Abusos sexuais: escolas não controlam cadastro

Dezembro 18, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 10 de Dezembro de 2012.

por Joana Ferreira da Costa e Sónia Graça

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) diz que muitas das medidas previstas na lei para defender as vítimas de abusos sexuais nem sempre são cumpridas.

«O controlo do registo criminal dos candidatos a certas profissões, por exemplo nas escolas ou clubes desportivos, não está a ser feito globalmente no país» – denuncia Frederico Marques, desta associação, lembrando que este é um mecanismo importante para evitar que abusadores sexuais tenham contacto com crianças.

A formação de professores e funcionários também deveria ser reforçada nas escolas e liceus, aumentando a capacidade de reconhecer situações suspeitas.

«É extremamente importante que os casos sejam denunciados o mais rapidamente possível», defende o responsável da APAV, que no ano passado recebeu 60 denúncias de abusos sexuais a crianças, muitos pela voz de familiares, professores ou das próprias vítimas.

1.100 queixas em dez meses

Todos os dias, em média, quatro crianças serão abusadas em Portugal. Segundo dados da PJ, a que o SOL teve acesso, este ano, e até ao final do mês de Outubro, foram abertos 1.100 inquéritos na sequência de queixas ou denúncias.

Um valor semelhante ao registado nos últimos dois anos, em que aquela Polícia investigou 1.350 casos de abuso sexual de criança, adolescentes e de menores dependentes.

Mas o número de abusadores que chegam a ser acusados e condenados fica muito aquém dos que são investigados.

No ano passado, 339 arguidos foram acusados em processos judiciais por abusos sexuais contra menores. «Estes crimes são de difícil prova, mas acontece frequentemente que abusadores sem registo de condenações anteriores sejam sentenciados somente a uma pena suspensa», admite Frederico Marques.

Por outro lado, ao longo de todo o processo judicial, nem sempre o bem-estar da criança é assegurado. «Há legislação para proteger a vítima, mas ao longo do processo a vítima chega a ter de repetir oito vezes as suas declarações, revivendo todo o trauma», recorda o responsável da APAV. Por isso, defende, é fundamental que o seu testemunho possa ser partilhado por todos os intervenientes no processo judicial.

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The UN Convention on the Rights of the Child: a study of legal implementation in 12 countries

Dezembro 18, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o estudo Aqui

To mark the 21st anniversary of UK ratification of the UN Convention on the Right of the Child on 16 December, we’ve commissioned a team from Queen’s University Belfast to examine and identify lessons from the implementation of the CRC in other countries.

This report looks at the implementation of the CRC in countries beyond the UK, compiling evidence on the most effective, practical and impactful ways of embedding children’s rights into domestic law and policy development processes.

The 12 countries were chosen to demonstrate the variety of ways in which different countries have chosen to legislate for children’s rights and to implement the different articles of the Convention. It provides an international context against which to compare progress in the UK, in England, Northern Ireland, Scotland and Wales.

Pós-Graduação em Neuroeducação – 2ª e 3ª Edição

Dezembro 18, 2012 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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neuro

Objectivos:

A Neuroeducação é um campo interdisciplinar de conhecimentos das neurociências, psicologia e educação que pretende aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem, identificando quais as melhores formas de ensinar e potenciar a aprendizagem.

Esta pós-graduação tem como objectivo fornecer instrumentos conceptuais, técnicos e práticos aos profissionais ligados às áreas de saúde e educação. Pretende-se abordar e desenvolver fundamentadamente os conhecimentos actuais sobre a neuroeducação, de forma a incrementar as competências técnicas no âmbito da identificação, compreensão e criação de estratégias que estimulem os processos cognitivos envolvidos na aprendizagem.

Competências a Adquirir:

 – Compreender as bases neurológicas dos processos envolvidos na aprendizagem;

– Identificar as principais dificuldades de aprendizagem;

– Desenvolver e aplicar conhecimentos e estratégias que potenciem o processo de ensino-aprendizagem.

Mais informações Aqui


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