10 razões para proibir equipamentos eletrónicos a crianças até aos 12 anos

Setembro 23, 2014 às 12:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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texto do site http://www.dinheirovivo.pt de 14 de março de 2014.

D.R.

As crianças entre os 0 e os 2 anos não deviam ser expostas a equipamentos eletrónicos de qualquer género. Este é o conselho da academia norte-americana de pediatras e da sociedade canadiana de pediatria, citadas por Cris Rowan, terapeuta ocupacional pediátrica, conferencista e escritora, num artigo publicado no Huffington Post.

Já as crianças entre os 3 e os 5 anos devem ter contacto com telefones móveis, tablets ou jogos eletrónicos apenas uma hora por dia, e dos 6 aos 18 anos, duas horas por dia, no máximo.

Segundo a Kaiser Foundation e Active Healthy Kids Canada, citadas por Cris Rowan, as crianças e jovens usam estes equipamentos quatro a cinco vezes mais do que o tempo aconselhado.

Ler aqui o artigo na íntegra.

A especialista e autora de vários livros, entre eles o “Virtual Child”, apresenta 10 razões para os pais seguirem as recomendações, que destacamos aqui. E recorre a fontes científicas para as sustentar.

1. Crescimento do cérebro. Até aos 2 anos o cérebro das crianças triplica de tamanho e continua a crescer rapidamente até aos 21. Este desenvolvimento acontece por estímulo ambiental ou a falta dele. Estudos mostram que o desenvolvimento causado pela exposição excessiva a tecnologias pode gerar défice de atenção, atrasos cognitivos, aprendizagem deficiente, aumento da impulsividade e diminuição do auto-controlo, resultando em birras.

2. Atraso no desenvolvimento. Como os equipamentos tecnológicos limitam os movimentos, a consequência é o atraso no desenvolvimento físico das crianças, com impacto negativo no desempenho escolar.

3. Obesidade. Excesso de televisão e jogos vídeo estão relacionados com a obesidade. Uma criança que tenha um destes equipamentos no quarto aumenta em 30% o risco de sofrer de obesidade e todas as doenças associadas, como a diabetes.

4. Privação do sonho. Cerca de 60% do pais não controla o uso da tecnologia pelos seus filhos, e 75% estão autorizadas a ter equipamentos no quarto. Estudo do Boston College (2012) refere que 75% das crianças entre os 9 e 10 anos tem privação de sono, com impacto negativo no desempenho escolar.

5. Distúrbios metais. O uso excessivo de tecnologia está a ser relacionada como causa para o aumento dos casos de depressão infantil, ansiedade, dificuldades de relacionamento, défice de atenção, autismo, transtorno bipolar ou psicose.

6. Agressividade. Crianças de tenra idade expostas a conteúdos física e psicologicamente violentos podem gerar crianças agressivas. Jogos como o Grand Theft Auto V é um desses casos, uma vez que apresenta sexo explícito, homicídios, violações e mutilações tal como muitos conteúdos de TV.

7. Demência digital. Os conteúdos rápidos podem contribuir para o défice de atenção, assim como para a diminuição da concentração e memória. E crianças com falta de atenção não conseguem aprender.

8. Dependência. Pais que se ligam cada vez mais à tecnologia, desligam-se cada vez mais dos filhos, que se ligam às tecnologias, até à adição. Uma em cada 11 crianças (8-18 anos) é adicta à tecnologia (estudo Gentile, 2009).

9. Emissões radioativas. Cris Rowan recorda que em maio de 2011, a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones móveis (e outros equipamentos sem fios) com a categoria de risco B2 (possível cancerígeno) devido às radiações. Em outubro do mesmo ano, a Saúde Canadiana veio dizer que as crianças são mais sensíveis a uma variedade de agentes do que os adultos, pois os seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento. Pelo que não se podia dizer que o risco seria igual para um pequeno adulto. Em dezembro de 2013, um especialista da Escola de Saúde Pública da Universidade de Toronto veio recomendar, baseado num novo estudo, que a exposição à radiofrequência devia ser classificada de 2V (provável cancerígeno). A Academia de pediatras norte-americana pediu a revisão dos índices de emissão de radiações dos equipamentos, citando três razões, que pode ver aqui.

10. Insustentável. As crianças são o futuro, mas não há futuro para as crianças que usem excessivamente a tecnologia, ainda que seja esta indispensável nos dias que correm.

 

 

 

 

As 8 novas perturbações provocadas pelo uso da tecnologia

Agosto 22, 2014 às 12:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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texto do site http://pplware.sapo.pt de 4 de agosto de 2014.

Criado por Marisa Pinto

A Internet é um Mundo onde podemos encontrar de tudo. Por ser um meio de tão fácil utilização, é natural que aqui passemos inúmeras horas e que por aqui tenhamos começado a realizar diversas tarefas do nosso quotidiano, bem como utilizando dispositivos móveis, que antes realizávamos pela via tradicional.

Assim, esta tendência de utilização da tecnologia, pode provocar alterações no nosso comportamento e na nossa intuição, tendo agora surgido novas perturbações ligadas ao mundo digital.

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A 5º edição do DSM (Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais), veio incluir algumas perturbações relacionadas com as tecnologias, que os antecedentes não abrangeram. Esta, e outras inclusões, têm sido alvo de alguma polémica entre os profissionais de saúde mental como psicólogos.

Vamos conhecer as 8 novas perturbações provocadas pelo uso da tecnologia.

Síndrome do toque fantasma

O sintoma característico desta perturbação é termos a sensação de que o nosso telemóvel está a tocar e, assim, vamos buscá-lo de forma a saber quem está a ligar. É já um comportamento automatizado e condicionado (teoria de Pavlov) em que basta um pequeno estímulo, para reagirmos, e realizarmos um determinado comportamento.

Segundo o Dr. Larry Rosen, autor do livro iDisorder, 70% dos utilizadores intensivos de smartphones/tablets, afirmaram ter passado por esta experiência. Para Rosen, se antigamente quando sentíamos um ‘formigueiro’ no bolso, pensávamos que seria alguma comichão, actualmente, assumimos que seja o nosso telemóvel, uma vez que esse estímulo envia informação ao nosso cérebro, através dos neurotransmissores, que causam ansiedade ou prazer e nos fazem reagir, tendo determinado comportamento.

Esta perturbação poderá evoluir para outras aquando da existência em massa das tecnologias ‘vestíveis’.

Depressão devida ao Facebook

É claro que para se considerar uma depressão, deve haver já alguma predisposição na personalidade da pessoa para ter esta perturbação.

Agora o que podemos ver e induzir em muitos casos, são estados depressivos que, facilmente, são expostos no Facebook.

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Esta depressão é causada pela excessiva interação social online, o que pode provocar sentimentos de isolamento, inutilidade, comparação da nossa vida com a dos outros, falta de energia, falta de sono, etc.

Um estudo da Universidade de Michigan demonstra que o grau de depressão entre os jovens, está correlacionado com o tempo que gastam no Facebook.

Isto pode dever-se a que, por norma, as pessoas tendem a colocar coisas boas, férias, vida descansada, carros, casas, promoções no trabalho, festas, etc. Assim, facilmente nos comparamos com os outros e temos tendência a desvalorizarmos a nossa vida.

O conselho é não acreditar em tudo o que se lê nesta e noutras redes sociais. Vejam aqui os tipos de pessoas que encontramos no Facebook.

Dependência em Jogos Online

Já aqui escrevemos sobre a Dependência na Internet e nos Jogos Electrónicos, e existem um conjunto de sintomas que até podem ser familiares a muitos dos nossos leitores.

Sabemos que os jogos têm a característica de ser aditivos, e por isso passamos muito tempo a jogá-los.

Mas o problema é quando não conseguimos controlar e temos a necessidade de estar sempre a jogar e, consequentemente, negligenciarmos as tarefas básicas do ser humano como dormir, comer, tomar banho, etc.

Um estudo realizado em 2010, na Coreia do Norte, demonstra que cerca de 18% dos jovens entre os 9 – 39 anos sofrem de dependência de jogos online. Existe mesmo uma lei, Lei Cinderela que limita o acesso aos jogos entre a meia noite e as 6h da manhã para os utilizadores menores de 16 anos.

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No DSM-V ainda não foi incluído como perturbação única, no entanto existe uma secção na American Psychiatric Association, o que leva a entender que este comportamento será alvo de mais investigação para que possa vir a ser colocado junto de outras perturbações aditivas como de psicotrópicos, estupefacientes e gambling.

Segundo o Dr. Rosen, quando somos dependentes de alguma coisa, o cérebro está constantemente a indicar-nos que necessitamos de alguns neurotransmissores, como dopamina e seretonina, de forma a saciar o nosso desejo.

Nomophobia

Esta perturbação demonstra-se a partir de ansiedade que surge devido a não termos acesso ao dispositivo móvel ou Internet. Imaginem-se num local onde não possam levar o vosso telemóvel/tablet/pc, ou até que ficam sem bateria. Uma vez que estamos habituados a ter acesso a estes equipamentos, é difícil conseguirmos lidar com o facto de não os termos por um período significativo de tempo.

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Temos necessidade de ir ver o e-mail, se temos chamadas, o que se passa no Facebook, tirar as tão famosas selfies e até ver as horas. Nomophobia surge da apreviatura de Mobile Phobia que significa ficar medo de ficar sem telemóvel. E essa ausência causa-nos ansiedade, sendo mais significativa nos utilizadores mais intensivos.

O DSM-V incluiu esta perturbação, e existe forma de tratamento no Centro de Recuperação Morningside em Newport Beach, Califórnia.

Cybersickness – Náusea Digital

Esta perturbação caracteriza-se pela desorientação e vertigem sentida quando somos expostos a determinados ambientes gráficos.

Demasiada cor e estímulos visuais podem mesmo desencadear conflitos nos circuitos cerebrais e levar a convulsões.

Por exemplo, apesar do aspecto do iOS 7 da Apple ser bonito e limpo, a verdade é que originou várias reclamações de utilizadores que se sentiram desorientados e com náuseas depois de utilizarem a nova interface.

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Um dos motivos está relacionado com os efeitos que o aspecto faz, o que leva a que os utilizadores tenham a falaciosa percepção de que os icons estão a mover-se num mundo tridimensional.

O termo, designado cybersickness, surgiu em 1990 para descrever a sensação de desorientação sentida por utilizadores iniciantes dos sistemas de realidade virtual.

Dependência da Internet

Semelhante aos jogos electrónicos, a dependência da Internet caracteriza-se pela vontade constante de acedermos à Internet.

No nosso post de 2010, a Dr. Kimberly Young – responsável pelo Centro de dependência da Internet- , indicava como sendo sintomas da Dependência da Internet:

Preocupação excessiva com a Internet;

Necessidade de aumentar o tempo online para ter satisfação;

Exibir esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da Internet;

Presença de irritabilidade e/ou depressão;

Quando o uso da Internet é restringido, apresenta labilidade emocional (Internet serve como forma de regulação emocional);

Permanecer mais online que o programado;

Trabalho e relações sociais em risco pelo uso excessivo;

Mentir aos outros a respeito da quantidade de horas online.

Assim, trata-se de um uso excessivo e irracional da Internet, negligenciando as consequências que possa ter no nosso quotidiano.

A Dra. Young, correlaciona ainda esta dependência a uma baixa auto-estima, baixa-auto-suficiência e más habilidades.

Cybercondria – Hipocondria Digital

Decerto que já vos aconteceu ter alguma dor ou sintoma qualquer e, quando pesquisam na Internet sobre isso, descobrem que têm alguma coisa má. Por norma surgem logo resultados para doenças como Cancro, Tumores, Sida, etc.

Assim, há a tendência para se acreditar nesse ‘diagnóstico’ e assumir que se tem mesmo aquela doença sem primeiro consultar um médico/especialista.

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Um estudo da Microsoft de 2008 revelou que os auto diagnósticos feitos a partir de pesquisas online, por norma, levam a que concluamos o pior.

Segundo o Dr. Rosen, a Internet pode acentuar os sentimentos existentes de hipocondria e, consequentemente, causar ansiedade. Existem muitas informações online, umas verdadeiras e outras nem por isso. Portanto, na dúvida, consulte o seu médico.

O Efeito Google

O Google é, sem dúvida, uma ajuda preciosa para pesquisar diversos assuntos, tirar dúvidas, encontrar imagens, procurar algo, etc. Mas, isso também traz algumas consequências. Uma vez que podemos ter acesso fácil e simples a esta funcionalidade, temos tendência a não reter tanta informação de forma a recuperá-la posteriormente, uma vez que sabemos que o Google nos dá a informação que necessitamos em poucos segundos, substituindo, por assim dizer, a nossa memória.

Este cenário promove a preguiça e, segundo o Dr. Rosen, o efeito Google até pode não ser uma coisa má, podendo ser visto como um novo paradigma social em que o ser-humano tem acesso a muita mais informação, tornando-nos mais informados.

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Por outro lado isso vai também promover que não tenhamos tantos conhecimentos de forma intrínseca, ou seja, sempre que não estejamos junto de um equipamento onde possamos aceder ao Google, temos que recorrer aos conhecimentos que temos na nossa memória a longo prazo e que são menores a nível quantitativo.

 

Internet e dependência : como identificar e combater o problema

Agosto 3, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Texto do Facebook da Internet Segura de 21 de julho de 2014.

Internet Segura

Certamente que já teve oportunidade de ler outras publicações sobre esta temática. Uma das chaves que determina o sucesso com que utiliza a Internet passa por não se tornar dependente desta ferramenta. É por isso importante que mantenha um equilíbrio entre a sua vida pessoal e a sua vida online.

Tenha especial atenção se verificar sinais de dependência nos mais novos. Partilhe esta informação com os seus familiares e amigos.

COMO IDENTIFICAR SINAIS DE DEPENDÊNCIA?

Sugerimos que tome algumas precauções caso detete alguns dos sintomas abaixo:

- Ouvir sons de aviso de chats de conversação, mesmo quando se encontrar longe de dispositivos de comunicação;

- Ficar nervoso por ir para um lugar sem cobertura de Wi-Fi/rede móvel e sentir alívio quando volta a ter sinal de Wi-Fi/rede móvel;

- Perder muito tempo a olhar compulsivamente para o seu computador ou telemóvel para verificar se foi contactado por alguém;

- Ficar impaciente se está muitas horas sem consultar o seu e-mail ou redes sociais.

DICAS PARA SUPERAR ESTA DEPENDÊNCIA:

- Obtenha suporte dos seus amigos e familiares, perguntando como se sentem face ao tempo que gasta na Internet. Face a este feedback, peça-lhes a sua opinião se deve ou não regular a sua utilização da Internet;

-Crie uma lista de coisas que deixou de fazer pelo tempo que gastou na Internet. Inclua nessa lista as pessoas com quem deixou de contactar, bem comos os hobbies, interesses, desportos e outras atividades que possam ter sido afetadas. Reveja o custo/benefício de passar tanto tempo online e verifique se está satisfeito com o que “sacrificou” para estar mais tempo online;

- Coloque um limite no tempo em que pode estar online. Utilize ferramentas como a “KeepMeOut” (
http://keepmeout.com/en/) para o avisar quando está a exceder o limite de tempo para visitar um website. Relembre-se que 60 a 90 minutos por dia deverá ser mais do que suficiente para se atualizar e que deverá ir reduzindo cada vez mais o tempo que passa online;

- Desative as notificações do seu computador e telemóvel;

- Caso se sinta tentado a verificar constantemente as redes sociais, e-mail e outros serviços online, remova a aplicação.

Navegue em Segurança!

 

Expertos aconsejan negociar con los niños el uso de móviles y tabletas para evitar “atracones”

Julho 22, 2014 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo do site http://www.20minutos.es de 28 de junho de 2014.

GTRES

 

 

  • Casi un tercio de los niños de 10 años y un 83% de los de 14 tienen ya móvil.
  • La Comunidad de Madrid incluso ha puesto en marcha una campaña para combatir a los ‘phonbies’, los zombis del móvil.
  • Alertan también de los peligros que supone la exposición al acoso.

EFE

Los viajes al pueblo lejos de los padres, los campamentos o las dificultades para conciliar de muchas familias provocan cada verano que miles de niños se ‘estrenen’ en el uso del teléfono móvil, un cambio ante el que los expertos aconsejan “autorregulación” familiar para evitar perjuicios a la vida cotidiana.

El empleo de móviles para comunicarse, entretenerse o divertirse es positivo para todas las edades, pero el excesivo consumo de estos dispositivos puede llegar a crear dependencia, hasta el punto de que en comunidades como Madrid una campaña combatirá este verano a los ‘phonbies’, los zombis del móvil.

Y quedarse ‘enganchado’ a los aparatos o perjudicar las relaciones personales no es el único peligro al que se enfrentan los primerizos, puesto que un incorrecto uso puede abrir la puerta a situaciones de ‘ciberacoso’ o exponer la intimidad y privacidad de los menores —según el INE, casi un tercio de los niños de 10 años y un 83% de los de 14 tiene móvil—.

Por ello, el presidente de la asociación Protégeles, Guillermo Cánovas, aconseja que en el arranque de las vacaciones padres y menores negocien tiempos y modos de uso y tengan en cuenta una serie de principios en el momento en el que a muchos niños se les da su primer ‘smartphone’.

En verano, las familias tienen la necesidad de mantener el contacto con los menores y por ello se animan a comprar por primera vez o a prestar el aparato de uno de los padres a sus hijos, momento en el que se debe establecer la negociación de la “autorregulación”, en la que los menores deben participar.

En primer lugar, el presidente de Protégeles aboga por acordar los tiempos de uso de los móviles o tabletas en función de los periodos en los que la familia considere que la vida en común debe estar “libre de tecnología”.

Porque el objetivo no es establecer tiempos máximos de uso de los aparatos, sino normas para proteger la vida en común y el tiempo “con los demás”, explica Cánovas, que no aboga por limitar las horas de uso, sino horarios para apagar el móvil antes de acostarse y por algún tipo de restricción para alejarlo en las comidas y cenas.

En estos momentos, por ejemplo, los miembros de la familia pueden optar por dejar sus teléfonos en el mismo lugar y recogerlos al levantarse de la mesa.

La dependencia la marca el uso

El portavoz de Protégeles remarca que, tanto en menores como en adultos, la dependencia de los aparatos no la marca el tiempo al aparato, sino qué uso se le da y si influye en las situaciones de la vida cotidiana: si impide realizar tareas educativas, el trabajo, tener ocio y afecta a las relaciones personales.

A este respecto, el doctor en Psicología y Ciencias de la Salud y exdefensor del menor de la Comunidad de Madrid Javier Urra diferencia entre dependencia y adicción: uno depende del móvil si está perdido en la sierra y necesita que lo rescaten; pero si está todo el día retransmitiendo banalidades de su vida cotidiana a sus amigos a través del teléfono sufre una adicción.

Urra pide a los mayores que, además de advertir a los niños sobre el buen uso de los móviles, no pequen de “ansiosos” y de exceso de celo en el control a distancia del menor.

Y aconseja, por ejemplo, enseñar a los menores, además de cuestiones de uso, de seguridad o económicas —el mal uso del aparato puede costar mucho dinero—, que no deben exponer de forma excesiva su vida a través de las nuevas tecnologías.

“Estar siempre conectado y decir que tienes 1.300 amigos es una tontería”, argumenta Urra, que está en contra del móvil en el campamento, donde debe haber un teléfono para que los padres puedan informarse, pero en el que los niños “no pueden estar llamando a su madre” puesto que perdería su razón de ser.

Fotos y seguridad

Cánovas aconseja que el acuerdo familiar excluya el uso del móvil con cámara en habitaciones cerradas —donde el menor puede hacerse fotos a sí mismo lejos del control de los adultos— y tapar las cámaras web de los aparatos porque se puede activar sin querer o por la instalación de programas que, sin saberlo, permiten a terceros ponerlas en marcha.

“Nos estamos encontrando en internet con fotos de menores fotografiados sin saberlo; no son muchos casos, pero nos llegan”, advierte antes de apuntar que la línea de denuncias sobre pornografía infantil y acoso escolar y sexual a menores de Protégeles alcanza unas 3.000 denuncias al mes.

Otro consejo es desconectar la localización vía satélite, en especial en el caso de fotos y vídeos —que las incorporan en los metadatos—, así como en el domicilio propio —porque da información sobre la ubicación de su domicilio—.

Los adultos deben conocer las herramientas tecnológicas para no dejar de ser referencia del menor en este campo, además de explicar a los niños que siempre hay peligros y en ocasiones pueden encontrarse con problemas: la clave es saber adónde deben dirigirse para solucionarlos a tiempo.

 

A importância da e.segurança

Junho 17, 2014 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo do site educare de 9 de junho de 2014.

educare

A cobertura mediática sensacionalista sobre certos perigos da Internet pode estar a funcionar como uma “barreira” que impede a “efetiva educação para a segurança online”, alertam os responsáveis pelo projeto EU Kids Online.

Andreia Lobo

Vítimas de predadores sexuais, trágicos encontros de crianças com estranhos conhecidos no mundo virtual são situações que geram um forte destaque noticioso. As crianças são bastante influenciadas por estas notícias sensacionalistas. Mas a atenção conferida a estes casos – pelas televisões, jornais e outros meios de comunicação-, pode estar a desviar a atenção das crianças de outros potenciais riscos da utilização da Internet. Perigos mais comuns e frequentes, como o cyberbulling ou a exposição a conteúdos violentos e pornográficos. O alerta consta do novo relatório EU Kids Online que foca o entendimento das crianças sobre situações problemáticas vividas na Internet. Esta descoberta reposiciona o debate sobre Internet segura. Os investigadores da London School of Economics and Political Science recomendam que a educação para a segurança não se fique pela questão dos perigos online e aborde também a cobertura dada pelos media a estes casos de menor ocorrência, mas maior destaque.

“A maioria dos programas de prevenção está demasiado focada em temas como a proteção de informação pessoal e o perigo de conhecer online pessoas estranhas offline, mas é mais provável que as crianças tenham de lidar com mensagens incómodas.” O alerta é de Leslie Haddon, um dos autores do estudo que através de 56 grupos de foco e de 114 entrevistas ouviu 378 crianças e jovens com idades entre os 9 e os 16 anos. Oriundas de nove países europeus (Bélgica, República Checa, Grécia, Itália, Malta, Portugal, Roménia, Espanha e Reino Unido). “As crianças precisam de uma educação mais vasta e detalhada sobre o mundo digital que as ajude a avaliar melhor situações problemáticas”, acrescenta Haddon. “Foi malcriado e reportei-o

” Relatos de trocas de mensagens agressivas. Discussões acesas com os amigos nas redes sociais. Piadas que não são entendidas assim. Publicidade inesperada ao abrir uma página. Ou o despoletar de imagens sexuais. São alguns exemplos dessas situações problemáticas que as crianças dizem encontrar quando utilizam a Internet, seja para entrar no jogo online, descarregar ou ouvir música em plataformas como o YouTube.

“Se estás no Minijuegos surgem coisas a dizer: Eiii liga a câmara e vê esta rapariga.” Queixa-se um rapaz espanhol de 14 anos. “Surgem umas publicidades com umas raparigas em sutiã, mas não consegues fechar a janela, está sempre lá”, explica outro rapaz espanhol de 16 anos. Em relação aos conteúdos, imagens ou vídeos sexuais, os investigadores verificaram que as crianças expressam sentimentos muito variados. Ainda que predominem os negativos. Quando estes conteúdos surgem por “engano”, as crianças entre os 9 e os 13 anos são as que mais depressa dizem sentir-se “enojadas”, “incomodadas”, “chocadas” ou “envergonhadas”.

Os mais velhos com idades entre os 14 e os 16 anos referem esses “encontros” como sendo “aborrecidos”, mas não se importam, nem se sentem incomodados quando eles aparecem no ecrã. Sentimentos mais positivos surgem quando os jovens procuram intencionalmente esses conteúdos. Por exemplo, para assistir a pornografia juntamente com os amigos: “Vi no meu PC, mas estava preocupado que os meus pais descobrissem ao ver o meu histórico”, conta um rapaz grego de 14 anos. Já entre as raparigas, a experiência da comunicação de carácter sexual faz-se através da publicação de fotografias em poses sensuais ou provocantes com o intuito de receber “gosto” dos amigos.

Pedidos de amizade Partilhar informações pessoais, senhas de contas do Facebook ou de jogos com membros da família e amigos é prática comum em todos os grupos etários. Não é algo visto como arriscado. Apesar de algumas crianças se queixarem de receber pedidos de amizade e de informações por parte de estranhos. Uma rapariga belga, entre os 14 e os 16 anos, relata aos investigadores a sua experiência: “Recebi um pedido de amizade de um velhote (31 anos) e foi assustador.”

Casos em que pessoas desconhecidas pedem contactos telefónicos, moradas ou nomes das escolas que frequentam, despoletam sentimentos de raiva e tristeza nas crianças. “Alguém me pediu o número de telefone, o Skype e a morada através de um jogo. Fiquei chateada e, então, ignorei-os”, conta uma rapariga portuguesa de 9 anos. A consciência do perigo na partilha de dados pessoais reflete também os avisos dos pais, como se percebe no depoimento de outra rapariga portuguesa de 9 anos: “No Facebook pediram-me o telefone e a morada. A minha mãe disse para não dar e eu apaguei a pessoa.”

De modo geral, os adolescentes entre os 11 e os 13 e os 14 e os 16 anos não veem com bons olhos quem partilha “demasiada informação privada”, “coisas estúpidas” ou percecionadas como “inapropriadas para que os outros vejam” nas redes sociais. Os sentimentos – sobre comentários do género “agora vou trabalhar” ou “agora vou comer”- variam: desde o simples “sinto-me incomodado” ao “aborrecido” ou “não gosto”.

O vício da Net

Muitas crianças reconhecem em si alguns sintomas de vício na Internet. Perda de contacto com a realidade, de interesse por outras atividades, dores de cabeça, problemas de visão, de sono e perda de amigos foram algumas das situações reportadas aos investigadores como uma consequência de passarem demasiado tempo online.

Na lista de “coisas viciantes” surgem os jogos online: “Queria ver como se jogava e não podia desistir. Era inverno, queria ir ver a neve. Gosto de fazer bonecos de neve, mas simplesmente não conseguia parar”, revela um rapaz romeno de 10 anos. Um comportamento que acabaria por gerar problemas com os pais: “A minha mãe estava-me sempre a chamar para jantar, mas eu dizia-lhe que eram só mais cinco minutos, e continuava e continuava, até que ela me veio buscar.”Outro dos vícios apontados foi a dificuldade em ficar offline, uma vez que com os smartphones é possível estar sempre ligado.

Esta certeza sobre o quão viciante pode ser a Internet é acompanhada por uma menor consciência de que certos comportamentos no mundo virtual podem causar bastantes danos. Prejuízos legais, como no caso do descarregamento ilegal de jogos, programas, vídeos e música. Ou sociais: quando as crianças percecionam situações de bullying online como algo que “simplesmente acontece”, em vez de as verem como atos de cyberbullying. Uma vez que podem levar as crianças a minimizar os problemas causados porque estes comportamentos online, resultando numa “normalização da agressão cometida pelos seus pares”, sustenta o estudo.

Irritantes e incómodos, os anúncios pop up que surgem nos ecrãs quando as crianças estão a navegar geram fortes sentimentos de frustração, com alguns inquiridos a relatarem que sentem vontade de “partir o dispositivo” no qual acedem à Internet sempre que isso acontece. Como confessa um rapaz britânico de 12 anos: “Quase parti o ecrã em dois… Quer dizer… a sério… Estava a segurá-lo ao meio e via pequena rachadelas a aparecer… e então parei e pensei: Não. É melhor não.” O papel dos mediadores

As preocupações dos pais sobre a Internet refletem também os relatos dos media ou experiências mais comuns que acontecem no mundo real, como os perigos de falar com estranhos. Mas mesmo entre os menos familiarizados com o mundo virtual, há formas de orientar as crianças e os jovens conversando sobre os riscos, garantem os autores do EU Kids Online.

Das entrevistas ressalta que são as crianças mais novas quem menos se importa com a intervenção dos pais, e até consideram “positivo” o seu apoio relativamente ao uso da Internet. Pelo contrário, os mais velhos acusam uma reação negativa à intervenção parental, considerando-a uma “invasão” à sua privacidade. Tal como acontece com os problemas do mundo real, os adolescentes preferem conversar com os amigos sobre o que lhes acontece online. Além dos colegas, tios, tias e avós são outros adultos a quem é mais fácil pedir ajuda ou conselhos.

Os autores do estudo defendem, por isso, que as políticas de promoção da segurança na Internet tenham em conta estes aspetos relacionais entre crianças e adultos. “Os pais devem ser encorajados a promoverem entendimentos através dos quais as crianças se sintam mais confortáveis em confidenciar experiências desagradáveis”, lê-se no relatório.

O mesmo clima de confiança é pedido aos professores para que os alunos se sintam à vontade para denunciar experiências problemáticas. À escola reserva-se ainda o papel de prestar “assessoria no amplo campo da Internet segura” (e.segurança), destacando os pontos positivos da sua utilização para “evitar a criação de um pânico moral causado por uma visão sobrecarregada do mundo online como um lugar perigoso e enganador”.

O que dizem as crianças e os jovens?

Experiências vividas e perceção dos riscos na utilização da Internet. Relatos contados na primeira pessoa pelas crianças e jovens com idades entre os 11 e os 16 anos entrevistados pelos investigadores do EU Kids Online.

“Estava num daqueles jogos online e há um chat que permite falar com todos os que estão no jogo. Eu estava a falar, não me lembro do quê, era principiante, e perguntei várias coisas e eles ofenderam-me. Eu disse-lhes para pararem. Mas foi pior. Até que um disse que me ia encontrar e me batia.” Rapaz, 15-16 anos, Roménia.

“Posso utilizar a Internet, desde que não publique fotografias, porque mais tarde os sequestradores podem conversar comigo… Os meus pais disseram-me para não conversar com pessoas que não conheço, no caso de serem sequestradores e se me querem encontrar cara-a-cara. Mas eu não me importo, porque isso não me vai acontecer. Na televisão vi casos de pessoas que começaram a falar com alguém, encontraram-se e acabaram por ser mortas.” Rapaz, 11-13 anos, Espanha.

“Há pessoas mais velhas que fingem ser da nossa idade para poderem usar as nossas fotos e nos fazer mal. Como já ouvi algumas vezes na televisão, algum pedófilo retira fotografias da Internet ou pede à pessoa fotos dela em roupa interior e depois usa-as para fazer mal a essa pessoa.” Rapariga, 15 anos, Espanha.

“O meu pai não diz isso, mas alguns pais dizem constantemente não jogues esse jogo ou ficas viciado e mentalmente afetado e vais tentar copiar o que acontece no jogo na vida real. Mas, para ser sincero, não concordo, porque acho que isso depende de como tu és e se és suficientemente inteligente para o fazeres ou não.” Rapaz, 11-13 anos, Reino Unido.

“Há uma página no Facebook que se chama ‘odeio esses maníacos sexuais bastardos’ (…) onde as pessoas que recebem mensagens de indivíduos, na minha opinião, com desordens mentais, fazem um print screen dessas mensagens e publicam-nas nessa página e às vezes veem-se conversas realmente assustadoras.” Rapariga, 14-16 anos, Itália.

“Primeira regra do Facebook, toda a gente me disse, é nunca adicionar os pais como amigos, porque eles vão poder ver tudo o que andas a fazer!” Rapariga, 14-16 anos, Reino Unido.

http://www.fcsh.unl.pt/eukidsonline/

 

4ª Ação de Sensibilização – Obessão pelas novas Tecnologias/ Riscos e Benificios

Junho 10, 2014 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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Dando continuidade as Ações de Sensibilização de Competências Parentais, no dia 13/06/2014 – 4ª Ação de Sensibilização – Obessão pelas novas Tecnologias/ Riscos e Benificios – ORADOR: Prof.º Marco Gomes. Local: casa do Romeiro em Ponta Delgada- as 18h:30m – Aparece.

cpcjsaovicente@hotmail.com

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Scientists Link Selfies To Narcissism, Addiction & Mental Illness

Abril 24, 2014 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo do site http://www.whydontyoutrythis.com  de 2 de abril de 2014.

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The growing trend of taking smartphone selfies is linked to mental health conditions that focus on a person’s obsession with looks. According to psychiatrist Dr. David Veal: “Two out of three of all the patients who come to see me with Body Dysmorphic Disorder since the rise of camera phones have a compulsion to repeatedly take and post selfies on social media sites.” “Cognitive behavioural therapy is used to help a patient to recognise the reasons for his or her compulsive behaviour and then to learn how to moderate it”, he told the Sunday Mirror.

A British male teenager tried to commit suicide after he failed to take the perfect selfie. Danny Bowman became so obsessed with capturing the perfect shot that he spent 10 hours a day taking up to 200 selfies. The 19-year-old lost nearly 30 pounds, dropped out of school and did not leave the house for six months in his quest to get the right picture. He would take 10 pictures immediately after waking up. Frustrated at his attempts to take the one image he wanted, Bowman eventually tried to take his own life by overdosing, but was saved by his mom. “I was constantly in search of taking the perfect selfie and when I realized I couldn’t, I wanted to die. I lost my friends, my education, my health and almost my life”, he told The Mirror. The teenager is believed to be the UK’s first selfie addict and has had therapy to treat his technology addiction as well as OCD and Body Dysmorphic Disorder.

Part of his treatment at the Maudsley Hospital in London included taking away his iPhone for intervals of 10 minutes, which increased to 30 minutes and then an hour. “It was excruciating to begin with but I knew I had to do it if I wanted to go on living”, he told the Sunday Mirror. Public health officials in the UK announced that addiction to social media such as Facebook and Twitter is an illness and more than 100 patients sought treatment every year. “Selfies frequently trigger perceptions of self-indulgence or attention-seeking social dependence that raises the damned-if-you-do and damned-if-you-don’t spectre of either narcissism or very low self-esteem”, said Pamela Rutledge in Psychology Today.

The big problem with the rise of digital narcissism is that it puts enormous pressure on people to achieve unfeasible goals, without making them hungrier. Wanting to be Beyoncé, Jay Z or a model is hard enough already, but when you are not prepared to work hard to achieve it, you are better off just lowering your aspirations. Few things are more self-destructive than a combination of high entitlement and a lazy work ethic.

Ultimately, online manifestations of narcissism may be little more than a self-presentational strategy to compensate for a very low and fragile self-esteem. Yet when these efforts are reinforced and rewarded by others, they perpetuate the distortion of reality and consolidate narcissistic delusions. The addiction to selfies has also alarmed health professionals in Thailand. “To pay close attention to published photos, controlling who sees or who likes or comments them, hoping to reach the greatest number of likes is a symptom that ‘selfies’ are causing problems”, said Panpimol Wipulakorn, of the Thai Mental Health Department.

The doctor believed that behaviours could generate brain problems in the future, especially those related to lack of confidence. The word “selfie” was elected “Word of the Year 2013″ by the Oxford English Dictionary and is defined as “a photograph that one has taken of oneself, typically with a smartphone or webcam and uploaded to a social media website.”

1. The Gym Selfie (Because the checking isn’t enough.)

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http://www.whydontyoutrythis.com/2014/04/scientists-link-selfies-to-narcissism-addiction-and-mental-illness.html?m=1

 

O Facebook (já) não vai à escola

Abril 10, 2014 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Artigo da Visão de 3 de abril de 2014.

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Saiba como evitar que o seu filho fique viciado no ‘smartphone’

Abril 8, 2014 às 8:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 31 de março de 2014.

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12º Encontro para a Promoção da Saúde na Escola – Sintra

Março 25, 2014 às 4:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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