“Hoje as Crianças, Amanhã o Mundo”: Sessão de Encerramento

Junho 28, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Sessão de Encerramento do projecto de Educação para o Desenvolvimento: “Hoje as Crianças, Amanhã o Mundo” – Recursos pedagógicos de Educação para o Desenvolvimento no Ensino Formal para crianças entre os 5 e os 12 anos –  realiza-se, no dia 29 de Junho, entre as 15.00 e as 18.00, no Auditório Armando Guebuza da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa.

Este projecto, promovido pela AIDGLOBAL, com o co-financiamento do IPAD (Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento), nasceu do reconhecimento da necessidade de aumentar e diversificar a oferta de recursos pedagógicos de Educação para o Desenvolvimento, nos primeiros anos do ensino formal.

Nesta Sessão de Encerramento, apresentar-se-á o conjunto de materiais resultantes deste projecto, os quais foram já objecto, em Maio passado, de um périplo de divulgação e distribuição por todo o país.

Presentes estarão também oradores convidados, do IPAD, Universidade Lusófona – parceira na organização do evento – e Casa Pia de Lisboa, que trarão os seus contributos em torno da temática da Educação para o Desenvolvimento.

A participação é gratuita e dispensa inscrição. Consulte abaixo o programa completo.

Antes de partilhares algo na net, PENSA, porque depois já toda a gente viu!

Junho 28, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Aqui fica este importantíssimo conselho para os jovens utilizadores da internet.

Seis em cada dez crianças já tiveram más experiências na internet

Junho 28, 2010 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Às duas da manhã de um domingo, o especialista em segurança Tito de Morais recebeu o telefonema de uma mãe em pânico. A filha de 13 anos estava a ser chantageada por alguém que conhecera online e a quem enviara fotos comprometedoras, pensando tratar-se de outra adolescente da sua idade.

Agora, sob a ameaça de divulgar as fotos, o desconhecido queria forçar a adolescente a encontrar-se com ele. Tito de Morais aconselhou-a a ir à Polícia Judiciária, que acabou por prender o perseguidor depois de lhe montar uma armadilha.

“Pela primeira vez, conseguiram evitar um crime de natureza sexual porque a adolescente conseguiu contar à mãe”, frisa Tito de Morais, para quem a atitude mais fundamental que os pais podem tomar para a educação dos filhos é “manterem os canais de comunicação abertos”.

O especialista falava ontem durante o evento onde foi apresentado o mais abrangente estudo mundial alguma fez feito sobre o comportamento das famílias online. Elaborado pela empresa de segurança digital Symantec, o “Norton Online Family Report” inclui perto de dez mil entrevistas com pais e crianças de 14 países, dos Estados Unidos e Brasil ao Reino Unido ou Japão. Chegou a uma conclusão preocupante: 62% de todas as crianças confessaram já ter tido uma experiência negativa durante a navegação na internet.

Entre as experiências mais traumáticas encontram-se a abordagem por parte de desconhecidos em redes sociais (41%), o download de vírus (33%), a visualização acidental de pornografia e/ou violência (25%) e a tentativa de desconhecidos de obter contacto físico (10%). “Um quinto destas crianças sente-se envergonhada com o que aconteceu e tem ressentimentos”, sublinha Salvador Tapia Rodríguez, director da unidade de consumo da Symantec Iberia, que fez a apresentação dos resultados do estudo. E há mais: quatro em cada dez crianças sentem-se responsáveis pelo que lhe aconteceu. “As crianças não podem assumir sozinhas a responsabilidade pelas experiências negativas”, alerta Tito de Morais, referindo que a culpa também é dos pais, “que não as souberam preparar”.

Apesar de alguns números preocupantes, o relatório também tem indicadores positivos. Por exemplo, os pais têm agora muito mais consciência da quantidade de tempo que os filhos passam na internet. Em estudos anteriores, a diferença era tão grande que se tornava ridícula: os filhos passavam dez vezes mais tempo online do que os pais julgavam. Essa lacuna está mais ou menos resolvida, indicam os novos números. Isto não impede de tanto pais como filhos admitirem que a internet ocupa demasiado tempo – 70% dos pais preocupam-se com o excesso de internet e 48% dos miúdos reconhecem que despendem muito tempo na net.

E o que fazem quando estão à frente do computador? Mais de 80% dizem jogar videojogos, 73% navegam de site em site, 71% pesquisam informação para trabalhos da escola e 67% conversam com amigos. No entanto, mais de 50% revelam que os pais não exercem qualquer controlo sobre os downloads – o que na maioria das vezes significa downloads ilegais e/ou potencialmente infectados -, bem como a subscrição de serviços pagos que podem acumular-se e gerar dívidas insuspeitas.

Um dos alertas feitos pela Symantec é de que as crianças estão a estabelecer as próprias regras de uso e códigos de conduta na internet, sendo que as regras impostas pelos pais estão, na maioria das vezes, ultrapassadas. Segundo Salvador Tapia, os pais não agem em conjunto e acabam por ter comportamentos diferentes, o que torna as regras de família quase inexistentes. Reflexo disso mesmo é o facto de 48% das crianças considerarem que são mais cautelosas online que os próprios pais.

“São os miúdos que estão a educar os pais”, diz Salvador Tapia, sublinhando que duas em cada dez crianças acreditam que os pais estão “desligados” da sua vida online.

Jornal ionline em 25 de Junho de 2010

Veja o vídeo AQUI.

Consulte o Norton Online Family Report, que infelizmente não ínclui Portugal,  AQUI.


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