DocLisboa 2012 Actividades Pedagógicas

Outubro 17, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Seminário Anual Rede Construir Juntos 2012

Outubro 17, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sob o mote do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e Solidariedade entre Gerações, o IAC vai promover no dia 22 de Outubro de 2012, no IPJ de Moscavide em Lisboa, o Seminário Anual da Rede Construir Juntos, com o tema “Gerações Solidárias”.

Neste encontro pretende-se, partilhar experiências, aprofundar conhecimentos e proporcionar novas abordagens de intervenção.

Inscrição: Gratuita, mas obrigatória Data limite de inscrição: 19 de Outubro de 2012

Programa e Inscrição Aqui

Os bebés já sabem muito quando nascem

Outubro 17, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 5 de Outubro de 2012.

A psicóloga Elizabeth Spelke prova que possuímos capacidades cognitivas inatas quando nascemos.

Muitas formas do conhecimento humano são inatas, nascem connosco, revelam as experiências pioneiras feitas no laboratório de Elizabeth Spelke, investigadora e professora de psicologia na Universidade de Harvard (EUA), que foi esta semana uma das oradoras do Simpósio de Neurociências na Fundação Champalimaud, em Lisboa.

Nos últimos 20 anos, Spelke mudou profundamente a maneira como a comunidade científica encara a mente dos bebés, que antes era definida como algo que só adquire conhecimento através da experiência, da educação e da socialização.

Para saber os segredos da cognição humana e da organização da mente, a cientista prefere investigar os bebés e não os adultos. “A mente humana é extremamente complicada, em especial a adulta, onde há uma grande variabilidade nas pessoas que vivem em diferentes culturas e circunstâncias”, justifica a psicóloga. “Mas quando olhamos para as crianças, há menos diversidade e vemos de uma forma mais clara as nossas capacidades cognitivas fundamentais.”

Por outro lado, “os segredos da mente humana só serão revelados através de uma visão multidisciplinar que não inclua apenas a investigação que eu faço”, explica. Para isso é necessário responder a questões cruciais sobre a relação entre a inteligência humana e a de outros animais, porque as técnicas mais poderosas para estudar o cérebro humano só podem ser aplicadas em animais.

Propriedades básicas

“Quando comparamos as capacidades cognitivas de um humano

Elizabeth Spelke diz que investigar a mente dos bebés permite ver as nossas capacidades cognitivas fundamentais adulto com as dos animais, há uma enorme diferença, mas se o fizermos com bebés vemos mais as semelhanças, encontramos as propriedades básicas das nossas mentes, que evoluíram em grande medida antes de emergirmos como uma espécie, e que tornam hoje possível a inteligência e a aprendizagem”, salienta Elizabeth Spelke.

Mas afinal o que sabem realmente os bebés nos primeiros meses de vida, que capacidades inatas possuem? “Consideremos, por exemplo, a capacidade para seguir e reconhecer objetos. Os bebés parecem ter sido ‘construídos’ para dividir o mundo percetível que veem em partes relacionadas que estão separadas uma a uma e que se movem como se estivessem ligadas, de uma forma contínua, mesmo quando estão fora de vista.”

Partilham o nosso esquema conceptual, embora não reconheçam quase todos os objetos numa cena. “Os bebés têm alguma sensibilidade para as faces humanas, para os corpos humanos e dos animais, mas não para simples artefactos como mesas, cadeiras, chávenas, etc. Mostram algumas das nossas capacidades, mas não todas”.

Do concreto ao abstrato

A investigadora esclarece que “isto também é verdade quando nos movemos de um domínio concreto de reconhecimento de objetos percetíveis para domínios abstratos, como os números”. Uma boa parte da investigação que Spelke tem feito é precisamente sobre estes conceitos abstratos e concluiu que “bebés com um ou dois dias de vida, acabados de nascer, são sensíveis aos números, mas apenas a números aproximados”. Conseguem distinguir um grupo de quatro objetos de um conjunto de 12, que diferem numa razão de 3 para 1.

“As nossas experiências provam que a base desta discriminação é o número, embora numa representação muito imprecisa.” Nas experiências são mostradas diferentes imagens aos bebés e deduzem-se quais as mais apelativas pelo tempo que dura a sua atenção sobre elas.

Quando as crianças crescem, a representação fica progressivamente mais precisa e por volta dos quatro anos começam a usar este sistema para construir representações simbólicas únicas dos números. Além de objetos e de números, os bebés também têm noções básicas de geometria — tema da intervenção de Elizabeth Spelke no Simpósio de Neurociências — e de cognição social.

Virgílio Azevedo

vazevedo@expresso.impresa.pt

 

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza – 17 de Outubro

Outubro 17, 2012 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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International Day for the Eradication of Poverty 2012 Nações Unidas

Mensagem da EAPN por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza_ 2012

Actividades da EAPN Portugal por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

EAPN commemorates International Day for the Eradication of Poverty

 

 

Violência doméstica e crimes sexuais diminuíram em 2011

Outubro 17, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 3 de Outubro de 2012.

Os processos de violência doméstica, de crimes sexuais contra menores e de ilícitos associados à droga diminuiram no Distrito Judicial de Lisboa em 2011, enquanto os instaurados por infrações rodoviárias aumentaram mais de 30 por cento.

No relatório de 2011, a Procuradoria-Geral da República (PGR) inscreve um total de 10.416 processos de violência doméstica, menos 87 do que em 2010, ano em que se constataram oito casos de homicídio entre os 10.503 inquéritos.

Nos crimes sexuais, entre os quais abuso de crianças, lenocínio e pornografia de menores, desceu de 805 inquéritos, em 2010, para 659, no ano passado, o que corresponde a menos 18 por cento.

Também decresceu o número de registos de violência na escola, embora o valor tenha sido muito ligeiro: 159 inquéritos em 2011 (166 em 2010).

Na criminalidade associada à droga, registaram-se menos 216 processos instaurados, baixando o total para 3.122.

Nas infrações rodoviárias no distrito de Lisboa, a PGR apurou um aumento na ordem dos 29,1 por cento (2.636 processos instaurados em 2011) e na criminalidade relativa a resistência e coação a funcionário houve um acréscimo de 31,8 por cento (696 inquéritos).

No final de 2011, o Distrito Judicial de Lisboa tinha 79.134 inquéritos pendentes, dos quais 9.891 transitaram de 2009 e anos anteriores, o que corresponde a 4,3 por cento dos processos iniciados em 2011 (226.659).

No Distrito Judicial do Porto, o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) registou a entrada de 33.052 processos (menos 924 do que em 2010), tendo-se movimentando um total de 42.627 (menos 2.301) e encerrado 34.525 – 2.821 com pronúncia, 29.255 por arquivamento.

O número de processos de crimes contra o património e as pessoas, com o recurso a armas brancas e de fogo a aumentar, fixou-se em 2.821 processos.

Em 2011, foram acusados 122, por tráfico de estupefacientes, 168, por crimes contra o Estado, 317, contra a vida em sociedade, 196, relacionados com cheques, 46, de abuso sexual, e 1.156, de violência doméstica.

No Distrito Judicial de Coimbra, diminuiu o número de inquéritos distribuídos (78.110, menos 3,17 por cento do que em 2010), o de processos movimentados (109.799, menos 3,83 por cento) e o de ações concluídas (81.619 contra 82.646 do ano anterior).

A pendência de processos baixou 11,26 por cento (66,44 por cento estavam-no há menos de oito meses).

Em matéria de jurisdição de família e crianças, foram iniciados 1.089 processos em 2011 (1.070 interpostos pelo Ministério Público), menos 1,74 por cento comparativamente a 2010.

Na área laboral, o Ministério Público instaurou e contestou 284 ações em representação do Estado e de trabalhadores e presidiu a 3.055 tentativas de conciliação.

No Distrito Judicial de Évora, voltou a aumentar ligeiramente o número de inquéritos (0,72 por cento) pelo segundo ano consecutivo: 74.295 processos em 2011, 73.761 em 2010.

Os círculos do Algarve e Setúbal (com mais densidade populacional) concentraram 60,77 por cento da criminalidade do distrito judicial em 2011, correspondendo 15,90 a Faro, 14,44 a Loulé, 15,49 a Portimão e 14,94 a Setúbal.

Esta criminalidade, assinala a PGR, é “semelhante à dos grandes centros, com afloramentos de violência, e virada para novas formas sofisticadas e evoçuídas, designadamente ao nível dos negócios”.

 

 


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