ONU aprova resolução que condena mutilação genital feminina

Novembro 30, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 27 de Novembro de 2012.

Por Agência Lusa,

A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou na tarde de segunda-feira, madrugada de hoje em Portugal, pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e ação educativa para travar a prática.

O texto insta os Estados membros da ONU para que tomem todas medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática com o objetivo de proteger mulheres e crianças de “qualquer forma de violência” e por fim à impunidade.

A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.

Na decisão da ONU foi também declarado o dia 06 de fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina.

Após a aprovação, o embaixador italiano na ONU, CEsare Maria Ragaglini, que foi um dos principais promotores da iniciativa, destacou que a resolução será um instrumento para ajudar a “mudar o destino” de mulheres e crianças em todo o mundo.

Vários países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática da mutilação genital feminina.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

Taxa da mortalidade infantil aumentou em 2011

Novembro 30, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de Novembro de 2012.

Alexandra Campos

Direcção-Geral da Saúde desdramatiza e diz que está a estudar caso a caso para apresentar um relatório.

A taxa de mortalidade infantil aumentou no ano passado, passando de 2,5 óbitos por mil nados-vivos para 3,1, sobretudo devido a um acréscimo nas mortes de bebés até aos 28 dias. Em 2011 morreram 302 crianças antes de completarem um ano de idade, mais 46 do que em 2010.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) está a analisar o que aconteceu, caso a caso, e conta ter pronto, nos próximos dias, um relatório detalhado sobre este fenómeno.

Os dados da mortalidade infantil são do Instituto Nacional de Estatística e foram esmiuçados na sexta-feira passada pelo director-geral da Saúde, Francisco George, num curso para médicos, dando origem a uma notícia do Tempo Medicina, que destacou a “inversão da tendência de queda” na taxa de mortalidade infantil, um indicador que tem colocado Portugal, nos últimos anos, na lista dos melhores países do mundo a este nível.

Sublinhando que não se deve dramatizar este acréscimo e que não se pode dizer que representa a inversão de uma tendência, Francisco George explicou ao PÚBLICO, segunda-feira, que o aumento pode ser motivado apenas pela chamada “lei dos pequenos números, um fenómeno que todos os epidemiologistas conhecem bem”.

Em 2010 registou-se um valor de óbitos até aos 12 meses muito baixo, 256. Quando se atingem valores assim tão baixos é muito difícil continuar a diminuir, porque basta uma variação pequena para afectar a taxa de mortalidade. O director-geral da Saúde explica ainda que foi sobretudo numa das componentes da mortalidade infantil (a neonatal, até aos 28 dias), que houve acréscimo (230 óbitos contra 169 mortes em 2010), enquanto na componente pós-neonatal (até aos 12 meses) o movimento continuou a ser de descida.

As mortes nos primeiros dias de vida são menos evitáveis do que no período posterior. Por isso é que os casos estão a ser estudados um ano para se perceber o que aconteceu – uma das explicações pode residir no aumento de bebés nascidos graças a técnicas de procriação medicamente assistida (PMA), que, por vezes, resultam no nascimento de gémeos e trigémeos, aumentando o risco de morte devido à prematuridade. Até aos primeiros 28 dias de vida o risco de morte pode ainda aumentar devido a anomalias congénitas.

“Na componente pós-neonatal continuamos a decrescer e a nossa taxa é das melhores do mundo”, acentua Francisco George, que defende que é necessário aguardar pelos resultados de 2012 para se poder falar numa eventual mudança de tendência.

A taxa de mortalidade infantil traduz o risco de morte das crianças durante o primeiro ano de vida.

 

 

Fala, Bicho! Teatro Infantil no Teatro Nacional D. Maria II – espetáculo integrado no “Ano do Brasil em Portugal – Mostra de Teatro do Brasil”

Novembro 30, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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espetáculo integrado no “Ano do Brasil em Portugal – Mostra de Teatro do Brasil”

Bichos que cantam e clamam. As histórias de Fabio Sombra, Silvia Orthof e Leonardo Boff fornecem linha e panos para as costuras do grupo. Tem ciranda no brejo e tapete novo na roda. Esplendor na mata e confusão na Av. Atlântica. Viola caipira, buzinas, cacarejos, pios e coaxos dão enredo ao proseado.

O Costurando Histórias é um coletivo de artistas que, desde 2001, cria a partir da ideia de transformar histórias de livros em tapetes tridimensionais que contam histórias. Idealizado e coordenado pela atriz Daniela Fossaluza, o projeto reúne profissionais provenientes de diferentes áreas. Com os tapetes confecionados a partir das sugestões de lendas e contos de vários lugares do mundo, visitam praças, escolas, bibliotecas, hospitais, teatros e eventos.

NOTA: este espetáculo é direcionado ao público escolar, pelo que é necessária marcação antecipada.

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