Conferência “Segurança nos Espaços de Jogo e Recreio : o que mudou em Portugal?”

Setembro 3, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Bullying. Um terço dos inquiridos pela Proteste já foram vítimas na escola, trabalho ou Net

Setembro 3, 2012 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 23 de Agosto de 2012.

Por Agência Lusa,

Mais de um terço das 1.240 pessoas inquiridas pela revista Proteste afirmaram já ter sido vítimas de bullying na escola, no trabalho ou na Internet.

Os resultados deste inquérito, que vão ser divulgados na edição de setembro da Proteste, indicam que 12% das vítimas de bullying escolar mantêm recordações que os perturbam mesmo na idade adulta.

O bullying pode ser definido como um comportamento agressivo, físico ou verbal, repetido no tempo em relação a uma vítima que não é capaz de se defender.

“Os inquiridos já adultos sonham com os eventos (14%) ou recordam com sofrimento a situação (36%). No global, há uma prevalência de 20% de bullying escolar retrospetivo, ou seja, recordado pelos nossos inquiridos”, refere o artigo da revista.

Ainda no contexto escolar, só em 21% dos casos os professores ficaram a par da situação de bullying, uma situação que ocorre com maior prevalência até ao 6.º ano.

Segundo a Proteste, faltou à maioria das crianças e jovens instrumentos para resolver o problema, optando por ignorar ou evitar a situação.

O bullying assume maior prevalência nas raparigas, e a timidez, um estilo mais passivo ou uns quilos a mais são os motivos mais indicados.

Aliás, em 47% dos casos, os inquiridos dizem ter sido vítimas por causa da timidez e 28% afirma que foi por ser considerado uma pessoa fraca.

Já no local de trabalho, o bullying (ou mobbing) é mais frequente entre colaboradores com vínculos precários e é um comportamento que afeta a produtividade e o empenho.

Entre os inquiridos ativos do estudo, cerca de um quarto reconheceu ter sido submetido a atos de bullying no emprego, no último ano. As chefias são quem mais exerce este tipo de agressão.

Segundo os dados do inquérito, trabalhadores que são vítimas relatam mais problemas de saúde, estando o bullying associado a cansaço extremo, ansiedade ou depressão.

Na análise feita aos inquiridos que já foram vítimas de bullying no ciberespaço, fica demonstrado que o fenómeno é mais frequente entre os 18 e os 24 anos.

Aqui, a estratégia passa por escrever frases replicadas nas redes sociais ou enviar mensagens sem remetente para provocar medo ou intimidar.

O questionário da Proteste foi enviado em novembro do ano passado a uma amostra representativa da população portuguesa, entre os 18 e os 64 anos, tendo sido recebidos 1.240 questionários válidos.

 

 

Regresso às aulas…. e às mochilas!

Setembro 3, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Diário dos Açores de 22 de Agosto de 2012.

Regresso às aulas…. e às mochilas!

 

Crise económica agrava desmotivação e abandono escolar

Setembro 3, 2012 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Porto Canal de 26 de Agosto de 2012.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora do IAC – Mediação Escolar, é entrevistada na reportagem.

PIVÔ
Há cada vez mais alunos com falta de concentração e dificuldades de aprendizagem. São problemas que resultam das dificuldades económico-sociais das famílias e que têm vindo a aumentar o número de casos sinalizados pelo Instituto de Apoio à Criança.

ORÁCULO
Dificuldades financeiras das famílias têm provocado aumento do número de alunos com problemas de aprendizagem e abandono escolar.

VIVOS.
– Melanie Tavares — psicóloga coordenadora do Instituto Apoio à Criança

Porto Canal – delegação Lisboa
Jornalista: Salomé Pinto
Imagem: Valter Lopes

Mais gordos em Lisboa e no Porto

Setembro 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 8 de Agosto de 2012.

Obesidade infantil agrava-se em Lisboa e no Porto

Por:Sónia Trigueirão

Um terço das crianças portuguesas, cerca de 30,2 %, entre os seis e os oito anos tem excesso de peso, sendo 14,3% obesas. A liderar este grupo surgem as zonas de Lisboa e Setúbal, com 32%; do Porto, com 31%; e do Centro, com 28%. Sendo que o Alentejo e o Algarve apresentam os índices de excesso de peso mais baixos, com 24,1% e 19,5%, respectivamente.

Os dados pertencem a um estudo que está a ser promovido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) e cujos resultados da primeira e segunda fase, realizadas em 2008 e 2010, foram publicados no boletim Epidemiológico do INSA.

O estudo, que seguiu os critérios de avaliação do projecto de vigilância da obesidade infantil da Organização Mundial de Saúde, revela que na base destes números estão comportamentos sedentários e de educação: má alimentação e falta de exercício.

Os alimentos que foram reportados como consumidos frequentemente (seis vezes por semana, no máximo) são os considerados menos saudáveis como refrigerantes, batatas fritas de pacote, doces, pizzas, hambúrgueres e salsichas.

No entanto, entre 2008 e 2010, verificou-se que a percentagem de crianças obesas em Portugal baixou dois pontos percentuais, de 32,2 por cento para 30,2 por cento.

As autoridades temem que a crise agrave a qualidade da alimentação das famílias e que estes números voltem a aumentar até 2013.

A investigadora Ana Rito, do departamento de Alimentação e Nutrição do INSA, refere que no que diz respeito ao exercício é possível melhorar sem gastar: “Não estamos a falar de deixar as crianças no sofá, mas de deixar que brinquem, saltem, corram, que vão ao parque ou até que dancem, se for o caso, o que pode ser feito dentro de casa”.

DISCURSO DIRECTO

“PAIS SÃO OS PRIMEIROS RESPONSÁVEIS”: Ana Bravo, nutricionista, aconselha as famílias a levarem fruta e gelatina para a praia

Correio da Manhã – Há mais pais que procuram levar os filhos a nutricionistas?

Ana Bravo – Sim. Efectivamente, os pais estão mais preocupados com a saúde dos seus filhos. Mas é de referir que são os pais os primeiros responsáveis pela alimentação das crianças

– Tal facto deve-se à falta de informação dos pais?

– Deve-se à falta de informação e aos hábitos que os progenitores também têm e dos quais, muitas vezes, teimam em não abdicar. Tenho algumas situações em que os pais não abdicam de ter em casa alimentos de que eles próprios gostam, mas que o filho não pode comer de maneira nenhuma. Uma criança não tem a mesma percepção que um adulto e os pais têm de saber ajudar os filhos, mesmo que isso implique abdicarem de alguma coisa.

– Nas férias, com a praia, e com a tendência para as refeições rápidas, o que recomenda?

– Primeiro, é importante dizer que é possível comer de forma saudável, mesmo que seja uma sandes. Com crianças é importante levar, por exemplo, frutas e gelatinas para a praia. E pode-se fazer sandes saudáveis de atum em água com alface, tomate e pepino, por exemplo.

– Nas férias, a possibilidade de acordar mais tarde pode levar a saltar refeições. O que recomenda?

– Com crianças há que cumprir as refeições todas. Até para não passar maus hábitos.

 

 


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