Droga: Consumo é uma das principais causas de morte entre jovens europeus

Maio 30, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 28 de Maio de 2013.

O consumo de droga é uma das principais causas de morte entre os jovens na Europa, refere o Relatório Europeu sobre Drogas 2013, hoje divulgado em Lisboa.

Segundo o documento, a taxa de mortalidade – provocada diretamente pelo consumo de droga, através de ‘overdoses’, ou indiretamente, por doenças várias, sobretudo infectocontagiosas, e acidentes, violência e suicídio – ronda os 1 a 2 por cento (%) por ano.

Os últimos dados compilados pelo EMCDDA (OEDT- Observatório Europeu da Droga e Toxicodendência na anterior designação em português) apontam para uma descida do número de mortes por ‘overdose’, registando-se, ainda assim, 6.500 casos.

Este relatório assinala também um aumento substancial das novas substancias psicoativas que foram notificadas durante o ano passado, 73 novas substancias, numa tendência de aumento

que se verifica desde 2009. Nesta altura tinham sido registadas 24 ..

A par das drogas consideradas tradicionais há um mercsdo em crescendo com estas substâncias, um mercado que é potenciado.

A canábis é a droga ilícita mais experimentada pelos estudantes europeus, embora esse consumo tenha diminuído ligeiramente em relação ao início do século XXI.

Mesmo assim, os especialistas estimam que 15,4 milhões de jovens europeus, entre os 15 e os 34 anos, tenham consumido canábis no último ano.

A canábis é, destacadamente, a droga mais apreendida na Europa, com cerca de 2.500 toneladas por ano, seguida da cocaína, que registou o dobro das apreensões notificadas para as anfetaminas e para a heroína.

Segundo o relatório, o número de apreensões de drogas ilícitas efetuadas na Europa atingiu, em 2011, um milhão, sendo que a tendência tem sido de crescimento substancial.

A maioria das apreensões foi comunicada pela Espanha (dois terços, devido à proximidade com Marrocos e ao seu substancial mercado interno) e pelo Reino Unido, mas a Bélgica e quatro países nórdicos também apresentaram números altos.

Já a heroína registou o menor número de apreensões da última década, ficando-se nas 6,1 toneladas, ou seja, cerca de metade do que foi apreendido em 2001.

«Esta descida pode explicar-se pelo aumento das apreensões realizadas entre 2002 e 2009 na Turquia, que, desde 2006, vem apreendendo esta droga em quantidades superiores às de todos os outros países em conjunto», avança o Observatório para as Drogas e Toxicodependência, com desse em Lisboa.

As apreensões de cocaína, cuja principal rota de tráfico para a Europa passa pela Península Ibérica, diminuíram quase 50% em relação a 2006, representando o equivalente a 62 toneladas em 2011.

No caso das anfetaminas, depois de um período de crescimento, o número de apreensões regressou aos valores de 2002, tendo sido reportadas, em 2011, 45 mil apreensões, ou seja, cerca de 6,5 mil toneladas.

Também em diminuição de oferta está o ecstasy, cujo fabrico na Europa terá atingido o nível máximo em 2000, ano em que foram desmantelados 50

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