Conferência “Escolas em Acção – O papel dos projectos juvenis enquanto promotores do voluntariado”

Novembro 28, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Cyber-Bullying and online Grooming: helping to protect against the risks

Novembro 28, 2011 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Conta-nos uma história – 3.ª edição

Novembro 27, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do site da RBE de 18 de Novembro de 2011.

O Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura, em parceria com a Microsoft, lança a 3.ª edição do concurso “Conta-nos uma história!” – Podcast na educação.

O concurso promove a conceção e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo que decorram da produção colaborativa ou do reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).

 Destinatários: O concurso dirige-se a todas as Escolas de Educação Pré-escolar e de 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Inscrições: a candidatura é feita em linha, através do preenchimento de um formulário disponível no sítio de apoio, até ao dia 15 de janeiro de 2012.
A entrega dos trabalhos decorrerá de 16 de janeiro a 31 de março de 2012, no endereço www.erte.dgidc.min-edu.pt/historias.
Informações e apoio: poderá obter mais esclarecimentos no sítio de apoio ao concurso ou através do endereço de correio electrónico podcast@dgidc.min-edu.pt

Seminário “Criança-Violência : Proteção e Direitos”

Novembro 26, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, irá estar presente pelas 11.30, com a conferência “A Tese da “Alienação Parental” e o Direito da Criança a uma Decisão Judicial que a Pro­teja e Respeite o seu Superior Interesse”.

Como aumentar 500 euros nas redes sociais

Novembro 25, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 8 de Novembro de 2011.

Governo lança Agenda da Criança em 2012 para garantir direitos

Novembro 25, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Nota de Imprensa de 14 de Novembro de 2011 do Portal do MTSS

O Governo vai criar a ‘Agenda da Criança’ no primeiro trimestre de 2012, uma iniciativa que pretende envolver as instituições e a sociedade civil.

O anúncio foi feito esta segunda-feira, pelo Secretário de Estado da Segurança Social durante a abertura do II Congresso Internacional de Adoção, que está a decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pelo Instituto de Segurança Social, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e Associação CrescerSer.

Marco António Costa afirma que o Governo pretende ” que todas as problemáticas que envolvam as crianças em Portugal não sejam observadas parcelarmente. Queremos que haja uma agenda única, isto é, uma preocupação conjugada de todos os setores”.

Esta será, segundo o Secretário de Estado, uma agenda nacional em que a criança é o centro da preocupação de uma iniciativa que envolverá transversalmente a sociedade portuguesa.

A agenda tratará de temas como o abandono escolar, a violência contra as crianças, maus-tratos e abandono e as situações de crianças e jovens em risco., analisando ainda “todos os fatores que de alguma maneira perturbam, prejudicam ou subdesenvolvem a concretização dos direitos das crianças”, adiantou.

Marco António Costa disse ainda entender o executivo ” que deve haver uma agenda nacional” em que participem não só as instituições que intervêm no sector, “mas acima de tudo seja um trabalho participado pela sociedade civil que garanta uma preparação global de proteção dos direitos da criança, acrescentou.

Sessão Evocativa do Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres

Novembro 25, 2011 às 11:58 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Open Day Raízes dia 26 de Novembro + Inauguração da Livraria Infanto-Juvenil

Novembro 25, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Separação conflituosa dos pais gera atrasos no desenvolvimento cerebral dos filhos

Novembro 24, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 5 de Novembro de 2011.

Todos os dias, 72 casais divorciam-se em Portugal. Muitos têm filhos e não são raros os casos em que as crianças são envolvidas no conflito. As sequelas podem ser graves.

A falta de um clima de segurança e de serenidade na infância deixa marcas na criança, cicatrizes na “anatomia e na fisiologia do seu sistema nervoso central, difíceis de fazer desaparecer”, assegurou o psiquiatra e psicanalista Emílio Salgueiro na conferência sobre o Superior Interesse da Criança que decorreu na quinta e na sexta-feira, em Lisboa.

A neurociência moderna demonstra que os bebés criados por pais que não lhes proporcionaram um clima de segurança e de serenidade “mostram um atraso na maturação cerebral”, contribuindo para que neles se instale “uma situação de stress permanente, lesando o cérebro e impregnando as vivências da criança de insegurança, aflição e desorganização”, alertou Emílio Salgueiro, a propósito da discussão acerca do interesse da criança nos processos de separação dos pais.

SAP. Desde a década de 80 que esta sigla passou a ser usada nos tribunais e em relatórios médicos no âmbito dos processos de regulação das responsabilidades parentais. Introduzida pelo pedopsiquiatra americano Richard Gardner, SAP corresponde à “síndrome de alienação parental” e aplica-se a situações em que as crianças, filhas de pais separados, se recusam a estar com um dos pais, do qual por vezes têm uma imagem distorcida, devido à manipulação do outro. Habitualmente, o termo é utilizado para designar a manipulação da criança pela mãe para a afastar do pai.

A opinião acerca da existência desta síndrome não é unânime e tem sido particularmente contestada por grupos ligados à defesa dos direitos das mulheres e contra a violência doméstica, que consideram que, em muitos casos, as crianças não podem conviver com os pais por suspeitas de que eles são os agressores das crianças, nomeadamente em situações de abuso sexual.

Este entendimento é rejeitado pelos defensores da igualdade de direitos quanto à tutela dos filhos, entre os quais se contam muitos homens que se dizem discriminados pelos tribunais, que os impedem de exercer o direito da guarda dos filhos.

O assunto esteve nos últimos dois dias em debate, em Lisboa, na conferência internacional intitulada O Superior Interesse da Criança e o Mito da Síndrome de Alienação Parental organizada pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, pelo Instituto de Apoio à Criança, pela Universidade Católica Portuguesa e pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Os dados mais recentes do INE revelam que há quase 26.500 divórcios por ano, em Portugal, uma média de 72 por dia. Em grande parte dos casos, as separações são acompanhadas de conflitos cujos efeitos afectam, sobretudo, os filhos.

E foi esta questão que o psiquiatra Emílio Salgueiro aprofundou na sua comunicação. “O superior interesse das crianças seria o de que não tivesse que haver regulação das responsabilidades parentais”, começou por dizer. Notou que um dos direitos naturais da criança é o de “terem um pai e uma mãe que as desejem e que as amem (…)”, um amor a que chama de “encantamento fundador”.

Quando se chega a um processo de regulação das responsabilidades parentais, “já houve muita coisa que correu mal ou mesmo muito mal, entre os pais, um com o outro, entre os pais e a criança, entre este trio fundamental e a sociedade”, salienta. Esse direito nuclear de toda a criança “foi ficando pelo caminho, mais ou menos maltratado, mais ou menos danificado”.

As “vicissitudes, positivas e negativas, que vão ocorrendo no casal acompanham-se de vicissitudes paralelas na relação com o filho”, observa o psiquiatra, explicando que a neurociência moderna demonstra que os bebés que cresceram num clima sem segurança e serenidade “mostram um atraso na maturação cerebral, em especial dos lobos pré-frontais, com alterações neuronais e diminuição da taxa de serotonina, neurotransmissor fundamental, reequilibrador dos estados de ânimo e de desânimo, propulsor da força de viver e do prazer em estar vivo”. E, sem a base de “apoio seguro”, instala-se “uma situação de stress permanente, lesando o cérebro”.Salgueiro identifica três grandes momentos traumáticos que afectam a criança no seu desenvolvimento emocional: o “clima parental e social precoce negativo”, a separação dos pais e as decisões que acompanham a separação, como a “gestão das guardas parentais”. O acumular destas várias angústias pode ter um efeito “catastrófico”, a menos que “surja uma intervenção exterior revigorante” e “portadora de esperança”. E é nesse sentido que Emílio Salgueiro fala de um “tutor de resiliência”, alguém que se ligue à criança “por um laço afectivo forte”, restaurando um “reencantamento perdido”. Na perspectiva deste psicanalista, “a sociedade deveria sentir-se e assumir-se como um gigantesco tutor de resiliência das nossas crianças e dos nossos jovens”.

Para Emílio Salgueiro, a chamada “síndrome de alienação parental” é “falada como se de uma doença se tratasse e não das consequências de um conjunto de medidas inapropriadas tomadas em relação a uma criança”. E as “guardas partilhadas muitas vezes não passam de um processo de heranças e partilhas”, nota.

Há mais raparigas a embebedarem-se e isso acontece cada vez mais

Novembro 24, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 17 de Novembro de 2011.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

 

As raparigas entre os 13 e os 18 anos estão a embriagar-se mais e a aproximar-se assim dos consumos registados entre os rapazes das mesmas idades. Apesar de se registar, nos rapazes como nas raparigas, um decréscimo na percentagem de experimentação de bebidas alcoólicas, os jovens que as bebem estão a beber mais, optam por bebidas mais fortes e estão embriagados mais frequentemente. O aumento da percentagem dos que já se embriagaram é mais acentuado entre as raparigas.

São dados do último Estudo sobre o Consumo de Álcool, Tabaco e Drogas (ECTAD), realizado com base num inquérito realizado a 13 mil alunos do ensino público, entre os 13 e os 18 anos, que foi realizado em Maio último. Foram inquiridos cerca de dois mil alunos de cada grupo etário. Regista-se um aumento de consumo das anfetaminas e da cocaína, sobretudo entre os mais novos, e do LSD entre os mais velhos. É a terceira edição deste estudo que tem vindo a ser realizado, de quatro em quatro anos, pelo Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT). Os resultados foram apresentados ontem de manhã.

O decréscimo do número de jovens que consomem bebidas alcoólicas está a ser acompanhado por “uma clara dramatização nos padrões de consumo”, advertiu Fernanda Feijó, coordenadora do estudo. Com consequências pesadas para o seu estado de saúde. “Os mais novos não estão preparados biologicamente para isto. Cada vez mais cedo estão a aparecer dependências alcoólicas, cirroses”, avisou Manuel Cardoso, vice-presidente do IDT.

Cerca de 30% dos alunos de 18 anos admitiram ter-se embriagado nos 30 dias anteriores à realização do inquérito. Nos 13 anos esta percentagem está nos 2,1%. Por comparação a 2003, a prevalência de embriaguês nos últimos 30 dias diminuiu entre os rapazes em todos os grupos etários à excepção do de 18 anos. Já nas raparigas com 16, 17 e 18 anos aumentou de dois a quatro pontos percentuais.

A partir dos 15 anos regista-se também um aumento da frequência dos episódios de embriaguês. Cerca de 15% dos rapazes e 9% das raparigas com 18 anos dizem ter-se embriagado, no último ano, entre seis a 19 vezes. Aos 16 anos aconteceu, com esta frequência, a 9% dos rapazes e a 5,5% das raparigas.

A cerveja continua a ser a bebida de referência entre os 13 e os 15 anos. A partir desta idade a quantidade de cerveja consumida começa a decrescer, mas em contrapartida regista-se “um aumento muito relevante” nas quantidades de bebidas destiladas que são ingeridas. Questionados sobre quanto consumiram da última vez, 30% dos alunos de 16 anos indicam que ingeriram entre 50 a 100 cl deste tipo de bebidas. Em 2003, a mesma quantidade foi referida “apenas” por 5,5%. Seis por cento dos alunos com 13 anos afirmam que consumiram esta mesma quantidade da última vez que beberam. Há oito anos eram 0,6%.

Alterar a lei

No geral, cerca de 40% dos alunos com 13 anos já consumiram bebidas alcoólicas. Aos 15 são 72,4% os que já o fizeram. A proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de 16 anos foi decretada em 2002. Os dados ontem revelados confirmam, uma vez mais, que a lei não está a ser cumprida. No ano passado o IDT propôs, sem resultados, que a idade mínima de consumo passasse dos 16 para os 18 anos. Segundo o vice-presidente do IDT, estão agora de novo a ser ponderadas alterações à legislação, nomeadamente no que respeita à idade mínima de consumo, à fiscalização, à publicidade de bebidas alcoólicas em eventos desportivos e musicais e à responsabilidade dos pais.

Manuel Cardoso lembrou, a propósito, que a entidade que fiscaliza só pode punir se alguém for apanhada em flagrante a vender uma bebida alcoólica a um menor, quando na verdade estes podem comprar álcool em qualquer sítio e a qualquer hora.

O presidente do IDT, João Goulão, resumiu assim a situação ao PÚBLICO: quando “um inspector da ASAE entra numa discoteca de miúdos é como um boi numa loja de porcelanas, pára tudo”. “Como é que ele produz prova? Teria que assistir ao acto de venda de álcool. É muito difícil ocorrer”, acrescenta.

A lei também não é cumprida no que respeita à publicidade, frisa Manuel Cardoso, que avança um exemplo: “Se é proibido, por exemplo, fazer publicidade a bebidas alcoólicas antes das 22h na televisão, não faz sentido estar a ver um jogo de futebol às seis da tarde em que sistematicamente aparecem marcas de bebidas alcoólicas”.

Como também “não faz qualquer sentido que um miúdo de 13 anos seja apanhado na rua pela polícia completamente intoxicado e os pais não cheguem a saber que isto aconteceu”, adianta, defendendo que, “no mínimo é indispensável que sejam chamados ao local”: “Os pais não se podem demitir, têm de ser comprometidos e também precisamos de ajudá-los a dizer não”.

 

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