Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Janeiro 25, 2011 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Esta sessão realiza-se no dia 26 de Janeiro de 2011, com início às 15h00, na DGIDC – Espaço NOESIS, Av. 24 de Julho 140 C – Lisboa, e será transmitida em directo, por videodifusão, através do endereço: http://videodifusao.dgidc.min-edu.pt.

Acção de Sensibilização “Como tornar a Internet Segura”

Janeiro 25, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A actividade, cuja entrada é gratuita, contará com a participação do Agente
Joaquim Saraiva (PSP Carnaxide).

Técnico a contactar: Ângelo Campota

2º Webinar “Da informação ao Conhecimento”

Janeiro 25, 2011 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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“A segunda sessão do webinar “Da informação ao conhecimento” sobre o tema “TIC e Inovação” com o Professor João Correia de Freitas da Universidade Nova de Lisboa terá lugar no dia 26 de Janeiro, 4ª feira, pelas 16h30. A sessão terá a duração de 40 minutos, havendo espaço para, através do endereço de correio electrónico webinar@dgidc.min-edu.pt, serem colocadas durante a conferência questões ao orador, que serão respondidas por este no final da sessão.”

Assista em directo aos webinars a partir do endereço http://webinar.dgidc.min-edu.pt/.

O cartaz desta iniciativa pode ser obtido aqui.

Para qualquer dúvida, utilize o endereço de correio electrónico webinar@dgidc.min-edu.pt.

 

Portugueses desvalorizam privacidade na Internet

Janeiro 25, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 5 de Janeiro de 2011.

Aceder ao estudo Aqui

Outro dos estudos do projecto Vigilis, da responsabilidade do Centro de Investigação em Sistemas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, diz respeito à privacidade no Facebook e, segundo o coordenador, Francisco Rente, os portugueses não dão “praticamente nenhuma” importância à privacidade nas redes sociais. No estudo, foram analisados mais de 78 mil perfis do Facebook com acesso completamente público.

O estudo revela que “os utilizadores do Facebook divulgam imensa informação pessoal, desconhecendo os riscos a que estão expostos”: “Ao fornecer informação aparentemente básica, como, por exemplo, a morada ou a empresa onde trabalha, o utilizador torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas”, adverte o investigador do Centro de Investigação em Sistemas da Faculdade de Ciências e Tecnologia, frisando que os utilizadores divulgam fotografias e diversos dados respeitantes a relações pessoais e à entidade patronal. O investigador defende que, apesar de a “privacidade ser sempre algo subjectivo”, há inúmeras “ameaças” das quais os utilizadores “não têm consciência”.”Inconscientemente, as pessoas pensam que estão protegidas e não adoptam medidas de segurança”, diz.

Francisco Rente defende que os cidadãos e as instituições ainda “não perceberam o denominado processo de “impersonalização” gerado pelas redes sociais, em que a informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não”. M.J.L.

Luz durante a noite conduz a depressão

Janeiro 25, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Portal IOL de 19 de Novembro de 2010.

Ana Esteves

O organismo precisa da escuridão total. Uma luz de presença durante toda a noite pode ser suficiente para dar origem a alterações de humor.

Dormir com a luz acesa interfere com os níveis de melatonina no organismo, propiciando estados depressivos. A melatonina, segregada pelo cérebro, tem a função de regular os ciclos de sono, e a sua produção é influenciada pela presença de luz. Ao que parece, mesmo uma luz de baixa intensidade tem efeitos.

Uma equipa de neurocientistas da Ohio State University, EUA, estudou os efeitos da luz artificial durante o sono, em hamsters, e concluiu que passadas oito semanas a dormir com luz ténue, há modificações no cérebro, mais concretamente no hipocampo – as mesmas que ocorrem em estados depressivos e depressão. Os hamsters que dormiram com uma luz de presença durante a noite apresentavam também mais sintomas de depressão e menos interesse e prazer nas actividades habituais do que aqueles que haviam dormido na escuridão.

A melatonina, cujos níveis se alteraram nestes hemsters, começa a ser libertada no organismo quando a luz baixa e ajuda-nos a adormecer. Ajuda a regular os ritmos biológicos e controla a produção de outras hormonas, interferindo no metabolismo.

Os resultados são significativos, porque apesar de a experiência só ter envolvido hamsters, os efeitos da luz e da escuridão são similares em todos os mamíferos e não variam em função do tamanho. Assim, apesar de serem precisos mais estudos, é muito provável que o organismo humano reaja da mesma forma à presença de luz durante o sono. As pessoas que trabalham durante a noite
A luz afecta imensos processos no organismo e é um poderoso estimulante para o cérebro. Mas a exposição exessiva – que começou a acontecer com a luz eléctrica, pode ter consequências negativas. O aumento exponencial de casos de depressão nas últimas décadas, não tendo um factor único, pode estar também realacionado com a presença de luz constante, mesmo durante o sono.

Dormir com a televisão ligada, como o computador ou luzes de presença pode ser suficiente para, tal como nos hamsters, o humor ficar alterado. Com a continuação, os efeitos agravam-se.

Dica:
Se o seu filho não consegue adormecer no escuro, apague-lhe a luz de presença depois de ele ter adormecido. Não acenda luzes quando vai acalmá-lo de noite. Conforte-o explicando que está tudo bem, para que se habitue, gradualmente, à escuridão.


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