Vídeo – GAAF Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (Banda Desenhada) – Agrupamento de Escolas de Taveiro

Novembro 17, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Calendário do Advento – Oficina para Crianças

Novembro 17, 2011 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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22.ª Aniversário da Convenção dos Direitos das Crianças

Novembro 17, 2011 às 3:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança, Divulgação | Deixe um comentário
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Vídeo – GAAF Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família – Agrupamento de Escolas de Taveiro

Novembro 17, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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O GAAF do agrupamento de escolas de Taveiro, está a funcionar desde 1 de setembro de 2011 com a supervisão técnica do Instituto de Apoio à Criança -Fórum Construir Juntos. Este video foi elaborado com o oblectivo de divulgar o GAAF a toda a comunidade escolar.

 

Selecção de pais adoptantes tem de melhorar para evitar devolução de crianças

Novembro 17, 2011 às 11:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 14 de Novembro de 2011.

A vice-presidente da Associação CrescerSer, Joana Marques Vidal, defende a necessidade de melhorar a qualidade da intervenção técnica na selecção dos pais adoptantes para evitar que crianças sejam devolvidas às instituições.

Em 2010, 12 crianças regressaram à alçada do Instituto de Segurança Social (ISS), vendo assim “interrompido o seu processo de pré adopção” por ter-se constatado “não existir viabilidade de concretização daquele projecto”, segundo dados avançados à agência Lusa pelo Instituto.

Para Joana Marques Vidal, procuradora-geral adjunta e especialista na área de menores, a existência destes doze casos “significa que é preciso melhorar a qualidade da intervenção técnica no sentido de avaliar se aqueles pais adoptantes são adequados para aquela criança” que está em processo de adopção.

“Temos de admitir que há determinados adoptantes que não são os mais adequadas para aquela criança em concreto”, sustenta a especialista, que falava à Lusa a propósito do II Congresso Internacional de Adopção, que decorre hoje e terça-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Joana Marques Vidal lembra que todas estas crianças têm percursos de vida muito difíceis e histórias muito complicadas, sendo necessário trabalhar na formação dos pais adoptantes, nos critérios de selecção e no acompanhamento das crianças que foram adoptada.

Os dados do ISS indicam que, em Junho de 2011, havia 567 crianças em situação de adoptabilidade jurídica, mas o número de candidatos é quatro vezes maior ao de crianças e jovens que aguardam por uma família.

Esta realidade não surpreende a vice-presidente da Associação Portuguesa para o Direito de Menores e da Família – CrescerSer, afirmando que as causas desta situação já são conhecidas.

“As crianças para adopção não conseguem ser adoptadas porque é difícil encontrar candidatos que queiram adoptar crianças mais velhas ou com problemas mentais e comportamentais” devido aos seus percursos de vida, explica.

Questionada pela Lusa sobre se a crise pode fazer aumentar o número de casos de crianças para adopção, Joana Marques Vidal afirma que “não há relação causa efeito”. Contudo, alerta, as situações de grandes dificuldades económicas e de pobreza podem provocar situações em que as crianças possam ficar em perigo.

“As situações de pobreza contêm situações de grande fragilidade que potenciam fatores de perigo para crianças em risco”, remata.

O Congresso, que reunirá durante dois dias vários especialistas em torno do tema “Família e adopção – construção da identidade”, pretende pôr em comum um tema central na adopção: “a questão da identidade dos indivíduos e famílias na promoção e construção deste projecto de vida e na sua vivência socialmente integrada”.

“A importância da construção da identidade na saúde mental dos indivíduos e famílias e seu impacto geracional”, “a questão identitária como valor social maior e o direito fundamental à identidade, como integrante da dignidade da pessoa” e “a relevância da intervenção técnica na construção da identidade da criança – da intervenção precoce à institucionalização e desta, à escolha da família adoptiva”, são outros temas em debate no congresso organizado pelo ISS, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela CrescerSer.

 

Mais de 500 crianças à espera de uma família

Novembro 17, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 14 de Novembro de 2011.

Mais de meia centena de crianças estão à espera de ser adoptadas em Portugal, mas o número de candidatos é quatro vezes maior ao de crianças e jovens que aguardam por uma família, segundo o Instituto de Segurança Social.

Dados do Instituto de Segurança Social (ISS) avançados à agência Lusa indicam que, em Junho de 2011, havia 567 crianças em situação de adoptabilidade jurídica. Informações mais recentes revelam que em Agosto já tinham sido adoptadas seis crianças, havendo ainda 64 com proposta de família e 500 já em fase de pré-adopção.

Para as crianças que estão em situação de adoptabilidade, existem 2.316 candidatos em lista de espera.

De acordo com os dados do ISS, os meninos estão em maior número para adoptar (60 por cento). Do total destas crianças, 186 têm entre 11 e 15 anos, 159 têm idades entre os sete e os 10, 114 entre os zero e os três anos e 108 entre os quatro e os seis.

A adopção estará hoje e terça-feira no centro do debate na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, num congresso internacional que reunirá vários especialistas em torno do tema “Família e adopção – construção da identidade”.

O Congresso organizado pelo ISS, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela CrescerSer pretende pôr em comum um tema central na adopção: “a questão da identidade dos indivíduos e famílias na promoção e construção deste projecto de vida e na sua vivência socialmente integrada”.

Os dados do ISS divulgados à agência Lusa revelam ainda que a maior parte dos candidatos em lista de espera (2.154) prefere as crianças com idade até aos três anos e apenas 23 não se importa de acolher jovens entre os 11 e os 15 anos.

Segundo o ISS, “até aos seis anos o número de pretensões é cerca de 15 vezes superior ao número de crianças disponíveis”, enquanto que “acima dos sete anos o número de pretensões corresponde a 4/5 das crianças disponíveis”.

Entre as crianças que estão para adoptar, 217 têm irmãos, referem os dados, especificando que existe um grupo com cinco irmãos, cinco grupos de quatro irmãos, 18 de três e 69 com dois irmãos.

“Só cerca de 1/5 dos candidatos em lista de espera aceitam adoptar irmãos”, observa o Instituto de Segurança Social.

Perto de metade das 567 crianças em situação de adopção tem problemas de saúde: 111 ligeiros, 84 graves e 80 são portadores de deficiência.

O ISS salienta que o número de crianças com problema e/ou deficiência é superior ao número de candidatos que as aceitam e, por outro lado, o número de candidatos (2.111) que pretendem crianças sem problemas de saúde é cinco vezes superior ao de crianças disponíveis (375).

Segundo o Instituto, para as 84 crianças com graves problemas de saúde há apenas um candidato, o mesmo se passa com os 80 meninos com deficiência que apenas têm o interesse de dois candidatos.

Em 2010, os serviços de adoção dos Centros Distritais do ISS propuseram e integraram em famílias adoptantes 384 crianças, sendo que destas 297 foram decretadas pelos tribunais. Estes dados não contemplam as adopções concretizadas pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Segurança Social da Madeira e dos Açores.

Nesse ano, 12 crianças regressaram à alçada do Instituto de Segurança Social, vendo assim “interrompido o seu processo de pré-adopção” por ter-se constatado “não existir viabilidade de concretização daquele projeto”.

“Apesar de se tratar de um número residual (três por cento), e o menor dos últimos cinco anos, merece a nossa preocupação, pelo que temos vindo a trabalhar no sentido de minorar a sua existência. Uma das apostas feitas tem sido na formação para a adopção”, sublinhou o ISS.


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