Workshop “AUTISMO: Ensino Estruturado no Modelo TEACCH” (7ª Edição)

Fevereiro 27, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Uncategorized | Deixe um comentário
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Apresentação do Plano Nacional de Ética no Desporto

Fevereiro 27, 2012 às 2:35 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Manuela Eanes, Presidente da Direcção do Instituto de Apoio à Criança irá apresentar a Comissão de Honra do Plano Nacional de Ética no Desporto.

A apresentação do Plano Nacional de Ética no Desporto e das ações a desenvolver nesse âmbito decorre no próximo dia 27, pelas  18h, no auditório do Teatro Camões.

A cerimónia conta com as intervenções do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e do Secretário de Estado do Desporto e Juventude.

O Plano Nacional de Ética no Desporto é uma iniciativa do Governo dirigida à população em geral, com especial incidência nas crianças e nos jovens, que visa um conjunto de ações estruturadas e planificadas que promovem os valores inerentes ao desporto consagrados em documentos como a Carta Olímpica (COI) e o Código de Ética do Desporto (Conselho da Europa). É, portanto, um combate a fenómenos como a corrupção, a violência, o doping, a intolerância, o racismo e a xenofobia no contexto da prática desportiva que importa realçar em ano de Jogos Olímpicos e dos VIII Jogos Desportivos da CPLP.

O fair play, o respeito pelas regras do jogo, o jogo limpo, o respeito pelo outro, a responsabilidade, a amizade, a interajuda, o respeito pelo corpo, o bem-estar, a valorização humana do indivíduo, o voluntariado, a educação, entre outros, são valores que se querem ver assimilados e vividos na prática desportiva.

Assiste online à cerimónia em:

http://wms.fccn.pt/fdti

Notícia do Portal da Juventude de 27 de Fevereiro de 2012.

Elevado consumo de medicamentos nas crianças pode ter consequências graves

Fevereiro 27, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 20 de Fevereiro de 2012.

Um estudo inédito em Portugal identificou um «elevado» consumo de medicamentos nas crianças e casos em que os cuidadores administraram fármacos que foram vendidos sem a obrigatória receita médica e cujos efeitos secundários poderiam ter consequências mais graves.

Da responsabilidade de profissionais dos hospitais Dona Estefânia, em Lisboa, e Fernando Fonseca, no concelho da Amadora, o estudo sobre o «Uso (ou abuso) de fármacos na idade pediátrica» foi publicado na Ata Médica Pediátrica.

A pediatra Maria João Brito, uma das responsáveis da investigação, reconheceu à agência Lusa que esperava que a utilização de fármacos «fosse mais criteriosa» nas crianças, «dadas as suas particularidades orgânicas».

De acordo com o estudo, que incluiu 189 crianças com idade média de 5,8 anos, a maioria dos inquiridos (63,5 por cento) tinha tomado pelo menos um fármaco nos três meses anteriores.

Os medicamentos mais usados foram os analgésicos/antipiréticos e anti-inflamatórios não esferóides (41,1 por cento), com utilização quase exclusiva do paracetamol e ibuprofeno.

«Apesar da utilização elevada destes fármacos ser expectável devido à frequência da patologia viral nesta faixa etária, os resultados alertam para a necessidade de uma maior monitorização», defende Maria João Brito.

A especialista adverte que, «pelo facto de serem medicamentos de uso comum e não estarem sujeitos a receita médica, o seu consumo pode ser banalizado, condicionando riscos acrescidos».

Foram igualmente identificados antibióticos sistémicos (25,8 por cento), anti-histamínicos (6,9 por cento), broncodilatadores (3,5 por cento) e antitússicos/expetorantes (6,9 por cento).

Maria João Brito sublinha que «em nenhuma idade se deve medicar desnecessariamente, mas em grupos etários mais jovens os efeitos secundários podem manifestar-se mais frequentemente».

«A utilização de fármacos não adequados em grupos etários específicos deveria ser vigiada e regulamentada por entidades superiores», defende a pediatra, para quem «o conhecimento do padrão de consumo de medicamentos é fundamental para melhorar a qualidade da prescrição».

Sobre o consumo de antibióticos, Maria João Brito lembra que existem estudos que apontam para «uma utilização excessiva de antibióticos nas infecções respiratórias potencialmente autolimitadas em possível relação com um diagnóstico incorrecto, receio do médico de não medicar uma infecção bacteriana grave e dificuldade no seguimento».

Maria João Brito reconhece que «os médicos são muitas vezes pressionados para prescreverem antibióticos em doenças que estes fármacos não têm qualquer interferência, como nas doenças virais, muito frequentes na idade pediátrica», embora se tenha vindo a assistir a «uma menor cedência por parte do médico e a um maior reforço junto dos pais sobre as indicações dos antibióticos».

A investigação apurou automedicações (pais, próprio e ama) em 19,1 por cento dos casos e quatro medicamentos (2,3 por cento) recomendados na farmácia.

Estas automedicações ocorreram quase exclusivamente com antipiréticos e analgésicos não sujeitos a receita médica, mas em nove casos foram usados fármacos sujeitos a receita médica: anti-histamínicos, enzimas anti-inflamatórias, analgésico (clonidina) e ansiolítico (valeriana).

Maria João Brito realça nas automedicações casos em que foram usados fármacos sujeitos a receita médica, mas que «os pais tiveram acesso a medicação sem prescrição e os efeitos secundários poderiam ter consequências mais graves».

Ainda assim, foram relatados possíveis efeitos secundários em seis crianças, maioritariamente gastrointestinais e em associação com consumo de antibióticos, que conduziram à suspensão da terapêutica por parte dos pais, lê-se no estudo.

A médica chama a atenção para os riscos do uso indevido de fármacos: podem ocorrer efeitos secundários ligeiros a graves, além de que o quadro clínico pode ser mascarado com o uso indevido de fármacos que podem dificultar e atrasar o diagnóstico.

Lusa/SOL

 

Acção de Formação – Maus Tratos em Crianças e Adolescentes

Fevereiro 27, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Local: Lisboa
Data: Início 5 Março 2012

Destinatários

  • Psicólogos, assistentes      sociais, médicos, técnicos de reabilitação e de desenvolvimento      comunitário e enfermeiros.
  • Finalistas do Mestrado      integrado em Psicologia e das outras áreas

Objectivos

  • Promover competências de avaliação      dos diversos tipos de maus tratos
  • Reflectir sobre estratégias de      intervenção interdisciplinares e interinstitucionais

Competências

  • Saber avaliar crianças e      adolescentes vítimas de maus tratos
  • Intervir com crianças vítimas      de maus tratos e suas famílias

Programa

1. ENQUADRAMENTO DO TEMA (6h)

  • Os maus tratos à luz dos      direitos e necessidades das crianças
  • A criança vítima de violência:      tipos de maus tratos, sinais indicadores, factores de risco e factores      protectores, consequências
  • O contexto familiar do mau      trato infantil
  • A criança exposta à violência      interparental
  • A criança exposta a múltiplas      situações de violência
  • Enquadramento legal

 

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