Intervir na Hiperactividade

Março 10, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Convidamos  a Drª. ana Rodrigues para jantar e partilhar connosco o seu conhecimento e experiência sobre a intervenção na Hiperactividade, e convidamo-lo(a) a estar também connosco.

Iremos reunir-nos no dia 30 de Março pelas 18h onde teremos um momento informal e descontraído de partilha mútua entre a Drª. Ana Rodrigues e todos os que quiserem juntar-se a nós neste momento. Falaremos sobre a hiperactividade mas sobretudo nos diferentes tipos de acção e respectivas estratégia na intervenção para pais e profissionais que lidam com crianças hiperactivas.

Após, e quando a barriga começar a resmungar, no mesmo local, jantaremos todos com a  drª Ana Rodriges e, se oportuno, poderemos voltar a reunir para mais um breve momento de convivio com a nossa ilustre e reconhecida especialista. O Local tem uma vista deslumbrante sobre a cidade de Lisboa, será na Pousada da Juventude de Almada, no dia 30 de Março com inicio pelas 18h e término pelas 21:30.

Este encontro tem um custo de 20€ com materiais, certificados e jantar já incluídos. Informações sobre inscrições no  separador superior.”

Ana Rodrigues possui Doutoramento em Motricidade Humana na especialidade de Educação Especial e Reabilitação (UTL/FMH), Mestrado em Educação EspecialLicenciatura em Educação Física ramo Educação Especial e Reabilitação está também a concluir licenciatra em Psicologia na Faculdade de Psicologia da Univ. de Lisboa.Com uma vasta experiência de intervenção terapeutica em crianças hiperactivas, actualmente exerce no CADIN para além de ser docente na Fac. Motricidade Humana

Com a preocupação de termos acessibilidade nas nossas formações, temos disponivel a audiodesrição da formação para a possibilidade de participação de pessoas com deficiencia visual.

Mais informações Aqui

Desaparecidos

Março 10, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Fernanda Palma, Professora Catedrática de Direito Penal, publicado no Correio da Manhã de 6 de Março de 2011.

Joana, Maddie e Rui Pedro nunca poderão desaparecer da nossa memória. São crianças desaparecidas no nosso país, deixando atrás de si apenas um rasto de dor e de dúvida. Estão ainda vivas ou morreram? Terão sido vítimas de homicídio, de sequestro ou de tráfico de seres humanos? Quais foram os autores dos crimes que contra eles terão sido cometidos e qual terá sido o respectivo móbil?

A mãe e um tio de Joana foram condenados por homicídio qualificado, sem que o cadáver, todavia, tivesse sido descoberto até hoje. No caso de Maddie, chegou a haver arguidos, incluindo a própria mãe, mas o inquérito foi arquivado. O processo de Rui Pedro conheceu agora um novo impulso, passados treze anos, com a acusação pelo crime de rapto da última pessoa com quem a criança foi vista.

O desaparecimento de uma criança constitui, em regra, um trauma incalculável para os pais. Mas também produz uma enorme comoção em toda a comunidade, que se identifica com a dor dos pais e encara as crianças, seres especialmente vulneráveis, como o melhor de nós mesmos, o que está em consonância com as agravações previstas no Código Penal quando elas são vítimas de crimes.

Um desaparecimento corresponde sempre a um enorme desafio para a investigação criminal. Porém, a ausência de “corpo do delito”, ou seja, de provas materiais quanto ao objecto da acção, não impede, embora dificulte, a punição dos agentes. Uma investigação desencadeada logo a seguir ao desaparecimento, que explore todas as pistas e recorra à cooperação internacional, constitui a melhor resposta.

Na verdade, a existência de um espaço de livre circulação de pessoas, sem fronteiras internas, que já abrange 27 Estados europeus – o espaço Schengen –, torna mais fácil a circulação de indivíduos e organizações que se dedicam a actividades criminosas. Entre essas actividades, conta-se o tráfico de pessoas para fins de exploração sexual ou laboral, numa versão moderna e assustadora do esclavagismo.

Ao nível europeu, existe uma linha telefónica gratuita (116 100) para participar o desaparecimento de crianças, a que já aderiram 12 Estados da União, incluindo Portugal. No nosso país, o seu funcionamento é assegurado pelo Instituto de Apoio à Criança, ao abrigo de um protocolo celebrado com o Governo. A criação desta linha foi inspirada na comprovada necessidade de um alerta rápido.

A responsabilidade de proteger as crianças e assegurar o seu livre desenvolvimento é uma responsabilidade colectiva. Compete, em primeiro lugar, à família, que não pode esquecer o seu papel fundamental, mas também à escola e às instituições de solidariedade, de justiça e de segurança. E pertence, enfim, a toda a comunidade, que ao proteger as crianças garante o seu próprio futuro.

Maus Tratos em Crianças e Jovens – Guia Prático de Abordagem, Diagnóstico e Intervenção

Março 10, 2011 às 11:15 am | Publicado em Livros, O IAC na comunicação social, Relatório, Uncategorized | Deixe um comentário
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A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança, é um dos autores do documento “Maus Tratos em Crianças e Jovens – Guia Prático de Abordagem, Diagnóstico e Intervenção”, editado pela Direcção‐Geral da Saúde em Fevereiro de 2011. Descarregar o documento Aqui

“Trata-se de um texto elaborado com o intuito de proporcionar a todos os profissionais de saúde que lidam com crianças e jovens um instrumento de apoio na identificação de factores e sinais de risco de maus tratos, assim como na condução das situações detectadas, tanto no que respeita à prestação de cuidados, como à sinalização, encaminhamento e monitorização das mesmas.”

Exposição Eva de Margarida Botelho no CCB

Março 10, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Local Espaço CCB/Fábrica das Artes
Público-alvo para todos
das 10:00 às 13:00 e das 14:30 às 18:00
Entrada livre

“O livro Eva foi ilustrado como se fosse um filme de animação; foram construídos cenários, objetos e personagens/marionetas que depois foram fotografados para serem as ilustrações do livro. Este universo estará em exposição, assim como um filme de animação e objetos/écrans de cartão que contam a dualidade da história da Eva interagindo com o visitante.”


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