14% dos casos de asma na infância devem-se a poluição rodoviária

Março 27, 2013 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 22 de Março de 2012.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Chronic burden of near-roadway traffic pollution in 10 European cities (APHEKOM network)

Lusa

O estudo centrou-se em dez cidades europeias.

14% dos casos de asma crónica na infância devem-se à exposição à poluição existente em estradas com muito tráfego, indica um estudo realizado em dez cidades europeias, divulgado esta sexta-feira.

O estudo, divulgado na edição online da revista da Sociedade Europeia Respiratória, compara dados de saúde com a exposição à poluição do tráfego rodoviário em Barcelona, Bilbau, Bruxelas, Estocolmo, Granada, Liubliana, Roma, Sevilha, Valência e Viena. Para a análise foi considerada a proximidade a estradas com mais de dez mil veículos por dia.

“Calculamos que uma média de 33.200 casos de asma (14% de todas as crianças asmáticas) são atribuíveis a poluentes relacionados com o tráfego rodoviário”, escrevem os investigadores, citados pela agência France Presse. “Ou seja, estes casos não existiriam se ninguém habitasse na ‘zona-tampão’ ou se aqueles poluentes não existissem”, adiantam os investigadores dirigidos por Laura Perez, do Instituto de Saúde Pública suíço.

Um terço da população total daquelas cidades habita a 75 metros de uma estrada com muito tráfego e mais de metade num raio de 150 metros. A percentagem de casos de asma associados à poluição é mais elevada em Barcelona (23%) e em Valência (19%) e menos em Granada e em Estocolmo (7%).

Curso de Livreiro para Crianças

Março 27, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Álcool e juventude: um cocktail perigoso – Hoje no Sociedade Civil às 14.00 na RTP 2

Março 27, 2013 às 12:49 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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sociedade civil

As bebidas espirituosas estão proibidas a menores de 18 anos, mas o vinho e a cerveja podem ser consumidos a partir dos 16 anos.

Esta é uma das mudanças que a nova lei do álcool trouxe, mas há mais: a taxa de álcool é reduzida para 0,2 para alguns condutores, está proibida a venda de álcool durante a noite em lojas de conveniência e em postos de combustíveis nas autoestradas e fora das localidades.

De que forma a nova lei vai travar o consumo do álcool entre adolescentes? Por que se diferencia o tipo de álcool? A partir de que idade o corpo está preparado para o álcool?

Sociedade Civil

Dia Internacional do Livro Infantil na Biblioteca Municipal João Brandão – Tábua

Março 27, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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brandão

Biblioteca Municipal de Tábua

235 418 550

http://rbt.cm-tabua.pt

Rua Dr. Francisco Beirão

Tábua

40% das sinalizações às comissões de menores são de famílias com problemas de álcool

Março 26, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Março de 2013.

fernando veludo

Mais de 40% das situações sinalizadas às comissões de protecção de menores pertencem a famílias com problemas de alcoolismo, que estão também na origem de 16% dos casos de abuso infantil e negligência, segundo a Sociedade Portuguesa de Alcoologia.

Os dados da Sociedade Portuguesa de Alcoologia (SPA) divulgados à agência Lusa a propósito do Dia Nacional dos Alcoólicos Anónimos, assinalado na terça-feira, referem que 40% dos homicídios estão relacionados directamente com problemas de álcool.

Estimam ainda que 25 a 30% dos acidentes rodoviários estejam directamente ligados ao consumo de bebidas alcoólicas, assim como 25% da sinistralidade laboral. “O consumo excessivo de álcool tem consequências gravíssimas”, disse o presidente da SPA, adiantando que os problemas de alcoolismo estão ligados a 60 doenças diferentes, o que gera uma mortalidade entre 25% a 30% do número total de mortes por ano.

Em Portugal, morrem cerca de 7000 pessoas por ano devido a problemas ligados ao álcool, sendo assim considerado o terceiro de 26 factores de risco de doença, depois do consumo de tabaco e da hipertensão arterial, elucidou Rui Augusto Moreira. Os estudos realizados estimam que a prevalência de dependentes de álcool em Portugal ultrapasse os 6%, “o que coloca desafios muito sérios para o tratamento, recuperação e reabilitação dos doentes alcoólicos”, refere a SPA.

Jovens e mulheres nos grupos de risco

Alerta ainda que os jovens e as mulheres têm-se revelado como grupos de risco para o consumo de álcool, verificando-se “consumos cada vez mais preocupantes”. “As consequências são emergentes com perturbações no desempenho escolar, na sinistralidade rodoviária, nas doenças sexualmente transmissíveis, nas gravidezes indesejadas e nos riscos do desenvolvimento das crianças, particularmente no que respeita ao baixo peso, negligência e abuso”, acrescenta.

Muitos dos prejuízos causados pelo álcool são suportados por terceiros, como atropelamentos por pessoas embriagadas, pessoas que morrem em acidentes em que o condutor estava alcoolizado, custos psicológicos suportados por familiares e instituições. Segundo Rui Moreira, calcula-se que a despesa do Estado com estes problemas represente 3% do Produto Interno Bruto.

A SPA defende que perante um número tão elevado de dependentes de álcool, é urgente “facilitar o acesso a cuidados de saúde”. Rui Moreira considerou que o “sistema de saúde tem capacidade para dar resposta”, mas o “problema essencial” é a organização das estruturas estar “desajustada a este tipo de problemas”.

“Neste momento, por défices de organização, eu penso que uma pessoa com problemas de álcool vê-se um bocadinho aflita para obter resposta junto do centro de saúde e de algumas estruturas que restam da reorganização dos serviços de saúde”, sublinhou. “Antigamente havia os centros de alcoologia, depois as unidades de alcoologia e agora o que é feito destas estruturas, que respostas dão? O feedback que tenho de alguns centros de saúde é que a resposta é deficitária”, acrescentou. Para o responsável, é fundamental “organizar os serviços de modo a dar respostas reais e efectivas às pessoas que precisam e desenvolver trabalho de prevenção no sentido de evitar que as coisas aconteçam”.

Os Jovens e a Cidadania Europeia

Março 26, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Rede Juvenil “Crescer Juntos” é constituída por crianças e jovens com idades compreendidas entre os 9 e os 21 anos de idade, acompanhados pelas instituições membro da Rede Construir Juntos.

À semelhança do ano anterior e como resultado da avaliação feita pelos jovens, a Rede Juvenil construiu o seu plano de ação focando-se no tema do Ano Europeu dos Cidadãos pois considerou que “a partir de um tema é mais fácil, não só refletir e pensar como também, construir e dar sugestões para o futuro”.

Pretende-se uma maior consciencialização dos jovens sobre os direitos e deveres do cidadão europeu e porque a cidadania implica uma participação ativa, informada e responsável, os desafios são imensos.

Passo a passo, ao longo do ano de 2013, vamos apoiar estes jovens num percurso que se iniciou em janeiro com sessões de trabalho sobre esta temática para a realização de uma atividade regional e para a elaboração de um trabalho sobre cidadania europeia que terá lugar num intercâmbio a nível nacional que decorrerá em Coimbra no mês de Junho e que posteriormente será apresentado no Seminário Anual da Rede Construir Juntos, em outubro do corrente ano.

As sessões de trabalho são momentos criativos de partilha e de reflexão, onde os jovens podem expressar livremente os seus pontos de vista e as suas perspetivas, aqui ficam algumas das suas visões/reflexões sobre o que é “Ser Cidadão”:

“ Ser cidadão é… ter igualdade de direitos, respeitar o próximo, ter liberdade de agir e de se exprimir sem prejudicar o próximo, atuar na sociedade civilizadamente, ajudar o próximo e contribuir para a evolução da sociedade.”

“ Ser cidadão é ter direitos e deveres, é ter respeito pelos outros e ser respeitado, é ter privacidade e ter direito de escolha. É ser sociável e ter igualdade perante os outros, é cumprir regras e ter liberdade com limites. Para se ser cidadão tem que existir entreajuda.”

“Ser cidadão é estar numa sociedade onde existem regras. Todo o cidadão tem o dever de cumprir essas regras mas também tem direitos e tem o dever de verificar se está a usufruir desses direitos…”

Sessão clínica Os adolescentes e o aconselhamento contraceptivo

Março 26, 2013 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sessao

Os adolescentes em Portugal iniciam a vida sexual muito cedo? As adolescentes podem ou não tomar a pílula? Como acompanhar uma adolescente em consulta? Qual o melhor momento para falar de contracepção e DTS?

No dia 6 de Abril, sábado, no Auditório do Hospital Pediátrico de Coimbra, a Sociedade Portuguesa da Contracepção (SPDC) e a Secção de Medicina do Adolescente da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SMA-SPP) organizam uma reunião clínica com o objectivo de orientar os profissionais na área da saúde sexual do adolescente.

A reunião destina-se a médicos internos e especialistas em Ginecologia/Obstetrícia, Pediatria, Medicina Geral e Familiar, enfermeiros da área de Saúde Materna e Infantil. Tem entrada gratuita mas requer inscrição obrigatória, através do email spdcontracepcao@gmail.com

Para consultar o programa da sessão clique aqui.

Sílvia Alves. “Não podemos escrever um mau livro para crianças”

Março 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 18 de Março de 2013.

silvia

Por Maria Espírito Santo,

“A Fábrica do Tempo” foi a desculpa para Maria Espírito Santo se encontrar com a autora e contadora de histórias.

O tempo vive numa fábrica. Aí há fumo a sair das chaminés, como em qualquer outra fábrica. Mas esta não é uma fábrica qualquer. Passado, presente e futuro lá moram e o ano que vivemos também, na forma de uma menina muito atarefada que toma conta de tudo o que é preciso: das estações aos dias. Até que um dia se começa a preocupar com o ano que lhe vai seguir e com o que este poderá fazer pelo mundo. Uma viagem mágica, uma reflexão sobre o quotidiano ou uma simples história que – quem diria – nasceu no meio da política.

O último livro para crianças de Sílvia Alves surgiu de uma ideia bem antiga que nos leva até 2005. Nessa altura, a autora escrevia para o suplemento “A Bruxinha” do jornal “Região de Leiria”, onde colaborou durante 12 anos. “Nessa altura, como estávamos na campanha para as eleições presidenciais, escrevi uma história para esse mês que se chamou ‘Eleições na Grande Fábrica do Tempo’ e era a propósito dos três candidatos que tínhamos na altura, o Cavaco Silva, o Manuel Alegre e o Mário Soares.” Passaram-se os anos e a história foi transformada em livro, conta Sílvia. Mas, coincidência das coincidências, calhou ser publicado num ano cheio de perguntas políticas e dúvidas sobre aquilo que nos espera. “A ideia de ir buscar a opinião dos anos passados remete-nos um bocadinho para a nossa necessidade de nos interrogarmos sobre o que é a nossa história. Sobre o que no nosso passado nos está a condicionar o presente e nos vai condicionar o futuro”, conta a autora sobre um dos significados de “A Fábrica do Tempo”.

Escrever um livro, para Sílvia, compara-se a tratar de um bonsai. Primeiro escreve a história, depois vai reflectindo sobre ela, sobre o que está a mais e se pode retirar. “As minhas histórias, normalmente, têm um período de adormecimento. É um crescimento lento, demoro até que elas fiquem naquele ponto em que penso que não vou fazer mais nada, que a história está fechada. O meu primeiro livro levou um ano até que a história ficasse totalmente pronta.” A autora fala de “Coisas de Mãe”, publicado em 2006. A esse seguiu-se “E Tu, Gostas de Histórias?”, que saiu para as livrarias em 2011.

O seu percurso enquanto escritora só começou há alguns anos, a escrever para o suplemento de leitura. Antes era professora de Biologia e Geologia e, mesmo nestes temas, fazia questão de realçar a importância da leitura aos alunos. Já desde os 12 que escrevia diários e ainda hoje se faz acompanhar por cadernos onde escreve com letra minúscula. E prefere fazê-lo na confusão em vez do silêncio. Por isso, os cafés são um bom local. Além da escrita, também se dedica à arte de contar histórias e já tem visita marcada numa reunião de contadores de histórias em Santiago do Chile, em Outubro.

Sílvia acredita que “as boas histórias não têm idade”. Mas não quer isto dizer que escrever para crianças não tenha as suas manhas. “Acho que, quando escrevemos para crianças, a história tem de funcionar em termos de leitura acompanhada, de uma situação de aula, de sessão de histórias. Não é como um livro para adultos, em que cada um faz um julgamento individual.” E aqui surge outra questão. Há outra variante que pesa, a responsabilidade: “Podemos escrever um mau livro para adultos, mas não devemos escrever um mau livro para crianças, não podemos. Porque estamos a formar, estamos a dar-lhes algo que não pode envenenar o seu percurso enquanto leitores.”

Ramos Horta doa salário ao IAC

Março 25, 2013 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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José Ramos-Horta, representante da ONU para a Guiné-Bissau, decidiu entregar metade do salário ao Instituto de Apoio à Criança.

Notícia do Expresso de 16 de Março de 2013.

José Ramos-Horta doa salário a crianças

José Ramos-Horta, representante da ONU para a Guiné-Bissau, decidiu entregar metade do seu salário ao Instituto de Apoio à Criança, que se tem destacado no apoio a crianças maltratadas, às crianças de rua e à linha SOS Crianças Desaparecidas.

Artigo de opinião publicado na Bola no dia 13 de Março de 2013.

Ramos-Horta, Nobel da Paz, é um exemplo. Doa metade do salário ao Instituto da Criança

 

horta

Concurso Nacional Logótipo do Associativismo Jovem

Março 25, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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