Physical Punishment in Childhood Tied to Mental Disorders

Agosto 2, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da PsychCentral de 5 de Julho de 2012.

O artigo mencionado na notícia é o seguinte:

Physical Punishment and Mental Disorders: Results From a Nationally Representative US Sample

Foto da PsychCentral

Foto da PsychCentral

By Traci PedersenAssociate News Editor
Reviewed by John M. Grohol, Psy.D. on July 5, 2012

Individuals who are physically punished are at greater risk of developing a mental disorder, such as anxiety, depression or another personality disorder, according to researchers at the University of Manitoba in Canada.

Approximately two to seven percent of mental disorders in the study were tied to physical punishment.

Lead study author Tracie Afifi, Ph.D., evaluated data from a government survey of 35,000 non-institutionalized adults in the United States, taken between 2004 and 2005. Almost 1,300 of the participants (all over the age of 20) had experienced some form of physical punishment throughout their childhood.

Many of these reported they had been pushed, slapped, grabbed, shoved or hit by their parents or adult living in the house. Six percent of these respondents said their punishment may have been more than just spanking either “sometimes,” “fairly often” or “very often.”

Individuals who suffered a harsh physical punishment were more likely to have a range of mood and personality disorders or abuse to drug and alcohol.

Almost 20 percent of those who remembered being physically punished had suffered depression, and 43 percent had abused alcohol at some point in their life. This is compared to 16 percent of people who were not hit or slapped who complained of having suffered depressed and 30 percent who abused alcohol.

Afifi and her team were sure to not include those who have reported being physically, sexually or emotionally abused. Afifi also took into consideration those parents or legal guardians who had been treated for mental illness, race, income and level of education.

Although some experts are against physical punishment, others believe it is fine in certain circumstances. Dr. Robert Larzelere, a psychologist from Oklahoma State University thinks that severe punishment is not appropriate, but for younger children spanking may be suitable as long as the child views the spanking as a motivational tool for their behavior and overall good.

Although the results cannot prove a direct correlation, the physical punishment may lead to chronic stress, which in turn could increase a child’s chance of developing depression or anxiety.

Knox suggests that parents choose other ways of punishment such as “time out” or using positive reinforcements as a reward for good behavior.

The study was published in the journal of Pediatrics.

Source: Journal of Pediatrics

Man abusing child photo by shutterstock.

Os pais devem proteger os filhos mas não fazer o caminho por eles

Agosto 2, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), ao i no dia 24 de Julho de 2012.

Filhas de pais superprotectores têm tendência a ser obesas

Agosto 2, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 24 de Julho de 2012.

O Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança), é entrevistado na notícia.

Por Márcia Oliveira

A imagem de um mundo ameaçador causa ansiedade às crianças fazendo com que procurem na comida sensações de segurança.

Raparigas de pais superprotectores são mais propensas ao desenvolvimento da obesidade. Um estudo feito por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) revela que a imagem de um mundo ameaçador transmitida pelos pais aos filhos, causa-lhes ansiedade o que provoca um aumento da produção pelo organismo de cortisol, a hormona de stress, o que acontece principalmente no sexo feminino.

Estes casos, denominados pelos especialistas como vinculação insegura, fazem com que as crianças procurem sensações de segurança e conforto em actos básicos como comer. “Os dados sugerem que, quando existe vinculação insegura, os rapazes tendem a exteriorizar o comportamento, tornando-se agressivos, por exemplo, mas as meninas parecem internalizar as emoções, comendo”, explicou Inês Pinto, estudante do Programa Doutoral em Metabolismo da FMUP e a investigadora principal da análise.

Ao i, Rita Jonet, psicóloga infantil, afirma que, normalmente, a superprotecção cria “imensa” insegurança nas crianças o que faz com que arranjem “formas de adaptação”. “Há uns que se refugiam na alimentação, outros que começam a dormir pior e ainda há aqueles que ficam mais agressivos. As formas de reagirem têm a ver com a personalidade de cada um, com o contexto, enfim, com os seus lados mais frágeis que vêm ao de cima”, refere.

Segundo a especialista, existe uma tendência cada vez maior para os pais serem superprotectores: “As pessoas têm cada menos menos filhos, portanto, quando nasce uma criança ela é tão desejada, é tudo tão canalizado para ela, que as expectativas são grandes”, diz.

Manuel Coutinho, psicólogo clínico e secretário-geral do Instituto de Apoio à Criança (ICA), também concorda que é por as famílias terem menos crianças que têm cada vez mais atenção. “As crianças são cada vez mais um bem escasso e a preservar. Depois, vemos também muita desestruturação familiar, o que faz com que em muitas famílias monoparentais, quando as crianças estão com o pai ou a mãe, tratem o seu filho como o seu ‘ai Jesus’. Isto faz com que as crianças acabem por crescer com muita, muita superprotecção e isso nem sempre é bom”, realça.

No entanto e, de acordo, com o estudo da FMUP, as raparigas que procuram na comida uma forma de lidar com o stress podem ser “empurradas” para outro tipo de comportamento como a bulimia. Isto, porque quando sujeitas a dietas para tentar resolver a obesidade, “tendem a não ter sucesso, deixando-as frustradas”. “São casos de alimentação emocional”, realça Inês Pinto.

Para resolver a situação, a investigadora defende ser necessário “alterar emoções e ensinar a lidar com o stress, através de intervenções psicoterapêuticas que corrijam a relação criança e cuidador”. Como tal, Inês Pinto aconselha aos pais a “procurar ajuda para as meninas com excesso de peso e com uma personalidade introvertida, sobretudo quando a alteração da dieta não surte efeito”.


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