Gala Solidária “Um Lugar Para o Joãozinho”

Setembro 9, 2014 às 10:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Joãozinho

mais informações:

http://www.joaozinho.pt/

http://ticketline.sapo.pt/evento/gala-solidaria-um-lugar-para-o-joaozinho9254

 

 

Homens limpam vidros de hospital vestidos de super-heróis para alegrar o dia de crianças internadas

Setembro 5, 2014 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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texto do site http://www.hypeness.com.br

hypeness

por Redação Hypeness

Em um dia da semana, logo pela manhã, as crianças do Hospital Presbiteriano de Nova Iorque tiveram uma surpresa: acordaram com seus super-heróis favoritos acenando para eles do lado de fora da janela. A surpresa teve iniciativa dos homens que lavam as janelas do hospital, aproveitando para levar sorrisos, carinho e felicidade às crianças.

Quando os pequenos avistaram os super-heróis, as reações foram diversas. Alguns não conseguiam conter-se em felicidade, enquanto outros arregalavam os olhos incrédulos e surpresos – os mais desinibidos chegaram próximo das janelas e deram um toque de mão nos personagens da vida real.

Assista a ação dos homens super-heróis e veja a reação das crianças – seu dia também ficará mais feliz:

 

 

 

Operação Nariz Vermelho precisa de donativos para continuar a animar crianças no hospital

Abril 4, 2014 às 9:21 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 4 de abril de 2014.

Oxana Ianin

Ana Isabel Mendes

Improvisar, tornar o ridículo aceitável, trabalhar com nada e desconstruir a realidade são as ferramentas usadas pelos doutores-palhaços. Neste dia do Nariz Vermelho, organização alerta que visitas aos blocos operatórios estão em risco por falta de verbas.

Felisberto, Marta, Sofia e Rui. Quatro crianças internadas num hospital de Lisboa que receberam recentemente a visita dos doutores-palhaços da Operação Nariz Vermelho (ONV). Por ano, diz a organização, há cerca de 40 mil crianças que sorriem nos hospitais por sua causa.

Os doutores-palhaços visitam regularmente as enfermarias de 13 hospitais do país onde estão internadas crianças. Mas, no maior hospital pediátrico do país, o Dona Estefânia, em Lisboa, o projecto-piloto que, além das enfermarias, permitiu alargar estas visitas ao bloco operatório está em risco por falta de verbas.

No caso das enfermarias, as visitas são oferecidas pela ONV aos hospitais, mas levar um doutor-palhaço uma vez por semana ao bloco operatório custa seis mil euros por ano, entre formação e deslocações. No Hospital Dona Estefânia, a verba terminou no início do mês de Março. Para que estas visitas continuem a realizar-se, a ONV  precisa desse dinheiro, que até agora tem vindo de empresas que funcionam como mecenas e de donativos particulares. “O ideal será manter o projecto a três  anos, o que significa um financiamento de 18 mil euros”, diz a coordenadora de comunicação da ONV, Magda Ferro. Por causa da crise, a ONV admite perspectivar o projecto pelo prazo de mais um ano, para o que serão precisos apenas seis mil euros. Na página oficial, está aberta a porta a quem quiser ajudar.

Enquanto esperam por verbas para este projecto especial, a ONV prossegue com as tradicionais visitas dos palhaços nas enfermarias. “Hei, Felisberto, como estás?”, questiona Fernando Terra no papel de Dr. Kotonete kom Kapa logo que entra na enfermaria do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. São 11h30 e, pedindo licença, dois doutores palhaços da ONV invadem, a cantarolar, o quarto onde está Felisberto. Missão para os próximos 15 minutos: levar sorrisos às duas crianças que estão internadas neste quarto.

O Felisberto tem 14 anos e é uma das milhares de crianças que os doutores-palhaços visitam durante todo o ano. O rapaz está internado há uma semana e sofre de uma doença crónica e hereditária do foro hematológico, que foi diagnosticada quando tinha apenas seis meses: drepanocitose. Entre antibióticos e tratamentos, o adolescente deverá estar na sala de internamento durante dez dias consecutivos.

Improvisar, tornar o ridículo aceitável, trabalhar com nada e desconstruir a realidade são as ferramentas usadas pelos profissionais da ONV. “Começar com um adereço, com o pormenor, com o que se diz, com o que não se diz, não fazer nada ou não marcar presença. Isto torna o trabalho do palhaço no hospital numa coisa muito própria”, refere Magda Ferro.

João Paulo (Dr. Mambu) e Fernando Terra (Dr. Kotonete kom Kapa) já fazem parte da ONV há dez e sete anos, respectivamente. “Eu tive formação para a ONV em 2005 e a partir daí conheci o projecto. Dois anos depois, a presidente da Operação Nariz Vermelho, Beatriz Quintela, ligou-me para fazer o casting para ser doutor-palhaço, e eu entrei para o grupo. Tive sempre contacto com formadores e passei a doutor-palhaço.”, revela Fernando Terra.

Enquanto explica como conheceu o projecto, João Paulo, de face estreita e de cabelo encaracolado, faz palhaçadas. Conheceu a organização em 2004, altura em que fez o casting. “Soube do projecto através de um amigo, fui convidado para fazer parte da ONV e sou doutor palhaço desde esse ano”, afirma.

Há crianças que não querem palhaçadas

“A criança no contexto hospitalar perde a sua autoridade”, explica Magda Ferro. É por isso que a ONV coloca nas mãos do doente a decisão de ser ou não visitado. Há crianças que estão em internamentos longos e complexos e que não gostam de palhaços. “Na primeira visita o palhaço vai-se embora, na segunda bate à porta, na terceira canta à porta, na quarta já tenta entrar”, explica a coordenadora de comunicação da ONV.

Felisberto não se importou que os doutores-palhaços o visitassem. Aliás, para ele, é sempre uma honra receber os convidados: “Gosto das palhaçadas, do que eles fazem”, diz o jovem divertido. Está atento às canções e tenta acompanhar o ritmo.

Tal como todos os trabalhos, também este tem as suas peripécias associadas. Fernando Terra acredita que o mais complicado de tudo é despertar um sorriso nos adultos que acompanham as crianças, dado que estes têm noção da gravidade da doença. O mesmo não acontece com os mais novos: “a natureza de uma criança é por si só divertida”, diz. Por vezes, são os pais que constituem uma dificuldade ao trabalho dos doutores-palhaços. “É o próprio adulto que acompanha, que nos avisa para não tocar em algum material médico, e aí acaba por trazer de novo o miúdo de volta à realidade”, explica.

Nas formações os doutores-palhaços aprendem a ler o ambiente da sala onde entram e a verem o que pode ou não ser feito improvisadamente. “Quando entramos num quarto não sabemos o que vai acontecer. Sabemos que temos um menino com um colega do lado. E a acção pode partir de um gesto”, explica João Paulo.

“O nosso foco é: cada cêntimo que recebemos é para transportar alegria a cada criança, não esquecendo o nome de cada uma delas. Hoje levámos alegria ao Felisberto, à Marta, à Sofia, ao Rui. Portanto, cada uma é muito importante e o nosso trabalho é feito a pensar especificamente nela”, ressalva Magda Ferro. “A nossa visão é sermos a instituição de referência do trabalho artístico nos hospitais e podermos levar alegria a todas as crianças hospitalizadas, através de um sistema sustentado e coerente”.

Há histórias que ficam sempre na memória. Uma delas é a da “sopa de sapato”. Um dia a doutora Beatriz Quintella, a presidente do projecto que morreu em Setembro passado, vestia a pele de Dra. Da Graça “deixou cair um sapato dentro de um prato de sopa”. Nasceu, assim, a sopa de sapato, hoje em dia uma tradição mais virada para o queijo, por causa do cheiro a chulé”, recorda o doutor Mambu entre risos e acordes de guitarra.

“A questão que se colocava num projecto absolutamente inovador era um desafio, porque havia desconfiança, resistência e muitas dúvidas sobre a capacidade de haver uma intervenção séria e um trabalho cuidado feito por artistas nos hospitais”, lembra Magda Ferro. Sendo este um projecto que inova socialmente, a coordenadora sublinha que no início não foi fácil conquistar a confiança dos parceiros. No entanto, o balanço é já bastante positivo. “Em 2002 começámos em três hospitais, hoje estamos em 13. Uma equipa que começou com três artistas hoje tem 22”, refere.

Ao longo do tempo, novas unidades hospitalares têm aberto portas à actividade dos doutores-palhaços. “O culminar dessa recompensa é o projecto do bloco operatório que está a decorrer no Hospital Dona Estefânia que, no fundo, é o sítio ou o serviço mais sensível dentro do hospital”, sublinha. Desde que foi criada, esta instituição particular de solidariedade social já ganhou direito a um dia no calendário: o Dia do Nariz Vermelho, que se assinala esta sexta-feira. Recebeu, além disso, vários prémios, entre os quais o prémio “Direitos Humanos”, atribuído pela Assembleia da República, em 2009.

 

Dia do Nariz Vermelho – 4 de Abril

Abril 4, 2014 às 8:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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nariz nariz2

mais informações

http://www.narizvermelho.pt/DiadoNarizVermelho

 

Reportagem Vídeo do Euronews sobre Educação de crianças com cancro no IPO do Porto

Setembro 6, 2013 às 12:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem Vídeo do Euronews do dia 27 de Agosto de 2013.

Ver o vídeo da reportagem:

In sickness and in class : Portugal Skype School

euronews

These days many educational projects are adapting their methods for sick children. If a child has to live in a sterile environment for example, how can they keep up with their education? Well, it takes effort but it can be done.

Portugal: Skype school

At the Portuguese Institute of Oncology in Oporto they treat children with cancer. But they also make great efforts to ensure that their patients don’t fall behind with their school work.

Sometimes it is possible to teach children in groups in something like a classroom. But at other times, the children need to be isolated from others, and remain in a sterile environment, so before going to see them, the teacher has to change clothes, disinfect hands, and put a cap and a mask on. Also, all the equipment used, including paper and laptops, have to be sterilised or disinfected.

While Nadine was living in isolation, she did lessons via Skype. From middle school onwards children here are connected to their schools via the internet. They can watch a regular class or have private lessons with their teachers. Nadine doesn’t feel that having virtual lessons is a disadvantage.

Chile: hospital lessons

Jenny Salas has been a hospital teacher for 9 years now. She works for a pioneering NGO which has helped educate 60.000 hospitalised children so far. She explained: “What we have to do is reconsider the work we do in the classroom, partly to compensate for them being here. We try to make the time we are with them, whatever it is, the best, and the most normal as possible for them.”

The NGO was set up in 1998 by the mother of a woman who died in a car crash, but who had spent time in hospital as a child. During that time, her mother, Sylvia Riquelme, the president of the Carolina Labra Riquelme Foundation, was solely responsible for her education. She remembers teaching one child with cerebral palsy: “One girl had amazing achievements. The only thing she wanted was to study, to be trained, she learned to read, to say a few words, and most importantly, got onto a training course, something that neither she nor her mother had ever dreamed of.”

The foundation is now lobbying for a law enshrining the right of all children to be educated while in hospital.

UK: mission to explain

Explaining complicated medical concepts to adults can be difficult – and even more so to children. So in 2009 two doctors came up with a series of cartoon superheros called The Medikidz, who are on a mission to help young people understand their conditions.

Kate Hersov, Medikidz co-founder explained: “We used superheros, The MediKidz, a gang of five superheroes from planet Mediland, a planet shaped like the human body, out in space. And we use these five characters as a vehicle to engage children so we can educate them. So what we try and do is allow a child to understand, if they’re told they have type 1 diabetes, what is the pancreas, how does it work.”

Since their launch, they have produced 60 different titles, and distributed 2.5 million comic books in 30 languages across 50 countries. All the text is written by doctors, and reviewed by leading consultants and the Medikidz Youth Advisory Board.

They have produced 60 different titles, including books on asthma, diabetes, epilepsy, HIV and leukaemia. The books not only help children understand their own conditions, but also help them deal with medical conditions affecting friends and family.

Brincar no Hospital – Hospital D. Estefânia

Julho 11, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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As crianças que estão doentes têm problemas, sofrem, mas têm também necessidade de rir, de sonhar, improvisar, imaginar, esquecer o tempo e o espaço brincando e jogando e utilizando a sua criatividade! No Dia Internacional do Brincar/Jogar estivemos no Hospital D. Estefânia!

A ida ao hospital é vivida pela criança como uma experiência impressionante durante a qual vai aprender a conhecer o meio hospitalar: os lugares, os cheiros, os sabores, o ritmo de vida, as pessoas desconhecidas, os objetos desconhecidos, as máquinas,…
A atividade lúdica é fundamental para o desenvolvimento equilibrado da criança pois permite-lhe restaurar a sua segurança.

Adaptar o hospital às necessidades das crianças traduz a vontade dos adultos em encontrá-las no seu espaço. É importante desenvolver um espírito de brincar no seio da instituição hospitalar de forma global. Por espírito de brincar, entende-se que toda a equipa do hospital considere o brincar como uma necessidade vital da criança, uma fonte de prazer que favorece a expressão pessoal. Na instituição, é necessário que o brincar faça parte integrante da terapêutica e do ambiente geral. Abrir a porta do hospital à atividade lúdica permite que a criança compreenda quase instantaneamente, o esforço feito pelo serviço para a acolher. É como se fosse um sinal intermitente “Aqui as crianças são bem-vindas!”.

Brincar “aos médicos”, aos ”doentes”, com as bonecas, os ursos, os companheiros de quarto, com batas, máscaras, estetoscópios, seringas, etc., a criança brinca e representa a sua própria condição de criança hospitalizada. Por este meio ela encontra mecanismos para enfrentar os seus medos e angústias. Estimular tais brincadeiras é auxiliá-la na sua recuperação.

No Dia Internacional do Brincar/Jogar estivemos no Hospital D. Estefânia! Veja o nosso vídeo em baixo!

Leonor Santos

 

 

Filme “Zebedeu – Um Príncipe no Hospital” – Teaser

Dezembro 28, 2012 às 8:00 pm | Na categoria Divulgação, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Há muito que desejávamos um livro infantil no qual pudéssemos informar  os mais pequenos acerca dos direitos que têm quando têm de ir aoHospital. Este livro, da autoria de Rosário Alçada Araújo e ilustração de Carla Nazareth, destina-se a crianças dos 3 aos 10 anos e está já disponível para o público em geral. Contacte-nos através do iac-humanizacao@iacrianca.pt ou do telefone 21 3807300.

Zebedeu – Um Príncipe no Hospital

Dezembro 6, 2012 às 8:00 pm | Na categoria Livros | Deixe o seu comentário
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zebedeu

Press Release – Direitos da Criança Hospitalizada

Novembro 29, 2012 às 10:37 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Programa da Sessão “Direitos da Criança Hospitalizada”

Novembro 27, 2012 às 4:19 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Atendendo à lotação da sala, agradecemos confirmação de presença através do telefone  21 380 7300 ou e-mail iac-humanizacao@iacrianca.pt  até dia 28 de Novembro

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