As crianças aprendem com o que vivem: o poema

Fevereiro 4, 2010 às 2:00 pm | Publicado em Poesia | Deixe um comentário

Children Learn What They Live

If children live with criticism, they learn to condemn.

If children live with hostility, they learn to fight.

If children live with fear, they learn to be apprehensive.

If children live with pity, they learn to feel sorry for themselves.

If children live with ridicule, they learn to feel shy.

If children live with jealousy, they learn to feel envy.

If children live with shame, they learn to feel guilty.

If children live with encouragement, they learn confidence.

If children live with tolerance, they learn patience.

If children live with praise, they learn appreciation.

If children live with acceptance, they learn to love.

If children live with approval, they learn to like themselves.

If children live with recognition, they learn it is good to have a goal.

If children live with sharing, they learn generosity.

If children live with honesty, they learn truthfulness.

If children live with fairness, they learn justice.

If children live with kindness and consideration, they learn respect.

If children live with security, they learn to have faith in themselves and in those about them.

If children live with friendliness, they learn the world is a nice place in which to live.

 Dorothy Law Nolte, 1972

Tostão a tostão enche a criança a conta bancária, ou não?!

Fevereiro 4, 2010 às 10:28 am | Publicado em A criança na comunicação social | 1 Comentário
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Governo aprova conta poupança para recém-nascidos

Custos estimados da medida são entre 20 e 25 milhões de euros por ano. 

O Governo acaba de aprovar a entrada em vigor da «conta poupança futuro», que atribui 200 euros aquando do nascimento de uma criança, através de uma conta aberta no Instituto de Gestão e do Crédito Público, IP ou numa instituição bancária escolhida pelos pais. Aquando do registo do recém-nascido, os pais têm acesso ao cartão do cidadão, ao número de contribuinte e ao número de conta.

Até aos 18 anos, a família compromete-se a reforçar a conta com um mínimo de 100 euros por ano e, em contrapartida, o beneficiário recebe uma remuneração dos juros a uma taxa favorável, havendo lugar à capitalização até ao cumprimento da escolaridade obrigatória. Para além disso, estão previstos benefícios fiscais semelhantes aos dos PPR para os reforços que sejam efectuados, até 20 por cento do valor. O limite anual máximo de reforço é de 2500 euros. 

 Por outro lado, nesta primeira fase, todas as crianças que tiverem até oito anos a 1 de Outubro deste ano – quando se prevê que a medida entre em vigor – vão poder usufruir dos benefícios fiscais e de bonificação de juros, embora não recebam os 200 euros iniciais. 

Os montantes depositados na conta podem ser levantados quando o jovem atinja os 18 anos de idade, mas apenas beneficiará de todas as condições mais favoráveis de juros e resgate se for completada a escolaridade obrigatória. Antes da maioridade, as verbas só ficarão acessíveis a levantamentos por doença grave do beneficiário ou desemprego não subsidiado de todos os elementos que compõem o agregado familiar.  

No entanto, e de acordo com o Diário de Notícias, esta medida não é consensual. A Associação de Famílias Numerosas, por exemplo, disse ontem que esta medida em nada ajuda os agregados. Opinião diferente tem a Confederação Nacional das Associações de Pai e a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação, que consideraram «positiva» a medida do Governo.

Fonte: Pais&Filhos, em 2 de Fevereiro de 2010.   


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