Curso de Intervenção Terapêutica na Gaguez

Março 15, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Palestra Hacia a una paternidade activa

Março 15, 2013 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A inscrição é gratuita e obrigatória. Preencha a ficha de inscrição (documento editável) e devolva-a para
onvg@fcsh.unl.pt até ao dia 18 de Março.

Artes nas Férias da Páscoa no CCB/Fábric​a das Artes

Março 15, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Crise afeta o sono dos adultos, nas crianças faltam regras na hora de dormir

Março 15, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 13 de Março de 2013.

por Lusa, texto publicado por Paula Mourato

O presidente da Associação Portuguesa de Cronobiologia e Medicina do Sono alertou hoje que as dificuldades económicas contribuem para o aumento dos casos de perturbações no sono, sobretudo ligadas a depressão ou situações de ansiedade.

“Nos últimos tempos tem-se observado um aumento da prevalência de casos de depressão, ansiedades, de dificuldades de sono” entre os adultos e, quando se geram estes problemas relacionados com a crise, a tendência é que “perdurem durante algum tempo e se tornem uma doença crónica”, referiu Miguel Meira e Cruz.

Em declarações à Lusa, o especialista sublinhou também a falta de regras para dormir no caso das crianças.

“Há muitas crianças que, pela permissividade dos pais ou por doenças relacionadas [com o ato de dormir] estão privadas do sono e, por isso, desenvolvem patologias no âmbito da hiperatividade, problemas de desenvolvimento e crescimento”, realçoou.

A situação de crise, com a preocupação e ansiedade dos adultos aliada à falta de tempo, “está com certeza a ter consequências” também no sono dos miúdos e “é muito frequente os pais não se preocuparem em controlar os hábitos [de dormir]dos filhos”, frisou o investigador do Laboratório de Função Autonómica Cardiovascular da Faculdade de Medicina de Lisboa.

O especialista falava à agência Lusa a propósito do Dia Mundial do Sono, que se assinala na sexta-feira, uma data que a associação vai aproveitar para organizar várias ações informativas sobre a importância de um bom sono e da identificação de doenças relacionadas.

O conjunto de atividades arrancou na segunda-feira e prolonga-se por toda a semana, principalmente em escolas, para chegar às crianças e adolescentes. A Associação também pretende sensibilizar os profissionais de saúde, primeiro contacto com os doentes, para a importância de obter informações sobre a qualidade do sono dos portugueses.

“Cresce o número de doentes com insónia, caracterizada pela dificuldade de dormir, não conseguir manter o sono durante a noite, acordar cedo demais ou ter um sono pouco reparador. A insónia, que muitas vezes é temporária, numa situação normal, num tempo de crise como aquele que estamos a atravessar, perdura durante algum tempo e torna-se uma doença crónica”, alertou o investigador.

Miguel Meira e Cruz realçou a necessidade de ensinar aos miúdos a importância do sono, por exemplo, ao nível do desenvolvimento, explicando:”A hormona do crescimento produz-se durante a noite, enquanto estão a dormir”.

Quando questionado acerca do número de horas de sono adequado para as crianças, o especialista disse que varia de caso para caso. “Há miúdos que precisam de dormir nove horas, outros 10 horas, há um mínimo que o organismo precisa para recuperar e isso é individual”.

O problema é que “este mínimo, muitas vezes, não existe porque as pessoas cada vez estão acordadas até mais tarde”, alertou.

“Temos um relógio biológico muito assertivo e quando não cumprimos as exigências para que estamos preparados naturalmente há avarias e desregulações várias nos sistemas do organismo”, explicou o especialista, salientando que “o sono é um hábito que deve ser regular” nos adultos e nas crianças e implica um treino.

O investigador avançou que, o mínimo de horas de sono para a criança entre os seis e 12 anos estar alerta, bem disposta e para aprender é de cerca de 10 horas por noite, o que “raramente é cumprido” pois muitos pequenos de seis anos dormem sete horas ou sete horas e meia.

Nesta idade, a privação de sono “está associada a défices neurocognitivos”, como dificuldades na aprendizagem, “perturbações muitas vezes confundidas com hiperatividade e défice de atenção”, disse.

 

 

Dados Estatísticos do SOS-Criança 2012

Março 15, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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soscrianca

Documento de Trabalho

Encontro a CPCJ e a Comunidade

Março 15, 2013 às 11:34 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cpcj

Inscrições até o dia 15 de março para cpcjlxo.eventos@gmail.com

Indicando: Nome / Categoria Profissional / Entidade / Contacto Telefónico

Programa

 

Centenário do Nascimento de João dos Santos – Vocação para Amar – Reflexão, (Re)Encontros e Afectos em Saúde Mental Infantil – Ontem e Hoje – Sessão na BN

Março 15, 2013 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pesto

No ambito da comemoração do centenário de João dos Santos o Jardim Infantil Pestalozzi / Fundação Lucinda Atalaya vai realizar uma sessão no dia 20 de Março às 14,15 h no auditório da Biblioteca Nacional de Portugal, Campo Grande nº 83 em Lisboa.

“Centenário do Nascimento de João dos Santos – Vocação para Amar – Reflexão, (Re) Encontros e Afectos em Saúde Mental Infantil – Ontem e Hoje” será o título da exposição que Cláudia Martins Cabido, Rebeca Monte Alto e Rita Grácio Rodrigues apresentarão. Este trabalho insere-se  na sua especialização em pedopsiquiatria no Departamento de Pedopsiquiatria do Hospital de Dona Estefânia.

É com todo o prazer que vimos convidar todos aqueles que quiserem juntar-se a nós nesta sessão de partilha e debate sobre a obra de João dos Santos, médico psiquiatra, psicanalista  e pedagogo que foi também, personalidade influente no Jardim Infantil Pestalozzi no qual colaborou a convite de Lucinda Atalaya.

Bullying homofóbico já chegou às escolas do primeiro ciclo do básico

Março 15, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 12 de Março de 2013.

Natália Faria

Rede Ex-Aequo mostra-se também preocupada com “aumento exponencial de denúncias de homofobia nas praxes”.

Mais de 40% da juventude lésbica, gay ou homossexual afirma ter sido vítima de bullying homofóbico. A conclusão está contida no relatório sobre homofobia e transfobia nas escolas portuguesas apresentado nesta terça-feira pela Rede Ex-Aequo, uma associação dedicada ao combate de todas as formas de discriminação com base na orientação sexual.

O relatório, remetido ao Ministério da Educação e Ciência, apresenta os resultados de 37 denúncias de casos de homofobia e transfobia ocorridos entre Janeiro de 2011 e Dezembro de 2012. Nele ecoam queixas de alunos que dizem ouvir dos professores brincadeiras como “Não sabia que os maricas fazem desporto com facilidade e agilidade” ou “Ténis rosa ou cores fortes são abichanados”. Há adolescentes que clamam ter entrado em depressão por terem visto o seu nome numa casa de banho seguido de epíteto “Lésbicas do c…”.

Mas também há a queixa de uma professora que diz ter visto um colega querer baixar a nota de um aluno depois de ter percebido que ele era gay. E, pela primeira vez, chegaram à Rede Ex-Aequo queixas sobre práticas discriminatórias em escolas do primeiro ciclo do ensino básico.

Para além dos 42% que se dizem vítimas directas de bullying homofóbico, 67% dos jovens declararam tê-lo presenciado e 85% afirmaram já ter ouvido comentários homofóbicos na escola que frequentam. Na óptica da Rede Ex-Aequo, o “ambiente de intolerância” que se vive nas escolas portuguesas degenera em “situações de baixa auto-estima, isolamento, depressões e ideação e tentativas de suicídio”, contribuindo ainda para o insucesso e para o abandono escolar de muitos jovens.

“Denotou-se um aumento exponencial de denúncias de homofobia nas praxes, sendo três instituições do ensino superior visadas”, denuncia ainda a associação, para a qual “este é um problema que necessita de ser resolvido e com urgência”.

Considerando que os resultados do relatório não podem ser ignorados, a Rede Ex-Aequo recomenda às escolas que façam incluir o bullying homofóbico na lista de comportamentos proibidos pelos respectivos regulamentos internos. Além de defender a formação de professores e funcionários, a associação reclama ainda a integração do tema da orientação sexual no currículo escolar.

 

 


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