Curso de Formação Museu, Arte e Educação – Leitura de Imagens

Julho 20, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Curso de formação com a duração de 15 horas presenciais a que corresponde 0,6 créditos.

Público-alvo: Professores do 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico e Secundário

Formadora: Maria de Lourdes Riobom

Local: Museu Nacional de Arte Antiga – Lisboa

Cronograma:
25, 26 e 27 de Julho
das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00

OBJECTIVOS GERAIS:
– Promover um conhecimento de metodologias e estratégia de interligação entre o Conhecimento e a Arte;
– Dinamizar novas abordagens aos conteúdos dos programas oficiais;
– Articular conhecimentos e novas estratégias de ensino-aprendizagem;
– Implementar estratégias de Educação pela Arte;
– Valorizar o papel do conhecimento cientifico e da Arte/História/Ciência como elemento agregador do saber individual e colectivo integrado nos espaços museológicos.

OBJECTIVO ESPECIFICO:
– Desenvolver conhecimentos sobre a leitura de imagens e da Arte como elemento associativo dos diferentes conhecimentos disciplinares para uma aprendizagem em contexto.

CONTEÚDOS:
– O Museu como sala de aula:
A didáctica no Museu; O Museu como local de Aprendizagem e Conhecimento em contexto. As ofertas exploratórias do Museu; O trabalho dos Serviços Educativos.
– Museologia, Arte, História, Ciência e Educação:
Nova Museologia; Educação pela Arte e Educação Artística. A Ciência como elemento agregador do Conhecimento. A Educação no espaço do Museu e as perspectivas múltiplas de oportunidades de aprendizagem pela descoberta. A criatividade como fusão de factores.
– Leitura de Imagens:
Mostrar de forma sucinta, como ensinar a ver, como se podem dar aos professores pistas para que estimulem os seus alunos a ver e reflectir sobre imagens de diferentes épocas. Isto é, ajudá-los a fazer com que os alunos se deixem seduzir pelo contacto directo com a obra de arte, se interroguem sobre ela, aprendam a vê-la, a senti-la, a interpretá-la de modo a que, a partir desta análise, se possa gerar conhecimento, quer sobre si próprio, quer sobre o mundo em que vivemos.

Preços:
Associados APECV (com as quotas em dia) 40,00 €
Não Associados: 80,00 €

Consulta Pública – Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil

Julho 20, 2012 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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A Direção-Geral da Saúde coloca em consulta pública, até ao próximo dia 3 de agosto de 2012, o documento “Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil”, na sequência do Programa-tipo de Atuação em Saúde Infantil e juvenil, criado em 1992 e cuja última revisão havia sido efetuada em 2005.

 Podem responder a esta consulta pessoas singulares ou coletivas, públicas ou privadas, com interesses ou competências nas referidas áreas.

A submissão dos contributos pode ser efetuada através do endereço contributos.pnsij@dgs.pt

Consultar o documento aqui

 

Portugal preside à EAPN

Julho 20, 2012 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da FocusSocial de 14 de Junho de 2012.

O Instituto de Apoio à Criança, associado em nome colectivo da EAPN Portugal, congratula-se com a nomeação do Drº Sérgio Aires como novo presidente da EAPN Europa.

A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, escreveu um artigo de opinião na revista Focussocial no dia 31 de Maio de 2012. O artigo também está disponível na edição impressa da revista FocusSocial.

O dia da criança / Dulce Rocha
In: Focussocial. – n. 1 (Maio 2012), p. 31

A presidência da EAPN foi confiada à Rede Europeia Anti-Pobreza de Portugal que durante os próximos três anos estará no comando daquela organização europeia. A candidatura da EAPN Portugal saiu vencedora das eleições que tiveram lugar, a semana passada, durante a 23ª assembleia-geral da EAPN, na Noruega, onde participaram 29 países.

«Estamos muito satisfeitos por termos merecido o crédito dos nossos pares e por reconhecerem o empenho, seriedade e experiência da Rede portuguesa, durante mais de 20 anos, na luta contra a pobreza e exclusão social. Este é um voto de confiança que nos vai permitir continuar ao serviço, desta vez, num âmbito mais alargado. Estamos aqui, como sempre, para servir os interesses da causa social europeia, na defesa do valor mais elevado, a dignidade humana», diz o presidente da EAPN Portugal, Padre Jardim Moreira.

Desta forma, o sociólogo Sérgio Aires é o novo presidente da EAPN Europa, tendo sido seu ativista desde 1994. O seu discurso assenta, prioritariamente, no “nós” coletivo, enraizado no trabalho de equipa e no espírito de união que defende, nomeadamente para a Europa em que acredita. «Queremos uma Europa que promova a união e cujo acordo fiscal não esteja desfasado do acordo social que defendemos. Queremos uma Europa norteada pelos valores que a fundaram e não uma Europa dividida. Tudo faremos para que a interlocução e a governação sejam, de facto, uma parceria com a sociedade civil, um verdadeiro trabalho conjunto em prol de uma Europa social mais justa, completamente assente nos valores da sua fundação: paz, solidariedade, união», refere Sérgio Aires, recém-eleito presidente da EAPN.

Na vice-presidência da organização ficaram Letizia Cesarini Sforza, da EAPN Itália, Peter Kelly, da EAPN Reino Unido, Olivier Marguery, da EAPN França e Kart Mere da EAPN Estónia.

EAPN propõe Pacto Europeu de Investimento Social

As políticas de austeridade não estão a funcionar. Esta é a principal mensagem retirada da 23ª assembleia-geral da EAPN que já se encarregou de a fazer passar aos Governos e às instituições europeias. A pobreza está a aumentar, fazendo com que os mais pobres paguem o preço da crise que não criaram. Apesar de recentemente se verificarem alguns desenvolvimentos positivos, no sentido de dar uma resposta mais social à crise, a EAPN defende que a mudança não se deve limitar a declarações mas, antes, ser consolidada através de um Pacto Europeu de Investimento Social, alicerçado nas seguintes premissas: o investimento na criação de empregos de qualidade, serviços acessíveis e elevados níveis de proteção social, incluindo esquemas de rendimento mínimo adequado; o fortalecimento do papel do Estado na provisão de bens públicos e promoção da inclusão e coesão social; o desenvolvimento da justiça fiscal – dando prioridade ao imposto progressivo sobre o rendimento, ao imposto sobre o património, ao imposto sobre as transações financeiras, ao combate à evasão fiscal e ao fim dos paraísos fiscais; salvar o Euro e reforçar a estabilidade económica europeia; medir o progresso social e não apenas o desempenho económico.

Durante este encontro foi, ainda, expressa solidariedade para com o povo grego “que parece ter sido abandonado pelos líderes da União Europeia, quando implementaram políticas não tendo em conta as consequências sociais a curto e a longo prazo”.

«Esta abordagem tem tido consequências desastrosas, muitas delas já previstas, nomeadamente pela EAPN» disse Sérgio Aires, acrescentado que «enquanto o combate à pobreza e à exclusão social e a defesa do modelo social europeu não forem verdadeiras prioridades para a política europeia, continuaremos no caminho para a desintegração».

O relançamento da Estratégia Europa 2020, colocando mais seriedade na execução dos objetivos de crescimento inclusivo e de redução da pobreza, ao invés de serem considerados consequência de outras prioridades, foi outra das ideias fortes do encontro de onde saiu reforçada a necessidade de criar um quadro global para a promoção e monitorização do Pacto de Investimento Social. Esta estratégia deve ser reforçada com recomendações de redução da desigualdade e da pobreza, apoiadas pelo investimento financeiro, nomeadamente pelos fundos estruturais com, pelo menos, 25% do orçamento da Coesão a ser alocado ao Fundo Social Europeu e de, pelo menos, 20% deste último ficar circunscrito à inclusão social e ao combate à pobreza.

Oficina Criativa – Morcegos de Monsanto

Julho 20, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição prévia (*) Fátima Inácio ou Carla Pinto, através do telef. 217 803 046.

* As atividades só se realizarão com um mínimo de 5 participantes e têm a lotação máxima de 25.

Nota Será oferecido um lanche aos participantes nas atividades infantis.

Mais informações Aqui

Texto de Dulce Rocha sobre o lançamento do livro de Sérgio Niza “Escritos sobre Educação” durante o 34º Congresso do Movimento da Escola Moderna

Julho 20, 2012 às 8:52 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Veja aqui pormenores sobre o livro

Congresso Aqui

Acidentes infantis diminuíram nos últimos 20 anos

Julho 20, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 11 de Julho de 2012.

A diminuição significativa do número de acidentes com crianças e jovens em Portugal nos últimos 20 anos é positiva, mas não é sinónimo de trabalho concluído, segundo a presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil.

Os acidentes de segurança ainda são “a maior causa de morte, de idas às urgências, de internamento, de anos de vida potencial perdida”, explicou Sandra Nascimento à margem da Conferência “Segurança na Água – o que mudou em 20 anos”, realizada esta quarta-feira, em Faro.

Os dados nacionais registam 551 mortes de crianças e jovens, em 1994, e 90 mortes, em 2010.

Perante a crise económica nacional, a presidente da Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) argumenta que o investimento em projetos que promovam a segurança infantil e juvenil “são investimentos que têm retorno em poupança no Serviço Nacional de Saúde, na área da reabilitação”, entre outras.

“É sempre um investimento que vai ter uma poupança direta, e espero que os acidentes não sejam colocados em segundo plano”, acrescentou, admitindo que venha a ser necessário estabelecer prioridades de intervenção.

A segurança na água é um dos setores em que Portugal ficou pior classificado nos relatórios internacionais a que a APSI tem acesso, e a associação reforça o pedido persistente ao Governo para criar legislação específica para a segurança nas piscinas.

Sandra Nascimento destacou o plano de segurança infantil, que está em fase de discussão na Direção Geral de Saúde e que poderá incluir, nos currículos de ensino básico e secundário, a formação em primeiros socorros, educação para a segurança e aulas de natação.

A presidente da APSI defende que a prevenção não pode ser apenas colocada na mão dos pais e educadores, e que as estruturas que recebem crianças têm de estar preparadas. “É importante perceber que os pais têm responsabilidade mas são falíveis e que há determinado tipo de risco que não é expectável que um pai consiga avaliar”, acrescentou, dando como exemplo o risco de estrangulamento em parques infantis.

No que respeita à segurança na água, Sandra Nascimento diz que o maior risco para as crianças pequenas surge “quando elas têm acesso direto e não acompanhado a uma piscina ou poço, que está em casa ou nas redondezas”.

 

 


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