Seminário Final de Apresentação de «Manual de Competências Comunicacionais e Guias de Orientações para a Intervenção no Âmbito da Promoção e Protecção das Crianças

Agosto 27, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Workshop – O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Agosto 26, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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  Auditório do Instituto de Educação, entre segunda-feira, 12-09-2011 e terça-feira, 13-09-2011
“O acordo ortográfico da língua portuguesa (1990): texto, contexto, aplicações”. Serão analisadas as principais alterações à norma ortográfica que este Acordo contempla. O próximo Workshop é no dia 12 e 13 de Setembro das 17h30 às 20h00.

O acordo ortográfico da língua portuguesa (1990): texto, contexto, aplicações.

Formador: Doutor Rui Ramos
 
Destinatários: todos os falantes de língua portuguesa, em particular alunos universitários, profissionais de todos os graus de ensino, mediadores culturais, jornalistas e todos quantos usam a escrita nas suas atividades quotidianas.

Modalidade: oficina / workshop
Duração: 5 horas
Valor: 20 euros (alunos de pós-graduação da UM: 10 euros)
Vagas: 40
Data e hora: 12 e 13 de Setembro, das 17:30h às 20:00h
Local: Auditório pequeno do Instituto de Educação – Universidade do Minho, Campus de Gualtar, Braga

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XI Congreso Internacional Galego-Portugués de Psicopedagoxía

Agosto 26, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mondim de Basto apoia bebés nascidos no Concelho

Agosto 26, 2011 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 21 de Julho de 2011.

As crianças nascidas em Mondim de Basto, de agregados familiares carenciados, vão receber do Município, todos os meses, durante dois anos, alimentos e fraldas até ao valor de 40 euros, revelou à Lusa Humberto Cerqueira, presidente da Câmara.

«É uma medida que tem um carácter inovador. Nós colhemos muito a experiência de outros municípios que entregavam um cheque. Pareceu-nos que seria bom dar um formato diferente, porque desta forma temos a garantia que este apoio é dado directamente à criança», sublinhou o autarca.

Serão abrangidas por esta medida todas as crianças nascidas no concelho desde Janeiro de 2010 e que pertençam a agregados que beneficiem de abono de família dos escalões A e B. Por cada criança do escalão A, até ter dois anos, a respectiva família terá direito a alimentos ou fraldas no valor de 40 euros. Para os bebés incluídos no escalão B o valor a atribuir será de 25 euros.

As famílias terão de se candidatar a este apoio nos serviços do Município até ao final de Julho. Se forem seleccionadas, explicou Humberto Cerqueira, terão de se deslocar a um balcão social criado numa antiga escola primária, onde serão atribuídos os produtos.

O autarca disse à Lusa que muitas famílias do concelho vivem com grandes dificuldades devido à crise que assola o país, frisando que «muitas vezes as crianças acabam por ser sacrificadas».

«Queremos garantir com esta medida que todas as crianças de Mondim de Basto tenham acesso a um mínimo de conforto», afirmou.

O presidente da Câmara destacou, por outro lado, o facto de os produtos abrangidos serem adquiridos pelo Município no comércio local, o que poderá constituir uma ajuda para as lojas do concelho.

Ending Female Genital Mutilation : A Strategy for the European Union Institutions

Agosto 25, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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An update on WHO’s work on female genital mutilation (FGM)

Agosto 25, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Há crianças vítimas de excisão no Vale da Amoreira

Agosto 25, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 8 de Agosto de 2011.

por Sílvia Caneco

A denúncia foi feita por uma associação que trabalha com os guineenses daquela localidade da Moita

As histórias vêm sem nomes e sem datas. No Vale da Amoreira, na Moita – onde vivem mais de 12 mil pessoas, 30% delas originárias da Guiné -, há crianças vítimas de um ritual que implica o corte do clítoris. “Identificamos na nossa comunidade pessoas que levaram a cabo a mutilação genital feminina e outras que pretendem fazê-lo. Aqui há famílias em que todas as mulheres foram excisadas. Há uns meses, tivemos conhecimento de que três meninas da mesma família foram mutiladas aqui no bairro e sabemos de outras que vão à Guiné para cumprir esse ritual”, denunciou à Lusa Susana Piegas, da Associação de Imigrantes Guineenses e Amigos do Sul do Tejo (AIGAST), que trabalha há dez anos junto daquela população.

Rosa Tavares, coordenadora do departamento de saúde da associação, é uma excepção entre as mulheres guineenses. É casada com um muçulmano, mas impediu que a sua filha fosse mutilada. Sobre a situação que se vive no bairro, está convicta de que o problema ainda é maior por existirem “muitas pessoas a ganharem dinheiro com a prática”.

A Organização Mundial de Saúde estima que mais de 140 milhões de mulheres, adolescentes e crianças tenham sido submetidas a esta prática. Sendo corrente em países africanos, tem sido importada por comunidades imigrantes para a Europa, onde o Parlamento Europeu estima que vivam cerca de 500 mil mulheres e crianças mutiladas.

Em Portugal, o caminho “a trilhar no combate à mutilação genital feminina é manifestamente enorme”, admite Ana Margarida Ferreira, da Amnistia Internacional. “Continuamos sem números. As associações que trabalham junto das comunidades imigrantes têm poucos recursos e não estão coordenadas entre si.”

 

Workshop Avaliação e Intervenção em Maus Tratos na Criança e Jovem

Agosto 24, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Com esta formação pretende-se aprofundar conhecimentos sobre as diferentes tipologias de maus-tratos e respectivo impacto no desenvolvimento psico-emocional da criança, identificando-se indicadores de risco e protecção. Pretende-se ainda promover a reflexão sobre o enquadramento legal de protecção de crianças e jovens em perigo. Pela exposição e análise de casos práticos, procurar-se-há identificar estratégias de intervenção nas diferentes tipologias de maus-tratos.

 Conteúdos Programáticos:

Conceitos e Tipologias Específicas de Maus-Tratos

Avaliação do Contexto Sócio-Familiar da Criança e do Jovem

Enquadramento Legal da Protecção e da Promoção dos Direitos das Criança e do Jovem

Análise de Casos Práticos.

 Datas:

Porto: 24 de Setembro

 Horário:

Sábado (9:00 às 18:00)

 Preço:

60€

 Local:

Tr. Álvaro Castelões, Nº 79, 1º Andar, Sala 3, 4450-044 Matosinhos

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Trajetos e projetos de jovens descendentes de imigrantes à saida da escolaridade básica

Agosto 24, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Faculdade de Coimbra quer agilizar recolha de prova de abusos de menores

Agosto 24, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 31 de Julho de 2011.

A Faculdade de Direito de Coimbra está a desenvolver um protocolo de intervenção em situações de abusos sexuais de crianças, para evitar que as vítimas sejam incomodadas meia dúzia de vezes na recolha da prova.

“A reacção do Estado para proteger a criança e para punir o agressor acaba por causar danos à criança, mais do que devia”, frisou à Agência Lusa Guilherme de Oliveira, director do Centro de Direito da Família e do Observatório Permanente da Adopção, da Faculdade de Direito de Coimbra.

Desde há três anos um grupo do seu centro de estudos, sob a responsabilidade do procurador Rui do Carmo, está a desenvolver um protocolo de intervenção que possa satisfazer as necessidades das várias entidades públicas, evitando as intervenções autónomas de cada uma.

“A criança é incomodada seis ou oito vezes com a mesma história. De cada vez sofre. Depois, numa audiência de julgamento, se a coisa chegar aí, ainda tem de contar a história toda outra vez”, observa Guilherme de Oliveira.

O grupo de estudos “tem o trabalho adiantado no sentido de organizar a recolha da prova, de tal maneira que seja tudo recolhido de uma vez só”.

“Quando há abusos sexuais em crianças a recolha da prova é muito desorganizada. As Comissões, o Ministério Público, a Polícia Judiciária, a Polícia de Segurança Pública ou a Medicina Legal. Há muitos serviços que intervêm e desorganizadamente”, critica.

Na sua perspectiva, “ou uns estragam a prova dos outros, ou não aproveitam tudo que deviam aproveitar, ou incomodam a criança várias vezes, o que é o pior de tudo”.

Os resultados já produzidos pelo grupo de estudo serão enviados no próximo mês às várias entidades, para recolha de sugestões e validação, no sentido de obter consensos. “É preciso saber como se faz, Quem vai lá, quem recolhe, como recolhe, que questionários se fazem, como se articulam todas as entidades”, defendeu.

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