Cyberbullying only rarely the sole factor identified in teen suicides

Outubro 30, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site EurekAlert! de 20 de Outubro de 2012.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Cyberbullying and Suicide: A Retrospective Analysis of 22 Cases

NEW ORLEANS – Cyberbullying – the use of the Internet, phones or other technologies to repeatedly harass or mistreat peers – is often linked with teen suicide in media reports. However, new research presented on Saturday, Oct. 20, at the American Academy of Pediatrics (AAP) National Conference and Exhibition in New Orleans, shows that the reality is more complex. Most teen suicide victims are bullied both online and in school, and many suicide victims also suffer from depression.

For the abstract, “Cyberbullying and Suicide: A Retrospective Analysis of 41 Cases,” researchers searched the Internet for reports of youth suicides where cyberbullying was a reported factor. Information about demographics and the event itself were then collected through searches of online news media and social networks. Finally, descriptive statistics were used to assess the rate of pre-existing mental illness, the co-occurrence of other forms of bullying, and the characteristics of the electronic media associated with each suicide case.

The study identified 41 suicide cases (24 female, 17 male, ages 13 to 18) from the U.S., Canada, the United Kingdom and Australia. In the study, 24 percent of teens were the victims of homophobic bullying, including the 12 percent of teens identified as homosexual and another 12 percent of teens who were identified as heterosexual or of unknown sexual preference.

Suicides most frequently occurred in September (15 percent) and January (12 percent) although these higher rates may have occurred by chance. The incidence of reported suicide cases increased over time, with 56 percent occurring from 2003 to 2010, compared to 44 percent from January 2011 through April 2012.

Seventy-eight percent of adolescents who committed suicide were bullied both at school and online, and only 17 percent were targeted online only. A mood disorder was reported in 32 percent of the teens, and depression symptoms in an additional 15 percent.

“Cyberbullying is a factor in some suicides, but almost always there are other factors such as mental illness or face-to-face bullying,” said study author John C. LeBlanc, MD, MSc, FRCPC, FAAP. “Cyberbullying usually occurs in the context of regular bullying.”

Cyberbullying occurred through various media, with Formspring and Facebook specifically mentioned in 21 cases. Text or video messaging was noted in 14 cases.

“Certain social media, by virtue of allowing anonymity, may encourage cyberbullying,” said Dr. LeBlanc. “It is difficult to prove a cause and effect relationship, but I believe there is little justification for anonymity.”

A força da sensibilização nas mudanças necessárias Crónica de Dulce Rocha na revista Visão

Outubro 30, 2012 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Crónica quinzenal da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na revista Visão de 29 de Outubro de 2012.

O Conselho da Europa decidiu publicar uma obra com excelentes ilustrações, destinada a combater os castigos corporais na criança

Com o formato aliciante de perguntas e respostas, estou em crer que este livro contribuirá para consciencializar pais e educadores no sentido da inadmissibilidade da violência, e, se for devidamente divulgada, revelar-se-á muito útil. Aí se defende como é prejudicial para a criança o castigo corporal, que humilha em vez de disciplinar, que passa para a criança a mensagem indesejável de que a violência é um método tolerável, que cria perigos físicos e psicológicos e conduz à aceitação da violência interpessoal, que continua a ser, de acordo com a apreciação a Organização Mundial de Saúde, desde a década de 80, o mais grave problema de saúde pública que enfrenta a humanidade.

Na verdade, quando no passado dia 18 de Outubro, na sessão que teve lugar no Centro de Estudos Judiciários para assinalar o Dia Europeu contra o Tráfico de Seres Humanos, ouvi dizer que nas últimas três décadas tinham sido traficadas mais mulheres e crianças do que nos trezentos anos de escravatura, pensei como ainda era tão necessária a luta pela dignidade da pessoa humana e como nos deveríamos todos sentir convocados para tomar parte nela.

Quase simultaneamente, foi publicado um estudo pela American Political Science Review, disponível no Cambridge Journals Online, de Mala Htun e S. Laurel Weldon “The Civic Origins of Progressive Policy Change: Combating Violence against Women in Global Perspective”, que teve o condão de espalhar a esperança. Trata-se de um estudo muito credível, não apenas porque aquela é uma das revistas de Ciência Política mais conceituadas em todo o Mundo, mas sobretudo devido ao facto de ter observado dados de setenta Países durante quatro décadas.

As investigadoras, que demoraram cinco anos a tratar cientificamente os dados e as estatísticas fornecidas, concluíram que as campanhas de sensibilização levadas a cabo pelos movimentos de defesa dos direitos das mulheres e outras organizações da sociedade civil foram determinantes nas múltiplas mudanças operadas, e com mais impacto e maior extensão do que conseguiram, por exemplo, as deliberações sobre paridade nos partidos políticos, a riqueza dos Países ou até mesmo a inclusão de mulheres na composição dos Governos.

Confesso que, pese embora o facto de ter empiricamente essa perceção, foi bastante reconfortante saber que a nível científico se reconhece agora a influência tão positiva das campanhas de sensibilização na mudança de comportamentos.

O Instituto de Apoio à Criança tem procurado ter um papel importante nesse movimento de consciencialização combatendo a violência contra a criança, sob as suas mais diversas formas, desde os maus tratos à violência sexual, desde a negligência ao trabalho infantil, através de ações de sensibilização, promovendo a reflexão sobre temas atuais da maior relevância, e criando para o efeito serviços inovadores como as linhas de atendimento telefónico “SOS Criança” ou o “Projeto das Crianças de Rua”.

Outra das apostas do IAC tem sido a de estabelecer parcerias, com vista à partilha de experiências e de metodologias de intervenção. Promoveu há mais de vinte anos a criação da Rede “Construir Juntos”, que atualmente integra mais de uma centena de instituições de Norte a Sul do País e que é um exemplo de boas práticas e que todos os anos reúne para avaliação do trabalho desenvolvido.

Há dois anos, foi lançada a Rede de Jovens “Crescer Juntos”, permanente desafio do exercício do Direito à Participação, que a ONU entende ser o Direito reconhecido na Convenção sobre os Direitos da Criança que tem sido mais difícil de executar.

Estou convicta que este é o caminho para a mudança necessária. E lembro, mais uma vez, a história do colibri que perante um fogo gigantesco na floresta, não parava de levar água no seu minúsculo bico. O elefante disse-lhe da sua surpresa: “Achas mesmo que vale a pena o esforço?” E o colibri respondeu-lhe muito firme: “Eu só estou a fazer a minha parte”. É este espírito que, creio, deve guiar-nos nesta aventura que é a vida para que, como dizia Jorge de Sena no seu magnífico poema Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Góia consigamos “manter-nos fiéis à honra de estarmos vivos”.

Afinal o Caracol… Poesia para Bebés

Outubro 30, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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afinal o Caracol…

Teatro
Andante – Associação Artística

Espectáculo de  promoção da leitura para bebés,  com poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e ilustrações de Mafalda Milhões. A  história  de  um  caracol, das cócegas que ele fazia, de como ele virava e girava, e de como acabou por não cair. Brincamos com as palavras. São o nosso brinquedo favorito. Brincamos com a música das palavras, com a leveza das palavras, com o tamanho das palavras, com a pressa e a lentidão das palavras e também… com o silêncio.

Duração: 25 minutos Público-alvo: Dos 6 meses aos 3 anos (Sessão às 11h00 e 15h00) Para todos (17h30) Bilhetes: Gratuito para bebés e crianças até aos 3 anos Adultos – 8€

03 Novembro 2012, Sáb. 11h00, 15h00, 17h30

Inscrições limitadas!!

Bichinho do Conto

Inscrições, Reservas e Informações: Tel: +351 262 958 610

info@obichinhodeconto.pt

 

Encontro Nacional – A Dislexia em Tese

Outubro 30, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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