Curso Prático de Educação para a Sexualidade

Fevereiro 7, 2013 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Guidelines for preventing cyber-bullying in the school environment

Fevereiro 7, 2013 às 4:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Cyber-bullying refers to bullying and harassment of others by means of new electronic technologies, primarily mobile phones and the internet. Cyber-bullying of children and young people is emerging as a significant problem which can threaten the health, well-being and attainment of victims, and adversely affect the climate of the peer group and school. Guidelines have been devised in many countries to assist parents, young people, schools and teachers to understand the problem and take effective action. Although guidelines in themselves are only a start, they can provide a useful framework for all concerned to reduce cyber-bullying and its negative effects. Guidelines vary greatly in their coverage of important aspects. We aimed to examine a wide range of guidelines and carry out a content analysis, to identify strengths and weaknesses and to point out elements of good practice. We obtained 54 national guidelines from 27 countries; these were scored for the presence/ absence of a range of criteria relating to school ethos, policies and programs, skills and collaborative partnerships. We looked at these separately for the four main target groups: parents, young people, schools and teachers. For each target group we review relevant research evidence, and then highlight the strengths and weaknesses of the guidelines, concluding with recommendations.

Formação e apoio às vítimas são essenciais no combate ao ciberbullying

Fevereiro 7, 2013 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 6 de Fevereiro de 2013.

jovens

Cláudia Bancaleiro

Redes sociais, chat rooms, jogos online – meios de comunicação e entretenimento muitas vezes utilizados como veículo de agressão por parte de jovens contra jovens. Mas há formas de combater o ciberbullying e devem ser do conhecimento de todos.

Existem directrizes e recomendações para ajudar vítimas de ciberbullying e apoiar pais e professores na resposta às agressões feitas principalmente nas redes sociais e em chat rooms, mas estas podem não ser eficazes. Esta quarta-feira foi apresentado um estudo internacional que analisou os pontos fortes e fracos das recomendações activas em 29 países, incluindo Portugal. A educação em matéria de cibersegurança, o apoio parental e escolar à vítima e uma actuação eficaz com a formação de pais e professores estão entre as principais recomendações dos 13 investigadores que elaboraram o relatório Orientações para prevenir o ciberbullying no ambiente escolar: uma revisão e recomendações .

Entre os investigadores, de 11 países, está Ana Tomás de Almeida, do Departamento de Psicologia da Educação e Educação Especial da Universidade do Minho. Das recomendações que actualmente são feitas no combate ao ciberbullying e que a equipa analisou, a investigadora destaca que, na sua maioria, “colocam pais e professores no papel de modelos de consciência e desenvolvimento de competências para a prevenção do ciberbullying”, ficando por aprofundar “as políticas e os regulamentos escolares”. Ana Tomás de Almeida acrescenta que “a omissão mais notada” é a do papel “pró-activo que os jovens podem assumir no combate ao ciberbullying” e do envolvimento que toda a comunidade pode ter no apoio às vítimas.

No estudo, que arrancou em Outubro de 2008 e se prolongou durante quatro anos, foram avaliadas as recomendações que existem para cada um dos actores escolares. Acima de tudo, os investigadores defendem “um esforço concertado da sociedade, escolas, professores, pais e jovens para trabalharem em conjunto e determinar as regras e as práticas” a ter para responder a estas agressões.

Pais atentos, pró-activos e dialogantes
Os pais são o primeiro grupo a quem o estudo se dirige. É recomendado aos progenitores que sejam pró-activos e que falem sobre o ciberbullying antes mesmo de os seus filhos serem vítimas. Desta forma, sustenta o relatório, “as crianças ficarão mais bem preparadas para enfrentar o ciberbullying” e provavelmente vão conseguir evitar comportamentos condenáveis ou apoiar outros menores em ataques a terceiros. Ao serem informados pelos filhos de que uma outra criança está a ser vítima, os pais devem reportar o caso às autoridades competentes.

Cabe ainda aos progenitores ou tutores informarem-se sobre as formas seguras de utilizar um telemóvel ou a Internet e ajudar a criança tecnicamente a evitar ser vítima de um intruso através de mensagens ou imagens abusivas. “Os pais muitas vezes não se apercebem de que, apesar das suas crianças serem aptas tecnicamente, podem não saber utilizar a tecnologia de forma segura”, sublinha o documento.

Uma das questões em que o estudo concentra as atenções é o apoio que deve ser dado a uma criança vítima de ciberbullying. Antes disso é necessário estar atento aos sinais do menor quando já está a ser agredido, como “alterações de comportamento, depressão ou agressividade” sempre que está ou esteve online. Os pais devem passar a mensagem aos filhos de que “não é uma vergonha” estar a ser vítima de ciberbullying e que o problema “está do lado do agressor”. As crianças devem, assim, ser “encorajadas a não hesitar em pedir ajuda aos pais, professores, jovens ou outros que as ajudam quando estas não têm capacidade de se ajudar a si próprias”.

Uma das principais recomendações, e que está na base de quase todas as outras, é a existência de diálogo constante entre pais e filhos. Mas este deve ser cuidado, sem “reacções exacerbadas”, e a solução de “negar o acesso à criança de um telemóvel ou Internet” não deve ser escolhida. Antes, defendem os autores do estudo, “devem falar sobre formas possíveis de lidar com os ciberataques”.

Etiqueta online essencial para os jovens
No caso dos jovens, a primeira das recomendações deixadas pelo estudo é que fique garantido que estes tenham uma participação activa na elaboração da política escolar de combate ao bullying, seja ele online ou nos corredores das escolas. Aos jovens é aconselhado, por sua vez, que façam uso das novas tecnologias com “responsabilidade para a sua própria segurança” e que reforcem a sua “cidadania digital” integrando programas de aconselhamento e tutoria dedicados a actividade online.

Os autores do estudo consideram importante que os jovens tenham capacidades técnicas para saber explorar as diferentes actividades online, como as redes sociais, chat rooms e jogos online, ou por telemóvel, mas sobretudo que tenham o que designam como “netiquette”, qualquer coisa como etiqueta online, quando “comunicam e socializam” na Internet, assegurando que os “valores comportamentais assumidos online sejam os mesmos que na vida real”.

Perceber o que é o ciberbullying, as suas causas, consequências, incluindo as legais, saber reagir em caso de agressão e as formas de combate devem também fazer parte das competências dos jovens.

Depois dos pais, é à escola e professores que é atribuída grande parte da responsabilidade de educar crianças e adolescentes para que saibam identificar casos de ciberbullying, reagir perante estes e procurar ajuda para terminar com estas agressões. É no recinto escolar que começam muitos dos casos de bullying e é aqui que o activismo contra estas agressões tem um papel importante. Apesar do estudo dividir as recomendações para a escola e para os professores, estas são semelhantes e, acima de tudo, complementares. “Os professores devem ser modelos a seguir e incentivar os alunos a apoiar aqueles que estão a ser vitimados e consequentemente criar um ambiente escolar que não tolere o ciberbullying”, recomenda o relatório. O apoio educativo dado pelos professores deverá ter, no entanto, algumas considerações, nomeadamente a idade e a compreensão do aluno sobre como devem ser utilizadas as novas tecnologias sem ser vítima ou agressor.

Cyberbullying é um problema comunitário
“Positividade” é um conselho sublinhado várias vezes no relatório, quando se refere à forma como professores e restante pessoal escolar devem falar e abordar a tecnologia e o uso que os mais novos lhe podem dar. A cooperação na comunidade escolar, que inclui ainda os encarregados de educação, é essencial numa situação confirmada de ciberbullying. “Todas as partes envolvidas devem estabelecer contacto entre si”, defende o estudo, acrescentando que “não deve ser uma questão de quando acaba a responsabilidade parental e começa a responsabilidade escolar, mas antes como tornamos o ciberbullying uma responsabilidade cada vez mais partilhada”.

Mais uma vez, a formação é destacada. “O pessoal escolar e os seus pares têm que desenvolver o conhecimento e aptidões para responder de forma eficiente e dar apoio àqueles que são vítimas de ciberbullying”. Para que haja formação profissional, é aconselhado às direcções das escolas que procurem apurar que competências o seu pessoal tem para reagir em casos de ciberbullying e “encorajar e permitir aos professores que implementem e avaliem consistentemente respostas eficientes a situações de ciberbullying”. “Por exemplo, os professores devem melhorar o conhecimento dos alunos sobre cibersegurança e regras de etiqueta online” e desenvolver laços com os pais “para estabelecer uma cooperação mais próxima, desenvolver estratégias para lidar com o ciberbullying, contactar os pais quando for considerado apropriado e aumentar a consciência parental e da comunidade” sobre o tema.

A professores e alunos é deixada uma última recomendação: “Os professores devem aproveitar a oportunidade para aprender sobre como os alunos usam a Internet, enquanto os estudantes têm que apreender formas para resolver problemas sociais e desenvolver aptidões sociais com os professores”.

Fevereiro e as crianças escravas

Fevereiro 7, 2013 às 2:10 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Crónica quinzenal da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na revista Visão de 7 de Fevereiro de 2013.

Vi recentemente um vídeo sobre o trabalho escravo no mundo de hoje que me impressionou imenso.

Em Portugal, foi sempre em Fevereiro que se decidiu pôr fim à escravatura: primeiro o Marquês de Pombal, em 12 de fevereiro de 1761 decidiu acabar com ela, mas só na Metrópole e na Índia. Foi preciso passar mais de um século para ser decidida, pelo rei D. Luís, por Decreto, a abolição do estado de escravidão em todo o território da Monarquia Portuguesa, em 25 de fevereiro de 1869.

Recordo o belíssimo livro de Isabel Allende ” A ilha debaixo do Mar”. Romance fascinante que nos transporta para o Haiti nos finais do Século XVIII. Envolve-nos a história de Zarité, que foi vendida em África aos nove anos e que, apesar da adversidade, conseguiu sempre sonhar e conservar a esperança. Depois da fuga para Nova Orleães, conquistou finalmente a liberdade que ambicionava. Era uma mulher cheia de força, mas como ela própria reconhece, teve uma estrela, por nunca ter trabalhado nas plantações de cana-de-açúcar, onde os escravos eram espancados e morriam de fome e sede.

Quando acabei de ler o livro, lembro-me de ter tido uma sensação de alívio, por serem histórias passadas, como as da “Cabana do pai Tomás”, que li há quarenta anos, por indicação de minha mãe que era uma anti-esclavagista especial porque teimava que a escravidão existia sim, pois não desaparecia por decreto.

Falava-me então que a escravidão era um estado, uma condição em que as pessoas não se possuíam, não tinham liberdade, e dizia-me do “sacrifício da corda” que vira em África, com homens em fila presos por cordas, que diziam serem condenados, mas que todos sabiam terem sido arrancados às suas terras pelas “queimadas” para irem trabalhar nas minas de diamantes. Trabalho forçado, explicava. As mulheres ficavam destroçadas e com os filhos numa enorme miséria e agarravam-nos ao corpo com medo que lhos levassem enquanto trabalhavam nas plantações. Falava-me também das mulheres mutiladas no mais íntimo do seu ser. “Essas são duplamente escravas, filha, não lhes basta roubarem-lhes a liberdade, querem uma parte do seu corpo. A “excisão” é uma crueldade e uma humilhação. Fazem-lhes isto para não terem prazer quando têm relações sexuais”. Creio que foi por tudo isto que ficou tão contente quando lhe disse que ia para Direito.

E Fevereiro foi o mês escolhido pelas Nações Unidas para assinalar o Dia Internacional da Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina. Michelle Bachelet, que após a Presidência do Chile, foi nomeada para um Departamento novo na ONU dedicado à situação da Mulheres,   escreveu uma mensagem em que diz estimar-se que nos dias de hoje há ainda 140 milhões de mulheres mutiladas pela excisão.

Sempre achei que são boas as efemérides. Permitem-nos dizer coisas que não acharíamos jeito de dizer se não existissem. Não vêm a propósito e nunca “fazem toilette”.

Mas estamos em Fevereiro, o tal mês em que foi publicado o Decreto que aboliu a escravatura.

E se sabemos, porque vemos, que há quem não consiga ainda hoje sair da escravidão, temos de chamar a atenção para esta realidade devastadora, que tem uma extensão que não nos pode deixar indiferentes. É assim a ética da responsabilidade.

Lisa Kristine, que andou por Países distantes a fotografar o indescritível, mostra como a escravatura é ainda praticada em muitos lugares do nosso mundo e como as crianças estão tão desprotegidas e são afinal seres descartáveis que ninguém reclama.

Nesse vídeo, que está disponível no site da ONG “Free the Slaves” ela mostra crianças escravas de olhar triste e vazio de esperança, desde a prostituição na Tailândia, à pesca no Gana, desde a manufatura de tijolos no Paquistão à exploração das minas de Coltan no Congo.

Coltan é o novo minério que as grandes multinacionais usam para fabricar telemóveis.

Vi também um documentário sobre o trabalho forçado das mulheres “presas de consciência” na China. E algumas contaram como fazem iluminações de Natal durante horas seguidas, sem que o possam celebrar, tal como os meninos mineiros não podem usar os telemóveis.

Se cada um de nós utilizar as suas capacidades para informar mais e sensibilizar melhor, quem sabe se conseguiremos alguma mudança significativa? Bahman Ghodabi deu uma vez uma entrevista em que dizia que tinha decidido mostrar como era a vida das crianças curdas. Essa seria a sua arma. E gosto de acreditar que a emoção que sentimos ao ver os seus filmes será mais eficaz do que as outras armas.  O seu talento e a sua sensibilidade fazem-nos vibrar com a história dos irmãos órfãos Aiub e Amaneh, que vivem no Curdistão Iraniano, perto da fronteira com o Iraque e que trabalham arduamente para salvar Madi, que está muito doente e precisa de uma cirurgia muito cara, que só se faz no estrangeiro.

Estou convicta que a palavra também tem uma força extraordinária.

É por isso que escrevo, com a esperança de que em todos os meses do ano possamos celebrar a liberdade de expressão, contribuindo assim para que um dia todos possam alcançar a liberdade plena.

Jogos Tradicionais Ludobiblioteca Comunitária da Areia Guincho

Fevereiro 7, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Como aprendem as crianças – perfis de competências de aprendizagem

Fevereiro 7, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Ações “Crianças e Jovens Online”

Fevereiro 7, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Os Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança têm desenvolvido, ao longo dos últimos anos, várias ações no âmbito da Ludicidade e da Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos.

Neste sentido estamos a iniciar um projeto sobre as novas tecnologias – o uso e o abuso.

Quando falamos em tecnologias não podemos dissociar a utilização da internet que veio mudar radicalmente a forma como comunicamos, partilhamos coisas, ouvimos músicas, vemos filmes, nos relacionamos e como manifestamos as nossas opiniões, desejos e vontades.

Se por um lado é uma fonte inesgotável de recursos, por outro pode ser um fator de risco em termos de saúde mental. O mau uso, o abuso e a dependência da internet é cada vez mais uma realidade entre a população e os mais novos não são exceção.
Professores, pais e famílias deverão, assim, manter-se informados acerca desta temática de forma a serem interventores ativos em ações de prevenção de comportamentos de risco e promoção de uma utilização responsável da internet.

É neste sentido que apresentamos o projeto “Crianças e jovens online”, com ações dirigidas a professores, pais e crianças.

Pretendemos:
•    Refletir sobre o espaço que a internet ocupa nas famílias;
•    Incentivar o acompanhamento das crianças e jovens na utilização da internet;
•    Identificar sinais de alerta no comportamento das crianças e jovens;
•    Promover uma utilização responsável da internet;
•    Promover comportamentos protetores.

segura

Para mais informações contacte-nos através do e-mail iac-humanizacao@iacrianca.pt ou do telefone 21 3807300.

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