Síntese / Conclusão da Formação em 2010 do Instituto de Apoio à Criança

Dezembro 28, 2010 às 9:00 pm | Publicado em CEDI | Deixe um comentário
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Durante o Ano de 2010, Ano Europeu de Luta Contra a Pobreza e Exclusão Social, o Serviço de Formação do Instituto de Apoio à Criança, sediado no Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança, realizou diversas acções de formação e / ou sensibilização sobre “As crianças e a gestão do dinheiro”, graças ao Protocolo estabelecido com a Associação de Instituições de Crédito Especializado(ASFAC). Assim, pensamos ter contribuído para, de forma indirecta, dado que os destinatários foram profissionais e alunos de diversas áreas (jovens em risco também!), ajudar a lançar as bases da sustentabilidade material e emocional. Sustentabilidade de base aparentemente financeira que é, no fundo, o pilar da relação de todos os dias connosco próprios e com os outros. Em 9 de Abril, 24 e 27 de Setembro, 8 de Outubro,30 de Novembro (em Coimbra, em parceria com o Fórum Construir Juntos) 2 e 3 de Dezembro, vários foram os técnicos, jovens em risco a alunos de cursos de formação (num total de 85 pessoas) que experimentaram, por vezes com surpresa, as “malhas que o dinheiro tece” e de como pode ser irrealista (mas passível de controlo) a forma como o gerimos e como planeamos os nossos projectos.

Palmira Carvalho
Coordenadora Pedagógica / Mediadora do Grupo de Trabalho da Actividade Formativa

 

De Viva Voz pela Inclusão

Dezembro 28, 2010 às 3:41 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Na qualidade de Pólo mediador da Rede Construir Juntos o IAC é actualmente promotor do Projecto de ”Viva Voz pela Inclusão”, aprovado no âmbito do Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social 2010. Este projecto visa fundamentalmente promover a participação de crianças e jovens mobilizando-os/implicando-os na reflexão e apresentação de propostas relativamente a esta temática.

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Câmaras municipais vão abrir cantinas nas férias para ajudar alunos

Dezembro 28, 2010 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Jornal de Notícias de 16 de Dezembro de 2010.

Fotografia Jornal de Notícias

Fotografia Jornal de Notícias

Ivete Carneiro e Gina Pereira

O mapa é difícil de traçar. Muitas autarquias já têm os refeitórios abertos fora da época escolar por oferecerem actividades não lectivas. Nalguns casos, pondera-se a abertura a quem não esteja inscrito no ATL. Noutros ainda, a abertura é novidade por causa da crise.

O Porto anunciou a medida há dias. Vai abrir as cantinas a quem precisar, alunos e irmãos, mediante uma inscrição, durante a paragem lectiva do Natal. A Câmara Municipal de Olhão está a pedir inscrições e calcula que perto de 500 crianças precisem de ajuda. Também é novidade naquele concelho algarvio. Como em Setúbal.

Já em Sintra, a ideia é alargar a refeição crianças que não frequentem os 51 ATL do concelho, dado que os serviços já existem para quem esteja inscrito em actividades extra-escolares. No ano lectivo passado, sete escolas básicas de zonas pobres chegaram a abrir as cantinas ao fim-de-semana para dar almoço às crianças em dificuldades.

Ivone Calado, directora do agrupamento de escolas da Serra das Minas, diz que vão muitos alunos levando pela mão os irmãos mais novos e também os mais velhos. “A indicação que havia era para deixar entrar toda a gente”. A medida acabou trocada por um suplemento alimentar diário de pão e fruta. Este ano, apesar de não haver indicações de um agravamento da situação, o receio é o do impacto provável dos cortes nos apoios sociais que se irão sentir a partir de Janeiro.

A verdade é que há autarquias à procura de casos prementes para alargar apoios existentes e acordaram agora para uma necessidade que, garante a Confederação das Associações de Pais (Confap), não é nova. “As associações de pais tiveram muito na sua génese garantir os ATL e as refeições” fora da época lectiva, sublinha ao JN Albino Almeida. Nasceram as Componentes de Apoio à Família (CAF). O presidente da Confap lembra a proposta, feita há dois anos ao Governo, de alargar as CAF a todo o país – só existem onde houve iniciativa e são uma realidade que não cobre sequer metade do país, como se conclui da ronda feita ontem pelo JN. “Fomos acusados de querer armazenar crianças”.

Segundo Albino Almeida, “o que é novo é que as autarquias aperceberam-se este ano que há famílias com um rendimento que não permite gastar mais do que um euro por dia por pessoa em alimentação, devido à perda dos abonos”. Com uma melhor organização, o dirigente acredita ser possível alargar a oferta. Do seu lado, o Ministério da Educação apenas lembra que a gestão do assunto cabe na autonomia das escolas.

A verdade é que, com ou sem CAF, muitas autarquias garantem que não há necessidade de ter as portas dos refeitórios escolares abertas durante as férias. De Torres Novas até argumentam que “o desemprego está a descer”.

Pós-Graduação em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar

Dezembro 28, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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