Misericórdia de Lisboa cria bolsa para famílias de acolhimento

Maio 14, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 4 de Maio de 2010.

por RITA CARVALHO

Instituição põe campanha no ar para angariar candidatos que recebam temporariamente em casa crianças em risco

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) vai criar uma bolsa de famílias de acolhimento para cuidar provisoriamente de crianças em risco que são retiradas do seu contexto familiar. O objectivo é dar um ambiente de segurança e tranquilidade aos menores que estão em sofrimento emocional por terem sido vítimas de negligência, maus tratos ou abandono. Nesse período, e sem nunca perder o contacto com o filho, a família biológica é ajudada a organizar-se para poder recebê-lo de volta.

Os candidatos, que podem ser solteiros ou casados e ter entre 25 e 65 anos, são seleccionados e formados pelos técnicos da Misericórdia. As suas motivações e estrutura emocional são avaliadas, bem como a sua capacidade para cuidar e dar afecto à criança que virão a receber. Um requisito fundamental é que os potenciais acolhedores não sejam candidatos à adopção, para que não haja a expectativa de ficarem com a guarda definitiva da criança.

“Esta medida de protecção que pode ser decretada pelos tribunais pressupõe que os pais biológicos continuem com a tutela dos filhos. A família de acolhimento tem de estar bem consciencializada de que é uma medida transitória e que a criança vai regressar à sua família”, explicou ao DN Rosa Macedo, responsável do Departamento de Acolhimento, Juventude e Infância da SCML.

E os pais a quem é retirado temporariamente o filho têm de estar disponíveis para trabalhar intensamente de forma a garantir condições de estabilidade para que este regresse a casa, acrescenta. Problemas como alcoolismo, maus tratos ou negligência têm, por isso, de ser “removíveis”.

“Esta medida exige uma quadratura complexa e uma gestão de equilíbrios muito grande entre a criança, a família biológica, a de acolhimento e os técnicos sociais”, explica Rosa Macedo.

Por isso, os pressupostos são claros: a família em que foi detectada a disfuncionalidade parental tem de ter capacidade de reconstrução, quem acolhe tem de estar preparado para receber, mas também para se separar da criança, e entre as duas famílias tem de haver uma interacção forte.

Esta última condição nem sempre é bem compreendida por quem se disponibiliza para ser família de acolhimento, sublinha a responsável da Misericórdia de Lisboa, que lembra que no ano passado também foi feita uma campanha de sensibilização, mas só um casal chegou ao fim do processo, podendo a qualquer momento receber um menor em sua casa. “A criança tem de visitar os pais e de manter o contacto regular com a sua família”, explica Rosa Macedo, acrescentando que todas as regras ficam acordadas entre as partes e que é preciso estar preparado para “reacções adversas”.

“O objectivo é que, durante este tempo, ao viver com estas pessoas, as crianças se reabilitem num novo contexto familiar, sejam saudáveis e felizes. Mas também que a família de acolhimento seja modelo de interacção com a família biológica”, acrescenta, salientando, contudo, que cada caso é um caso e que todas as variáveis têm de ser bem ponderadas.

Outra exigência para ser candidato a família de acolhimento é ter uma situação económica sólida. O serviço prestado é retribuído com 330 euros mensais, e pretende-se evitar que as famílias tirem daqui uma forma de rendimento.

Press Release: Lançamento da 3ª Edição do “Guia dos Direitos da Criança” no Porto

Maio 14, 2010 às 5:24 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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No âmbito da Defesa e Promoção dos Direitos da Criança, o Instituto
de Apoio à Criança, no próximo dia 17 de Maio, pelas 12H00, no
Hospital de São João – Aula Magna da Faculdade de Medicina do
Porto,, vai lançar a 3ª Edição do “Guia dos Direitos da Criança” da
autoria de Ana Perdigão e Ana Sotto Mayor Pinto, técnicas do IAC.

A obra será apresentada pelo Juiz Conselheiro Laborinho Lúcio, e
contará com a presença da Presidente do Instituto de Apoio à Criança,
Manuela Eanes, do Presidente do Conselho de Administração do
Hospital de São João, Profº Doutor António Ferreira e com as autoras
da obra.

A importância do “Guia dos Direitos da Criança” (que é a compilação
de toda a legislação sobre a criança, nas diferentes áreas, quer seja na
educação, saúde, segurança social, procriação medicamente assistida,
etc) tem sido reconhecida pelos diferentes profissionais que trabalham
com crianças, procurando soluções integradas em que a
interdisciplinaridade desempenha um papel cada vez mais relevante e
olhando a criança numa perspectiva inovadora como verdadeiro
sujeito de direitos.

12 de Maio 2010

“Jornalismo e direitos da criança – Uma investigação em curso”

Maio 14, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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No âmbito da colaboração entre o IAC (Instituto de Apoio à Criança)  e o CIMJ (Centro de Investigação Media e Jornalismo) vimos dar conhecimento e divulgar o encontro “Jornalismo e direitos da criança – Uma investigação em curso” a ser dinamizado pela investigadora Lídia Marôpo e moderada por António Granado. A sessão vai ter lugar no próximo dia 24 de Maio, 18h30 – 19h30, na sala 1.04 do Edifício ID da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.


Workshop PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA EM CONTEXTO ESCOLAR – Bullying e outros fenómenos

Maio 14, 2010 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O ISPA vai organizar o Workshop PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA EM CONTEXTO ESCOLAR – Bullying e outros fenómenos nos dias 5 e 19 de Junho e no dia 3 de Julho de 2010. O formador é a Prof.ª Doutora Margarida Gaspar de Matos (Faculdade de Motricidade Humana, FMH/UTL) e Equipa Aventura Social / FMH.

OBJECTIVOS
1. COMPREENDER O FENÓMENO

Descrever diferentes tipos de violência
Identificar factores associados ao fenómeno da violência em contexto escolar
Identificar factores de risco e factores de protecção associados ao comportamento violento
Descrever factores individuais e sociais de protecção e risco de violência na criança e no adolescente.
Descrever diferentes tipos de abordagens na intervenção com os comportamentos anti-sociais.
Caracterizar diferentes perspectivas sobre a delinquência juvenil

2. ACÇÃO PREVENTIVA

Identificar estratégias de prevenção da violência desenvolvidas em contexto escolar.
Identificar respostas escolares ao bullying / provocação entre pares
Descrever programas de prevenção da violência baseados na promoção de competências pessoais e sociais.
Identificar, intervir e avaliar na escola facilitando a prevenção da violência
Estudos de caso
METODOLOGIAS
2 sessões teóricas e teórico práticas e 1 sessão de apresentação e discussão de casos práticos
DURAÇÃO
18 Horas

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