praticada em segredo e por isso tão difícil de combater.

Em Portugal, ainda não temos a previsão expressa do crime de mutilação genital, como já se exige na Convenção de Istambul, que foi ratificada no ano passado.

Creio que não será necessário ficarmos à espera da entrada em vigor da Convenção, porque se reconhece a justeza da tipificação desta infração tão censurável.

E como escrevo no dia em que soube que a Organização Internacional do Trabalho decidiu assinalar este ano o Dia Mundial contra o Trabalho Infantil com uma chamada de atenção especial para o trabalho doméstico, achei importante falar de mais esta prática tão sigilosa.

A OIT estima que as crianças envolvidas em trabalhos domésticos ultrapassem os dez milhões e que desses, mais de seis milhões sejam crianças que têm entre 5 e 14 anos, sendo mais de 70% meninas ou adolescentes do sexo feminino.

O trabalho doméstico tem sido desvalorizado, porque se tem a ideia errada de que não é pesado, como o trabalho nas minas ou nas plantações. No entanto, muitas destas crianças prestam-no em regime de verdadeira servidão.

Alguns de nós ainda se lembram das meninas que vinham para a cidade “servir”, muitas delas sujeitas a sevícias. Tive no Tribunal de Menores no início dos anos 90 alguns casos dessas crianças invisíveis, de meninas sem direitos, privadas da escola e do direito a brincar, que eram espancadas quase diariamente.

Creio que poderemos dizer que se evoluiu muito em 20 anos, mas não podemos ficar indiferentes ao que se passa no mundo e lembro-me que quando no final dessa década se fez em Portugal um estudo sobre o trabalho infantil com a colaboração da OIT, ainda havia casos em número significativo, sobretudo no domicílio, e em especial no setor das confeções. Crianças que antes de irem para a escola tinham de exercer tarefas repetitivas durante horas e que a seguir à escola tinham de ir para os campos ajudar a família. Dispendiam diariamente cerca de quatro horas em trabalho, não remunerado, obviamente, mas ainda assim trabalho, que lhes retirava o gosto por aprender, e lhes negava o tempo de lazer.

O trabalho domiciliário é sempre menos visível e é por isso que os progressos têm sido mais difíceis.

Fez bem pois, a OIT em dedicar-lhe este ano o Dia do combate ao trabalho infantil!

No ano passado, falei do belíssimo livro de Soeiro Pereira Gomes “Esteiros”, que dedicou “aos homens que nunca foram meninos”.

Este ano, lembrei-me de um livro de Maria Velho da Costa “Bastardia”, que fala de um rapaz que trabalhava como serviçal na casa de um tio e que só queria ver o mar…

.

À conversa sobre… Boas Práticas Em Equipas Multidisciplinares TEIP

Junho 17, 2013 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

teip

ficha

 

Calculando o custo do apoio social à criança

Junho 17, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Reportagem do site swissinfo.ch de 4 de Junho de 2013.

zurique

Por Chantal Britt,

Serviços de apoio às crianças como creches custam caro na Suíça. Não apenas para os pais, que chegam a gastar até metade do rendimento familiar em creches ou outros serviços, mas particularmente às instituições, que lutam para não ter prejuízo.

Para amenizar a carência de possibilidades de acolhimento, o governo lançou em 2003 um programa de incentivo orçado em 440 milhões de francos (US$ 455 milhões) para financiar a abertura de mais creches. A injeção financeira aumentou o número de vagas em mais de quinze mil nos últimos dez anos, além das mais de cinquenta mil vagas já existentes.

Uma das proprietárias de creche que se beneficiaram do programa foi Darina Hürlimann. Ela fundou em 2008 a “Kita Matahari”, um pequeno centro de acolhimento em uma área residencial nobre em Berna.

Cercada por uma dúzia de crianças – incluindo a sua própria – ela apresenta o espaçoso duplex convertido com uma grande cozinha. O financiamento público ajudou a pagar os custos de investimento nos primeiros dois anos. Mas ela continua a admitir: “Administrar essa creche é uma operação sem lucros.”

Ela também assume diferentes funções, gastando aproximadamente setenta por centro do tempo em tarefas administrativas, incluindo declarações de salários, cartas aos pais e cardápios para as crianças.

“Preciso estar cuidando de tudo e o tempo todo. Nunca dá para ficar parada. Estou constantemente fazendo malabarismos com os meus próprios valores, planos e finanças”, afirma Hürlimann, enquanto as crianças se enroscam nas suas pernas ou correm entre os quartos claros equipados com móveis modernos.

“As vagas devem ser preenchidas por mim no espaço de três meses para ter uma taxa de ocupação ideal. Até agora consegui fazê-lo. O sucesso significa não estar perdendo dinheiro.”

Custos elevados

Graças a esses novos centros, é geralmente fácil encontrar uma vaga de creche nas grandes cidades, mesmo em curto prazo. É o que explica Talin Stoffel, chefe da Associação Suíça de Creches “KiTaS”. O problema é o custo para os pais.

Como os pais devem cobrir aproximadamente 80% das taxas, uma vaga em período integral na cidade custa-lhe até 2.500 francos por mês, ou 40 mil francos por ano.

“Os custos de operação para administrar uma creche são comparáveis aos de outros países, mas a parte paga pelos pais é muito mais elevada”, explica Stoffel. “Uma criança é até financiável, mas o segundo filho faz dobrar os custos, levando muitas famílias aos seus limites. É por isso que a maior parte das pessoas só pode financiar uma creche em tempo parcial. ”

“Na Suíça existe o pensamento de que o cuidado à criança antes do jardim de infância seja de responsabilidade da família, que o Estado não deve interferir em questões privadas e apenas os mais pobres, que dependem de um segundo salário na família, devam ser apoiados para colocar seus filhos em uma creche”, acrescenta Stoffel.

Isso foi também ilustrado pelo fato dos eleitores suíços terem rejeitado, em março, uma proposta de promover a abertura de mais creches. A proposta levada a plebiscito foi rejeitada pela maioria rural dentre os 26 cantões (estados) e foi rechaçada pelos partidos de direita, argumentando que ela acrescentaria mais encargos financeiros aos contribuintes, além de ter uma interferência do Estado em assuntos da família.

Ela ressalta um estudo realizado pela economista Monika Bütler, da Universidade de St. Gallen. Este mostra que ter duas rendas na família é para muitas pessoas não uma vantagem, mas sim uma questão de responsabilidade. O salário de uma mãe trabalhando três dias por semana é consumido pelos custos da creche e acréscimos no imposto familiar, calcula a pesquisadora. Em alguns casos, uma renda adicional pode até reduzir a renda da família.

De acordo com o relatório “Fazendo melhor para Famílias” de 2011, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), famílias na Suíça gastam metade da sua renda em cuidados externos às crianças, mais do que qualquer outro país no mundo. A percentagem chega a representar até o dobro do segundo país no ranking, a Grã-Bretanha, e quatro vezes mais do que a média da OCDE de 12 por cento.

“Isso é demasiado”, diz Miriam Wetter, que coordena a Rede Suíça de Creches. “Os custos afetam a decisão de saber se uma mulher é capaz de financiar os cuidados à criança fora da família e até mesmo se elas decidem de ter ou não filhos.”

Subsídios não são suficientes

Uma família classe média comum, com uma renda dupla, não está capacitada a receber subsídios financeiros para as creches. Famílias de baixa renda podem se qualificar, mas não existem garantias de que ela vai recebê-lo. Mais de mil crianças estão na lista de espera por vagas subsidiadas em creches somente na capital Berna, segundo as autoridades municipais.

Mais subsídios são necessários, afirmam especialistas.

Os pais já estão pagando mais do que deviam e as creches não podem se dar o luxo de reduzir os custos, afirma Wetter, um cientista político que também preside o conselho de administração de uma creche. “Nós só podemos assegurar qualidade a preços reduzidos com um maior volume de subsídios.”

Quando o governo se comprometeu a oferecer mais apoio com o programa de financiamento de 2003, muitas pessoas especializadas no cuidados de crianças pequenas aproveitaram a oportunidade para abrir uma creche, acrescenta Stoffel, lembrando até uma corrida atrás do ouro.

“Elas eram realmente muito competentes no seu trabalho, mas depois de abrir as creches, rapidamente elas perceberam que terminaram não tendo muito tempo para cuidar das crianças devido a todos os trâmites burocráticos”, diz Stoffel.

E os principais desafios para os administradores de creches continuam sendo a falta de pessoal qualificado e aspectos financeiros, declara.

Muitos dos que entraram em dificuldades financeiras, simplesmente conseguiram sobreviver graças à forte demanda por vagas, considera Wetter. Existem muitas pequenas operações com soluções bem localizadas em pequena escala para a falta de creches.

Uma creche é uma pequena ou média empresa. Administrá-las não apenas requer as óbvias competências educacionais e conceitos de guarda de crianças, mas também conceitos de operações, higiene e segurança, como define um guia de 300 páginas publicado pela associação de creches. Os administradores precisam desenvolver um plano de negócios e um orçamento, além de controlar a qualidade da administração, os custos e o marketing, diz Wetter.

No futuro pode ocorrer uma mudança na direção de estruturas mais largas com uma direção centralizada como apoio trabalhando para diversas creches, uma estrutura que a organização de creches “Leolea” tem feito crescer lentamente desde 2003 ao oferecer serviços individualizados de creches em Berna e Lucerna.

Uma administração centralizada permite aos administradores de creches se concentrarem no trabalho com as crianças. Mas mesmo a Leolea é uma associação sem fins lucrativos, declara a secretária-executiva Nathalie Klemm. “Mesmo com estruturas centralizadas de custos, as creches não podem ser administradas para dar lucro.”

Chantal Britt, swissinfo.ch
Adaptação: Alexander Thoele

Custos

Segundo a Associação Suíça de Creches, existem na Suíça mais de duas mil delas em funcionamento.

Cerca de 90% são privadas, ou seja, são primariamente financiadas pelas contribuições dos pais.

O governo contribui através de subsídios dados aos centros, aos pais ou através dos “vales-creches” distribuídos oficialmente.

Pesquisas realizadas em 2011 mostraram que as taxas cobradas em instituições públicas sofrem grandes variações através do país.

Seria entre 40 francos por dia em Bellinzona (sul) e 130 francos em Schwyz (centro).

Creches privadas custam entre 60 e 150 francos por dia nas cidades de Berna e Zurique.

Uma vaga subsidiada custa aproximadamente 10 francos, como estimam a associação de creches.

O custo para cuidar de uma criança custa aos mantenedores das creches mais de 170 francos por dia.

Elas necessitam ter uma taxa de ocupação de mais de 80 por cento, tem de ser acessíveis e estar localizadas em áreas centrais para manter a rentabilidade.

Para abrir uma creche, os administradores precisam investir mais de quatro mil francos por vaga, como estima a associação de classe.

Os salários correspondem a mais de 80% dos custos. O custo mensal geral de aluguel varia entre mil e sete mil francos.

 

Forças de segurança assinam compromisso para defender crianças

Junho 17, 2013 às 9:55 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia da RTP Notícias de 16 de Junho de 2013.

reuters

Sandra Henriques

As forças e serviços de segurança vão assinar na segunda-feira uma carta de compromisso com a Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco, com o objetivo de colaborarem para a promoção e defesa dos direitos dos mais novos.

“Forças de Segurança – Olhar comum sobre a criança” é o título do documento que vai ser assinado pela Guarda Nacional Republicana, Polícia Judiciária, Polícia Marítima, Polícia de Segurança Pública, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, e pela Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco.

Para além dos responsáveis máximos por estas entidades, está prevista a presença do secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Antero Luís, na segunda-feira de manhã a bordo da Fragata D. Fernando II e Glória, no Cais de Cacilhas, em Almada.

A carta de compromisso prevê a cooperação técnico-científica entre as várias entidades nas áreas de competências e especializações de cada uma, bem como a harmonização da formação inicial e contínua dos profissionais das diversas áreas quanto à promoção e proteção dos direitos da criança, a intervenção tutelar educativa e a intervenção tutelar cível.

A troca regular de informação entre as forças de segurança e a Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco é outra das apostas. Está ainda prevista a realização de iniciativas conjuntas ou articuladas sobre esta matéria.

 

Pós-Graduação em Neuropsicologia Pediátrica

Junho 17, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

neuro

Mais informações Aqui


Entries e comentários feeds.