Dia Mundial da Criança Atividades Lúdicas no Parque da Cidade – Loures

Maio 30, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mostra Final do Concurso A tua Visão sobre os Direitos do Jovem – Exposição dos trabalhos realizados pelos alunos da Escola Secundária Marquês de Pombal

Maio 30, 2012 às 12:19 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Workshops de Artes Performativas Criança e Jovens – Férias de Verão

Maio 30, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Seminário CARONTE – Apoio a Familiares e Amigos de Vítimas de Homicídio – Lisboa, 21 e 22 de Junho

Maio 30, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dia Mundial da Criança na Cinemateca Júnior

Maio 29, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Reportagem da RTP reacende polémica sobre estudo com crianças da Casa Pia

Maio 29, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 28 de Maio de 2012.

Chamaram-lhe “Casa Pia Study”. Foi noticiado pelo PÚBLICO a 14 de Novembro de 2003. Diz respeito a um estudo norte-americano sobre o uso de de amálgamas de mercúrio, os vulgares “chumbos”, nos tratamentos dentários com 500 crianças da Casa Pia. Desde o primeiro dia, houve polémica – que se reacendeu agora, graças a uma reportagem emitida segunda-feira à noite pela RTP1.

Como o PÚBLICO noticiou há nove anos, num trabalho que deu direito a manchete e que se estendia por quatro páginas no interior da edição de 14 de Novembro de 2003, não havia na altura ensaio nacional que pudesse gabar-se de ter um orçamento tão avultado – nove milhões de euros. O “Casa Pia Study” era, à data do seu lançamento, o mais caro projecto do National Institute of Dental Research (NIDCR), um dos 27 centros de pesquisa dos institutos nacionais de saúde norte-americanos.

A ideia do estudo era averiguar se a substância usada e conhecida como os vulgares “chumbos” é perigosa, como sugerem diversos especialistas. Quando o PÚBLICO noticiou o caso, a investigação a cargo da Universidade de Washington e da Universidade de Lisboa, já levava seis anos. As conclusões, apontadas em 2006 e publicadas no The Journal of the American Medical Association (consultável aqui), sugerem que “apesar de ter havido alterações dos níveis de mercúrio [nas crianças que foram tratadas com amálgamas de mercúrio], não foram encontradas diferenças estatísticas significativas nas medições de memória, atenção, funções visuais e motoras”. Os investigadores registaram novo casos de reacções adversas, numa amostra de 5027 crianças, cuja utilização nestes testes tiveram de ser aprovadas previamente por pais ou encarregados de educação. Em troca, tiveram tratamento gratuito.

Em 2004, um extenso documento redigido pelo movimento norte-americano “Campaign for Mercury Free Dentistry” (documento disponível neste endereço), criticava severamente a forma como as 500 crianças portuguesas que participaram nesta investigação tinham sido angariadas. Entre os reparos feitos por este movimento norte-americano, que os documentos que tinham sido entregues aos responsáveis pelas crianças e que dariam autorização aos cientistas para as usar como “cobaias”, não revelava que as amálgamas a utilizar nos tratamentos dentários tinham mercúrio. Um facto que levantaria a suspeita de que nem tudo estava a ser conduzido com a maior lisura.

Pelo contrário, afirma o mesmo documento, as declarações de autorização entregues aos pais e encarregados das crianças norte-americanas – 500 que participaram também no estudo – informavam que as amálgamas continham mercúrio.

Dois anos antes, no decurso de uma convenção em San Diego, EUA, o director do projecto nos Estados Unidos, Michael D. Martin, levantou um pouco o véu aos resultados. Segundo o PÚBLICO de 14 de Novembro de 2003, ao fim de um ano de estudo verificara-se que “as crianças com amálgamas dentais tinham maiores níveis de mercúrio na urina do que as outras. Uma diferença que subsistia nos anos seguintes, mas que, de acordo com os responsáveis pela investigação, se situava em níveis que “não ultrapassam o normal”.

De acordo com a reportagem da RTP, emitida a 28 de Maio de 2012, houve participantes que, no fim dete programa dentário, ficaram com 16 dentes “chumbados”.

A “guerra da amálgama” , como ficou conhecida a disputa entre os que não vêem inconvenientes na utilização dos distos “chumbos” e os que se opõem a este tratamento dentário, chegou ao Congresso dos EUA. Tem sido um tema que divide opiniões e, de acordo com o PÚBLICO, em 2003, a autorização do ex-provedor da Casa Pia suscitou preocupações éticas: O antigo provedor Luís Rebelo assinou as autorizações por cerca de uma centena de alunos, relatava o PÚBLICO, cujo trabalho assinado pela jornalista Ana Cristina Pereira, referia que a entidade que supercisionava este estudo, a Data Safety Monitoring Board (DSMB), ficou inquieta com o procedimento de angariação de voluntários: “oferecer cuidados médicos para conquistar para uma investigação pessoas que, de outro modo, ficariam com os dentes a apodrecer na boca poderia encarar-se como um tipo de coacção”. Porém, “venceu o contra-argumento: o tratamento era genericamente aceite. E se fosse a pagar a população-alvo não teria, provavelmente participado”, referiu na altura o investigador principal, Timothy A. DeRouen.

Notícia substituída às 10h13 de 29/05: substituído todo o texto, para acrescentar toda a informação de contexto e toda a conclusão do estudo, bem como o título anterior: “500 crianças da Casa Pia usadas como cobaias em estudo norte-americano”. Recorde o trabalho do PÚBLICO em 2003: pág. 2, pág.3, pág. 4, pág. 5

 

 

 

Conferência Introdução à Arte-Terapia

Maio 29, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sociedade Portuguesa de Arte-Terapia

Campo Grande, 30 – 10ºC – 1700-093 Lisboa

tel. 210998922                spat.pt@gmail.com

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Chegava à escola e partia os dentes ao primeiro que me olhava de lado

Maio 29, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 27 de Maio de 2012.

 

Há muito que o Instituto de Apoio à Criança trabalha com pequenos delinquentes e jovens com anos de abandono escolar. Mas “a realidade é cada vez mais pesada”. E no final do ano passado, reviu-se a estratégia.

Como ensinar quem está obrigado pelo tribunal a aprender a recusar a violência e a não ser violento?

Chegava à escola e partia os dentes ao primeiro que me olhava de lado

1 de Junho Dia Mundial da Criança no Museu Coleção Berardo Um dia para pessoas pequenas

Maio 29, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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©MCB_Hugo Barata, 2011

©MCB_Hugo Barata, 2011

 

servico.educativo@museuberardo.pt

tel. 21 361 28 00

iPhone vai ajudar a encontrar crianças desaparecidas

Maio 28, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TVI24 de 22 de Maio de 2012.

 

Aplicação poderá também ser usada noutros smartphone e chega este ano a Portugal

Por: tvi24 / CLC

A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) vai lançar este ano um sistema de localização de crianças em espaços públicos, que pretende alargar posteriormente às praias, anunciou a presidente da instituição.

«A aplicação consiste num sistema de localização de crianças desaparecidas em espaços públicos», nomeadamente em estádios de futebol, disse Patrícia Cipriano à agência Lusa, a propósito do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, assinalado a 25 de maio.

A responsável explicou que os pais que tiverem um sistema «iphone» ou «smartphone androi» podem colocar a fotografia dos filhos, acompanhada da descrição física do menor e de outras informações que considerem importantes.

«Se ocorrer uma situação de desaparecimento, os pais carregam num botão de alarme e a imagem da criança aparece no ecrã gigante do estádio e simultaneamente é dado o alerta na polícia», adiantou.

Com este sistema, «em questões de segundos, todas as pessoas, não só no estádio, vão ficar alerta para seguir aquela criança», disse, defendendo que a polícia também deve «intervir imediato» na procura do menor.

A associação pretende alargar este sistema às praias: O criador do equipamento (uma empresa inglesa) «já está a sensibilizar alguns autarcas para a necessidade de adoção deste sistema para a vigilância nas praias».

A ideia de utilização de um dispositivo para localizar menores tem sido defendida pelo diretor da Unidade de Informação e Investigação criminal da Polícia Judiciária.

«Porque é que as crianças que fazem percursos sozinhas, principalmente em zonas suburbanas ou rurais, não podem ter um dispositivo na mochila ou no relógio que dê a sua localização através de GPS da criança», questionou Ramos Caniço.

No caso de desaparecimento, «a criança é logo localizada», disse, ressalvando que a adoção deste sistema será sempre voluntário.

Patrícia Cipriano adiantou que, em 2011, foram contabilizados só pela PJ cerca de 1.500 desaparecimentos, «um número que aumentou cerca de 50 casos» relativamente ao ano anterior.

«A PJ resolve a esmagadora maioria desses casos. Outros continuam em investigação e são esses que nos preocupam. Também nos preocupam as fugas e os raptos parentais, que são muito maltratados em Portugal e estão a aumentar», lamentou.

Muitos destes casos chegam ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança (IAC), que recebeu, em 2011, 2.864 apelos telefónicos, através dos números europeus 116111 e 116000.

Lisboa é o distrito onde desaparecem mais jovens até aos 18 anos, seguindo-se o Porto, refere o IAC, que recebeu no ano passado dois casos provenientes do estrangeiro.

As crianças desaparecidas foram sobretudo meninas (28), num total de 39 crianças desaparecidas, a maioria com idades entre os 11 e os 15 anos. Onze situações continuam em acompanhamento.

Os principais motivos de desaparecimento devem-se a conflitos familiares, problemas de comportamento, da vontade de jovens institucionalizados de regressar a casa e também por influência de amigos ou por amores proibidos.

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