No Child Born to Die – Campanha da Save the Children UK

Fevereiro 22, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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7.6 million children under five die needlessly every year. We’re working hard to end this outrage through our ambitious No Child Born to Die campaign. Thanks to your support we made some huge breakthroughs in 2011 and now we need your help to end the scourge of childhood malnutrition.

Last year, we inspired massive new investment in vaccines that will save 4 million children’s lives by 2015 and secured commitments to train and equip more health workers so more kids can see a doctor or nurse when they need to.

But we can’t afford to lose momentum now.

In a world with food enough for everybody, 300 children die of malnutrition every hour of every single day.

And those who survive face a life sentence of hunger.In poor countries 1 in 3 children suffer permanent damage to their body and minds because of malnutrition in their first few years.

Mais informações Aqui

 

 

 

 

Alunos do secundário obrigados a fazer todos os exames na 1ª fase

Fevereiro 22, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 15 de Fevereiro de 2012.

Por Kátia Catulo

Alunos do 12.º ano têm menos tempo para prepararem as provas. Tutela quer que os exames sejam este ano mais exigentes.

Menos tempo para se preparem para os exames e também provas mais exigentes são as dificuldades que os alunos vão ter de ultrapassar este ano. Até agora, os estudantes do secundário que quisessem seguir para o ensino superior podiam escolher a época de exames mais conveniente para fazer as provas – Junho ou Julho. A partir deste ano lectivo, as novas regras ditam que todos os exames têm de ser realizados entre 18 e 26 de Julho (1.ª fase).

O despacho da secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário é claro: os alunos que faltarem à 1.ª fase “não são admitidos à 2.ª fase.” A 1ª chamada sempre foi obrigatória para todos, mas quem não comparecesse ficava automaticamente inscrito na segunda fase. Essa benesse acabou, o que significa que, se “antes os alunos tinham a hipótese de se prepararem para um exame de cada vez, agora vão ter de estudar para dois em simultâneo”, alerta Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associação de Pais (Confap).

A 2ª fase fica agora reservada aos que reprovarem ou quiserem melhorar as notas dos exames realizados em Junho. Resta ainda esperar pela legislação que regulamenta as provas nacionais para saber o que acontece com os alunos que, além das provas do 12.º ano, se candidatam também a melhoria de nota nas disciplinas do 11.º ano. Luís Caetano, dirigente da Associação de Pais da Secundária Alves Martins, em Viseu, alerta para a necessidade de o Ministério da Educação ter de acautelar os casos dos estudantes que pretendem subir as notas do 11º ano para aumentar as hipóteses de entrar no ensino superior: “Esperemos que a tutela, quando afixar o calendário final, tenha em atenção que um aluno nestas condições pode vir a fazer quatro exames em oito dias.”

Esta alteração, segundo a tutela, antecipa a afixação das pautas e os pedidos de reapreciação das provas, possibilitando ainda publicar mais cedo os resultados das candidaturas ao ensino superior. Menos tempo para a preparação dos exames não é, porém, a única preocupação a ter em conta, avisa Albino Almeida. “A tutela advertiu o Gabinete de Avaliação Educacional para não fazer exames fáceis, mas é preciso que as escolas saibam com urgência quais são as matrizes e grau de dificuldade das provas para que possam preparar os alunos”, avisa o dirigente da Confap, temendo que estas orientações originem o que “aconteceu no ano passado, em que os alunos foram apanhados desprevenidos perante a súbita exigência nas provas”. K. C.

Solidariedade: Linha Nacional de Emergência Social recebeu mais de 21 mil chamadas em 2011

Fevereiro 22, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 13 de Fevereiro de 2012.

Lisboa, 13 fev (Lusa) — Mais de 21 mil pessoas, a maioria mulheres, ligaram em 2011 para a Linha Nacional de Emergência Social, muitas vezes para denunciar situações de perigo de crianças, jovens e idosos, relacionadas com violência doméstica.

Os dados avançados à agência Lusa pelo Instituto de Segurança Social (ISS) indicam que Linha Nacional de Emergência Social (LNES) recebeu 21.023 contactos em 2011, mais 1.193 do que no ano anterior. Em 2009, foram atendidas 20.958 chamadas.

Cerca de 60 por cento das chamadas foram feitas por mulheres e a faixa etária predominante situa-se entre os 31 e os 64 anos.

 


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