Ativo ou Hiperativo? Eis a Questão! – Sessão do programa “Ao Encontro dos Educadores”

Junho 19, 2014 às 2:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Na próxima sessão do Programa “Ao Encontro dos Educadores” a Dr.ª Susana Marques da Cunha abordará o tema “Ativo ou Hiperativo? Eis a Questão!”. Dia 21 Junho 2014, sábado, pelas 10h30. Inscrições gratuitas mas obrigatórias através do email eventos@soerad.com

Rua Cândido dos Reis 30

2560-312 Torres Vedras

http://www.soerad.com/

 

4º Simpósio Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção

Junho 8, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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simposio

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Ciclo de Seminários “PHDA em Contexto Escolar”

Maio 29, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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phda

inscrições e programa

http://www.cfantoniosergio.edu.pt/

 

Ciclo de Workshops Cadin – Caligrafia, PHDA, Asperger, Bullying, Consciência Fonológica, Autismo

Abril 4, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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cadin

mais informações

http://www.cadin.net/destaque/workshops-20132014/

Aumenta o uso de medicação para hiperatividade e deficit de atenção entre crianças e jovens saudáveis

Fevereiro 3, 2014 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo de opinião de Marta Pinto no Diário de Viseu de 22 de Janeiro de 2014.

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4 Guias sobre TDAH: Para pais, profesores e profissionais

Janeiro 2, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Recursos educativos | Deixe o seu comentário
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guia

descarregar os guias aqui

El TDAH se conceptualiza como un trastorno del desarrollo de las funciones ejecutivas y del autocontrol debido a deficiencias en el intervalo de atención y el control de impulsos, acompañado o no de hiperactividad. Los síntomas deben estar presentes antes de los 7 años y provocar dificultades importantes en  las actividades diarias en, por lo menos, dos ambientes. La edad de
inicio anterior a los 7 años es muy importante, pues con frecuencia los niños y adolescentes expresan su malestar psíquico y social con conductas semejantes a las del TDAH. La presencia en dos o más ambientes también es destacable, pues si sólo se da en uno, las conductas pueden ser una reacción a estresores ambientales.

Simpósio – O Pin vem a Paredes!

Novembro 26, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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simparedes

Simpósio “O PIN vem a PAREDES” onde se discutem as alterações do desenvolvimento e do comportamento de crianças e jovens, numa linguagem acessível a pais, professores e técnicos. Do défice de atenção ao autismo, das dificuldades de aprendizagem às perturbações do sono, em diálogo com quem lida com centenas de crianças com desenvolvimento atípico. Saiba mais: visite o site do PIN-Progresso Infantil http://www.pin.com.pt/news3.html ou veja o evento através do facebook: https://www.facebook.com/PinProgressoInfantil?fref=ts

E se muitas das crianças consideradas hiperativas só precisarem dormir mais?

Junho 29, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da Visão de 18 de Junho de 2013.

A notícia original é a seguinte:

Could children diagnosed with ADHD just need better sleep? More youngsters than ever are prescribed drugs for hyperactivity

reuters

Enquanto aumenta o número de crianças diagnosticados com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), um médico norte-americano estima que mais de um terço dos casos sofram apenas de privação do sono.

A semelhança entre os sintomas do TDAH e de distúrbios do sono com o sono, aliada ao pouco conhecimento dos médicos sobre estes últimos, alega Vatsal Thakkar, pode estar na origem de numerosos diagnósticos errados de hiperatividade. Para este especialista em psiquiatria da Universidade de Medicina de Nova Iorque, um terço das crianças e um quarto dos adultos diagnosticados com TDAH sofrem, isso sim, de problemas de sono.

A privação de sono, sobretudo nas crianças, não causa, como se poderia pensar, letargia, mas sintomas muito semelhantes ao TDAH, incluindo hiperatividade, incapacidade de concentração, agressividade e esquecimento. “Apesar de, sem dúvida, muitas pessoas sofrerem TDAH, uma proporção substancial dos casos são, na verdade, distúrbios do sono”, defende este médico.

Vários estudos têm mostrado que muitas crianças hiperativas têm também distúrbios do sono, como o ressonar ou a apneia, dificultando-lhes o sono. Um estudo do ano passado, por exemplo, que analisou 11 mil crianças britânicas, concluiu que as que sofriam problemas respiratórios durante o sono tinham 20 a 60% mais probabilidades de ter dificuldades comportamentais aos quatro anos e 40 a 100% quando chegassem aos sete.

Em 2006, um outro estudo britânico descobriu que a remoção das amígdalas para melhorar a qualidade do sono eliminou os sintomas de hiperatividade em metade das crianças. Um ano depois da cirurgia, metade das crianças que tinham sido diagnosticadas com TDAH já não apresentavam os sintomas.

Cadin vem a Évora – Workshops e Seminário 3 e 4 de Maio

Abril 25, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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cadin

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Brincar com os filhos em idade pré-escolar reduz distúrbios de comportamento

Abril 24, 2013 às 8:03 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do i de 16 de Abril de 2013.

Por Agência Lusa

Um estudo da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra comprovou que brincar 10 minutos diários com os filhos em idade pré-escolar, de forma cooperativa, contribui para reduzir distúrbios de comportamento nas crianças.

O projeto, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pelo programa FEDER-COMPETE, explica que estas brincadeiras, se feitas em exclusivo, contribuem para a redução da hiperatividade, défice de atenção, oposição (a criança opõe-se a qualquer ordem do adulto) e desafio e agressividade.

A ideia do estudo era testar, em Portugal, diz a Universidade de Coimbra, “o impacto e eficácia do programa americano ‘Anos Incríveis’ (http://www.incredibleyears.com), em figuras parentais de crianças dos três aos seis anos de idade, com problemas de comportamento diagnosticados e envolveu 125 mães e pais e outros cuidadores (avós), de Coimbra e do Porto, indicados por pediatras, psicólogos e jardins-de-infância”.

“Os primeiros resultados do estudo, que incluiu 14 semanas de trabalho intensivo com cada um dos grupos de pais, revelaram que o programa é eficaz em Portugal, tendo-se registado a redução de sintomatologias de hiperatividade, défice de atenção e oposição e desafio, agressividade e impulsividade, assim como um aumento das competências parentais”, diz também a Universidade de Coimbra.

O programa “Anos Incríveis”, desenvolvido há várias décadas nos Estados Unidos e aplicado em vários países do mundo – no Reino Unido, na grande maioria dos países nórdicos e até na China, na Palestina e na Nova Zelândia -não tem “fórmulas mágicas para uma família feliz, mas ajuda muito”.

“É um guia que oferece aos pais um conjunto alargado de competências para cuidar melhor das crianças com características que se podem tornar desadaptativas”, diz Maria Filomena Gaspar, uma das coordenadoras do estudo iniciado em 2010, na sequência de outros estudos desenvolvidos entre 2003 e 2009, que abrangeu a tradução e adaptação do programa americano à realidade portuguesa e aplicações voluntárias na comunidade, incluindo a grupos em vulnerabilidade social.

Os pais, apostando na técnica do jornalismo pirâmide invertida, ao invés de darem ordem e imporem castigos às crianças que se portam mal, optam por estratégias positivas: “Colocam óculos cor-de-rosa e assumem-se como ‘detetives do bom comportamento’, treinando competências como elogiar os filhos, brincar alguns minutos com eles, recompensar a criança, estabelecer regras e limites com calma e mesmo ignorar alguns dos comportamentos negativos porque uma birra não faz mal a ninguém”, explica ainda a especialista em Psicologia da Educação.

A Universidade de Coimbra diz também que seis a 15% das crianças apresentem sintomas clínicos de perturbações de comportamento, mas em contexto de risco social a percentagem aumenta, podendo atingir os 35%.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

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