Workshop – “Fomos enganados! Afinal não há droga”

Janeiro 13, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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“Dando continuidade às acções realizadas até à data, o Sector de Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança (IAC) considerou relevante a realização do workshop “Fomos enganados! Afinal não há droga”, com o intuito de ampliar o conhecimento na área da toxicodependência. A Mala da Prevenção é um instrumento destinado a estimular a reflexão sobre o valor da promoção da educação para a saúde e bem-estar, com destaque para a prevenção de dependências patológicas e de comportamentos de risco para a saúde, individual, familiar e social. Facultar informação adequada, desmitificar o conceito de droga e aumentar a estima e o respeito pela saúde são algumas das questões que serão abordadas neste workshop, que se irá realizar no dia 26 de Janeiro de 2011. Esta acção será orientada pelo Dr. Luís Patrício, Médico Psiquiatra, Ex-Director do Centro das Taipas, Co-Fundador e correspondente Português da Associação Toxicomanie Europe Échange Étude.”

Instituto de Apoio à Criança
Sector da Humanização
Rua Sampaio e Pina, 12 r/c
1070-249 Lisboa
Tel. 21 380 7300
Fax. 21 386 9199
e-mail: iac.humanizacao@gmail.com
e-mail: iac-humanizacao@iacrianca.pt

Oficina de Formação – “Ruas Seguras: Percepção do risco rodoviário na formação dos jovens para a cidadania”

Janeiro 13, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“A presente Oficina de Formação (OF) surge de um protocolo entre o Centro de Formação João Soares e a Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M), no âmbito do projecto “Mobilidade Sustentável e Segurança Rodoviária: um projecto de educação para as novas gerações”, apoiado pelo Programa Gulbenkian Ambiente da Fundação Calouste Gulbenkian. A frequência desta OF é gratuita.

DESTINATÁRIOS – Docentes do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico, preferencialmente, directores de turma e coordenadores de projectos das escolas.

CARGA HORÁRIA – 50 horas, sendo 25 horas de sessões presenciais e 25 horas de trabalho autónomo.

CALENDARIZAÇÃO: As sessões presenciais conjuntas decorrerão entre 17 de Janeiro de 2010 e 12 de Fevereiro de 2010, com duas a três sessões semanais, retomando na semana de 16 a 20 de Maio de 2010 para mais uma sessão (de avaliação). O horário será em regime pós-laboral, com duas possibilidades alternativas, uma delas incluindo aulas aos sábados de manhã.

CRÉDITOS – 2 créditos atribuídos pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua.

OBJECTIVOS DA OFICINA – Desenvolver competências pedagógicas transversais, que reflictam as exigências de uma visão multidisciplinar da problemática do risco e trauma rodoviários, sublinhando a complexidade do meio e do espaço público rodoviário; fornecer aos docentes instrumentos, que facilitem a realização de projectos na área da educação para a cidadania rodoviária, da gestão da mobilidade em meio urbano, e da sensibilização para os riscos sobre a integridade física, no espaço público rodoviário, nomeadamente, na Área de Projecto e/ou Formação Cívica; sublinhar as possibilidades de abordagem destas temáticas como meio de ensino em áreas disciplinares curriculares específicas, como por exemplo, Matemática, Português, Física, Geografia e História, recorrendo a exercícios práticos em ambiente rodoviário.

EFEITOS ESPERADOS – Aquisição de competências técnico-pedagógicas de Educação Rodoviária numa perspectiva multidisciplinar; Realização de projectos de Educação Rodoviária integrados no projecto educativo das escolas; Associação da temática da cidadania rodoviária a conteúdos de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; Colaboração na criação de um fórum de discussão e realização de um Encontro Final no fim do ano lectivo.

CONTEÚDOS DA ACÇÃO – Educação Rodoviária nas Escolas do 2º e 3º ciclos numa perspectiva multidisciplinar; Análise da envolvente rodoviária nas escolas; Sistema Rodoviário, Urbanismo e Sociabilidades; Mobilidade Sustentável; Sinistralidade Rodoviária; Participação Activa e interpretação de leis, normas e regras.

METODOLOGIAS – A oficina de formação divide-se em 3 fases. A fase 2 e 3 são sessões presenciais conjuntas de carácter teórico-prático. A fase 2 é constituída por trabalho autónomo, que será acompanhado por pelos formadores em regime de tutória.

AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS – Avaliação das actividades é feita de forma continuada pelos formadores, em conjunto com os formandos, com base nos conteúdos e efeitos a produzir. Será dada especial atenção a: nível de participação dos formandos nas sessões presenciais; nível de realização das actividades durante as sessões presenciais; nível de realização das actividades propostas pelos formandos nas sessões de trabalho autónomo; reflexão crítica sobre o contributo da acção para o desenvolvimento profissional.”

Para mais informações contactar:

Centro de Formação Professor João Soares
Rua Marquês de Soveral, 1749-063 Lisboa Telefone.: 218401042 Fax: 218470049 E-mail: cfpjoaosoares@mail.telepac.pt Website: http://www.cfpjoaosoares.com.pt/

ACA-M – Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados
Av. 5 de Outubro, 142 – 1ºDto. – 1050-061 Lisboa Telemóvel: 931406941 Telefone: 217801997 E-mail: aca-m@aca-m.org Website: http://www.aca-m.org/

Participação de Dulce Rocha, Presidente Executiva do IAC no programa Sociedade Civil – RTP 2

Janeiro 13, 2011 às 10:00 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Drª Dulce Rocha, Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança, vai participar no dia 14 de Janeiro de 2011 entre as 14.00 e as 15.00 horas, no programa Sociedade Civil na RTP 2. Este programa é dedicado ao tema“Hospitais pediátricos: ainda se justificam?” e é moderado por Fernanda Freitas. O IAC é parceiro do programa Sociedade Civil e tem participado num já considerável número de emissões, na generalidade trata-se de um conjunto de programas em que os temas se relacionam com os direitos das crianças, sendo matérias de verdadeiro interesse público.

Sinopse – “Hospitais pediátricos: ainda se justificam?”

“O Hospital da Estefânia – o maior hospital pediátrico do país – pode ser encerrado e as suas valências transportadas para um departamento de pediatria no futuro Hospital Geral de Todos os Santos. O objectivo do Ministério da Saúde é passar a concentrar todos os serviços pediátricos num só espaço. Esta unificação tem vantagens para o utente? Estando no mesmo espaço, não há risco de duplicar serviços ou valências? Poderá a investigação e o conhecimento beneficiar da centralização no mesmo edifício? Além da polémica sobre o fecho do Hosp. da Estefânea, queremos avaliar o quadro da saúde infantil em Portugal.”

 

Conferência On-Line de Informática Educacional

Janeiro 13, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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