Jovens que pisam o risco – Quando Eles são os agressores: 22ª Ação de Formação para Animadores promovida pelo IAC-Projecto Rua

Março 20, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Jovens que Pisam o Risco – Quando Eles são os Agressores” é o título da 22ª Ação de Formação para Animadores, promovida pelo IAC – Projecto Rua, que decorrerá entre os dias 21 e 24 de Maio 2013, na Quinta das Águas Férreas em Caneças.

Partindo das necessidades sentidas no terreno, pretendemos reforçar os conhecimentos teórico-práticos e promover a reflexão sobre formas e estratégias de intervenção com jovens “que pisam o risco”.

Como Intervir? É a questão que se coloca a todos os profissionais que abraçam este desafio.

Tendo por base uma perspetiva de compreensão e contextualização do fenómeno, o desenvolvimento emocional e relacional do jovem, e a reflexão acerca do papel do técnico enquanto pessoa e profissional, no trabalho com adolescentes e jovens, esta ação de formação pretende contribuir para um enriquecimento do interventor social e para uma maior eficácia da intervenção com jovens.

Inscrições até 10 de Maio para:

IAC – Projecto Rua

Rua António Patrício, nº 20, 2º Esq.

1700-049 Lisboa

Tel: 217818590

Fax: 217818599

E-Mail: iac-prua@iacrianca.pt

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Crianças que evitam os medos são mais ansiosas

Março 20, 2013 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 19 de Março de 2013.

O estudo mecionado na notícia é o seguinte:

Development of child- and parent-report measures of behavioral avoidance related to childhood anxiety disorders

Um estudo feito na clínica Mayo, nos Estados Unidos, revela que, as crianças que fogem de situações que lhes causam desconforto ou medo têm maior probabilidade de desenvolver problemas de ansiedade

O estudo, publicado na edição deste mês no Behavior Therapy, analisou 800 crianças dos 7 aos 18 anos de idade.

Para a realização do estudo, foram feitos dois questionários, um que foi respondido pelas crianças e outro pelos pais, ambos com o intuito de revelar se perante uma situação suscetível de lhes causar medo, as crianças a confrontavam ou não.

Uma das conclusões mais surpreendentes da pesquisa foi a de que avaliar a preocupação das crianças pode ajudar a determinar o risco de elas virem a sofrer de ansiedade.

Passado um ano da realização do estudo, a maioria das crianças que revelou evitar situações que lhes causassem medo, apresentou níveis de ansiedade maiores do que as outras.

No artigo, o psicólogo e pediatra Stephen Whiteside explica que “as crianças que evitam situações que lhes causam desconforto, não tem a oportunidade de encarar os seus medos, aprender a enfrenta-los e saber lidar com eles”.

Segundo os autores da pesquisa, a conclusão do estudo é importante para os profissionais identificarem melhor quem são as crianças propicias a desenvolver problemas de ansiedade, e consequentemente direccioná-las mais facilmente para formas de prevenir este problema.

 

III Encontro Sementes D’Afetos : Crise Económica – Impacto na Família Que Oportunidades?

Março 20, 2013 às 2:56 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, irá apresentar a comunicação “Mediação Escolar – Exemplo de Boas Práticas”.

Inscrições Aqui

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Três em cada dez já transportaram crianças sem cadeirinha

Março 20, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da TVI 24 de 18 de Março de 2013.

Três em cada dez automobilistas reconhecem já ter transportado, alguma vez, crianças sem um sistema de retenção e consideram que a segurança no transporte infantil está a ser descuidada devido à crise, revela um inquérito que será divulgado esta segunda-feira.

O primeiro inquérito nacional sobre segurança infantil dentro do automóvel, realizado pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP), em colaboração com a Prevenção Rodoviária Portuguesa e a Cybex, envolveu 1.856 automobilistas que transportaram, no último ano, crianças até aos 12 anos, com uma altura até 1,50 metros, nota a Lusa.

O objetivo foi estudar os hábitos dos condutores, identificar os problemas mais comuns no transporte infantil e analisar as consequências do uso incorreto dos sistemas de retenção.

Quase 30 por cento dos inquiridos afirmaram ter transportado pontualmente uma criança sem cadeirinha, a maioria num «percurso curto não escolar».

O estudo alerta que um acidente pode acontecer a qualquer velocidade, «num grande ou pequeno percurso, dentro ou fora das localidades», sendo importante usar sempre a cadeirinha.

Questionados sobre se a segurança das crianças está a ser descuidada devido à cries, 30% considerou que sim e 28% dos inquiridos disseram não saber.

«Estes dados alertam-nos para uma preocupação geral dos automobilistas que deve ser tomado como um apelo à segurança das crianças, dentro e fora do automóvel, e que tem efetivamente espaço para melhorias», salienta o estudo «Proteção das crianças nos automóveis: A segurança responsável», a que a Lusa teve acesso.

Quase 43% dos inquiridos utilizavam cadeirinhas usadas, mas o estudo adverte que uma cadeira usada poderá não oferecer a mesma segurança, porque além de os sistemas serem anualmente alvo de melhoria, os materiais vão perdendo a eficácia se não forem bem vigiados.

Relativamente aos problemas que os condutores enfrentam ao transportar crianças, o inquérito salienta um facto apontado por 42% dos automobilistas: os menores retirarem os braços dos cintos das cadeiras, procedimentos que, além de perigosos, aumentam «o risco de distração» do condutor e de acidente.

Mais de metade das crianças (57,03%) é transportada pelos pais, 22,79% pelos avós e 19,66% por familiares ou amigos.

Do total de inquiridos, 55% transportam apenas uma criança no carro e quase 36% duas.

Quase todos os inquiridos têm um sistema de retenção, sendo o mais utilizado (67%) o grupo dos 15 aos 36 quilos. Contudo, quase metade destes equipamentos não tem apoio de costas, não proporcionando uma proteção contra o impacto lateral.

«É importante conhecer este perfil para saber como e a quem direcionar» as ações de consciencialização. A preocupação não deve ser apenas formar os pais, mas todos os condutores que transportam crianças.

Mais de metade (56%) afirmou que o carro tem o sistema Isofix para fixação da cadeira, enquanto 10% disse não saber, «o que condiciona muito a capacidade de escolha» da cadeirinha e a sua correta instalação.

A segurança foi considerada o fator mais importante na decisão de compra, seguida da homologação europeia e da recomendação de especialistas.

Cerca de 68% procuram informação numa loja especializada, 48% na Internet e mais de 32% em revistas.

As lojas especializadas são o local preferido para comprar o equipamento (43,61%), seguidas dos hipermercados (29,43%).

Mais de 16 mil crianças foram vítimas de acidentes rodoviários entre 2007 e 2011, das quais 88 morreram, segundo o ACP.

Debate Superior interesse da criança no contexto de uma sociedade em crise: conceito, significado e interpretação”

Março 20, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, irá participar no debate como oradora.

serviço s

Encontro Ser Psicólogo em Contexto Escolar

Março 20, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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