Falar de Barriga Cheia – Para Grávidas a partir das 24 semanas na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes – Torres Novas

Setembro 23, 2014 às 8:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Livros, leituras, palavras, sons, ilustração, caminhadas.
A primeira sessão decorre já dia 27 de setembro.
Futuras mamãs, estamos à espera das vossas inscrições.

A participação é gratuita!


fica aqui o email:  biblioteca@cm-torresnovas.pt

 n.º de telefone 249810310

 

Violência doméstica contra as mães afeta desenvolvimento dos bebés

Julho 18, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Noticia da Visão de 12 de julho de 2014.

Logo no primeiro ano de vida, os bebés de mulheres vítimas de violência doméstica apresentam atrasos no seu desenvolvimento

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

Os bebés de vítimas de violência doméstica durante a gravidez apresentam atrasos no desenvolvimento logo no primeiro ano de vida, concluiu o doutoramento, da psicóloga Clementina de Almeida, na Universidade de Coimbra.

Segundo o estudo desenvolvido, os bebés apresentam “mais ansiedade, mais comportamentos agressivos, mais comportamentos de desregulação e muita irritabilidade”, referiu Clementina de Almeida. A psicóloga conseguiu, também, observar que estes não conseguem alcançar algumas metas no desenvolvimento da “linguagem, locomoção ou coordenação”.

A avaliação cognitiva e emocional dos bebés foi feita aos três meses e meio e aos 12 meses, tendo sido possível observar atrasos no desenvolvimento mental do bebé e perturbações “sócio-emocionais” nos dois momentos de análise, sublinhou Clementina de Almeida.

Ao todo, foram analisadas em 2010 204 grávidas com uma média de idades de 29 anos, tendo 58% sido alvo de pelo menos um ato de violência doméstica durante a gravidez.

Das mulheres vítimas de violência, 59% sofreram de violência psicológica, 25% de coerção sexual e 18% de agressão física.

A gravidez surge como factor que pode “aumentar a agressividade da violência que já existe ou pode até iniciá-la”, disse à agência Lusa Clementina de Almeida, sublinhando que “a violência física e a psicológica são factores de risco” para o bebé.

A própria violência doméstica afecta também a “auto-estima” das mulheres, que apresentam “mais quadros depressivos moderados e graves” do que as mães não vítimas, sendo que a debilidade da saúde mental materna acaba por determinar “um atraso ainda maior” no bebé, salientou.

Segundo as conclusões do doutoramento, a violência doméstica também “parece ter um efeito negativo ao nível das atitudes maternas durante a gravidez”, não afectando, porém, “o nível de envolvimento” entre mãe e bebé.

“Nos resultados, todos os bebés apresentaram melhorias no seu desenvolvimento, da primeira avaliação para a segunda. No entanto, os bebés filhos de mulheres que sofreram violência durante a gravidez obtêm consistentemente níveis ligeiramente inferiores”, constata ainda Clementina de Almeida, considerando que a violência pré-natal, apesar de não afectar “directamente” o desenvolvimento do bebé, acaba por ser um factor que pode dificultar “o desenvolvimento do pleno potencial” do mesmo.

Clementina de Almeida defendeu ainda que os bebés “deveriam ter um acompanhamento específico”, sendo “fundamental uma intervenção precoce”.

“Um bebé vítima de violência está mais predisposto a encontrar-se com situações abusivas”, notou, criticando a inexistência por parte do Estado de um mecanismo que possa ser accionado para um acompanhamento dos filhos de vítimas de violência doméstica.

 

Mães depois dos 33 anos têm o dobro das probabilidades de viver até aos 95 anos

Julho 5, 2014 às 3:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da SIC Notícias de 26 de junho de 2014.

sic notícias

As mulheres que têm filhos depois dos 33 anos  sem tratamentos de fertilidade têm maiores probabilidade de viveram até  mais tarde do que as que foram mães pela última vez antes dos 30, conclui  um estudo hoje divulgado. 

A investigação da Boston University School of Medicine, publicada na edição de junho da revista científica “Menopause“, estima que os mesmos  genes que permitem às mulheres ter filhos naturalmente em idades mais avançadas  são os responsáveis por uma maior longevidade, que pode ir até aos 95 anos.

Os resultados do estudo da Boston University School of Medicine são  consistentes com anteriores descobertas que estabelecem uma relação entre  a idade maternal aquando do nascimento do último filho e a longevidade excecional.

O estudo baseou-se na análise dos dados do “Long Life Family Study”,  um estudo genético de 551 famílias com vários membros que viveram até idades  excecionais, 95 ou mais anos. 

Os investigadores determinaram a idade em que cada uma de 462 mulheres  tiveram os últimos filhos e até que idade viveram e concluíram que as mulheres  que tiveram o último filho depois dos 33 anos tinham o dobro das probabilidades  de viver até aos 95 anos ou mais quando comparadas com as que tiveram o  último filho aos 29 anos. 

Das 462 mulheres, 274 tiveram o último filho depois dos 33 anos. 

“Pensamos que os genes que permitem às mulheres ter filhos naturalmente  numa idade mais avançada são os mesmos que têm um papel muito importante  no retardar do envelhecimento e na descida do risco de doenças relacionadas  com a idade, como as doenças de coração, acidentes vasculares cerebrais,  diabetes e cancro”, explicou Thomas Perls, especialista em geriatria na  Boston University Medical Center e principal investigador do estudo, citado  pela imprensa norte-americana. 

Em Portugal, a idade das mães ao nascimento do primeiro filho tem vindo  a aumentar. 

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2001, era-se  mãe pela primeira vez aos 26,8 anos e em 2011 a maternidade surge só aos  29,2 anos. 

As gravidezes após os 35 anos dispararam 47 por cento, na última década,  enquanto a maternidade antes dos 20 caiu para metade. 

Lusa

 

 

Salão Ser Mamã 2014

Maio 12, 2014 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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ser

mais informações:

http://www.sermama.pt/

https://www.facebook.com/salaosermama?fref=photo

Investigadores do Minho descobrem “possível” tratamento para autismo e depressão

Setembro 11, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do i de 2 de Setembro de 2013.

Ler o resumo do artigo Aqui

Por Agência Lusa

Os cientistas reafirmam ainda que uma gravidez em stress é “extremamente perigosa” para o bebé uma vez que os GCs “podem interferir com o desenvolvimento do cérebro da criança”

Um grupo de investigadores da Universidade do Minho (UMinho) descobriu um “possível” tratamento para doenças de alteração do comportamento, como o autismo ou a depressão, através de uma investigação com glucocorticoides, hormonas produzidas durante o stress.

O resultado da investigação, “Dopaminergic modulation of affective and social deficits induced by prenatal glucocorticoid exposure”, foi publicado na edição de setembro da revista Neuropsychopharmacology, segundo informa o grupo de investigadores do Instituto de Investigação em Ciências das Vida e da Saúde da academia minhota em comunicado enviado à agência Lusa.

“O estudo, feito em ratos, tenta perceber melhor o que se passa e descobre que o efeito pré-natal dos Glicocorticoides (Cs) sobre o comportamento está ligado a alterações nos níveis de dopamina (um neurotransmissor/proteína que transmite mensagens entre células nervosas) em 2 zonas do cérebro ligadas à perceção do prazer”, aponta.

Mas, realça o comunicado,”o resultado mais interessante foi que os problemas emocionais e sociais destes ratos podem ser resolvidos com um medicamento usado para a doença de Parkinson (que também é caracterizada por deficiência de dopamina)”.

Segundo os cientistas, esta descoberta “pode ter implicações para várias doenças neurológicas em que há deficiências emocionais e sociais semelhantes e/ou estão ligadas a stress pré-natal, incluindo autismo, hiperatividade, depressão e esquizofrenia”.

Os cientistas reafirmam ainda que uma gravidez em stress é “extremamente perigosa” para o bebé uma vez que os GCs “podem interferir com o desenvolvimento do cérebro da criança” e que se continua “longe” de conhecer os efeitos daquela substancia, que se continua a “administrar em grávidas em perigo de parto prematuro para ajudar o desenvolvimento dos pulmões”.

Esta investigação é assinada pelos investigadores Sónia Borges, Bárbara Coimbra, Carina Soares-Cunha, José Miguel Pego, Nuno Sousa e Ana João Rodrigues.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

Filhos de mães obesas sofrem maior risco de morte prematura

Setembro 10, 2013 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da Tribuna da Madeira de 23 de Agosto de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Maternal obesity during pregnancy and premature mortality from cardiovascular event in adult offspring: follow-up of 1 323 275 person years

Clicar na imagem

estudo

Fumar na gravidez provoca problemas de comportamento nos filhos

Setembro 9, 2013 às 8:00 pm | Na categoria Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site Sapo Crescer de 24 de Julho de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Media Release

Maternal Smoking During Pregnancy Associated with Offspring Conduct Problems, Study Suggests

Artigo

Maternal Smoking During Pregnancy and Offspring Conduct ProblemsEvidence From 3 Independent Genetically Sensitive Research Designs

Estudo britânico analisa a relação entre o tabaco na gravidez e transtornos comportamentais nos filhos.

Fumar durante a gravidez parece ser um fator de risco pré-natal associado a problemas de comportamento em crianças, de acordo com um estudo publicado hoje na revista JAMA Psychiatry.

Transtornos comportamentais representam uma questão de interesse social e clínico, com destaque nas taxas cada vez mais elevadas de conduta desviante infantil a nível global.

O tabagismo durante a gravidez é conhecido por ser um fator de risco para problemas psicológicos da descendência, incluindo défice de atenção e problemas comportamentais, afirmam os autores na contextualização do estudo agora publicado.

Gordon Harold e Darya Gaysina, ambos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, examinaram a relação entre o tabagismo durante a gravidez e problemas comportamentais em crianças criadas pelas mães biológicas e em crianças criadas por mães não biológicas.

Os investigadores recorreram a três outros estudos: o Estudo para a Saúde e Desenvolvimento de Christchurch (um estudo longitudinal de coorte que inclui filhos biológicos e adotados), o Estudo de Crescimento Inicial e Desenvolvimento (um estudo longitudinal sobre a adoção no momento do nascimento) e o Estudo de Fertilização In Vitro de Cardiff (um estudo de adoção na conceção entre famílias geneticamente relacionadas e famílias não geneticamente relacionadas). O tabagismo materno durante a gravidez foi medido como o número médio de cigarros fumados por dia durante a gravidez.

De acordo com os resultados do estudo, foi observada uma associação significativa entre o tabagismo durante a gravidez e filhos com problemas comportamentais entre as crianças criadas por mães geneticamente relacionadas e mães não geneticamente relacionadas. Os resultados de uma meta-análise confirmaram este padrão de resultados entre as amostras agrupadas do estudo.

«Os nossos resultados sugerem uma associação entre o tabagismo na gravidez e problemas de conduta da criança que é improvável de serem totalmente explicados por fatores ambientais pós-natais (ou seja, as práticas parentais), mesmo quando a correlação pré-natal passiva genótipo-ambiente foi removida.»

Os autores concluem que «A explicação causal para a associação entre o tabagismo na gravidez e problemas de conduta dos descendentes não é conhecida, mas pode incluir fatores genéticos e outros perigos ambientais pré-natais, incluindo o ato de fumar.»

Maria João Pratt

 

 

 

 

DGS recomenda que grávidas tomem iodo

Setembro 6, 2013 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 27 de Agosto de 2013.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Aporte de iodo em mulheres na preconceção, gravidez e amamentação Orientação n.º 011/2013 de 26/08/2013

Clicar na imagem

iodo

 

Amamentação reduz risco de Alzheimer nas mães

Agosto 24, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia do site Boas Notícias de 6 de Agosto de 2013.

As mães que amamentam os seus bebés têm menor risco de vir a desenvolver doença de Alzheimer. A conclusão é de um novo estudo britânico, que vem mostrar que a amamentação, em especial a amamentação prolongada, tem potencial para reduzir as probabilidades do surgimento de demência.
Embora a investigação, da autoria de especialistas da Universidade de Cambridge, em Inglaterra, se tenha debruçado apenas sobre uma pequena amostra de 81 mulheres, os investigadores dizem ter descoberto uma correlação constante e muito significativa entre a amamentação e o risco de Alzheimer, o que torna as conclusões relevantes.
Segundo a equipa, coordenada por Molly Fox, o estudo, publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, sugere que a associação entre os dois elementos poderá estar relacionada com certos efeitos biológicos produzidos pela amamentação e pode vir a ajudar a encontrar novos caminhos para lutar contra o problema a nível mundial.
No âmbito deste trabalho, os investigadores observaram três tendências principais. Em primeiro lugar, explica um comunicado da Universidade, as mulheres que amamentavam os filhos apresentavam um menor risco de Alzheimer do que as que não o faziam. Além disso, um historial mais longo de amamentação estava significativamente associado a uma menor probabilidade de virem a sofrer da doença.
Por outro lado, salientam os investigadores, as mulheres que estiveram grávidas durante um número de meses superior ao número de meses que amamentaram estavam em maior perigo de desenvolver demência ao longo da vida.

Proteção mais vincada quando não há historial na família
Estas tendências mostraram ser menos vincadas entre mulheres que tinham um familiar (em especial irmão ou irmã) com Alzheimer, sendo que, neste caso, o impacto positivo da amamentação foi menor do que nos casos em que não havia historial de doença. Os resultados não mudaram quando foram tidos em conta variáveis como a idade, historial de educação, idade em que deram à luz, idade em que entraram na menopausa ou hábitos tabágicos.
“O Alzheimer é o distúrbio cognitivo mais comum a nível mundial e afeta cerca de 35,6 milhões de pessoas. No futuro, espera-se que a doença se vá espalhar em países em desenvolvimento e onde as pessoas têm menores rendimentos, pelo que é vital desevolver estratégias de baixo custo e larga escala para proteger as pessoas desta doença devastadora”, afirma Molly Fox.
De acordo com esta investigação, o efeito protetor da amamentação poderá estar relacionado com o facto de a mesma ajudar a “conter” os níveis elevados de progesterona durante a gravidez, uma hormona que torna menos sensíveis os recetores de estrogénio do cérebro (que o resguardam deste tipo de doenças cognitivas).
Outra hipótese, adiantam os especialistas, tem a ver com o facto de a amamentação aumentar a tolerância das mulheres à glicose, restaurando a sensibilidade à insulina após a gravidez. Tal é relevante porque, esclarecem, o Alzheimer é caraterizado por uma resistência à insulina (e consequentemente intolerância à glicose) no cérebro, a um ponto que faz com que a doença também seja, por vezes, considerada a “diabete tipo 3″.
“As mulheres que passam muito tempo grávidas sem uma fase de compensação durante a qual amamentam podem ter, mais frequentemente, a tolerância à glicose comprometida, o que é consistente com a nossa conclusão de que estas mulheres têm um risco superior de vir a ter Alzheimer”, conclui Fox.

Clique AQUI para aceder ao estudo (em inglês).

Preferência pelos doces definida na vida fetal

Agosto 21, 2013 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe o seu comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 1 de Agosto de 2013.

Estudo citado na notícia:

A maternal junk food diet alters the response of the mesolimbic reward system to naloxone in offspring post-weaning

Media Alert da Society for the Study of Ingestive Behavior (SSIB

Os bebés que sofrem subnutrição durante a gravidez tornam-se indivíduos com tendência a comer mais açúcar e gordura e menos frutas e vegetais, aumentando o risco de sofrerem de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aterosclerose.

A conclusão foi apresentada na Reunião Anual da Sociedade para o Estudo do Comportamento de Ingestão (SSIB), nos Estados Unidos.

Segundo os investigadores, os recém-nascidos reagem ao sabor doce demonstrando expressões de prazer, tais como mexer a língua ou chupar o dedo. No estudo, crias de ratos descendentes de fêmeas que experimentaram subnutrição (e, portanto, tiveram um crescimento intra-uterino restrito) receberam uma gota de solução de sacarose (açúcar) ou água no seu primeiro dia de vida. Quando comparados aos controlos, os recém-nascidos cujas mães haviam sofrido com a falta de nutrientes demonstram uma resposta mais intensa e prolongada ao açúcar.

Desta forma, é natural que ao longo da vida procurem mais estes sabores e, consequentemente, tenham maior risco de doenças consequentes de uma má alimentação.

Os cientistas destacaram ainda o facto de a “programação” dos hábitos alimentares ser criada ainda dentro da barriga.

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