Imagin(A)ção em Educação Musical e Educação Especial – 2ª Edição

Abril 11, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Quase 300 crianças à espera de quem as adote

Abril 11, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 9 de Abril de 2013.

Declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança à TSF Aqui

Existem 1.087 crianças destinadas à adoção. Quase 300 não encontram famílias, 27 estão na lista, à espera, há mais de 6 anos.

Existem 291 crianças e jovens disponíveis para adotar, mas que não têm candidatos à adoção. O número consta de um relatório da Segurança Social que revela que existem no país 1.087 crianças em instituições de acolhimento. No último ano foram concretizadas 440 adoções (mais 9 por cento do que em 2011).

O relatório sublinha que não seria de esperar encontrar crianças ou adolescentes com o mesmo projeto de vida, por concluir, há mais de 10 anos.

Estes projetos são definidos por quem acompanha os menores em risco. Com frequência o destino programado é a adoção numa meta que para um jovem se prolonga há mais de uma década.

As longas esperas estão, contudo, longe de ser caso único: 177 por um periodo que vai dos 3 aos 10 anos. A maioria, contudo, 309, espera há menos tempo: 1 ou 2 anos.

O relatório sobre as crianças e jovens em situação de acolhimento sublinha que nas adopções o tempo é um problema.

Os mais velhos têm menos hipóteses de sucesso. No último ano aumentaram as crianças com um projecto de vida programado para a adoção que se manteve inalterado, à espera, sem mudanças, 652, mais 11 por cento.

Entre estas crianças e jovens, o maior grupo corresponde a 291 processos que não encontram candidatos à adoção. Outros 257 têm a adoção decidida, mas ainda não foi aplicada qualquer medida para a concretizar. Mais de uma centena (150) esperam há um ano pela decisão judicial.

Dez têm atrasos consideráveis na execução do plano de intervenção para resolver o problema da criança em risco que mais tarde ou mais cedo deveria ser adoptada.

Nuno Guedes

Oficina das Letras na Biblioteca Municipal de Almada

Abril 11, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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letras

Dia: 13 de abril

Horário: 16h00

Local: Biblioteca Municipal de Almada – Setor Infantil

 Oficina das Letras

As letras formam palavras e as palavras criam sentidos. É com as letras que escrevemos os nossos nomes, A de António, B de Bruna… e podemos ir até à letra Z. Queres brincar com as letras do teu nome? No final vamos usar carimbos e fazer um quadro com a letra do nosso nome.

Duração: 60m

Público-alvo: crianças dos 4 aos 8 anos

Lotação máxima: 15 famílias (máximo 30 participantes)

Marcação prévia: Sílvia Antunes

biblactividades@cma.m-almada.pt

212 724 923

Querido Dragão – Hora do Conto na Biblioteca Municipal São Lázaro – Lisboa

Abril 11, 2013 às 11:47 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Biblioteca Municipal de São Lázaro
Rua do Saco, 1
1169-107 Lisboa
(Freguesia da Pena)

Tel.: 21 885 26 72
E-mail geral: bib.slazaro@cm-lisboa.pt

Child well-being in rich countries : a comparative overview Innocenti Report Card 11 Unicef

Abril 11, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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child

Descarregar o relatório Aqui

State of children in rich countries

Report Card 11: Child well-being in rich countries, from UNICEF’s Office of Research, examines the state of children across the ‘rich’ world. As debates continue to generate strongly opposed views on the pros and cons of austerity measures and social spending cuts, Report Card 11 charts the achievements of 29 of the world’s advanced economies in ensuring the well-being of their children during the first decade of this century.

This international comparison, says the report, proves that child poverty in these countries is not inevitable, but policy susceptible – and that some countries are doing much better than others at protecting their most vulnerable children.

Portugal a meio da lista no bem-estar das crianças

Abril 11, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 10 de Abril de 2013.

por Lusa, publicado por Ana Meireles

A UNICEF coloca Portugal no 15.º lugar numa lista de 29 países ricos analisados com o objetivo de medir o bem-estar infantil na primeira década do século, período que não reflete a austeridade imposta pela crise.

Os resultados constam do estudo ‘Report Card 11’ da instituição das Nações Unidas (ONU) dedicada às crianças e vai ser apresentado hoje em Dublin como o resultado de uma comparação dos indicadores alcançados entre as 29 economias mais avançadas do mundo em termos de medidas tomadas para garantir o bem-estar das crianças, tendo em conta cinco fatores: bem-estar material, saúde e segurança, educação, comportamentos e riscos, habitação e meio ambiente.

O estudo coloca Portugal no 15.º lugar entre os 29 países analisados, numa lista liderada pela Holanda e encerrada pela Roménia, e a pior classificação que obtém diz respeito à dimensão material do bem-estar das crianças, na qual se posiciona na 21.ª posição.

O lugar de Portugal está no mesmo patamar de Espanha (19.ª), Itália (22.º) e Grécia (25.º), países igualmente em processos de ajustamento financeiro e alvo de medidas de forte austeridade.

No entanto, ressalva a UNICEF, por dificuldade em obter dados atualizados, o estudo compara dados referentes a 2010, ou seja, reportam-se a um período anterior à fase mais dura da crise financeira internacional, o que leva a organização a ressalvar que “não estão refletidas neste estudo as consequências da austeridades que, especialmente no sul da Europa, como Portugal, têm marcado fortemente os últimos três anos”.

Ainda assim, a organização frisa que os dados refletem tendências resultantes de investimentos a longo-prazo, e que “é pouco provável” que essas mesmas tendências “mudem de forma significativa a curto-prazo” por influência da recessão.

Para tentar compreender melhor o impacto da crise nas crianças portuguesas, a delegação lusa da UNICEF está a promover um estudo, que deverá ser divulgado no início do outono e que está a ser realizado por um grupo de investigadores do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Em análise estão indicadores relativos à situação das crianças na sociedade portuguesa, as políticas públicas e o seu impacto nos mais novos e nas famílias com filhos. Há ainda espaço para a opinião das crianças, recolhida através de entrevistas a crianças e adolescentes de todo o país.

Na análise aos países mais ricos, uma das conclusões do estudo é a de que a proteção do bem-estar das crianças não é diretamente proporcional ao PIB (Produto Interno Bruto) ‘per capita’, dando-se como exemplo que Portugal ocupa uma posição mais cimeira do que os Estados Unidos (26.º), e que a Eslovénia (12.º) está mais bem classificada do que o Canadá (17º).

A UNICEF refere também uma “melhoria generalizada” em alguns indicadores concretos, destacando que se reduziu “a mortalidade infantil e a percentagem de famílias com baixo poder de compra, ao mesmo tempo que a taxa de matrícula em graus de ensino secundário aumentou”.

A agência da ONU destaca também algumas “boas notícias” no que se refere a “comportamentos e riscos” entre os mais jovens.

“Por exemplo, entre as crianças de 11 a 15 anos nos 29 países abrangidos pelo estudo, apenas 8% declaram fumar cigarros pelo menos uma vez por semana, 15% confessam ter-se embriagado pelo menos duas vezes na vida, 99% das raparigas não engravidam durante adolescência, e cerca de dois terços das crianças não foram vítimas de ‘bullying’ escolar nem participaram em brigas”, lê-se no comunicado do relatório.

Pela negativa, a UNICEF destaca que apenas nos Estados Unidos e na Irlanda mais de 25% das crianças praticam exercício físico pelo menos uma hora por dia.


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