Consolas e Telemóveis provoca artrite em crianças

Agosto 2, 2011 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 25 de Julho de 2011.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

 CHILDREN EXPERIENCE WRIST AND FINGER PAIN WHEN USING GAMING DEVICES AND MOBILE PHONES OVER TIME : Long term impact of gaming on musculoskeletal conditions still to be established

Crianças de apenas oito anos começam a sofrer de artrite por utilizarem consolas e telemóveis

Estar horas seguidas a jogar Playstation ou Xbox ou a utilizar iPhone ou Blackberry, está a provocar problemas a crianças que por norma só é visto em pacientes idosos com reumatismo crónico.

A dor é infligida pelo uso repetido de movimentos que os jovens utilizar para controlar os jogos. O risco é tão elevado que obrigou os especialistas a colocaram sinais de alerta nas caixas de jogos.

Durante uma conferência de artrite e reumatismo em Londres, vários peritos revelaram que estudos feitos no Reino Unido e nos EUA detectaram movimentos repetitivos da mão e dos dedos que provocam dores de sofrimento às crianças.

Na reunião anual da EULAR, a Liga Europeia Contra o Reumatismo, os consultores revelaram que 90% das crianças britânica com oito anos de idade possui pelo menos uma consola de jogos.

Licenciatura em Intervenção Comunitária

Agosto 2, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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3 Anos | 180 ECTS Estágio Incluído
Horário: Pós-laboral – 2ª a 6ª feira a partir das 18 horas
 Objectivos
A Licenciatura em Intervenção Comunitária procura responder à crescente necessidade de aperfeiçoamento das qualificações dos profissionais envolvidos em projectos de intervenção social. Assim, pretende-se fornecer, por um lado, conhecimentos científicos no domínio das Ciências Sociais e Humanas, e, por outro, as ferramentas técnicas necessárias para que o aluno seja capaz de identificar com rigor os factores e as situações de risco.        
Pretende-se que o aluno seja capaz de implementar programas e estratégias de intervenção social adequados aos diversos contextos comunitários, nomeadamente, a inclusão social de pessoas portadoras de deficiência, a integração comunitária de minorias étnicas e de populações emigrantes, a promoção de um desenvolvimento saudável especialmente na infância, adolescência e terceira idade.

 Saídas Profissionais    
Os Licenciados em Intervenção Comunitária poderão exercer funções em diversas Instituições e Organismos na área da Saúde, Ensino, Reabilitação e Inserção Social, nomeadamente, em Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Organizações Não Governamentais (ONG’s), Instituições Prisionais, Centros de Atendimento a Toxicodependentes (CAT), Lares de Idosos e Centros de Dia, Hospitais e Centros de Saúde, Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia, Instituições de Ensino, entre outras.
 

Condições de acesso  
Os interessados podem candidatar-se ao curso de Licenciatura em Intervenção Comunitária através dos seguintes concursos:

  • Regime geral de acesso e ingresso ao ensino superior, realizando uma das seguintes provas (Economia, História ou Português);            
  • Concurso especial de acesso ao ensino superior (maiores de 23 anos, Titulares de cursos médios e superiores e de cursos pós-secundários);   
  • Transferências, Mudanças de Curso e Reingressos.

 Protocolos e parcerias

Os alunos desta licenciatura realizam estágios em Instituições públicas e privadas que têm protocolo com o ISEC.

 

Estágio
Os trabalhadores-estudantes que frequentam a Licenciatura em Intervenção Comunitária terão a possibilidade de efectuar as Actividades de Estágio I e II no local de trabalho, desde que a Instituição tenha valências na área da Intervenção Comunitária.

Secretária Pedagógica das Licenciaturas na área da Educação

Educação Básica

Intervenção Comunitária

Horário:

  • Segundas, Terças e Quintas-Feiras:
    • Das 10h00 às 18h00
  • Quartas e Sextas-feiras:
    • Das 13h às 20h 

(Sábados em rotatividade)

Contacto: helena.jacinto@isec.universitas.pt

ISEC

Alameda das Linhas de Torres, 179
1750-142 Lisboa

Telefone +351 217 541 310

Fax +351 217 541 319

Transportes
Autocarros: 7, 36, 106, 108, 701
Metro: Quinta das Conchas

Pinto Monteiro: crianças, idosos e deficientes em primeiro lugar

Agosto 2, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 14 de Julho de 2011.

Combater os grandes crimes “não basta”, diz Pinto Monteiro. Os crimes contra idosos e crianças merecem atenção prioritária

Pinto Monteiro, o procurador -geral da República (PGR), afirma que “não basta combater o chamado grande crime”, como a corrupção. Os crimes contra idosos, crianças e deficientes são de investigação prioritária.

Em declarações proferidas ontem na cerimónia de recepção a novos magistrados do Ministério Público na Procuradoria, o mais alto responsável desta magistratura deixou bem claro que não está em sintonia com as declarações da nova ministra da Justiça. Paula Teixeira da Cruz deu como fundamental o combate ao crime económico, e não está sozinha. Maria José Morgado, a responsável pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), também alertou para este problema, principalmente em tempos de crise económica.

O procurador, por sua vez, quer fazer a diferença: “Contrariando uma ideia hoje muito divulgada, penso que não basta combater o chamado grande crime, remetendo outros ilícitos para uma área considerada menor”, afirmou.

Não se pode privilegiar o combate aos crimes contra o património em detrimento das ofensas contra as pessoas. Isso não quer dizer que se esqueça a criminalidade económica e a corrupção, “mas não pode considerar-se como bagatela tudo o que diga respeito à pessoa humana mais frágil”, disse Pinto Monteiro, aludindo designadamente aos idosos, às crianças e aos deficientes. Quanto à luta contra a corrupção, embora não apresente ainda os resultados que seria de esperar, está consideravelmente melhor que há uns anos, garante. Sobre a magistratura que representa, afirmou que “há muito a melhorar no Ministério Público , mas muito tem sido feito”.

Violência escolar Recuperando uma das suas preocupações iniciais, Pinto Monteiro afirmou que se constituiu uma equipa especial para avaliar a situação de 15 mil crianças institucionalizadas e se iniciou um “verdadeiro combate” à violência escolar. Ainda neste sentido, frisou que a acção desta magistratura “não se esgota na luta contra o crime”. Muito é feito na área da justiça cível, dos tribunais administrativos e da defesa do ambiente.

Depois de chamar a atenção para os cidadãos mais frágeis, concluiu que não se deve esquecer a necessidade de uma maior especialização dos magistrados, um esforço de coordenação com os órgãos de polícia criminal e a clarificação do novo mapa judiciário, um dos projectos do governo anterior.

Não é inédita a divergência de opiniões entre o PGR e actual ministra da Justiça. E nada indica que estes diferendos venham a esbater-se com o tempo. Basta recordar as últimas declarações da titular da pasta da Justiça, em que expressava o seu desacordo em relação à falta de poderes do procurador-geral da República. Certo é que Pinto Monteiro já deixou bem claro que tenciona manter-se em funções, quer o governo goste quer não, e que só o Presidente da República o pode demover destas intenções. Com Lusa


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