XII Palavras Andarilhas

Agosto 13, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As Palavras Andarilhas são uma festa da Palavra – lida, escutada, contada – que de dois em dois anos se faz em Beja – a cidade dos Contos. Este encontro é promovido desde 1999 pela Câmara Municipal de Beja através da Biblioteca Municipal de Beja José Saramago e pela Associação para a Defesa de Património da Região de Beja e assume-se hoje como um grande momento de aprendizagem colectiva, em torno da promoção da leitura, da narração oral e da literatura.

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Juventude de hoje corre o risco de ser uma “geração perdida”, diz Ban Ki-moon

Agosto 13, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 10 de Agosto de 2012.

O secretário-geral das Nações Unidas alertou hoje que a juventude atual, particularmente afetada pela crise económica mundial, corre o risco de se transformar numa “geração perdida” se não forem tomadas medidas urgentes.

Numa mensagem a propósito do Dia Internacional da Juventude, que se assinala no domingo, Ban Ki-moon apela por isso aos governos, ao setor privado, à sociedade civil e às universidades que “abram as portas” aos jovens e reforcem parcerias com organizações lideradas por jovens.

“Vamos apoiar os jovens do nosso mundo para que eles se tornam adultos que criem gerações de líderes ainda mais produtivos e poderosos”, diz o secretário-geral.

Para o responsável máximo da ONU, a atual geração de jovens é a maior que o mundo jamais conheceu, mas muitos, “incluindo aqueles que são altamente qualificados, têm salários muito baixos, estão em empregos sem futuro ou desempregados”.

“A crise económica mundial atingiu mais gravemente a juventude e muitos estão compreensivelmente desanimados por causa das desigualdades crescentes”, pode ler-se na mensagem.

Sublinhando que o trabalho com os jovens e para os jovens é uma das suas principais prioridades, Ban Ki-moon considera a juventude “uma força transformadora”: “São criativos, engenhosos e agentes entusiastas da mudança, quer seja na praça pública, quer no ciberespaço”.

E recorda que, tanto nos seus “esforços para alcançar a liberdade, democracia e a igualdade”, como na sua mobilização em torno da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, “a juventude demonstrou uma vez mais, energicamente, a sua capacidade e o desejo de inverter o curso da história mundial”.

Ban Ki-moon recorda que as aspirações dos jovens “vão muito além do emprego” e defende que é preciso “ouvir e dialogar com os jovens”.

“Chegou a hora de integrar as vozes de jovens de forma mais significativa em processos de decisão a todos os níveis”, diz o secretário-geral da ONU, deixando o aviso: “A juventude pode determinar se nesta era nos movemos em direção a um maior perigo ou em direção a uma mudança positiva”.

O relatório do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) sobre a situação da População Mundial em 2012, publicado em outubro, revelou que nunca houve tantos jovens no mundo. Segundo o documento, os jovens representam quase metade dos sete mil milhões de cidadãos do mundo.

Na apresentação do relatório em Lisboa, Tânia Patriota, que representava o diretor-executivo daquele organismo, Babatunde Osotimehin, considerou necessário “atuar com rapidez para preparar os jovens” para assumirem papéis relevantes na sociedade.

“Uma das grandes mensagens do relatório é que a juventude é um bónus, é um dividendo e tem de ser aproveitada mais do que nunca”, reiterou na altura a responsável.

Lusa

Estudo sugere que trabalhar após oito meses de gravidez afecta saúde do bebé

Agosto 13, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 28 de Julho de 2012.

Pode consultar o resumo do estudo mencionado na notícia:

Intrafamily Resource Allocations: A Dynamic Structural Model of Birth Weight

Por PÚBLICO

Um estudo de três economistas da Universidade de Essex, em Inglaterra, sugere que trabalhar no último mês de gravidez afecta o desenvolvimento do bebé de forma semelhante ao tabaco, levando a que este nasça com menos peso.

Os responsáveis pelo estudo, noticia o jornal britânico The Guardian, analisaram dados de 31 mil mulheres. Esta informação foi retirada de três estudos, dois do Reino Unido e um dos EUA. Os dados das mulheres do Reino Unido foram recolhidos entre 1991 e 2001 e os das mulheres nos Estados Unidos dizem respeito a nascimentos entre o início da década de 1970 e 1995.

As mulheres que pararam de trabalhar entre os seis e os oito meses de gravidez tiveram bebés, em média, 230 gramas mais pesados do que as que trabalharam para lá do oitavo mês. Este efeito no peso é semelhante ao das mulheres que fumam quando estão grávidas.

Os investigadores observaram ainda que nas mulheres com menos de 24 anos o facto de trabalharem não teve efeito no peso das crianças.

Marco Francesconi, um dos académicos que assina o estudo, lembrou ao Guardian que o baixo peso no nascimento está correlacionado com um menor sucesso escolar, mortalidade mais elevada e salários mais baixos.


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