Oficinas de expressões artísticas na Culturgest

Novembro 18, 2011 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dos 7 aos 12 anos
Marcação prévia
Trimestre (Outubro, Novembro e Dezembro)
75€ (preço único)

Luz, sombra… acção?!

Quartas-feiras, 2, 9, 16 e 23 de Novembro, das 18h às 19h

Sábados, 5, 12 e 26 de Novembro, das 15h às 17h

Oficina de teatro de sombras

 Objectos (in)úteis?

Sábados, 3, 17 de Dezembro, das 15h às 17h

Quartas-feiras, 7, 14 e 21 de Dezembro, das 18h às 19h

Oficina de iniciação ao design

Informações e inscrições
Serviço Educativo – Culturgest
21 761 90 78
(10h00-12h30 / 14h30-17h30)
Fax: 21 848 39 03 culturgest.servicoeducativo@cgd.pt

OFICINAS MEXE_Encontro de Arte e Comunidade

Novembro 18, 2011 às 6:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Espetáculo “Músicas em Portugal” – Envio de Contentor para Crianças de S. Tomé

Novembro 18, 2011 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Está aproximar-se a noite do espectáculo organizado pela CulturSol, que será já no próximo sábado, dia 19, às 21h00. Vamos ter muita animação e será, certamente, uma noite muito bem passada. Para além disso, o valor que conseguirmos apurar com a venda dos bilhetes (5,00€/cada) será para custear o envio de um contentor de material para Santana, em São Tomé e Príncipe.

Este contentor levará roupa de criança, material escolar, livros didácticos, uma biblioteca infantil e brinquedos para crianças que têm muito pouco ou nada.

A vossa ajuda, para além de assistirem a um excelente espectáculo musical, será muito importante para a concretização deste nosso objectivo, pois no final do mês de Outubro enviámos um contentor para Espargos, na Ilha do Sal, com  material para montar a creche do Centro Paroquial de Espargos (brinquedos didácticos para crianças até aos três anos, roupa infantil, entre outro material diverso) que apoia diariamente 200 crianças. Naturalmente, ficámos com as nossas reservas bastante depauperadas, pelo que o produto da venda destes bilhetes é para nós muito importante para conseguirmos ainda este mês enviar o contentor para São Tomé.

Neste espectáculo poderão sentir e apreciar a música e dança Caboverdeana, Guineense e cigana. Ainda teremos a participação do magnífico coro das Jovens Vozes de Lisboa. Para além disso, no intervalo  poderão deliciar-se com a doçaria e artesanato africano.

Bem Hajam pelo apoio que nos puderem dar.

 

Actividade Especial sobre “Os Direitos da Criança”

Novembro 18, 2011 às 1:17 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do seu  projecto de cidadania, o Movimento Juvenil Dor Chadash de Lisboa, convidou a Dra. Cláudia Manata (Técnica do CEDI do IAC – Centro de estudos, Documentação e Informação Sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança), para dinamizar uma actividade especial sobre os direitos da criança no dia 20 de Novembro de 2011 no Maccabi Country Club.

InfoCEDI n.º 36 subordinado ao tema Educação Ambiental (Estudos Científicos)

Novembro 18, 2011 às 1:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação, Publicações IAC-CEDI, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 36. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Educação Ambiental (Estudos Científicos)

Este é o segundo de dois números dedicado à Educação Ambiental. O primeiro, o InfoCEDI n.º 35, forneceu definições, discriminou os documentos reguladores e disponibilizou múltiplos recursos pedagógicos. O presente número é dedicado aos estudos científicos realizados nesta área assim como o enquadramento legal que regula esta matéria.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line e pode aceder a eles directamente do InfoCEDI, Aqui

A televisão pode motivar a prática da violência

Novembro 18, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Notícias TV de 28 de Outubro de 2011.

 Quatro especialistas em comportamentos infantis afirmam que a TV influencia a atitude das crianças. Imagens como o cadáver de Kadhafi ou o rapaz a andar de skate na estrada podem levar à violência infantil.

De que forma é que a televisão pode influenciar o comportamento das crianças? Na semana em que os meios de comunicação noticiaram o suicídio de uma criança de 10 anos, alegadamente por ter sido vítima de pressões e bullying por parte dos colegas da escola, a NTV ouviu alguns especialistas. “Gosto muito que a comunicação social divulgue este tipo de circunstâncias, para termos conhecimento, mas confesso que fiquei surpreendido quando vi, na terça-feira, uma reportagem da RTP a partir da escola onde estudava essa criança. A divulgação pouco cuidadosa pode deslumbrar. Se a criança estiver na corda bamba, pode ajudá-la a ser violenta por causa do mediatismo”, explicou o pedopsiquiatra Eduardo Sá.

Da mesma opinião é o colega de profissão Mário Cordeiro, que acredita que a televisão tem alguma influência nas atitudes das crianças e adolescentes. “Realmente a televisão, a Internet, os ecrãs em geral, têm influência na vida diária deles. Há modelos que passam na televisão que as pessoas tendem a imitar. Se assim não fosse, não havia publicidade como a conhecemos. Por exemplo, se aparece uma cena num filme ou numa série, ou o que for, que mostre uma cena de pancada, tem de se mostrar a cara da vítima a sangrar, um carro da polícia a chegar, algo que mostre a consequência daquele acto para que a criança fique do lado da vítima”, alertou o pedopsiquiatra. Eduardo Sá vai mais longe e dá como exemplo as imagens que passaram em todo o mundo do cadáver de Kadhafi. “Fizeram da violência uma festa sem explicar o que se passa. Não se pode permitir que se mostre este tipo de imagem, um cadáver como troféu. A criança e adolescente não entendem. E estamos a dizer-lhes que afinal pode praticar-se o crime e a violência salvo raras excepções, mas não se explica em que contexto.” Contudo, Eduardo Sá alerta: “É evidente que uma criança não se suicida apenas porque estava a ser vítima de bullying, naturalmente que está inserida numa mistura ou de problemas familiares e na escola… Não é a televisão que converte as crianças em miúdos maus. Mas pode influenciar. Lembro-me de que Bugs Bunny não era o desenho animado mais cavalheiro… isto não é um problema de hoje.”

Teresa Paixão, responsável pela programação infantil na RTP2, garante que não se recorda de nenhum programa em emissão actualmente que potencie a violência infantil. “Acompanho bastante os canais e posso dizer, com toda a certeza, que nunca vi nenhum canal de televisão que estimulasse os meninos a praticarem bullying. Agora, há outra coisa, nós compramos programas que são contra esses comportamentos violentos. A série diz que é feio espicaçar as pessoas, gozar, mas a abordagem que é feita pode ter o efeito contrário. E isso é perigoso e pode virar-se contra nós”, admite a programadora de televisão, deixando escapar: “A televisão pode influenciar as crianças em todos os comportamentos, sejam eles bons ou maus. Mas a televisão não é a única coisa que as pessoas vêem. Antes de existir televisão, as crianças já se espancavam. Antigamente eram chamados para fazer duelos. Tudo tem que ver com a educação. Agora tem é outro nome e é mais noticiado…”

Numa coisa os três especialistas estão de acordo. A série Morangos com Açúcar (TVI) “muitas vezes tem o problema da abordagem”. “Eles até tratam temas que não são abordados na televisão pública, porque nós não arriscamos, mas tenho a sensação de que estão cada vez pior, já foi mais bem feito”, afirma Teresa Paixão à Notícias TV.

Para Cristina Pontes, investigadora de televisão e comportamentos infantis, o assunto é muito complexo e “é mais do que um sim ou não”. Mas admite que mostrar imagens violentas pode causar o efeito de imitação. “As crianças de bullying fazem parte de relações. Não é novo e não começou na televisão. Em muitos casos, os agressores também foram vítimas. Claro que os media não ficam de fora. As crianças não são todas iguais e os conteúdos são vistos de maneiras diferentes. O efeito de um jornal não é o mesmo de um desenho animado. Pode ter o efeito de imitação para quem está mais fragilizado. Tudo depende de como é motivado, como foi noticiado. Mas isso não é uma inevitabilidade”, diz.

Mário Cordeiro dá outro exemplo de como a televisão pode influenciar negativamente a atitude dos mais novos. “As imagens do rapaz que andou de skate na estrada que no fim terminava com ele a cair e que o celebrizou com a frase ‘O medo a mim é uma coisa que não me assiste’. Devia ter aparecido a polícia, devia haver uma chamada de atenção que isto não se faz. Ele foi tido como herói quando colocou a vida dele e a dos outros em risco. E ainda por cima passou para a publicidade (Meo). É preciso uma base para que a violência no ecrã faça efeito.”

Os dois pedopsiquiatras insistem que o problema-base da violência é uma questão genética e decorre também da situação familiar. “Existe violência familiar, violência doméstica, as crianças podem ser reprimidas em casa e transportar tudo isso para a escola. Elas muitas vezes deviam ser protegidas dos próprios pais”, afirma Eduardo Sá.

Mário Cordeiro condena a televisão babysiter e alerta para a importância de os pais se sentarem a ver televisão ao lado os filhos para lhes explicar o que estão a ver. “Muitas vezes, para não se chatearem, ligam o televisor para que os filhos se divirtam. Tem de haver uma explicação do que é certo. E há outro problema: o jogos que se compram e que põem uma criança a matar pessoas apenas para ganhar pontos. Não se entende este estímulo a comportamentos inqualificáveis”, conclui.


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