EU project saves thousands of girls from female genital mutilation

Março 14, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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European Commission – Press release Reference:  IP/12/216    Date:  06/03/2012

 

Brussels, 06 March 2012 – An innovative EU and UNICEF project has helped thousands of families, communities and countries to change attitudes and end harmful traditional practices like female genital mutilation/cutting (FGM/C) in Africa, says a report on the EU funded project ahead of International Women’s Day. As a result of education and awareness raising, girls in thousands of communities in Egypt, Eritrea, Ethiopia, Senegal and Sudan are no longer subjected to this practice.

In Senegal, where 28% of women aged 15-49 have undergone female genital mutilation/cutting, astonishing progress has been made. In just under a decade, over 5,300 communities have abandoned the practice, bringing the country close to becoming the first in the world to declare total abandonment, expected by 2015.

In Egypt, where 91% of women are affected by the practice, the project has also made some progress, with female genital mutilation/cutting becoming less common amongst younger age groups. The number of families signing up to the abandonment of the practice also increased substantially: from 3,000 in 2007 to 17,772 in 2011. In Ethiopia, despite high prevalence rates, the practice is similarly declining (between 2000 and 2005 rates dropped from 80 to 74%).

The project helped to raise awareness of the dangers of female genital mutilation/cutting, by encouraging large-scale community discussions and national debate on issues of human rights, as well as collective decision-making through extended social networks about gender norms. This method resulted in communities coming together for district-wide public declarations of the abandonment of these practices.

Development Commissioner, Andris Piebalgs, welcomed the results:

“I find it totally unacceptable that in the 21st century, this practice, which is a clear violation of human rights, is still taking place. That is why I am so pleased to see that EU aid can make a real difference. By raising awareness on the dangers of female genital mutilation/ cutting at grassroots level, we have helped to provide young women across Africa with an alternative, as well as giving them the chance to become an active part of their own communities in the future.”

Background

In many African countries, female genital mutilation/cutting is a centuries-old custom, believed to make girls marriageable.

Estimates show that up to 140 million girls and women have undergone some form of female genital mutilation/cutting and are living with painful complications. Each year around three million girls – 8,000 a day – suffer the results of it. The practice occurs in African countries, and some countries in the Middle East and Asia. Girls are generally aged between five and 11 and most are cut without any medical supervision, but evidence shows the age at which girls are cut is decreasing.

Across the five African countries, the EU/UNICEF project has implemented a common approach based on a comprehensive understanding of how to change social norms to bring about an end to harmful practices.

The project, implemented by UNICEF, received a total of €3,991,000 (3.9 million) in EU funding over the period 2008-2012.

For more info

Website of the Directorate-General Development and Cooperation-EuropeAid:

http://ec.europa.eu/europeaid/index_en.htm

http://ec.europa.eu/europeaid/news/

http://www.africa-eu-partnership.org/focus

EU saves thousands of girls from female genital mutilation/cutting and child marriage:

http://ec.europa.eu/europeaid/news/12-03-07_fgm_en.htm

UNICEF website – focus area child protection:

http://www.unicef.org/protection/57929_58002.html

UNICEF Publication: ‘The Dynamics of Social Change – Towards the Abandonment of Female Genital Mutilation/Cutting in Five African Countries”

http://www.unicef-irc.org/publications/618

International Women’s Day, 8 March 2012:

http://ec.europa.eu/europeaid/news/documents/factsheet_womensday_en.pdf

UNICEF-  Child protection from violence, exploitation and abuse :

http://www.unicef.org/protection/57929_58002.html

You can watch a video on this project at http://www.unicef.org/eu/norms.html

Contacts :

Catherine Ray (            +32 2 296 99 21      )

Wojtek Talko (            +32 2 297 85 51      )

 

Ação de Sensibilização – Segurança Infantil

Março 14, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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Feliz Aniversário IAC…

Março 14, 2012 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 14 de março assinala-se o 29º aniversário da criação do INSTITUTO DE APOIO À CRIANÇA presidido pela Drª. Manuela Eanes. Foi em 1983 que esta instituição sem fins lucrativos, foi criada por um grupo de pessoas de diferentes áreas profissionais – médicos, magistrados, professores, psicólogos, juristas, sociólogos, técnicos de serviço social, educadores e tantos outros.

Desde 1983 que o Instituto de Apoio à Criança tem sido uma importante realidade ao serviço da criança, da família e da comunidade, especialmente para muitas crianças o suporte que lhes falta, o garante dos seus direitos, interesses e necessidades. Sabemos que não vamos resolver todos os problemas das crianças em perigo, mal-amadas, desaparecidas e exploradas sexualmente e que sofrem tão dolorosamente as consequências de uma sociedade tantas vezes desumanizada e injusta socialmente.

Como dizia o Dr. João dos Santos, sócio-fundador do Instituto de Apoio à Criança “o destino do homem determina-se na forma como é gerado, no calor dos braços que se lhe estendem, na ideologia que o envolve e na liberdade que lhe é proporcionada para imaginar, experimentar e pensar.

Pós-Graduação em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar

Março 14, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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6ª Edição
13 de abril a 07 de julho de 2012

Pós graduação acreditada pelo Conselho Científico e Pedagógico de Formação Contínua de Professores
4,2 Créditos
Registo nº CCPFC/ACC-69418/12.

COORDENAÇÃO
Prof. Mestre Elisabete Pinto da Costa
Diretora do Instituto de Mediação da ULP

APRESENTAÇÃO:

A todos que frequentem este Curso pretende-se oferecer uma base de reflexão sobre a forma como a Mediação, a Educação e a Escola se cruzam, focando as possibilidades de intervenção pragmáticas e transformadoras.
Tendo por objecto de estudo e de trabalho os diversos conflitos que se desenrolam na escola, importa essencialmente formar os profissionais com funções educativas nesta nova área da Mediação. O mediador é um artífice da (re)construção pacífica e positiva das ligações interpessoais. Nessas habilidades aplicativas, manifestas no método, no processo, nos valores e nos princípios da Mediação reside toda a confiança do potencial transformador da actuação do mediador institucional ou mediador cidadão, do mediador formal ou mediador informal e ainda do mediador público ou mediador privado.
Esta formação avançada aposta numa estrutura curricular de grande qualidade científica e académica e, para isso, conta com mediadores profissionais e especialistas da investigação e da intervenção, como a concepção e avaliação de programas de intervenção socioeducativa e planos de convivência nos vários níveis de ensino e contextos escolares. Acresce que os trabalhos a realizar ao longo deste percurso formativo visam promover a introdução orientada de dispositivos de mediação no contexto escolar.
OBJECTIVOS:

  • Reconhecer a mediação na escola      como um instrumento de transformação dos conflitos;
  • Perceber a mediação como      estratégia de intervenção precoce sobre fenómenos de conflitualidade, de      incivilidade e de violência
  • Enquadrar a mediação na      formação pessoal no domínio da resolução de problemas e da educação para a      cidadania;
  • Motivar para a vertente      transdisciplinar da gestão e mediação dos conflitos;
  • Articular os vários tipos de      mediação para crianças e jovens: a mediação escolar, a mediação      socioeducativa, a mediação juvenil, a mediação familiar, a mediação      comunitária;
  • Desenvolver competências      básicas necessárias à gestão e mediação de conflitos;
  • Aprender técnicas para mediar      conflitos e saber intervir como mediador;
  • Adquirir conhecimentos para a      implementação e funcionamento de programas de mediação escolar e planos de      convivência.

LOCAL: Universidade Lusófona do Porto, Rua Augusto Rosa, nº 24, Porto.  

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