Voluntariado EXPLICARTE

Janeiro 30, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

explicarte

Mais informações Aqui e Aqui

Concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media

Janeiro 29, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

media

Integrado na Operação 7 Dias com os Media, projeto nacional destinado à sensibilização dos cidadãos para o papel e lugar que os media  tradicionais e de nova geração ocupam no seu quotidiano, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em parceria com a Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), lançam o concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media.

A iniciativa, dirigida alunos do ensino básico e secundário, pretende fomentar o uso crítico e criativo dos media, uma utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor.

A participação é feita através da produção de Dicas (alertas, recomendações e conselhos) em formato áudio, vídeo, apresentação eletrónica ou cartaz.

Os autores dos trabalhos vencedores de cada categoria (alunos dos 1º e 2º ciclos do ensino básico; alunos do 3º ciclo do ensino básico e secundário) serão distinguidos individualmente com um tablet.

Mais informações Aqui

FÓRUM INR 2013 – Violência doméstica e abuso sexual de Pessoas com Deficiência

Janeiro 29, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

inr

O tema da sessão do FORUM INR 2013, de 31 de janeiro, quinta-feira, “Violência doméstica e abuso sexual de Pessoas com Deficiência”, será objeto de intervenção do Dr. João Lázaro, Presidente da APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vitima, da  Dr.ª Maria João Vargas Moniz, investigadora do ISPA – Instituto Superior de Psicologia Aplicada  e  da D. Celeste Costa, Presidente da CNAD – Cooperativa Nacional de Apoio a Deficientes.

A sessão decorrerá das 15:00 às 17:30 horas, no Auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, INR, I.P., Av.Conde de Valbom, 63 – Lisboa

As pessoas interessadas no serviço de intérprete de Língua Gestual Portuguesa, deverão comunicar ao INR, I.P., para o email: inr@inr.msss.pt – até às 12:00 horas do dia 24 de janeiro de 2013.

Entrada livre, sem inscrição prévia.

Editora Teodolito oferece receita da venda do livro “Menino como Eu” ao IAC

Janeiro 29, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

A professora Luísa Moniz, destacada no IAC, SOS Criança, é a autora do livro Menino como eu.

O livro foi ilustrado por Rita Moniz, designer e editado por Carlos Veiga Ferreira na Editora Teodolito.

O livro é um gesto de solidariedade com todas as crianças sofredoras, pois através da história os meninos ficam a conhecer um serviço, que é um direito da Criança – o Direito à informação e a ter voz na construção da sua vida.

Os adultos ficam também a conhecer o SOS Criança e o IAC e ficam com uma responsabilidade acrescida, o sinalizar as crianças maltratadas ou com problemas.

As escolas beneficiam também deste Menino como eu pois salas como a do Marinho há quase por toda a parte.

Foi feita uma sugestão de guião de leitura que tem sido apresentada aos professores de algumas escolas, nomeadamente da Escola EB2,3 de Marvila, na Biblioteca Manuel Alegre.

A receita da venda (mil e setecentos euros) do Menino como eu foi entregue, como o primeiro donativo, em dezembro de 2012.

A autora, a ilustradora e o editor agradecem a todos quantos contribuíram para este donativo.

Luísa Lobão Moniz, Rita Moniz, Carlos Veiga Ferreira não escondem a sua satisfação por terem contribuído para uma causa tão nobre como a defesa dos Direitos da Criança e da implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança.

Que o livro continue a ser divulgado e adquirido por mais pessoas é o desejo de todos nós para que um novo donativo possa acontecer.

moniz

Porquê o donativo?

Luísa Maria Lobão da Veiga Moniz, professora do ensino básico, destacada no Instituto de Apoio à Criança, mais precisamente no SOS Criança teve sempre um carinho especial pelo Instituto.
Contactou com o SOS Criança, em 1989, por causa de uma menina mal tratada que hoje constituiu uma família feliz e estruturada.

Desde que surgiu o IAC que desejou colaborar com esta Instituição, pois sempre deu aulas em escolas consideradas problemáticas.

Colaborou em várias iniciativas sendo que aquela que mais a marcou foi ”As Crianças sonham a Europa”.

Quis os acasos da vida que em setembro de 2010 tivesse sido destacada para o IAC.

Nas primeiras reuniões de equipa do SOS Criança, em que participou, sentia-se o desejo da equipa divulgar o número da linha mais perto das crianças.

Ofereceu-se para fazer uma história que pudesse ser lida e refletida pelas escolas e que divulgasse o SOS Criança.

A história foi do agrado da equipa e o Coordenador Dr. Manuel Coutinho deu-lhe toda a liberdade para avançar.

Pensou em fotocopiá-la e fazer um pequeno livrinho.

Contactou com o CEDI que lhe aconselhou um ilustrador, mas a tentativa saiu lograda.

Fez, então, um desafio à sua sobrinha,  Rita Moniz, que estava a acabar o curso de design, para o ilustrar, sabendo ela que não iria receber nada por esse trabalho, a não ser a satisfação de estar a contribuir para uma boa causa.

A ilustração foi avançando e foi do agrado do editor, Carlos Veiga Ferreira, da Teodolito que aceitou, de imediato, lançar-se também neste gesto de solidariedade e publicar o livro graciosamente.

Carlos Veiga Ferreira, numa reunião com o Dr. Manuel Coutinho, no SOS Criança, combinou e acertou detalhes sobre a edição do livro.

Foi, sem hesitação e com muito entusiasmo, que os três, editor, meu marido, ilustradora, minha sobrinha e a autora, eu, abdicaram de qualquer benefício material.

Do que não abdicaram foi da alegria de poderem ser solidários com as crianças que estão em sofrimento e que não sabem que não estão sozinhas no mundo, têm o SOS Criança para as ajudar.

Esta foi a motivação para a edição do livro “Menino como eu” editado pela Teodolito, ilustrado por Rita Moniz e escrito por mim, Luísa Lobão Moniz.

moniz2

Curso de Formação Avançada em Memória Cultural “A Memória do Holocausto na Cultura Europeia”

Janeiro 29, 2013 às 11:16 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

holo

Mais informações Aqui

(candidaturas até 1 de fevereiro)

A segunda edição do Curso de Formação Avançada Memória do Holocausto na Cultura Europeia centra-se na exposição de quadros particulares para o estudo contemporâneo do Holocausto, nomeadamente a questão da história oral e do testemunho, ou os novos modelos de remediação do trauma através da arte e da literatura.

O Curso constituiu um aprofundamento da 1ª edição, pretendendo colocar novas perguntas sobre este evento e dinamizar formas de tratamento renovadas nos campos pedagógico, social e político.

O Curso conta ainda com o apoio pedagógico do Yad Vashem.

Crianças expostas à violência podem ser adultos violentos

Janeiro 29, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do site Notícias Universidade do Porto de 20 de Janeiro de 2013.

entrevista dada por Teresa Magalhães ao Porto Canal

Eva Pinho / FMUP e Tiago Reis / REIT

O castigo físico, como as bofetadas ou os abanões, pode influenciar o normal desenvolvimento das crianças, pautando de forma negativa o seu crescimento e formação como adultos. O alerta marcou o 3.º Congresso sobre o Abuso e Negligência de Crianças, evento que reuniu, de 18 a 19 de janeiro, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), mais de 250 participantes de diversas áreas de formação.

Para os investigadores, as consequências do castigo físico podem ser distintas: baixa autoestima, comportamentos desviantes, prejuízos a nível psicológico, entre muitas outras. De acordo com Teresa Magalhães, docente da FMUP, diretora da Delegação Norte do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML), e coordenadora do congresso, os abanões dos bebés ou de crianças até aos três anos de idade “podem provocar inclusivamente a sua morte, constituindo um dos casos que ocorrem cada vez com mais frequência”.

Já a exposição das crianças à violência doméstica, como as discussões entre os pais, é uma outra forma de abuso infantil. Para além dos efeitos traumáticos, estas situações “podem inclusivamente provocar lesões e até a morte”. Teresa Magalhães afirma ainda que num contexto de violência doméstica, “21% dos casos de mulheres mortas tinham crianças presentes”.

Por fim, a exposição das crianças a imagens violentas, provenientes da internet, filmes, desenhos animados ou telejornais, revela-se como um abuso cada vez mais frequente e que transforma as crianças em adultos violentos.

Apesar da noção que existe atualmente sobre a dimensão deste fenómeno e das suas consequências, os participantes no congresso foram unânimes em considerar que a sociedade ainda se mantém demasiado tolerante face a algumas práticas que levam muitas crianças a sofrer danos graves na saúde. Práticas essas que sempre existiram e foram entendidas como normais ao longo do tempo.

O 3.º Congresso sobre o Abuso e Negligência de Crianças foi organizado pela FMUP, pelo INML e pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Criança Abusada e Negligenciada (SPECAN).

Histórias em quadrinhos conscientizam crianças sobre distúrbios do sono

Janeiro 28, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia da Revista Época de 26 de Janeiro de 2013.

 

quadradinhos

Desenhos criados por pesquisadores da UNIFESP ajudam na identificação de sintomas e consequentemente evitam atrasos no tratamento.

Agência Brasil

Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) utilizou histórias em quadrinhos para ajudar crianças em idade de pré-alfabetização a identificarem a presença de distúrbios do sono nelas mesmas ou em membros de suas famílias. Os desenhos ajudam no reconhecimento do ronco, insônia, síndrome da apneia obstrutiva do sono (uma espécie de parada respiratória durante o sono) e síndrome das pernas inquietas.

O objetivo do estudo foi evitar o agravamento desses problemas, além de trazer o reconhecimento de que roncar não é normal e pode significar problemas de saúde mais sérios. Foram submetidas a uma avaliação 548 crianças, com idades entre 6 e 10 anos, estudantes do Ensino Fundamental em escolas públicas e privadas.

Segundo a autora da pesquisa, Eleida Camargo, doutora em ciências da saúde, foram distribuídos questionários às crianças com questões referentes aos temas de distúrbios do sono. A maioria delas respondeu que acredita que roncar seja algo normal (57,9%) e apenas 39,6% reconheceram que o ronco possa representar sintoma de alguma doença.

>> Como saber a diferença entre reação passageira e doença 

Após a leitura das histórias em quadrinhos, que trazem esclarecimentos sobre os temas ligados aos distúrbios do sono de forma lúdica, o percentual de alunos que avaliaram o ronco como algo normal caiu para 37,3%. A maioria das crianças (61,4%) passou a identificar o ronco como um sintoma. Outro dado interessante da pesquisa foi a percepção de que o ronco é visto principalmente como um incômodo social. “A gente percebe que o hábito do ronco acaba sendo considerado negativo mais pelos seus aspectos culturais do que pelo reconhecimento de que pode ser uma doença”, disse.

O foco na faixa etária infantil, explica a pesquisadora, foi importante porque as crianças representam o futuro, além de terem papel fundamental ao despertar a atenção dos pais. “A população pediátrica é interessante porque ela é multiplicadora, as crianças são muito comunicativas, chegam em casa e falam para os pais. Estamos trabalhando preventivamente com uma geração, que vai se tornar adulta. Esse conhecimento vai se perpetuar ao longo do tempo”, afirma.

>> A ciência mostra como mudar hábitos ruins 

Segundo Eleida, o diagnóstico dessas doenças de maneira precoce torna seus tratamentos mais eficazes. O ronco primário infantil, por exemplo, quando não tratado, pode desencadear a apineia obstrutiva. “A longo prazo, quem tem essa apineia obstrutiva do sono está muito mais sujeito a ter problemas cardiovasculares ao despertar. Inclusive o AVC (Acidente Vascular Cerebral) chega a ser 40% mais propenso em homens adultos”.

>> Não é dor de cabeça. É de barriga 

Existem, além disso, casos de pacientes que se tratam durante anos contra a insônia, com medicação muitas vezes prejudicial, mas descobrem que o verdadeiro problema que possuem é a síndrome das pernas inquietas. De acordo com a pesquisadora, a insônia pode ser apenas uma consequência dessa síndrome, que se caracteriza pela necessidade de movimentação das pernas quando a pessoa entra em estado de relaxamento.

“Ela vai se deitar e começa a sentir formigamento na perna, que só melhora quando a movimenta. Então, a pessoa está com muito sono, mas começa a sentir aquilo. Ela começa a mover as pernas, o sono passa e ela vai dormir só de madrugada”, explica.

A síndrome das pernas inquietas tem difícil diagnóstico, muitas vezes em razão do próprio desconhecimento dos médicos. Entre as crianças, a detecção do problema é ainda mais complexa, uma vez que elas apresentam sintomas diferentes dos adultos. Eleida afirma que os pacientes infantis conseguem superar o formigamento no momento de dormir, mas, ao acordar, o problema se manifesta de forma muito mais intensa. “Quando a criança está na escola, não consegue ficar parada e é diagnosticada equivocadamente com hiperatividade”, disse.

>> Mais notícias de Saúde & Bem-estar

De acordo com a pesquisadora, o tratamento para a síndrome pode ser muito simples, apenas pela reposição de ferro. Por isso, essa doença é mais comum entre mulheres, justamente porque as pacientes femininas perdem ferro por meio da menstruação. Outra causa da síndrome, por sua vez, é o fator hereditário, que pode afetar famílias inteiras, esclarece a pesquisadora.

NP

 

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Camargo, Eleida Pereira de. Histórias em quadrinhos para educação em saúde – Desenvolvimento e avaliação aplicados aos distúrbios do sono. [Comics for health education – Development and assessment, applied to the sleep disorders].  São Paulo: s.n., 2012. [254]. Tese(Doutorado em Ciências)-Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Programa de Pós-graduação em Medicina Translacional.

Resumo:
Objetivos: Desenvolver e avaliar histórias em quadrinhos (HQ) sobre distúrbios do sono, aplicadas à educação em saúde pediátrica (crianças de 6 a 10 anos).Métodos: Foram adotadas as etapas metodológicas preconizadas pelo marketing social e o design da informação: Levantamento do perfil sociodemográfico e epidemiológico da população atendida no ambulatório da Neuro-Sono (artigo 1); Dimensionamento do conhecimento desta população sobre os distúrbios de sono (artigo 2); Definição de estratégias comunicacionais e concepção de protagonistas (artigo 3); Desenvolvimento de HQs (artigo 4); Estudo piloto do modelo de ensaio clínico idealizado para a avaliação das HQs elaboradas(artigo 5); Avaliação da HQ “Ronco Dorme em Casa”, por meio de ensaio clínico randomizado (artigo 6). Resultados: O perfil sociodemográfico da amostra foi predominantemente masculino (59,6%); entre a população pediátrica (44,23%), 65,59% eram meninos; o nível de escolaridade correspondeu ao ensino fundamental e a renda familiar foi de até três salários mínimos. Os diagnósticos prevalentes foram: ronco (57,2%), síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS; 44,2%) e insônia (19,7%) (artigo1); As concordâncias aferidas entre queixa e hipótese diagnóstica foram: acentuadas para o bruxismo; moderadas para ronco, insônia, pesadelo, sonilóquio e síndrome das pernas inquietas (SPI); e regulares para a movimentação excessiva durante o sono (MEDS) e a SAOS. Os resultados sugeriram insatisfatório nível de informação da população sobre doenças importantes, como SAOS (artigo 2). Definidas as estratégias comunicacionais, foram concebidos 4 protagonistas: 1) Soninha, com sono normal; 2) Baba, apneica; 3) Ronco, roncador e 4) Formiga, portador da SPI. Para cada personagem foram elaboradas duas concepções visuais (V1 e V2) submetidas à votação. Os selecionados foram: Soninha e Formiga V1 (70,7%; 76%); Baba e Ronco V2 (65,3%; 51,3%). Não havendo prevalências, desenvolveu-se a “Turma do Sono” personagens que comtemplam características das duas versões (artigo 3); Foram elaboradas três HQs, protagonizadas pela “Turma do Sono”: “Ronco Dorme em Casa”, “Aula de hoje: Formiga”, “Baba, não, Alexandrinha!” que versam sobre sono normal, ronco, higiene do sono, SAOS e SPI, temas que se revelaram prevalentes e/ou pouco conhecidos da população pesquisada (artigo 4); No estudo piloto, as crianças compreenderam a HQ e o questionário-teste com facilidade, contudo foi sugerida a supressão de uma das alternativas do teste e a adoção de letras maiúsculas, na HQ. Estes resultados indicaram a viabilidade de aplicação do modelo de ensaio clínico delineado (artigo 5). Na avaliação final constatou-se que houve diferença significante entre as respostas corretas, antes e depois da leitura da HQ. (Questão 1 p<0,000001; Questão 2 p<0,000001 e Questão 3 p<0,000001). Os resultados apontaram a eficácia da HQ “Ronco Dorme em Casa” frente a seus propósitos (artigo 6).Conclusão: Os procedimentos adotados possibilitaram que os objetivos desta pesquisa fossem alcançados. Foram desenvolvidas três HQs: “Aula de hoje: Formiga”, “Baba, não, Alexandrinha!” e “Ronco Dorme em Casa”, tendo sido esta última testada e positivamente avaliada, sugerindo a efetividade de sua utilização em ações de educação em saúde, dirigidas à crianças de 6 a 10 anos.

 

 

Participação de Ana Perdigão no Programa 70×7 sobre Os Direitos das Crianças

Janeiro 28, 2013 às 4:09 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, participou no Programa 70×7 sobre Os Direitos das Crianças do dia 27 de Janeiro de 2013.

Clicar no link

http://www.rtp.pt/programa/tv/p1250/c106276

 

 

UNICEF Humanitarian Action for Children 2013

Janeiro 28, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

unicef

Descarregar o documento Aqui

UNICEF’s Humanitarian Action for Children 2013 highlights the humanitarian situationfaced by millions of children and women and the support required to help their families, communities and national institutions meet their basic needs, promote their well-being and provide them with protection.

UNICEF is appealing for almost US$1.4 billion to assist millions of children, women and men by providing them with nutritional support, health care, water, sanitation, learning spaces and materials, protection services, shelter and information. This support is not only to provide lifesaving emergency interventions, but also to strengthen national preparedness systems and build resilience at community, subregional and national levels, so that avoidable illnesses and deaths are prevented and those affected are able to recover. In partnership with national governments, civil society organizations and other United Nations agencies, UNICEF works in some of the most challenging environments in the world to deliver results for millions of children and women threatened by natural disasters or complex emergencies. Despite challenges and constraints, sustained advocacy, political and financial commitment, and collaboration in 2012 resulted in achievements that need to be built upon and continued into 2013.

São precisos 1.4 mil milhões de dólares agora para as crianças afectadas pelas crises humanitárias, afirma a UNICEF

Janeiro 28, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Texto da Unicef.pt de 25 de Janeiro de 2013.

Mais informações no site da Unicef.org

Acção Humanitária para as Crianças 2013

São precisos 1.4 mil milhões de dólares agora para as crianças afectadas pelas crises humanitárias, afirma a UNICEF

GENEBRA, 25 de Janeiro de 2013 – A UNICEF lançou hoje um apelo no montante de cerca de 1.4 mil milhões de dólares para satisfazer as necessidades cruciais imediatas das crianças em 45 países e regiões afectadas por conflitos, catástrofes naturais e outras emergências complexas durante o corrente ano.

Os fundos angariados no âmbito deste apelo anual destinar-se-ão também à melhoria da preparação para catástrofes, e ao reforço da resiliência das comunidades para enfrentar ou minimizar o impacte de novas crises

“Estamos ainda no primeiro mês de 2013, que já se revelou duro para milhões de crianças que sofrem na Síria e para os inúmeros refugiados que tiveram de fugir para os países vizinhos. No Mali e na República Centro-Africana o conflito tem vindo a agravar-se, ameaçando a vida das crianças e das mulheres”, afirmou Ted Chaiban, Director dos Programas de Emergência da UNICEF. “As crianças são extremamente vulneráveis em situações de emergência que, na maior parte dos casos, as deixam em condições de insegurança, em risco de contraírem doenças, expostas à violência, exploração e negligência.

O apelo da UNICEF Acção Humanitária para as Crianças 2013 inclui países que actualmente ocupam lugar de destaque nas notícias e também muitos outros que têm uma cobertura mediática muito menor, tais como Chade, Colômbia, Etiópia, Filipinas, Somália e Iémen, mas que também precisam de atenção e assistência urgentes.

“A complexa emergência na Síria representa um enfoque importante da resposta global da UNICEF em matéria de ajuda humanitária” afirmou Chaiban. “Mas estamos também a conseguir resultados para as crianças em contextos de emergência muito difíceis e amplamente esquecidos em várias partes do mundo.”

Mais de 85 por cento do financiamento necessário destina-se a situações humanitárias para além da que se vive hoje na Síria e da crise de refugiados associada ao conflito naquele país.

Os 45 países e regiões incluídos neste apelo são prioritários devido à dimensão da crise, à urgência do seu impacte nas crianças e mulheres, à complexidade da resposta e à capacidade para a concretizar.
As contribuições para este apelo da UNICEF para 2013 irão permitir à organização levar por diante o trabalho realizado em 2012.

Alguns dos resultados alcançados entre Janeiro e Outubro de 2012 incluem:

• Saúde: 38.3 milhões de crianças imunizadas • Água e Saneamento e Higiene: 12.4 milhões de pessoas passaram a ter acesso a água em condições para beber, cozinhar e se lavarem.
• Educação: 3 milhões de crianças passaram a ter acesso a um ensino em melhores condições.
• Protecção Infantil: 2.4 milhões de crianças beneficiaram de serviços de protecção.
• Nutrição: 2 milhões de crianças receberam tratamento para a má nutrição grave e aguda.
• HIV/SIDA: 1 milhão de pessoas teve acesso a testes para o despiste do vírus, aconselhamento e tratamento.

Em 2012, a falta de financiamento em vários países como Madagáscar e Colômbia deixou muitas necessidades por satisfazer.

Em muitos países, o acesso, a segurança e a capacidade dos parceiros no terreno são também alguns dos principais constrangimentos para a prestação de ajuda humanitária.

“As contribuições para este apelo são investimentos efectivos nas crianças e no seu futuro”, acrescentou Ted Chaiban.

“A UNICEF pretende obter financiamento que permita à organização responder de um modo consistente às emergências subfinanciadas ou àquelas que apresentam maiores carências, aplicar soluções inovadoras a situações complexas e integrar o processo de recuperação na resposta às emergências de grande escala – muitas das quais abrangem vários países ao mesmo tempo.”

« Página anteriorPágina seguinte »


Entries e comentários feeds.