Tertúlia “das nove às cinco” sobre integração das crianças com necessidades especiais

Outubro 29, 2012 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Associação Diferentes e Especiais (ADE), composta por pais, familiares e amigos de crianças e jovens com deficiência e/ou doença crónica, encontra-se a organizar, em parceria com a Sala dos Afetos2, unidade de multideficiência do Mega Agrupamento de Vagos, a primeira edição do ciclo de tertúlias, que irá decorrer até ao final de 2013, sobre temáticas diversas. Estas tertúlias tem como objetivo alertar a comunidade para a realidade das famílias de crianças e jovens com deficiência e/ou doença crónica.

Esta tertúlia, intitulada “Das nove às cinco”, aborda o tema da inclusão e integração de crianças com Necessidades Especiais em equipamentos sociais ou no sistema educativo. Pretende-se introduzir o tema com testemunhos de ambos os lados: dos pais e dos profissionais.

Espera-se, com esta tertúlia, compreender as diferentes posturas perante a mesma situação e entender as emoções e sentimentos que afloram nesta etapa da vida familiar.

O evento vai decorrer no dia 31 de outubro, pelas 21h00, na Escola Secundária de Vagos. A entrada é aberta a toda a comunidade e tem o custo de 1€ e inclui café e bolo. Os fundos angariados revertem a favor das entidades organizadoras.

Para mais informações visite o site www.diferenteseespeciais.org, envie e-mail para geral@diferenteseespeciais.org ou contacte através do número 962387144 para a coordenadora da atividade Ana Catarina Ferreira.

Estão preparados para o Halloween?

Outubro 29, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Halloween está a chegar! De onde vem a tradição de pedir um doce? E o  que conseguimos fazer com uma simples abóbora? Veja tudo no livro que preparámos para si!

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Estudo premiado revela que uma em cada três crianças é exposta ao fumo do tabaco

Outubro 29, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 17 de Outubro de 2012.

Por Romana Borja-Santos

Uma em cada três crianças é exposta ao fumo do tabaco em casa e um quarto das crianças são expostas ao fumo no carro, revela um estudo da Universidade do Minho que acaba de ser premiado pela Sociedade Portuguesa de Pediatria.

A investigação “Crianças expostas ao fumo ambiental de tabaco em casa e no carro em Portugal” foi coordenada por José Precioso, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, e contou com mais de 3000 crianças de nove concelhos. O trabalho permitiu concluir que uma em cada três crianças é exposta ao fumo do tabaco em casa e um quarto das crianças são expostas ao fumo no carro.

O Grande Prémio Sociedade Portuguesa de Pediatria distingue anualmente o melhor trabalho ou comunicação oral apresentado no congresso nacional desta área. A comunicação premiada foi apresentada este mês no 13.º Congresso Português de Pediatria, por Henedina Antunes, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Universidade do Minho e pediatra no Hospital de Braga.

“É fundamental que os pais protejam a saúde dos filhos. Os pediatras devem aconselhar os pais a não fumarem em casa. Os professores, no âmbito do programa ‘Domicílios 100% Livres de Fumo’, estão já a ensinar as crianças a protegerem-se desta agressão”, afirmou José Precioso. O investigador alertou, ainda, para a importância de “discutir mitos e falsas crenças associados com a exposição de crianças”, como “fumar em casa e no carro quando a criança não está presente evita a contaminação” ou “fumar na cozinha ou perto da janela não expõe a criança”.

Endurecer lei do tabaco

O prémio surge numa altura em que o Governo estuda formas de apertar mais a lei do tabaco para espaços fechados. Em vigor há quase cinco anos, a ideia do Executivo é que a legislação fique mais dura, pelo que não está excluída a hipótese de proibir quem transporta crianças de fumar no carro.

Isto apesar de um estudo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia indicar que nos primeiros quatro anos da nova lei 64% dos inquiridos tenham deixado de fumar quando estão ao pé de filhos, crianças ou mulheres grávidas. Mais de um quarto dos fumadores (27,2%) deixou de fumar dentro de casa e um quinto (19,9%) não voltou a acender um cigarro no carro. Também um estudo da Universidade do Minho divulgado em Maio diz que a prevalência das crianças expostas ao fumo do tabaco diminuiu 23,3% entre 2007 e 2011.

Mães na cozinha, pais perto da janela

A amostra do trabalho premiado contou com 3187 alunos que frequentavam o 4.º ano de escolaridade no ano lectivo 2010/2011. A equipa de José Precioso percebeu que a exposição das crianças era mais comum nas mães fumadoras (70%) do que nos pais (57%) e que quando os progenitores têm menos que o 9.º ano de escolaridade a situação é mais frequente.

Quanto a locais, as mães tendem a fumar mais na cozinha e os pais, irmãos e convidados fumam sobretudo em zonas próximas de janelas ou quando há uma porta aberta para o exterior. No que diz respeito aos carros, metade dos filhos transportados por pais fumadores são expostos ao tabaco.

Já em 2008 José Precioso tinha lançado o projecto “Domicílios sem Fumo”, ainda em curso, e através do qual conseguiu reduzir o número de crianças expostas ao fumo de tabaco dos pais, mesmo quando estes não deixavam de fumar. O programa é uma adaptação mais simples de um projecto de uma agência ambiental norte-americana e consiste na prevenção junto dos alunos. As crianças são incentivadas a protegerem-se do fumo e a fazerem um acordo escrito com os pais sobre o tema.

Tabagismo passivo mata 600 mil ao ano

O tabagismo passivo provoca mais de 600 mil mortes por ano em todo o mundo, sendo que 165 mil dessas vítimas são crianças, segundo um estudo de 2010 da revista britânica The Lancet. As crianças são as primeiras vítimas do tabagismo passivo, uma vez que, que muitos pais fumam em casa.

No trabalho premiado, além da Universidade do Minho, estiveram envolvidos investigadores das universidades do Porto, Beira Interior, Santiago de Compostela, Évora, Administração Regional de Saúde do Norte, Câmara Municipal de Viana do Castelo, Hospital de Braga, Hospital CUF Descobertas, Instituto Catalão de Oncologia de Barcelona e Agência de Saúde Pública de Barcelona.

Inquérito Nacional em Meio Escolar 2011- Consumo de drogas e outras substâncias psicoativas no 3º Ciclo e Secundário

Outubro 28, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Há mais jovens a beber e a consumir cannabis

Outubro 27, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Outubro de 2012.

Por Andreia Sanches

O consumo de álcool, de tabaco e de droga aumentou entre os alunos das escolas públicas, revelam os primeiros resultados do Inquérito Nacional em Meio Escolar divulgados esta quinta-feira, em Lisboa.
No ensino secundário, mais de dois terços (68%) dos alunos disseram, quando foram questionados, que tinham ingerido álcool nos 30 dias anteriores e 16% relataram uso de drogas — sendo que a mais consumida é, de longe, a cannabis.

Isto significa que 40 mil jovens do secundário reportam consumos recentes de cannabis. E que o aumento em relação ao último inquérito, feito em 2006, foi de sete pontos percentuais, quebrando uma tendência de quebra que parecia desenhar-se em anos anteriores.

No que diz respeito ao álcool, a evolução é semelhante. O número dos que relatam consumo “nos últimos 30 dias” cresceu 10 pontos percentuais. A cerveja é a bebida preferida (51%), seguida das destiladas (50% dizem ter consumido no mês anterior ao inquérito). Dois em cada dez jovens relatam episódios de embriaguez recente.

No 3.º ciclo do ensino básico a tendência é semelhante. Em 2006, 32% dos alunos diziam ter bebido no mês anterior ao inquérito. Em 2011, a percentagem subiu para 37%.

Quanto às drogas, a percentagem de consumo nos “últimos 30 dias” passa de 5 para 6% — o que corresponde à volta de 23 mil alunos. O número dos que falam de embriaguez nos últimos 30 dias mantém-se estável (7%).

Este números não revelam a quantidade de jovens que já experimentaram alguma das substâncias analisadas no estudo — essas são sempre muito maiores e basta dizer que no secundário, por exemplo, o peso dos que contam que já consumiram cannabis alguma vez na vida é de 29%.

Mudanças nas smartshops

O estudo, da responsabilidade do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, o organismo que sucedeu ao Instituto da Droga e Toxicodependência, abrangeu cerca de 65 mil alunos. A recolha de dados aconteceu em Maio de 2011.

Esta manhã, durante a apresentação, o secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, lembrou que em períodos de crise há uma tendência para o aumento dos consumos. E mostrou-se preocupado com o facto de parecer estar a ganhar terreno a ideia de que a cannabis é inócua. “É uma percepção errada. O consumo de cannabis aumenta o risco de psicoses, de esquizofrenia” e de outras doenças, como “mostram vários estudos científicos”.

Sublinhou ainda a necessidade de regulamentar a venda de álcool a menores de 18 anos. E prometeu mudanças para breve na legislação relacionada com as smartshops (“que de smart têm pouco, pelo que considero essa expressão demasiado benévola”, disse), onde se vendem as chamadas “drogas legais”.

“Essas substâncias têm uma elevadíssima toxicidade”, lembrou Leal da Costa. E o facto dos seus efeitos serem muitas vezes desconhecidos dos próprios médicos faz com que os serviços de urgência dos hospitais tenham muito mais dificuldade em lidar com os casos de intoxicação que lhes chegam.

Novos manuais e livros para alunos invisuais e disléxicos

Outubro 26, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de Janeiro de 2012.

Por Carla Romeiro

Como lê uma criança cega ou com baixa visão? Através de audiolivros. Estes chegam também, e pela primeira vez, aos alunos com dislexia. O projecto, uma parceria do Ministério da Educação, da Fundação Vodafone Portugal e da Porto Editora, é apresentado esta quinta-feira em Lisboa.
O projecto DAISY 2012 – a sigla inglesa Digital Accessible Information System, um sistema digital de acesso à informação – é apresentado na secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa. O objectivo é oferecer a alunos e a professores um software de última geração, o EasyReader, para leitura de audiolivros digitais.

O programa criado em 2005 e que até agora contemplava apenas alunos cegos e com baixa visão, estende-se agora aos estudantes com dislexia que passam a poder ler e ouvir em simultâneo, facilitando-lhes a compreensão do que lêem. O programa informático tem como objectivo facilitar a leitura e permite ao estudante controlar a velocidade de leitura, mas também escolher o tipo e o tamanho da letra, mudar a cor de fundo e utilizar atalhos no teclado. Por exemplo, um aluno com baixa visão pode aumentar o tamanho da letra até conseguir lê-la ou um disléxico pode mudar a cor do fundo do texto de maneira a facilitar-lhe a leitura.

Esta versão “reformulada e melhorada do EasyReader”, permite que os os estudantes tenham acesso a manuais escolares ou outros livros de leitura recomendada, usados por milhares de estudantes portugueses, explica Filomena Pereira, directora de serviços de educação especial da Direcção-Geral de Educação (DGE).

Ao todo estão a ser produzidos cerca de quatro dezenas de manuais escolares e obras de leitura recomendada, que deverão chegar ainda este ano lectivo a largas centenas de alunos cegos ou com baixa visão e com dislexia, informa o gabinete de comunicação da Vodafone. Dos audiolivros produzidos destacam-se os manuais das disciplinas de História, Ciências Naturais, Tecnologias de Informação e Comunicação e obras de leitura recomendada, como Os Lusíadas, Os Maias e Viagens na Minha Terra.

Portanto, com o novo software os alunos com necessidades educativas especiais deixam de estar limitados à oferta disponibilizada pela DGE e passam a ter acesso a outro tipo de literatura portuguesa e estrangeira. O acesso “torna-se universal” congratula-se Filomena Pereira.

Já os professores podem produzir conteúdos áudio para os seus alunos, através do uso deste programa. Para esta produção de conteúdos especializados, a DGE vai promover acções de formação.

300 licenças gratuitas

A partir do dia de hoje vai estar aberto um concurso na página online da DGE, para que alunos e professores das várias escolas do país possam concorrer e adquirir este software. Para o efeito, serão disponibilizadas 300 licenças de forma gratuita. Filomena Pereira prevê “receber imensos pedidos do ensino secundário e 3.º ciclo” e espera conseguir “satisfazer todos os alunos cegos ou de baixa visão”.

No caso de alunos com dislexia não faz antevisões, uma vez que o DAISY “é um projecto experimental em Portugal” e a “utilização do software tem de ser devidamente acompanhada”. Vão ser os professores a fazê-lo, com monitorização, acrescenta.

Segundo Filomena Pereira, o “projecto é crucial no acesso à informação destes alunos”, pois tal como “qualquer pessoa, os invisuais e disléxicos têm direito à informação, a estar informados”.

À parceria entre a DGE e a Fundação Vodafone junta-se a Porto Editora. O objectivo é garantir a sustentabilidade do projecto: a DGE supervisiona a adaptação dos manuais a produzir, a Porto Editora fornece os conteúdos digitais e a Vodafone financia integralmente a produção das respectivas matrizes e suporta o custo das licenças do software EasyReader.

O projecto DAISY pretende “contribuir para o desenvolvimento da Sociedade de Informação, combater a infoexclusão, o insucesso escolar e difundir as novas tecnologias em Portugal”.

 

Documentário – Child Slave Labourers – The fight against child labour

Outubro 26, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Today, people from every part of the globe are participating in  World Day Against Child Labour to end this shame. The documentary ‘Child Slave Labourers’ by Hubert Dubois and shown on Arte, demonstrates how  such child labour remains a scourge of our time. Part of the film was  shot last year in Burkina Faso and bears on the projects of Terre des  hommes for children exploited in mines and quarries, Touareg refugees and young girls working as domestics.

Sessão de Apresentação do Projecto “Crescer + IGUAL”, à comunidade educativa da Região de Lisboa, para o ano lectivo 2012/2013

Outubro 26, 2012 às 10:37 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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II Congresso Internacional de Educação Social

Outubro 26, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até 7 de Novembro

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Na Figueira da Foz, a Escola Dr.Bernardino Machado promove o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família em parceria com o Instituto de Apoio à Criança

Outubro 25, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A  Escola Dr. Bernardino Machado, na Figueira da Foz, promove Gabinete de Apoio à Aluno e à Família, um projeto no âmbito da Mediação Escolar e em parceria com o Instituto de Apoio à Criança. Este projeto pretende combater o absentismo e o abandono escolar, assim como estabelecer estratégias de combate à exclusão social.

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