Violência na Família

Janeiro 20, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Violência nas escolas. Prisão é o novo castigo para pais e alunos

Janeiro 20, 2011 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 20 de Janeiro de 2011.

 Penas podem ir até dez anos em caso de morte Mark Kauffman/ time & Life pictures/getty

Penas podem ir até dez anos em caso de morte Mark Kauffman/ time & Life pictures/getty

Parlamento debate hoje a criação de um novo crime público: o bullying.

Penas até dez anos para os alunos, prisão para pais e familiares condenados pela prática de bullying ou trabalho comunitário para adolescentes são algumas das sanções que os deputados vão discutir hoje no parlamento. Governo e CDS-PP preparam-se para criar um novo crime público: a violência escolar. Os adolescentes entre os 12 e os 16 anos – que até agora eram inimputáveis à luz da lei penal – podem ser penalizados através de medidas tutelares educativas.

Duas propostas para criminalizar a violência escolar do governo e do CDS-PP e ainda uma recomendação do Bloco de Esquerda em defesa de medidas preventivas, como o trabalho comunitário ou a redução de alunos por turma, são os temas que vão subir hoje a plenário. Agressões físicas ou psicológicas contra alunos, professores ou pessoal não docente podem vir a ser punidos com um a cinco anos de prisão, de acordo com a proposta de lei do governo. As ofensas à integridade física consideradas graves têm uma moldura penal entre os dois e os oito anos de prisão e, em caso de morte, o agressor pode ser condenado a dez anos de prisão.

Pais e adultos O crime de violência escolar segue o modelo já utilizado pelo Código Penal para os casos de violência doméstica e de maus-tratos e estende-se também às famílias dos alunos, que podem vir a ser acusados da prática de bullying. Para isso basta que sejam igualmente protagonistas de agressões a qualquer “membro da comunidade escolar”. As penas, que vão até cinco anos, atingem os familiares dos alunos até ao terceiro grau de parentesco, segundo a proposta do governo.

A proibição de contacto com a vítima, a inibição de uso e porte de armas, pelo período de seis meses a cinco anos, ou a obrigação de frequência de programas específicos de prevenção da violência escolar são outras das medidas que o executivo de José Sócrates quer ver traduzidas na legislação.

Governo e CDS-PP entendem que os menores devem passar a ficar submetidos à aplicação de sanções adequadas à respectiva faixa etária, ou seja, a medidas tutelares educativas. Os populares defendem também que os criminosos podem ser punidos com penas de prisão até dez anos, em caso de morte.

Contra a penalização da violência escolar está o Bloco de Esquerda (BE), que prefere apostar na prevenção e, por isso, apresenta hoje uma recomendação ao governo para que tome “medidas urgentes” para combater o bullying nas escolas. “Nos últimos anos, há quem tenha vindo a sugerir soluções meramente repressivas ou criminalizadoras para a questão da violência escolar. Esta é a estratégia da ilusão e da desistência. A criação de novos tipos penais não resolve nada, não responde a nenhum problema”, advertem os bloquistas na sua recomendação.

Mais do que punir, o BE está convencido de que se deve investir sobretudo no reforço dos auxiliares de acção educativa ou na formação em gestão e prevenção de conflitos para professores e pessoal não docente. Reduzir o número de alunos por turma e criar equipas multidisciplinares com capacidade de intervenção e acompanhamento personalizado de situações problemáticas são outras soluções que o Bloco apresenta hoje no parlamento. Os bloquistas defendem que devem ser as escolas a decidir quais as sanções mais adequadas para responsabilizar os agressores e propõem medidas como a privação do convívio com os colegas e a atribuição de trabalho comunitário.

ZIGUIZÁ ZIGUIZÚ – Concerto para Bebés

Janeiro 20, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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CASA DA MÚSICA

Avenida da Boavista, 604-610 – Porto
Tel: 220 120 200

Domingo | 23 Janeiro 2011
11:30,15:00,  Sala 2
“Ziguizá Ziguizú [Primeiros Concertos] Poderemos chamar Ziguizá, ou Ziguizú, ao personagem fictício que aqui dita as regras. Cata-vento, brincalhão e excelente companheiro de viagem, ele leva os pequenos ouvintes em voltas ao mundo que trazem à Casa sonoridades longínquas. Numa colorida aventura que ziguezagueia pelos continentes, ao encontro de músicas e ritmos tradicionais de várias regiões, canta-se, toca-se e aplaude-se com o sorriso teimoso no rosto. Num momento ouve-se uma canção típica de um país, no outro – e ziguizá ziguizú… – aterra-se noutra paisagem para acordar novos sons e com eles embalar a festa.”

Grupo de investigadores de Coimbra desenvolve estudo para caracterizar a dor em crianças com cancro

Janeiro 20, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 3 de Janeiro de 2011.

Pode aceder ao resumo do estudo Aqui

Por Maria João Lopes

Um grupo de investigadores portugueses juntou-se para estudar e caracterizar a dor em crianças com cancro. Segundo o coordenador, Luís Batalha, trata-se de “um importante passo” para o conhecimento da dor, que contribui para se saber mais sobre as formas de a controlar e diminuir. O docente acredita ainda que é o primeiro estudo, feito no país, a abordar o tema de forma “transversal” e a usar uma escala nova, a Adolescent Pediatric Pain Tool, que está a ser validada em Portugal. “É inovador, não tenho conhecimento de outro [nestes moldes]”.

O projecto de investigação Experiências de dor de crianças com cancro: localização, intensidade, qualidade e impacte, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, está a ser desenvolvido por uma equipa da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (Uicisa-E) da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEC).

O objectivo geral do estudo é caracterizar as experiências de dor de crianças, dos 8 aos 17 anos, com doença oncológica durante a hospitalização. Onde é que dói, com que intensidade e qual o impacte sobre o sono e a qualidade de vida são algumas das questões a que estes investigadores procuram responder. Só assim, explica Luís Batalha, é possível estudar a “eficácia” e aperfeiçoar as “intervenções para o controlo da dor” nas crianças.

De acordo com os investigadores, estima-se que na Europa surjam, por ano, 14 novos casos de cancro em cada 100 mil jovens com menos de 19 anos. Ao contrário do que acontece nos adultos, mais de três quartos destes jovens sobrevivem, o que levanta “novos desafios” relativamente à prevenção da dor crónica e à qualidade de vida deste grupo. “Durante a hospitalização por doença, a dor é o sintoma com maior prevalência, em resultado do tratamento ou da própria doença”, explicam em nota enviada à imprensa.

Embora se circunscreva a crianças e instituições portuguesas (Hospital Pediátrico de Coimbra e IPO de Lisboa e do Porto), esta investigação, que durará três anos e que apresentará as primeiras descrições da dor ao fim de cerca de um ano e meio, insere-se num estudo coordenado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles-UCLA (Estados Unidos) e realizado em colaboração com as universidades de Toronto (Canadá) e de São Paulo (Brasil).

A equipa conta, ainda, com a colaboração do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Vocacional e Social da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e do Departamento Pediátrico do Centro Hospitalar de Coimbra.


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