Mais de três mil casos de crianças desaparecidas em 2011

Maio 31, 2012 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 25 de Maio de 2012.

Mais de três mil casos de crianças desaparecidas foram reportados em 2011 ao número europeu 116 000, disponível em 16 países da Europa, incluindo Portugal, segundo a federação europeia “Missing Children Europe”.

A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente congrega 28 organizações não-governamentais (ONG) ativas em 19 Estados-Membros da União Europeia (UE), entre os quais Portugal, através do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

No Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, que se assinala hoje, a Missing Children Europe lança uma nova campanha, através de um vídeo traduzido e partilhado à mesma hora (em Portugal às 09:00) nos 16 países onde atualmente o número europeu está operacional, com o objetivo de potenciar a sua divulgação junto dos cidadãos.

Em Portugal, a iniciativa decorrerá durante a VI Conferência “Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente”, promovida pelo IAC e que onde será debatida a Nova Diretiva Europeia, publicada em dezembro, que pretende que em todos os Países-Membros da UE sejam punidas as “novas formas de abuso”.

O 116 000, criado por decisão da Comissão Europeia, é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia na maioria dos países que já o ativaram. As chamadas são respondidas localmente por profissionais especializados que trabalham com organizações não-governamentais e que foram acreditados pela autoridade nacional responsável pela atribuição do número.

Portugal foi um dos primeiros países a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de crianças através do Instituto de Apoio à Criança, a quem o Ministério da Administração Interna concedeu a responsabilidade de gestão da linha.

O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas começou a ser celebrado depois do desaparecimento em Nova Iorque, a 25 de Maio de 1979, de Etan Patz, que tinha então seis anos. Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data até que, em 1983, o presidente dos EUA declarou 25 de Maio como o dia dedicado às crianças desaparecidas.

Na Europa, este dia foi assinalado pela primeira vez em 2002 pela Child Focus, uma organização não-governamental belga, com o apoio da rainha da Bélgica. Em 2003, as iniciativas para assinalar a data alargaram-se a França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês de Maio à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia e Alemanha.

Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas assinala-se desde 2004 por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança.

Fim de Semana Cria Cria na Livraria Barata 1,2 e 3 de junho

Maio 31, 2012 às 4:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Manuela Eanes e Maria Barroso lançam movimento solidário

Maio 31, 2012 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 30 de Maio de 2012.

Foto Sol

Foto Sol

Vídeo do lançamento do Movimento Sociedade Civil Solidário Aqui

por Margarida Davim

Há uma nova forma de ajudar a combater os efeitos da crise: o Movimento Sociedade Civil Solidário organizou-se para recolher donativos que serão entregues ao Fundo Social, gerido pela Caritas. A ideia partiu de um grupo liderado por Manuela Eanes e Alfredo Bruto da Costa.

A partir de hoje, todos os que quiserem ajudar quem mais precisa podem fazê-lo através do site ou do facebook do Movimento Sociedade Civil Solidária. É lá que se encontram todas as instruções para realizar donativos que hão-de chegar à equipa da Caritas de Portugal que gere o Fundo Social.

A ideia surgiu entre um grupo, liderado por Manuela Eanes, que se reuniu em 2009 para participar no Movimento Portugal Solidário, organizado pela Fundação Gulbenkian e pela EDP.

Esse movimento acabou nesse mesmo ano, mas Manuela Eanes achou que «fazia todo o sentido recuperar a ideia em 2012».

Ao projecto juntaram-se algumas das mais importantes personalidades portuguesas como Leonor Beleza, António Guterres, Maria Barroso, Adriano Moreira, o Padre Lino Maia, Catalina Pestana, o pintor José Guimarães e a escritora Lídia Jorge.

Em comum, o grupo tem a preocupação com os efeitos que a crise tem na sociedade portuguesa e a percepção de que o Estado não consegue dar respostas a todos os problemas: «Estamos muito preocupados com a situação das famílias que se tem vindo a agravar», comenta Manuela Eanes, sublinhando que esta é uma iniciativa da sociedade civil à qual todos se podem associar.

Todo o dinheiro que chegar à conta criada pelo Movimento Sociedade Civil Solidária será gerido pela equipa da Caritas que coordena o Fundo Social, mas terá uma contabilidade independente, para que os que contribuem possam saber exactamente o que está a ser feito com os seus donativos.

Eugénio Fonseca, do Fundo Social, explica que «a habitação, a saúde e a educação» são as áreas onde há mais carências e para as quais têm sido encaminhada a maior parte das verbas que chega à conta criada pela Conferência Episcopal há quase dois anos.

«O problema da habitação é um flagelo. Muito do dinheiro do Fundo tem sido para pagar rendas de casa em atraso e mensalidades de crédito à habitação aos bancos. Muita gente estaria sem casa se não fosse o fundo», sublinha Eugénio Fonseca, explicando que muitos dos donativos estão também a ser usados para pagar «propinas de Universidade».

As necessidades serão avaliadas localmente, em cada comunidade, pelas paróquias, que as comunicarão às equipas diocesanas que, por sua vez, farão chegar os pedidos e as propostas à equipa da Caritas que reúne quinzenalmente – à semelhança do que já acontece com o Fundo Social.

Veja aqui o site: www.scsolidaria.org

Exposição Fotografia Crianças Sombra

Maio 31, 2012 às 1:33 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Intervenção com Famílias Multidesafiadas : Um Olhar Sistémico

Maio 31, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Abuso sexual é o segundo maior tipo de violência no Brasil

Maio 31, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site Terra de 22 de Maio de 2012.

A violência sexual em crianças de até 9 anos é o segundo maior tipo de abuso de força característico desta faixa etária, ficando pouco atrás apenas das notificações de negligência e abandono. A conclusão é de um levantamento inédito do Ministério da Saúde, que registrou 14.625 notificações de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra crianças menores de dez anos em 2011.

O abuso sexual contra crianças até 9 anos representa 35% das notificações. Já negligência e abandono tem 36% dos registros. Os números são do sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) do Ministério da Saúde. O VIVA possibilita conhecer a frequência e a gravidade das agressões e identificar a violência doméstica, sexual e outras formas (física, psicológica e negligência/abandono). Esse tipo de notificação se tornou obrigatório a todos os estabelecimentos de saúde do Brasil, no ano passado.

A maior parte das agressões ocorreram na residência da criança (64,5%). Em relação ao meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento foi o meio mais apontado (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Em 45,6% dos casos, o provável autor da violência era do sexo masculino. Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

“Todos os dias, milhares de crianças e adolescentes sofrem algum tipo de abuso. A denúncia é um importante meio de dar visibilidade e, ao mesmo tempo, oportunizar a criação de mecanismos de prevenção e proteção. Além disso, os serviços de escuta, como o disque-denúncia, delegacias, serviços de saúde e de assistência social, escolas, conselhos tutelares e a própria comunidade, devem estar preparados para acolher e atender a criança e o adolescente”, afirma a diretora de análise de situação em saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta. “Este assunto deve ser debatido incansavelmente nas escolas, comunidades, família, serviços de saúde, entre outros setores da sociedade”, ressalta ela.

Os dados preliminares mostram que a violência sexual também ocupa o segundo lugar na faixa etária de 10 a 14 anos, com 10,5% das notificações, ficando atrás apenas da violência física (13,3%). Na faixa de 15 a 19 anos, esse tipo de agressão ocupa o terceiro lugar, com 5,2%, atrás da violência física (28,3%) e da psicológica (7,6%). Os dados apontam também que 22% do total de registros (3.253) envolveram menores de 1 ano e 77% foram na faixa etária de 1 a 9 anos. O percentual é maior em crianças do sexo masculino (17%) do que no sexo feminino (11%).

 


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