Desaparecidas 53 crianças em 2012
Junho 6, 2013 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 116 000, Crianças desaparecidas, Instituto de Apoio à Criança, Linha Europeia para Crianças Desaparecidas, Manuel Coutinho, Rainha de Espanha, Rainha Sofia, Rapto Parental, SOS-Criança, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
Notícia do Correio da Manhã de 24 de Maio de 2013.
A notícia contém declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança).
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Missing Kids Stamps
Junho 5, 2013 às 8:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentárioEtiquetas: Campanha, Canadá, Crianças desaparecidas, Enfant-Retour Québec, Selos
Texto do site The Inspiration Room de 25 de Maio de 2013.
Mais texto e imagens Aqui
The Missing Children’s Network (Enfant-Retour Québec) is using customisable postage stamps to raise awareness and drive action on
behalf of the children who go missing in Canada each year. An interactive site, MissingKidsStamps.ca, provides profiles of missing children and provides an interface with Canada Post’s customisable postage stamp order service. While on the site, visitors can learn more about some of the children being featured.Visitors to the site can download an insert to be used as an e-signature, allowing visitors to add Missing Kids Stamps to their e-mails and other e-correspondence.
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Min. Justiça: Denúncias de crianças desaparecidas devem ser feitas o mais rápido possível
Maio 29, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: Crianças desaparecidas, Exploração Sexual de Crianças, Paula Teixeira da Cruz, Portugal, Rapto Parental, Tráfico de Seres Humanos
Notícia da TSF de 24 de Maio de 2013.
Ouvir as declarações de Paula Teixeira da Cruz Aqui
Para Paula Teixeira da Cruz, é uma má prática esperar 24 ou 48 horas até à denúncia às autoridades. O tema das crianças desaparecidas e exploradas sexualmente está cada vez mais na ordem do dia e está integrado no fenómeno mais vasto do tráfico de seres humanos.
A Ministra da Justiça revelou números que classifica de absolutamente preocupantes. Em Portugal, entre 2010 e 2012, foram reportados mais de quatro mil desaparecimentos de crianças em cada ano.
Paula Teixeira da Cruz admite que o desaparecimento de crianças pode ocorrer por diversas causas, com diferentes intervenientes, em contexto nacional ou internacional, mas está cada vez mais associado à questão do tráfico de seres humanos.
Números absolutamente preocupantes, na análise da ministra, uma vez que, em média, desaparecem em Portugal onze crianças por dia.
No caso português, a maior parte dos desaparecimentos de crianças até aos 9 anos tem a ver com raptos parentais. Entre os 13 e os 18, estão relacionados com resultados escolares.
Para a ministra, uma prática que tem de mudar é o tempo de denúncia.
«Faço um apelo muito claro: assim que há o desaparecimento de uma criança, não se espere por um minuto. É imediatamente denunciado.», disse.
O sistema de alerta rápido de menores é determinante e o Governo vai apostar na prevenção dos desaparecimentos, desde logo através de campanhas de informação para promover as denúncias imediatas.
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PJ recebeu, em média, seis participações por dia de crianças desaparecidas
Maio 24, 2013 às 9:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 25 de Maio Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Crianças desaparecidas, Estatística, Polícia Judiciária, Portugal, Rapto Parental
Notícia da RTP Notícias de 24 de Maio de 2013.
Lusa
A Polícia Judiciária recebeu em média, em 2012, seis participações por dia de crianças e jovens desaparecidos, que totalizaram 2.366 casos, menos 226 face ao ano anterior, segundo dados da PJ avançados à agência Lusa.
Divulgados a propósito do Dia Internacional da Criança Desaparecida, que se assinala no sábado, os dados indicam que no ano passado desapareceram 4.097 pessoas, das quais 1.677 (40,69%) eram jovens entre os 15 e os 18 anos.
Do total de desaparecimentos, 514 (12,55%) eram adolescentes de 13 e 14 anos, 90 (2,20%) tinham idades entre os 10 e os 12 anos e 85 (2,07%) entre os zero e os nove anos.
Segundo a PJ, duas dezenas de casos registados no ano passado ainda permanecem em investigação.
Em declarações à agência Lusa, o diretor da Unidade de Informação e Investigação Criminal da PJ afirmou que o grupo dos 15/18 anos apresenta “uma taxa de reincidência muito significativa”.
Veríssimo Milhazes deu o exemplo do caso de dois jovens que, entre 2010 e 2012, fugiram 33 e 36 vezes.
Este grupo também apresenta um “elevado número de regressos voluntários”, que acontece “no período de um ou dois dias”, sendo a sexta-feira o dia em que se regista o maior número de desaparecimentos.
Segundo o responsável, há dois fatores que estão associados aos desaparecimentos dos jovens dos 15/18 anos, um deles é a Internet.
“O menor quando se ausenta de forma voluntária muitas vezes deve-se à internet, porque vai ao encontro do amigo virtual”, explicou.
Para sensibilizar os jovens para os problemas que isso acarreta”, a PJ tem ido às escolas para advertir os jovens que, “quando o amigo virtual reencarna, pode ser o inimigo”.
Outro fator é o “conflito geracional intrafamiliar”, que “vai existir sempre”. Nestas idades, quando o caso termina o pai ou mãe geralmente diz aos filhos: se me tivesses dito alguma coisa eu teria ajudado.
“Para que isto não ocorra é necessário que neste conflito geracional intrafamiliar haja um canal aberto ao diálogo para que esta resposta no final seja logo dada no início”, adiantou.
No grupo 0/12 anos, os motivos que levam ao desaparecimento das crianças são os conflitos entre os pais que acabam em rapto parental ou subtração de menores, que estiveram na base de 3,7% dos casos em 2012, que não aumentou face a 2011.
“No fundo não é um desaparecimento, mas sim um paradeiro desconhecido porque a criança está com um progenitor ou outro familiar em parte incerta, que pode ser no estrangeiro”, explicou.
Neste momento, “procuramos menores no estrangeiro, como procuramos menores estrangeiros em Portugal”, referiu.
Veríssimo Milhazes lembrou a importância de comunicar o desaparecimento às autoridades logo nas primeiras horas, porque pode estar associado a um crime.
Quando as crianças desaparecem de forma involuntária, o desaparecimento pode estar associado a vários tipos de crime, como abusos sexuais, homicídios, raptos, lenocínio, tráfico de pessoas.
“Se não atuamos nas primeiras 24 horas podemos pôr em causa tudo o resto”, frisou.
O total de pessoas desaparecidas baixou 9% em 2012, comparativamente a 2011, ano em que já tinha baixado 6,7% em relação a 2010.
“Quero acreditar que a redução do número de pessoas desaparecidas se deve a uma maior interligação entre pais e filhos”, mas também está a haver “um trabalho preventivo que é muito importante”, adiantou.
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Vídeo da Campanha 25 de Maio de 2013 – Dia Internacional das Crianças Desaparecidas
Maio 24, 2013 às 11:50 am | Na categoria O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 116 000, Crianças desaparecidas, European Federation for Missing and Sexually Exploited Children, Instituto de Apoio à Criança, Missing Children Europe, SOS-Criança, Video, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
Em Portugal assinalou-se, pela primeira vez, em 25 de Maio de 2004, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A origem desta data funda-se no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido uma criança de 6 anos, Ethan Patz, em Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia
do seu desaparecimento e, em 1986, o dia 25 de Maio ganha uma dimensão inter-nacional quando o Presidente Reagan o dedicou a todas as crianças desaparecidas. Esta data tem vindo a ser assinalada em diversos Países da Europa, à semelhança do que sucede na Bélgica, desde 2002, em que a Child Focus, associação belga criada pelo pai de uma das crianças assassinadas pelo pedófilo Dutroux, decidiu adotar este dia associando-se assim ao movimento iniciado nos Estados Unidos.
A Federação Europeia das Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, a Missing Children Europe, criada em 2001, e que o IAC
integra desde a sua fundação, também todos os anos assinala o 25 de Maio e recomenda iniciativas nesse dia às ONG nacionais.
As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis, em inglês “forget me not.
VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente – Sala do Senado da Assembleia da República 24 de Maio
O Instituto de Apoio à Criança realiza no próximo dia 24 de maio, a VII Conferência – Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, na Sala do Senado da Assembleia da República *.
O Instituto da Criança, que comemora este ano o seu 30º Aniversário, desenvolve desde sempre atividades nesta área, quer através do Projeto das Crianças de Rua, quer através do SOS-Criança, serviço anónimo e confidencial, ao qual foi atribuído o número 116111, e ainda para a Criança Desaparecida o Serviço SOS – Criança Desaparecida com o número 116000, linhas europeias de número único para todos os Países da União Europeia.
Nesta Conferência, pretende-se refletir sobre as medidas necessárias para a aplicação da Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais, mais conhecida como Convenção de Lanzarote, e que entrou em vigor no nosso País em 1 de dezembro de 2012.
Abordar-se-á também a Recomendação da Comissão Europeia de fevereiro de 2013, que apela aos Estados-Membros que implementem políticas que promovam o bem-estar das crianças.
Desde o início que para o IAC a sua grande prioridade foi sempre as Crianças em risco, abandonadas, maltratadas e abusadas sexualmente.
A Presidente da Direção
Manuela Ramalho Eanes
O IAC vem assinalando o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas – 25 maio, desde 2004
* Devido ao manifesto interesse suscitado pela realização da 7ª Conferência, esta irá decorrer na Sala do Senado da Assembleia da República e não no Novo Auditório da Assembleia da República, como inicialmente esteve previsto.
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Número único europeu para crianças desaparecidas pouco utilizado – Instituto de Apoio à Criança defende a criação de «normas nacionais» para que as comunicações de desaparecimentos sejam obrigatórias
Maio 23, 2013 às 2:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 11600, 25 de Maio Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, Alerta Rapto de Crianças, Crianças desaparecidas, Dulce Rocha, Instituto de Apoio à Criança, Linha Europeia para Crianças Desaparecidas, Rapto Parental, SOS-Criança, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
Notícia da TVI 24 de 23 de Maio de 2013.
A vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança afirmou esta quinta-feira que há «poucas comunicações» para o número único europeu para crianças desaparecidas (116000), defendendo a criação de «normas nacionais» para que essa comunicação seja obrigatória.
Através do número europeu para Crianças Desaparecidas, chegaram, em 2012, ao serviço SOS-Criança, do IAC, 53 novos casos de crianças desaparecidas, mais 14 face ao ano anterior.
Os casos referiam-se «a fugas, raptos parentais, crianças perdidas ou feridas, raptos não acompanhados e raptos por terceiros», segundo dados do instituto a que a agência Lusa teve acesso.
«O que se verifica relativamente a este número é que as pessoas se fecham sobre si próprias e não se dá cumprimento a uma diretiva de 2001» de cooperação entre as autoridades policiais, públicas e organizações não-governamentais, disse Dulce Rocha, que falava à Lusa a propósito da Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, que se realiza na sexta-feira para assinalar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas (25 de maio).
Segundo a vice-presidente do IAC, «o número tem servido para as famílias participarem», mas a diretiva refere que «nas situações gravíssimas de desaparecimento» tem de haver colaboração entre as várias entidades envolvidas.
«Há uma subutilização do número e, por isso, há grandes divergências entre os números de desaparecimentos nas autoridades policiais e nos nossos processos», sublinhou, comentando que essa divergência também poderá dever-se às diferentes maneiras de contabilizar os casos.
«De qualquer forma creio que essa grande divergência continua a ser por não haver uma comunicação obrigatória dos casos de desaparecimento à linha», acrescentou.
Para Dulce Rocha, quando uma criança desaparece de uma instituição deve comunicar-se imediatamente à linha, uma prática que «não se faz porque não está escrito, não é obrigatório».
«Nós temos uma rede com mais de 100 instituições e podemos participar imediatamente, até a nível internacional», lembrou.
Os dados do IAC referem que dos 53 casos reportados ao SOS-Criança em 2010, 36 eram raparigas e 17 rapazes.
A maioria (19) era menor de cinco anos, 14 tinham idades entre os 14 e os 16 anos, 11 entre os seis e os 10 anos. Trinta desapareceram com o progenitor, 10 desapareceram sozinhos, dois acompanhados por amigos, três por namorados e um com um familiar.
Onze crianças tinham residência em Lisboa, nove no estrangeiro, sete em Setúbal e sete em Aveiro.
Na grande maioria dos casos (32) a problemática reportada foi o rapto parental, enquanto em 16 casos o motivo de desaparecimento foi a fuga, num caso foi rapto e noutro caso a criança perdeu-se.
Sistema de Alerta de Rapto de crianças devia incluir raptos parentais
Dulce Rocha defendeu também que o Sistema de Alerta de Rapto de Crianças devia passar a contemplar raptos parentais nos casos em que existam indícios de perigo.
Desde junho de 2009 que Portugal conta com este sistema de alerta que só pode ser ativado em caso de rapto ou sequestro, e não de um simples desaparecimento ou rapto parental, quando a integridade física ou a vida da criança estiver em perigo.
Acionado o sistema, a mensagem de alerta de rapto é imediatamente difundida para que todas as pessoas que possuam ou venham a ter informações possam comunicar imediatamente as autoridades policiais de forma a encontrar o menor ou o suspeito no mais curto espaço de tempo.
Para a vice-presidente do IAC, algumas situações de raptos parentais, que «estão a aumentar» e alguns terminam de forma trágica, deviam ser incluídas no sistema de alerta.
Dulce Rocha lembrou o caso de dois jovens irmãos holandeses que estavam desaparecidos desde 6 de maio, altura em que se encontravam com o pai, tendo sido encontrados mortos no domingo. «Eu costumo dizer que os erros que podem prejudicar os adultos ultrapassam-se, mas os erros contra as crianças muitas vezes são irreversíveis.»
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Onde estão as meninas de Nova Deli?
Maio 21, 2013 às 12:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: Índia, Crianças desaparecidas, Fotografia, Mansi Thapliyal, Nova Deli
Fotogaleria do Público de 10 de Maio de 2013.
Um chapéu, um vestido, uma boneca. É tudo a que se podem agarrar os pais de meninas que desapareceram, umas ainda bebés outras já adolescentes, em Nova Deli. Segundo dados da polícia, só entre 1 de Janeiro e 8 de Maio deste ano, foi registado o desaparecimento de 725 crianças na capital da Índia, na sua maioria de sexo feminino. O fotógrafo da Reuters Mansi Thapliyal visitou famílias que esperam todos os dias por uma informação sobre o paradeiro dos filhas.
Visualização das fotografias Aqui
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VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente – Sala do Senado da Assembleia da República 24 de Maio
Maio 20, 2013 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 116 000, 116 111, Convenção do Conselho da Europa contra a Exploração e o Abuso Sexual das Crianças, Crianças desaparecidas, Exploração Sexual de Crianças, Instituto de Apoio à Criança, Rainha de Espanha, Rainha Sofia, SOS-Criança, Tráfico de Seres Humanos, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
O Instituto de Apoio à Criança realiza no próximo dia 24 de maio, a VII Conferência – Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, na Sala do Senado da Assembleia da República *.
O Instituto da Criança, que comemora este ano o seu 30º Aniversário, desenvolve desde sempre atividades nesta área, quer através do Projeto das Crianças de Rua, quer através do SOS-Criança, serviço anónimo e confidencial, ao qual foi atribuído o número 116111, e ainda para a Criança Desaparecida o Serviço SOS – Criança Desaparecida com o número 116000, linhas europeias de número único para todos os Países da União Europeia.
Nesta Conferência, pretende-se refletir sobre as medidas necessárias para a aplicação da Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais, mais conhecida como Convenção de Lanzarote, e que entrou em vigor no nosso País em 1 de dezembro de 2012.
Abordar-se-á também a Recomendação da Comissão Europeia de fevereiro de 2013, que apela aos Estados-Membros que implementem políticas que promovam o bem-estar das crianças.
Desde o início que para o IAC a sua grande prioridade foi sempre as Crianças em risco, abandonadas, maltratadas e abusadas sexualmente.
A Presidente da Direção
Manuela Ramalho Eanes
O IAC vem assinalando o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas – 25 maio, desde 2004
* Devido ao manifesto interesse suscitado pela realização da 7ª Conferência, esta irá decorrer na Sala do Senado da Assembleia da República e não no Novo Auditório da Assembleia da República, como inicialmente esteve previsto.
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VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
Maio 14, 2013 às 3:58 pm | Na categoria Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: 116 000, 116 111, Conferência, Convenção do Conselho da Europa contra a Exploração e o Abuso Sexual das Crianças, Crianças desaparecidas, Exploração Sexual de Crianças, Instituto de Apoio à Criança, Rainha de Espanha, Rainha Sofia, Tráfico de Seres Humanos, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
O Instituto de Apoio à Criança realiza no próximo dia 24 de maio, a VII Conferência – Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente, na Sala do Senado da Assembleia da República *.
O Instituto da Criança, que comemora este ano o seu 30º Aniversário, desenvolve desde sempre atividades nesta área, quer através do Projeto das Crianças de Rua, quer através do SOS-Criança, serviço anónimo e confidencial, ao qual foi atribuído o número 116111, e ainda para a Criança Desaparecida o Serviço SOS – Criança Desaparecida com o número 116000, linhas europeias de número único para todos os Países da União Europeia.
Nesta Conferência, pretende-se refletir sobre as medidas necessárias para a aplicação da Convenção do Conselho da Europa para a Proteção das Crianças contra a Exploração Sexual e os Abusos Sexuais, mais conhecida como Convenção de Lanzarote, e que entrou em vigor no nosso País em 1 de dezembro de 2012.
Abordar-se-á também a Recomendação da Comissão Europeia de fevereiro de 2013, que apela aos Estados-Membros que implementem políticas que promovam o bem-estar das crianças.
Desde o início que para o IAC a sua grande prioridade foi sempre as Crianças em risco, abandonadas, maltratadas e abusadas sexualmente.
A Presidente da Direção
Manuela Ramalho Eanes
O IAC vem assinalando o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas – 25 maio, desde 2004
* Devido ao manifesto interesse suscitado pela realização da 7ª Conferência, esta irá decorrer na Sala do Senado da Assembleia da República e não no Novo Auditório da Assembleia da República, como inicialmente esteve previsto.
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Rainha Sofia visita Portugal para defender apoio às crianças
Maio 14, 2013 às 1:28 pm | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe o seu comentárioEtiquetas: Crianças desaparecidas, Instituto de Apoio à Criança, Manuela Eanes, Rainha de Espanha, Rainha Sofia, VII Conferência Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente
Notícia do Diário de Notícias de 14 de Maio de 2013.
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