I Jornadas de Bibliotecas Escolares da Maia

Novembro 9, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Somália e Estados Unidos deveriam ratificar a Convenção sobre os Direitos da Criança

Novembro 9, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia retirada do site do UNRIC – Centro Regional de Informação das Nações Unidas

A Presidente do Comité dos Direitos da Criança apelou à Somália e aos Estados Unidos, para que ratifiquem a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), uma vez que são os dois únicos países que ainda o não fizeram.

“Tendo presentes os melhores interesses da crianças, reiteraria, com todo o respeito, o nosso apelo a esses Estados, para que ratifiquem a Convenção sobre os Direitos da Criança”, disse Yanghee Lee perante a Terceira Comissão da Assembleia Geral das Nações Unidas.

O tratado é o primeiro instrumento internacional juridicamente vinculativo a incorporar todos os direitos humanos – civis, culturais, económicos, políticos e sociais – dos jovens com menos de 18 anos.

Yanghee Lee apelou também à ratificação universal até 2012  dos dois protocolos facultativos à Convenção (sobre a participação de crianças em conflitos armados e sobre a venda de crianças, a prostituição infantil e a pornografia infantil). Actualmente, 139 Estados ratificaram o primeiro destes protocolos e 141, o segundo.

Este ano, o Comité e os seus parceiros lançaram uma campanha para assegurar a ratificação universal dos dois protocolos facultativos até 2012,  ano em que se comemora o décimo aniversário da sua entrada em vigor, e para consciencializar as pessoas da obrigação de os Estados partes garantirem que as suas leis nacionais respeitem esses protocolos.

O Comité dos Direitos da Criança foi criado em virtude dos art.º 43.º da Convenção sobre os Direitos da Criança com o objectivo de controlar a aplicação, pelos Estados Partes, das disposições desta Convenção, bem como dos seus dois Protocolos Facultativos.

(Baseado numa notícia divulgada pelo Centro de Notícias da ONU a 13/10/2010)

Um quarto das crianças ‘nasce’ primeiro na Net

Novembro 9, 2010 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 24 de Outubro de 2010. Dados estatísticos do estudo da AVG Aqui

 

Aos dois anos mais de 80% das crianças têm referências ‘online’, revela estudo internacional. Especialista alerta para os riscos.

Um casal orgulhoso criou um blogue para partilhar fotografias da sua bebé de dois meses. Algum tempo depois, “as mesmas imagens estavam a ser usadas num anúncio na Internet, em que se informava que a criança estava à venda, e se descrevia todo o tipo de actividades a que o comprador se poderia dedicar”.

O caso extremo, descrito ao DN por Tito de Morais, fundador do site “miudossegurosna.net”, ilustra o tipo de riscos que o “compreensível desejo de partilhar a alegria e o orgulho da paternidade” podem trazer, quando esta partilha é feita em plataformas “acessíveis a toda a gente”.

O facto é que, cada vez mais, recursos como blogues e redes sociais são encarados pelos seus utilizadores como álbuns de fotografias ou diários, onde se registam e partilham pormenores sobre a vida e a evolução dos filhos.

Segundo um estudo da AVG, uma empresa de segurança online, conduzido na América do Norte, em cinco países europeus, na Austrália, Japão e Nova Zelândia, um quarto das crianças dos países desenvolvidos já “existe” na Web antes de nascer. Imagens de ecografias, informações diversas, como o futuro nome, são alguns dos detalhes que pais e mães vão partilhando pela rede.

Ao chegarem aos dois anos, de acordo com o mesmo relatório, 81% das crianças já têm alguma referência à sua existência. Números que contrastam com o grau de preocupação das mães entrevistadas pela AVG, segundo a qual é em Espanha que mais mulheres confessam preocupação com a divulgação destas informações sobre os filhos e, ainda assim, apenas 3,8% das inquiridas.

Portugal não foi abrangido pelo estudo mas, segundo Tito de Morais, desde “há alguns anos” que se têm tornado mais comuns os blogues de bebés. O especialista lembra que já existem funcionalidades, como a possibilidade de criar grupos nas redes sociais, que “limitam as pessoas que acedem aos conteúdos”, mas alerta que “nenhum círculo é 100% seguro”.


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