Fórum Temático Papel dos Factores de Protecção na Prevenção de Comportamentos de Risco em Crianças e Jovens

Janeiro 9, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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vita

A ONGD ISU organiza, no próximo dia 16 de Janeiro, o evento Vitamina P.
P de protecção, P de prevenção.

O evento consiste num Fórum que incluirá uma palestra inicial sobre o Papel dos Factores de Protecção na Prevenção de Comportamentos de Risco em Crianças e Jovens, seguida de vários workshops subordinados ao tema.

Faça já a sua Pré-Inscrição em https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHRKU3J1Y0NkQkJWNDFjXzBFQkEyRlE6MA.

Mais informações: construirofuturo@isu.pt

 

Aplicação mort@lidades.infantil

Janeiro 9, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do Portal da Saúde de de 21 de Dezembro de 2012.

mortalidades

Observatórios Regionais de Saúde iniciam trabalho colaborativo com utilização da aplicação mort@lidades.infantil.

O grupo de trabalho operativo dos Observatórios Regionais de Saúde (ORS) dos departamentos de saúde pública das Administrações Regionais de Saúde(ARS)  – Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve – disponibilizou a aplicação informática mort@lidades.infantil.

Como resultado do primeiro trabalho conjunto efetuado pelo grupo de trabalho operativo dos ORS foi construída e devidamente adaptada para cada uma das ARS a aplicação mort@lidades.infantil, que permite a análise da natalidade, mortalidade infantil e suas componentes, num âmbito regional e local (agrupamentos de centros de saúde e unidades locais de saúde).

A ferramenta, baseada na web, pode ser acedida através do site de cada uma das ARS.

Este trabalho colaborativo, numa área tão crucial como a da observação de saúde da população, dará um importante contributo para a melhoria da eficácia, eficiência e efetividade de todos os processos de tomada de decisão em saúde, quer a nível regional, quer a nível local.

A iniciativa pressupõe a articulação com as entidades nacionais mais relevantes nas áreas da observação da saúde e das estatísticas da saúde, designadamente a Direção-Geral da Saúde, o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, a Administração Central do Sistema de Saúde, o Instituto Nacional de Estatística e o Conselho Superior de Estatística.

Mais informações nos links em baixo:

http://www.arscentro.min-saude.pt/SaudePublica/PlaneamentoSaude/Paginas/MortalidadeInfantil.aspx

http://portal.arsnorte.min-saude.pt/portal/page/portal/ARSNorte/Sa%C3%BAde%20P%C3%BAblica/Planeamento%20em%20Sa%C3%BAde/mort%40lidades

http://www.arsalentejo.min-saude.pt/saudepublica/Mortalidades/Paginas/Mortalidades.aspx

http://www.arsalgarve.min-saude.pt/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1844&Itemid=1&lang=pt

 

Encontro Temático Contextos de sobrevivência: Conhecer para intervir eficazmente

Janeiro 9, 2013 às 11:40 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontro

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Valongo, em parceria com a Rede Social de Valongo, está a organizar um Encontro Temático designado por “Contextos de sobrevivência: Conhecer para intervir eficazmente”, a realizar em Valongo no dia 23 de janeiro de 2013.

As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas, via e-mail, até ao próximo dia 11 de janeiro.

Programa

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Valongo

Contactos:

Av. 5 de Outubro,160

4445 Valongo

Telefones: 22 422 81 49 / 82 49 / 83 49 / 84 49

Fax: 22 422 82 49

Email: cpcj@cm-valongo.pt

Workshop: Nutrir – Uma abordagem psicológica da alimentação e seus transtornos

Janeiro 9, 2013 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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work

11/01/2013

18h30 – 20h30

2 horas

Falar de alimentação é falar inevitavelmente da nossa história alimentar. O alimento é um condutor de afecto e é muito por via da alimentação, crucial na vida do bebé em desenvolvimento, que se organiza a vinculação com o seu cuidador.

Neste workshop falaremos da dimensão psicológica presente na alimentação e dos transtornos alimentares que, pela sua preponderância e implicações em matéria de saúde pública, tem sido focos de preocupação das mais diversas áreas desde o início do séc. XX.

Anorexia nervosa, Bulimia, Transtorno de Compulsão Alimentar e Obesidade serão os temas aprofundados na sessão, com um enfoque sobre sinais de alerta e propostas de prevenção dirigidas a pais, educadores e público em geral interessado.

Vai se realizar no dia 11 de Janeiro das 18h30 às 20h30 na Making a Bridge (Av. Ressano Garcia 39, 5F, Lisboa)

As inscrições são limitadas, por isso faça a sua reserva inscrevendo-se em: http://www.makingabridge.com/inscricao/

Valor do workshop: 10 euros, inclui coffee break.

Para mais informações contacte-nos para: info@makingabridge.com ou 218237644 – 963442926

Mortalidadade infantil aumentou para níveis de há dez anos em nove regiões

Janeiro 9, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 7 de Janeiro de 2013.

Por Marta F. Reis,

Direcção-geral da Saúde está a avaliar últimos indicadores. Nova plataforma nacional permite monitorização inédita

A queda dramática na mortalidade infantil é um dos indicadores de maior orgulho da Saúde em Portugal, mas novos dados sugerem que, em algumas zonas do país, a situação pode estar a inverter–se: em 2011, a mortalidade de crianças no primeiro ano de vida recuou para indicadores de há dez anos em nove regiões.

Os dados tornados públicos pelas Administrações Regionais de Saúde através da nova ferramenta “mort@lidades.infantil” revelam que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Amadora mantém, desde 2010, o pior indicador. Em 2011, a mortalidade infantil rondou, neste concelho, os 8,4 óbitos por cada 1000 nados-vivos, mais um que em 2010. Esta taxa tinha sido superada pela última vez em 2002, com um pico de 10,8 óbitos.

Seguem-se a Unidade Local de Saúde da Guarda (7,6) e o ACES Odivelas (7,3). Na Guarda, o número não era tão elevado desde 1999 e em 2010 teve uma taxa de 4,6. Em Odivelas, e uma vez que a plataforma só contém dados a partir de 1996, trata-se mesmo de um recorde. No ano anterior a taxa rondou os 2,3 óbitos por cada mil nados-vivos.

A nova plataforma, que resultou de uma iniciativa da ARS Norte em 2011 e foi adoptada pelos departamentos de Saúde Pública de todas as regiões ao longo do ano passado, apresenta este e outros indicadores relacionados com natalidade e mortalidade infantil por Agrupamento de Centros de Saúde. Assim, não é possível uma análise por concelho, dado que em algumas regiões o mesmo agrupamento abrange residentes de diferentes locais. É o caso do ACES Baixo Mondego III, um dos que perdeu autonomia no ano passado, mas que em 2011 abrangia Mira, Cantanhede, Mealhada e Mortágua. Em 2011, a mortalidade infantil bateu também aqui o recorde, com 6,7 óbitos por 1000 nados-vivos (o dobro de 2010).

Embora o agravamento da taxa nacional registada em 2011 – um aumento de 2,5 para 3,1 noticiado em Novembro a partir de dados do INE– preserve a posição do país entre os melhores da UE, os piores indicadores a nível regional não têm comparação. Consultando os dados da OCDE para este indicador, e ainda que a comparação não possa ser directa, verifica-se que nenhum país europeu apresenta hoje taxas de mortalidade da ordem das reportadas na Amadora ou Odivelas. O país da UE com a taxa mais elevada era em 2010 a Eslováquia: 5,7 óbitos por 1000 nados-vivos.

Quando foi conhecido o agravamento inédito da taxa de mortalidade infantil nacional entre 2010 e 2011, a Direcção–geral da Saúde anunciou uma análise individual de cada caso, para apurar explicações. Em declarações ao “Público”, Francisco George explicou que a tendência de aumento parecia incidir nas chamadas mortes neonatais – até aos 28 dias de vida – o que poderá estar relacionado com o risco acrescido das técnicas de procriação medicamente assistida, mais comum nas gravidezes tardias, mas também situações de prematuridade.

Em sintonia com a análise preliminar da DGS, os dados das administrações regionais de saúde revelam que o agravamento incide de facto nos óbitos neonatais. Em 2011 registaram-se mais 58 mortes de recém-nascidos até aos 28 dias a nível nacional, num total de 215. A partir desta idade e até um ano de vida verificou-se o número mais baixo de sempre, 70 casos (menos nove que em 2010). Historicamente os óbitos neonatais são mais oscilantes: em 2009 foram 228 e em 2007 desceram abaixo das duas centenas, com 198 casos.

Contactado pelo i, Francisco George adiantou que as conclusões da avaliação da DGS sobre esta matéria deverão ficar disponíveis esta semana. Se um ano não pode definir uma tendência de aumento ou diminuição, facto é que dos 67 agrupamentos de saúde com dados disponíveis 44 (65%) viram o indicador de mortalidade infantil piorar entre 2010 e 2011.

 

 


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