Escola troca seguranças por professores de artes e melhora desempenho de alunos

Maio 17, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia de O Globo de 2 de Maio de 2013.

Notícia original da DailynightlyNBCNews e Vídeo da reportagem:

Principal fires security guards to hire art teachers — and transforms elementary school

Orchard Gardens, em Boston, chegou figurar entre as cinco piores do estado americano de Massachusetts e pulou para uma das que aprimorou o ensino mais rapidamente

Escola chegou a proibir que alunos levassem mochilas por medo de armas escondidas

RIO – Cercado por crianças indisciplinadas e pelo aumento de violência dentro das salas de aula, o diretor de uma escola pública de ensino médio da cidade de Boston, nos Estados Unidos, tomou uma medida que, à primeira vista, pareceu loucura: ele demitiu todos os funcionários da segurança e, com o dinheiro, reinvestiu contratando professores de arte.

Em menos de três anos, o colégio Orchard Gardens, que figurava entre os cinco piores do estado Massachusetts, tornou-se uma das unidades onde houve maior salto de qualidade no aprendizado de alunos. O segredo?

– Não há um único jeito de se fazer uma tarefa. E a arte te ajuda a compreender isso. Se você levar isso a sério, o mesmo acontecerá na parte acadêmica e em outras áreas. Eles precisam mais do que um teste preparatório e mais do que simplesmente responder de um jeito uma questão – disse à rede de TV NBC o diretor Andrew Bott, o sexto a gerir a unidade em menos de sete anos.

Ao assumir a direção da Orchard Gardens em 2010, Bott chegou a ouvir de seus colegas que a escola era conhecida como a “matadora de carreiras” dentro da rede estadual de Massachusetts.

Construída em 2003 para ser uma referência no mundo das artes, a Orchard Gardens nunca alcançou esse objetivo. O estúdio de dança era usado como depósito, e instrumentos de orquestra estavam praticamente intactos. A violência chegou a tal ponto que alunos foram proibidos de levar mochilas. Tudo para se reduzir a incidência de armas em sala de aula. Cerca de 56% dos mais de 800 alunos da escola são descendentes de latinos, e outros 42% são considerados negros.

Mas com a substituição de seguranças por professores de arte, as paredes dos corredores viraram muros de exposição, os entulhos no estúdio deram espaço às aulas de dança e a orquestra voltou a tocar. De acordo com Bott, o contato com as artes deixou os alunos mais motivados e com maior espírito de empreendedorismo.

Um dos alunos, Keyvaughn Little, conseguiu ser aceito na disputada Academia de Artes de Boston, única escola pública do estado especializada em artes visuais e de performance.

– Todas as aulas extra-classe e a maior atenção que recebemos nos faz pensar ‘eu realmente posso ter um futuro nisso e não preciso ir para uma escola regular. Posso ir para uma escola de artes – afirmou Keyvaughn à NBC.

Sala do Senado da Assembleia da República

Maio 17, 2013 às 4:39 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente 24 Maio 2013.

Devido ao manifesto interesse suscitado pela realização da 7ª Conferência, esta irá decorrer na Sala do Senado da Assembleia da República.

Comunicado do IAC sobre a co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo

Maio 17, 2013 às 4:36 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança entende que a aprovação hoje no Parlamento, da Lei que permite a co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo se traduz numa vantagem para as crianças na medida em que protege relações afetivas relevantes.

Esta alteração veio permitir proteger as crianças que estabeleceram uma vinculação privilegiada com o cônjuge do mesmo sexo de seu pai ou de sua mãe, biológico/a ou adoptivo/a, alargando afinal o âmbito da adoção em situações muito concretas.

Desde há muito que o Instituto de Apoio à Criança vem defendendo a consagração do Direito das crianças à preservação das suas relações psicológicas profundas através de norma expressa. Nesse sentido, foi pelo IAC entregue em 2008 um documento, em que se defende que o reconhecimento explícito desse direito facilitaria a densificação do conceito de “Superior Interesse da Criança”, que deve sempre ser prosseguido, em todas as decisões que lhe digam respeito.

A co-adoção, ora aprovada, veio solucionar e dar resposta a casos de crianças que, por terem apenas uma menção relativa à sua paternidade ou maternidade ficaram, desta forma, com a sua situação jurídica mais segura e protegida.

Parlamento aprova co-adopção por casais homossexuais

Maio 17, 2013 às 2:15 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 17 de Maio de 2013.

O Projeto de Lei mencionado na notícia é o seguinte:

Projeto de Lei 278/XII  Consagra a possibilidade de co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo e procede à 23.ª alteração ao Código do Registo Civil.

Público

Rita Brandão Guerra

Bancadas do PSD e do CDS tinham liberdade de voto. Diferença de cinco votos permite decisão surpreendente.

O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado esta sexta-feira no Parlamento com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 202 dos 230 deputados, vários abandonaram o hemiciclo antes do início da votação.

O diploma legislativo sobre co-adopção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo tem como primeiros subscritores os deputados socialistas Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves. O objectivo é que seja possível estender o vínculo de parentalidade de um dos elementos do casal (pai ou mãe biológica ou adoptante) ao seu cônjuge. O Parlamento discute ainda mais dois projectos do BE e um do PEV sobre adopção plena por casais homossexuais.

No projecto do PS pode ler-se que “quando duas pessoas do mesmo sexo sejam casadas ou vivam em união de facto, exercendo um deles responsabilidades parentais em relação a um menor, por via da filiação ou adoção, pode o cônjuge ou o unido de facto co-adoptar o referido menor”. Nos termos do diploma legislativo agora aprovado, podem co-adoptar pessoas com mais de 25 anos e nas situações em que não exista “um segundo vínculo de filiação em relação ao menor”.

Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria dos deputados do PS e 16 deputados do PSD. Abstiveram-se três deputados do PS, três do PSD e três do CDS. E votaram contra a maioria dos deputados do PSD e do CDS, assim como dois deputados do PS.

Teresa Leal Coelho, Luís Menezes, Francisca Almeida, Nuno Encarnação, Mónica Ferro, Cristóvão Norte, Ana Oliveira, Conceição Caldeira, Ângela Guerra, Paula Cardoso, Maria José Castelo Branco, Joana Barata Lopes, Pedro Pinto, Sérgio Azevedo, Odete Silva e Gabriel Goucha foram os sociais-democratas que votaram a favor do diploma do PS.

Abstiveram-se os deputados do PS Pedro Silva Pereira, Miguel Laranjeiro e José Junqueiro, os deputados do PSD Duarte Marques, João Prata e Sofia Bettencourt, e os deputados do CDS, João Rebelo, Teresa Caeiro e Michael Seufert.

Os dois socialistas que votaram contra foram António Braga e João Portugal.

No dia mundial contra a homofobia, Isabel Moreira defendeu, na apresentação do projecto, que o país deveria dar luz verde à co-adopção por casais do mesmo sexo. “Um passo civilizacional” que recusa “uma orfandade legal” que existe e que não acolhe o superior interesse da criança. Isabel Moreira referia-se assim a um projecto de lei que “chega atrasado para pais e mães e para crianças que muitas vezes na sua inocência desconhecem que o Estado desconsidera um dos seus pais”.

A socialista pediu que se preenchesse um vazio legal que não responde às situações que já existem. E ilustrou com o caso de uma família homossexual com uma criança de dez anos, em que morrendo o progenitor, o seu cônjuge não tem qualquer poder legal relativamente à criança com quem vive, muitas vezes, desde o nascimento. A criança, frisou, fica sem os dois pais ou as duas mães. “É uma família destruída”, disse Isabel Moreira.

Nos termos deste diploma, o direito de co-adoção está restrito a pessoas com mais de 25 anos e depende da não existência de “um segundo vínculo de filiação em relação ao menor”.

“É hoje o dia de usar o voto para, mais do que nos imaginarmos no lugar do outro, sermos o outro”, apelou Isabel Moreira.

Também a deputada do BE, Cecília Honório, disse ser o dia em que se pode pôr fim aos “direitos pela metade dos homossexuais”.

“Todas as famílias contam, não há famílias de primeira e de segunda”, argumentou a deputada bloquista, que acrescentou que é a capacidade de “acolhimento e de amor” que deve ser critério para a adopção, em detrimento da opção sexual dos pais. “A orientação sexual não pode contar como critério impeditivo da adopção”, pediu Cecília Honório.

No mesmo sentido, a líder parlamentar do PEV pediu a protecção do “superior interesse da criança”. Também o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, anunciou que a bancada comunista votará a favor do projecto do PS, por considerar que é preciso proteger os laços afectivos das crianças. “Não ignoramos as situações concretas existentes de famílias constituídas”, disse o deputado.

Já a deputada Carla Rodrigues, do PSD, defendeu que “a defesa dos direitos humanos está no património genético do PSD”, mas que, pela matéria sensível em causa, a bancada social-democrata terá hoje liberdade de voto, para que cada deputada exerça “em consciência” o seu mandato. A deputada do CDS Teresa Anjinho considerou que o assunto não está suficientemente debatido na sociedade.

Alunos de 10 anos enchem gabinetes de psicólogos

Maio 17, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de Maio de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

Alunos de 10 anos enchem gabinetes de psicólogos

Ciclo “Meio-Bilhete”, uma série de filmes sobre a infância no Espaço Salgado em Queluz

Maio 17, 2013 às 1:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Este fim-de-semana no Espaço Salgado continuamos o Ciclo “Meio-Bilhete”, uma série de filmes sobre a infância.

Já amanhã, Sexta-feira, dia 17 de Maio, exibimos Mutum, de Sandra Kogut (2007), às 21h45. Uma adaptação de uma novela do escritor brasileiro João Guimarães Rosa, que narra a infância de Thiago, um menino que cresce nos campos do Mutum, no sertão de Minas Gerais.

Sábado, às 21h45, temos o segundo filme do Ciclo de Documentários Frederick Wiseman: High School (75′). Um filme de 1968 sobre o dia-a-dia dos alunos de um liceu em Filadélfia, Pensilvânia, nos Estados Unidos da América.

Contamos convosco.

Até lá!

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Rua Heliodoro Salgado, Nº 53B, 2745-122 Queluz, Lisboa, Portugal

Jogar e navegar é o que as crianças mais fazem no Magalhães

Maio 17, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de Maio de 2013.

Jogar e navegar é o que as crianças mais fazem no Magalhães

 

Mais professores agredidos e sem apoio nas escolas

Maio 17, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 14 de Maio de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

Mais professores agredidos e sem apoio nas escolas

XIV Diálogos Sobre Educação – Educação, Cidadania e Projectos nas Escolas

Maio 17, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Fórum Construir Juntos organiza Ação de Sensibilização em Coimbra

Maio 17, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A ação “Responsabilidades Parentais: dos desafios da parentalidade” que terá lugar no dia 21 de Maio, na Casa de Formação Cristã Rainha Santa em Coimbra, será dinamizada pela Professora Doutora Isabel Alberto, docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

Esta ação de informação/sensibilização destina-se, como habitualmente, aos técnicos das instituições parceiras da Rede Construir Juntos, professores, psicólogos e estagiários dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), da região centro e tem por objetivo levar os formandos a conhecer os determinantes da parentalidade e os indicadores fundamentais do exercício das responsabilidades parentais.

 


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