Investigadores do Minho descobrem “possível” tratamento para autismo e depressão

Setembro 11, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do i de 2 de Setembro de 2013.

Ler o resumo do artigo Aqui

Por Agência Lusa

Os cientistas reafirmam ainda que uma gravidez em stress é “extremamente perigosa” para o bebé uma vez que os GCs “podem interferir com o desenvolvimento do cérebro da criança”

Um grupo de investigadores da Universidade do Minho (UMinho) descobriu um “possível” tratamento para doenças de alteração do comportamento, como o autismo ou a depressão, através de uma investigação com glucocorticoides, hormonas produzidas durante o stress.

O resultado da investigação, “Dopaminergic modulation of affective and social deficits induced by prenatal glucocorticoid exposure”, foi publicado na edição de setembro da revista Neuropsychopharmacology, segundo informa o grupo de investigadores do Instituto de Investigação em Ciências das Vida e da Saúde da academia minhota em comunicado enviado à agência Lusa.

“O estudo, feito em ratos, tenta perceber melhor o que se passa e descobre que o efeito pré-natal dos Glicocorticoides (Cs) sobre o comportamento está ligado a alterações nos níveis de dopamina (um neurotransmissor/proteína que transmite mensagens entre células nervosas) em 2 zonas do cérebro ligadas à perceção do prazer”, aponta.

Mas, realça o comunicado,”o resultado mais interessante foi que os problemas emocionais e sociais destes ratos podem ser resolvidos com um medicamento usado para a doença de Parkinson (que também é caracterizada por deficiência de dopamina)”.

Segundo os cientistas, esta descoberta “pode ter implicações para várias doenças neurológicas em que há deficiências emocionais e sociais semelhantes e/ou estão ligadas a stress pré-natal, incluindo autismo, hiperatividade, depressão e esquizofrenia”.

Os cientistas reafirmam ainda que uma gravidez em stress é “extremamente perigosa” para o bebé uma vez que os GCs “podem interferir com o desenvolvimento do cérebro da criança” e que se continua “longe” de conhecer os efeitos daquela substancia, que se continua a “administrar em grávidas em perigo de parto prematuro para ajudar o desenvolvimento dos pulmões”.

Esta investigação é assinada pelos investigadores Sónia Borges, Bárbara Coimbra, Carina Soares-Cunha, José Miguel Pego, Nuno Sousa e Ana João Rodrigues.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Filhos de mães obesas sofrem maior risco de morte prematura

Setembro 10, 2013 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da Tribuna da Madeira de 23 de Agosto de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Maternal obesity during pregnancy and premature mortality from cardiovascular event in adult offspring: follow-up of 1 323 275 person years

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estudo

Fumar na gravidez provoca problemas de comportamento nos filhos

Setembro 9, 2013 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site Sapo Crescer de 24 de Julho de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Media Release

Maternal Smoking During Pregnancy Associated with Offspring Conduct Problems, Study Suggests

Artigo

Maternal Smoking During Pregnancy and Offspring Conduct ProblemsEvidence From 3 Independent Genetically Sensitive Research Designs

Estudo britânico analisa a relação entre o tabaco na gravidez e transtornos comportamentais nos filhos.

Fumar durante a gravidez parece ser um fator de risco pré-natal associado a problemas de comportamento em crianças, de acordo com um estudo publicado hoje na revista JAMA Psychiatry.

Transtornos comportamentais representam uma questão de interesse social e clínico, com destaque nas taxas cada vez mais elevadas de conduta desviante infantil a nível global.

O tabagismo durante a gravidez é conhecido por ser um fator de risco para problemas psicológicos da descendência, incluindo défice de atenção e problemas comportamentais, afirmam os autores na contextualização do estudo agora publicado.

Gordon Harold e Darya Gaysina, ambos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, examinaram a relação entre o tabagismo durante a gravidez e problemas comportamentais em crianças criadas pelas mães biológicas e em crianças criadas por mães não biológicas.

Os investigadores recorreram a três outros estudos: o Estudo para a Saúde e Desenvolvimento de Christchurch (um estudo longitudinal de coorte que inclui filhos biológicos e adotados), o Estudo de Crescimento Inicial e Desenvolvimento (um estudo longitudinal sobre a adoção no momento do nascimento) e o Estudo de Fertilização In Vitro de Cardiff (um estudo de adoção na conceção entre famílias geneticamente relacionadas e famílias não geneticamente relacionadas). O tabagismo materno durante a gravidez foi medido como o número médio de cigarros fumados por dia durante a gravidez.

De acordo com os resultados do estudo, foi observada uma associação significativa entre o tabagismo durante a gravidez e filhos com problemas comportamentais entre as crianças criadas por mães geneticamente relacionadas e mães não geneticamente relacionadas. Os resultados de uma meta-análise confirmaram este padrão de resultados entre as amostras agrupadas do estudo.

«Os nossos resultados sugerem uma associação entre o tabagismo na gravidez e problemas de conduta da criança que é improvável de serem totalmente explicados por fatores ambientais pós-natais (ou seja, as práticas parentais), mesmo quando a correlação pré-natal passiva genótipo-ambiente foi removida.»

Os autores concluem que «A explicação causal para a associação entre o tabagismo na gravidez e problemas de conduta dos descendentes não é conhecida, mas pode incluir fatores genéticos e outros perigos ambientais pré-natais, incluindo o ato de fumar.»

Maria João Pratt

 

 

 

 

DGS recomenda que grávidas tomem iodo

Setembro 6, 2013 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 27 de Agosto de 2013.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Aporte de iodo em mulheres na preconceção, gravidez e amamentação Orientação n.º 011/2013 de 26/08/2013

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iodo

 

Amamentação reduz risco de Alzheimer nas mães

Agosto 24, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site Boas Notícias de 6 de Agosto de 2013.

As mães que amamentam os seus bebés têm menor risco de vir a desenvolver doença de Alzheimer. A conclusão é de um novo estudo britânico, que vem mostrar que a amamentação, em especial a amamentação prolongada, tem potencial para reduzir as probabilidades do surgimento de demência.
Embora a investigação, da autoria de especialistas da Universidade de Cambridge, em Inglaterra, se tenha debruçado apenas sobre uma pequena amostra de 81 mulheres, os investigadores dizem ter descoberto uma correlação constante e muito significativa entre a amamentação e o risco de Alzheimer, o que torna as conclusões relevantes.
Segundo a equipa, coordenada por Molly Fox, o estudo, publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, sugere que a associação entre os dois elementos poderá estar relacionada com certos efeitos biológicos produzidos pela amamentação e pode vir a ajudar a encontrar novos caminhos para lutar contra o problema a nível mundial.
No âmbito deste trabalho, os investigadores observaram três tendências principais. Em primeiro lugar, explica um comunicado da Universidade, as mulheres que amamentavam os filhos apresentavam um menor risco de Alzheimer do que as que não o faziam. Além disso, um historial mais longo de amamentação estava significativamente associado a uma menor probabilidade de virem a sofrer da doença.
Por outro lado, salientam os investigadores, as mulheres que estiveram grávidas durante um número de meses superior ao número de meses que amamentaram estavam em maior perigo de desenvolver demência ao longo da vida.

Proteção mais vincada quando não há historial na família
Estas tendências mostraram ser menos vincadas entre mulheres que tinham um familiar (em especial irmão ou irmã) com Alzheimer, sendo que, neste caso, o impacto positivo da amamentação foi menor do que nos casos em que não havia historial de doença. Os resultados não mudaram quando foram tidos em conta variáveis como a idade, historial de educação, idade em que deram à luz, idade em que entraram na menopausa ou hábitos tabágicos.
“O Alzheimer é o distúrbio cognitivo mais comum a nível mundial e afeta cerca de 35,6 milhões de pessoas. No futuro, espera-se que a doença se vá espalhar em países em desenvolvimento e onde as pessoas têm menores rendimentos, pelo que é vital desevolver estratégias de baixo custo e larga escala para proteger as pessoas desta doença devastadora”, afirma Molly Fox.
De acordo com esta investigação, o efeito protetor da amamentação poderá estar relacionado com o facto de a mesma ajudar a “conter” os níveis elevados de progesterona durante a gravidez, uma hormona que torna menos sensíveis os recetores de estrogénio do cérebro (que o resguardam deste tipo de doenças cognitivas).
Outra hipótese, adiantam os especialistas, tem a ver com o facto de a amamentação aumentar a tolerância das mulheres à glicose, restaurando a sensibilidade à insulina após a gravidez. Tal é relevante porque, esclarecem, o Alzheimer é caraterizado por uma resistência à insulina (e consequentemente intolerância à glicose) no cérebro, a um ponto que faz com que a doença também seja, por vezes, considerada a “diabete tipo 3″.
“As mulheres que passam muito tempo grávidas sem uma fase de compensação durante a qual amamentam podem ter, mais frequentemente, a tolerância à glicose comprometida, o que é consistente com a nossa conclusão de que estas mulheres têm um risco superior de vir a ter Alzheimer”, conclui Fox.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).

Preferência pelos doces definida na vida fetal

Agosto 21, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 1 de Agosto de 2013.

Estudo citado na notícia:

A maternal junk food diet alters the response of the mesolimbic reward system to naloxone in offspring post-weaning

Media Alert da Society for the Study of Ingestive Behavior (SSIB

Os bebés que sofrem subnutrição durante a gravidez tornam-se indivíduos com tendência a comer mais açúcar e gordura e menos frutas e vegetais, aumentando o risco de sofrerem de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aterosclerose.

A conclusão foi apresentada na Reunião Anual da Sociedade para o Estudo do Comportamento de Ingestão (SSIB), nos Estados Unidos.

Segundo os investigadores, os recém-nascidos reagem ao sabor doce demonstrando expressões de prazer, tais como mexer a língua ou chupar o dedo. No estudo, crias de ratos descendentes de fêmeas que experimentaram subnutrição (e, portanto, tiveram um crescimento intra-uterino restrito) receberam uma gota de solução de sacarose (açúcar) ou água no seu primeiro dia de vida. Quando comparados aos controlos, os recém-nascidos cujas mães haviam sofrido com a falta de nutrientes demonstram uma resposta mais intensa e prolongada ao açúcar.

Desta forma, é natural que ao longo da vida procurem mais estes sabores e, consequentemente, tenham maior risco de doenças consequentes de uma má alimentação.

Os cientistas destacaram ainda o facto de a “programação” dos hábitos alimentares ser criada ainda dentro da barriga.

InfoCEDI n.º 44 subordinado ao tema Gravidez e Maternidade na Adolescência

Abril 10, 2013 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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infocedi

Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 44. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Gravidez e Maternidade na Adolescência.

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line e pode aceder a eles directamente do InfoCEDI, Aqui

Cortar cordão umbilical favorece envolvimento emocional do pai

Março 29, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do Correio do Minho de 19 de Março de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Fathers’ emotional involvement with the neonate: impact of the umbilical cord cutting experience

A participação no parto, procedendo ao corte do cordão umbilical, pode favorecer o envolvimento emocional do pai com o bebé, conclui um estudo da Escola de Psicologia da Universidade do Minho.
O trabalho, que contou com uma amostra de 105 pais portugueses, acaba de ser publicado no ‘Journal of Advanced Nursing’, de Inglaterra.
A investigação pretendeu estudar o envolvimento emocional do pai com o bebé, antes e depois do parto, e perceber o impacto da experiência de corte do cordão umbilical na relação de ambos.
Os resultados mostram que o envolvimento emocional tende a aumentar durante a gravidez e na sequência imediata do parto, começando a diminuir logo no primeiro mês após o nascimento.
Os pais que participaram no parto e cortaram o cordão umbilical dos respectivos filhos exibiram uma melhoria significativa no envolvimento emocional, entre o parto e os primeiros 30 dias de vida.

As conclusões indicam que a presença do progenitor neste processo e nos cuidados iniciais pode beneficiar o seu envolvimento com o recém-nascido”, afirmam Sónia Brandão e Bárbara Figueiredo, investigadoras da Unidade de Investigação Aplicada em Psicoterapia e Psicopatologia da UMinho.

“A participação do pai durante o trabalho de parto e nos cuidados iniciais pode beneficiar a confiança e o desempenho do papel paterno e, por conseguinte, melhorar a sua relação com o bebé. Isso não significa que esta prática deva ser imposta ou seja sempre favorável”, diz Bárbara Figueiredo, notando que este tema tem sido pouco estudado.

Duas centenas de artigos

Doutorada em Psicologia Clínica pela UMinho, Bárbara Figueiredo é professora na instituição há vários anos, tendo coordenado projectos financiados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação Bial. É responsável pelo grupo Family: Studies and Intervention do Centro de Investigação em Psicologia e membro do Serviço de Psicologia da Universidade do Minho.
Tem mais de duas centenas de publicações a nível nacional e internacional, dedicando-se particularmente à investigação e intervenção no domínio da gravidez e parentalidade.

Uso de droga antiepiléptica na gravidez eleva o risco de autismo nos bebês

Fevereiro 10, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site Veja de 31 de Janeiro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

The prevalence of neurodevelopmental disorders in children prenatally exposed to antiepileptic drugs

Vivian Carrer Elias

Segundo estudo britânico, o valproato de sódio, um dos medicamentos mais comuns para epilepsia, aumenta a chance de o bebê apresentar problemas neurológicos durante a infância.

Um estudo britânico descobriu que mulheres que fazem uso, durante a gravidez, de valproato de sódio, um dos medicamentos mais comuns para tratar a epilepsia, apresentam um risco maior de ter filhos com autismo e outros problemas associados ao desenvolvimento neurológico. A pesquisa, desenvolvida na Universidade de Liverpool, na Grã-Bretanha, foi publicada nesta quarta-feira no periódico Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry, que faz parte do grupo British Medical Journal (BMJ).

Segundo os autores do trabalho, diversos estudos anteriores já haviam encontrado relação entre o contato de fetos com drogas antiepilépticas e a malformação congênita, inclusive entre o próprio valproato de sódio e danos às funções cognitivas da criança. Com o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre o assunto, esses pesquisadores compararam a prevalência de distúrbios neurológicos em crianças que foram expostas, ainda no útero materno, a diferentes drogas antiepilépticas. Esses problemas podem incluir, além de autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e dispraxia, uma condição que prejudica a coordenação motora da criança.

No estudo, a equipe, coordenada por Rebecca Louise Bromley, do Departamento de Farmacologia Clínica e Molecular da Universidade de Liberpool, selecionou 528 crianças nascidas na Inglaterra entre 2000 e 2004. Entre as mães desses jovens, 243 tinham epilepsia, sendo que 209 fizeram uso de drogas antiepilépticas durante a gravidez — os medicamentos mais usados eram o valproato de sódio e a lamotrigina.

Os pesquisadores avaliaram o desenvolvimento físico e intelectual das crianças quando elas tinham um, três e seis anos. Eles também pediram às mães que elas relatassem se os seus filhos precisaram passar por consultas médicas devido a problemas de comportamento, de desenvolvimento, educacionais ou de saúde.

Prevalência — Segundo os resultados, a prevalência de distúrbios neurológicos entre crianças que tinham mães epilépticas foi de 7,4% — entre o restante das crianças, essa taxa foi de 1,8%. Além disso, entre as crianças cujas mães fizeram uso de drogas antiepiléticas na gravidez, o maior risco de problemas neurológicos foi observado quando a grávida tomou valproato de sódio, tanto isoladamente quanto combinado com outro remédio. O risco de desordens neurológicas chegou a ser dez vezes maior se comparadas as crianças cujas mães fizeram uso de valproato de sódio na gravidez aos filhos de mulheres que não tinham epilepsia.

Segundo os autores dessa pesquisa, esses resultados são preliminares e devem ser confirmados em estudos maiores. No entanto, eles advertem que mulheres com epilepsia que desejam engravidar devem ter acesso, por meio de seu médico, às informações sobre os riscos dos medicamentos. Assim, caberá a elas tomar uma decisão sobre a gravidez. “Grávidas que fazem uso dessa droga devem ser monitoradas. Mas gestantes não devem simplesmente parar de tomar o medicamento por medo de prejudicar o desenvolvimento da criança”, escreveram os pesquisadores.

Portugal tem a 8ª maior taxa da UE de gravidez entre adolescentes

Janeiro 23, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem vídeo da SIC Notícias de 17 de Janeiro de 2013.

Ver o a reportagem no link em baixo

Testemunhos de jovens mães e familiares que procuram ajuda na Associação Humanidades

A cada dia em Portugal 12 adolescentes dão à luz. É a oitava taxa mais elevada na União Europeia. Os últimos números disponíveis são de 2010 e preocupam toda a sociedade. A Associação Humanidades existe para responder a estes problemas.

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