Chim: UNICEF’s first international photographer

Julho 22, 2013 às 6:00 am | Na categoria Vídeos | Deixe o seu comentário
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The photos we share with you every day owe so much to the tradition started by David ‘Chim’ Seymour, UNICEF’s first ever international photographer.

Traveling through war-torn Europe in 1948, Chim captured iconic images of children in countries where UNICEF worked. He went on to found Magnum Photos, one of the most famous photo agencies in the world.

Watch this video to see some of his incredible photos and learn more about his life story: http://uni.cf/12jAp7F

Pictured, boys who lost limbs in the war play, in Italy in 1950

Pictured, boys who lost limbs in the war play, in Italy in 1950

Report for the Study on Typology and Policy Responses to Child Begging in the EU

Junho 22, 2013 às 1:00 pm | Na categoria Relatório | Deixe o seu comentário
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report

Descarregar o relatório Aqui

The European Commission-funded study on ‘Typology and Policy Responses to Child Begging in the EU’, completed in December 2012,  underlines the need for a coordinated and concerted effort in the European Union to address a situation that poses grave dangers for the health and proper development of a very disadvantaged, and often also stigmatised, group of children. The report presents research conducted in 15 European countries and a total of 30 European cities, approaching child begging at a national and local level from a child rights perspective, taking into account the need to punish exploiters and traffickers and to involve families in finding solutions to this violation of human dignity.

Crianças sem-abrigo difíceis de encontrar

Junho 7, 2013 às 10:06 am | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia da TSF de 6 de Junho de 2013.

Ouvir a reportagem Aqui

O provedor de Justiça deixou o alerta, mas quem está no terreno não confirma a existência de crianças sem-abrigo.

Foi uma situação denunciada ao provedor de Justiça mas que as equipas que andam na rua têm dificuldade em encontrar. Depois do alerta feito por Alfredo José de Sousa, a TSF acompanhou a equipa de rua da AMI em Lisboa, mas Manuela Ferrão, directora-adjunta do Centro Porta Amiga, das Olaias, garantiu-nos que é muito difícil encontrar crianças sem-abrigo.

Trata-se de uma situação difícil, que os pais tentam esconder.

Nos últimos tempos, no entanto, Sérgio Condez, investigador social que integra a equipa de rua, diz que a população sem-abrigo mudou um pouco.

Margarida Serra

IAC auxilia menores em risco com equipas de rua e linha, história de Anabela Rosa funcionária do IAC, na infância e adolescência foi acompanhada pelas equipas do IAC

Maio 27, 2013 às 2:30 pm | Na categoria O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem vídeo da SIC de 24 de Maio de 2013.

Ver a reportagem Aqui

anabela

Ao longo de 30 anos, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) esteve na linha da frente na defesa de crianças ou adolescentes em risco. Através das equipas de rua, da linha SOS e de tantos outros serviços, o IAC mudou a vida de milhares de crianças em Portugal. A SIC dá-lhe a conhecer a história de Anabela Rosa. Atualmente é funcionária do IAC, mas na infância e adolescência foi acompanhada pelas equipas do instituto.

Crianças e Jovens Sem Abrigo em Lisboa – IAC fala em cerca de 100 sem-abrigo

Maio 13, 2013 às 6:00 am | Na categoria A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe o seu comentário
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Reportagem da SIC Notícias de 30 de Abril de 2013.

O vídeo da reportagem contém declarações da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua.

Ver o Vídeo da Reportagem Aqui

abrigo

As Casas abandonadas de Lisboa são por vezes o refúgio de centenas de sem abrigo que vivem na cidade. Alguns deles são adolescentes e mesmo crianças que, regra geral, por razões familiares, vivem na rua.
De acordo com o último Censos serão apenas oito, com idades entre os 15 e os 19 anos… mas a verdade e apesar de ser difícil saber exactamente quantas crianças vivem rua, são certamente mais do que apenas 8.
É uma realidade que vive quase escondida esta dos adolescentes sem abrigo. Mas que existem

Lançamento do produto final do projeto ESCAPE: Programa de Prevenção de Violência de Rua e entre Pares

Abril 23, 2013 às 12:00 pm | Na categoria Uncategorized | Deixe o seu comentário
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O IAC – Projecto Rua vem por este meio divulgar o produto final do projeto transnacional “ESCAPE – European Street Children Anti-Violence Programme and Exchange”, financiado pelo Programa Daphne III da Comissão Europeia, para o qual colaborámos ativamente durante os últimos 2 anos.

O projeto ESCAPE centrou-se na violência de rua e entre crianças e adolescentes migrantes ou pertencentes a minorias étnicas, que moram e/ou trabalham na rua, tanto em países da Europa Ocidental como de Leste.

Este Manual de Formação para Profissionais é o principal produto do ESCAPE e contém um “Programa de Prevenção de Violência de Rua e entre Pares” que foi desenvolvido, aplicado e validado ao longo do projeto. Este tem como objetivo a promoção de competências pessoais e sociais, pretendendo-se com o mesmo dotar as crianças e adolescentes de rua com ferramentas que os tornem capazes de prevenir e lidar com situações de violência e adotar soluções pacíficas.

Estão disponíveis as versões digitais do mesmo em inglês e português.

Convidamo-los/as a consultarem este manual, no qual nos continuamos a basear para aplicar sessões de treino de competências pessoais e sociais junto das crianças e jovens acompanhados pelo Projecto Rua.

Manual em português (PDF)       Manual em inglês (PDF)

manual

Conferência Final do projecto “Meninos de Rua: Inclusão e Inserção”

Fevereiro 28, 2013 às 4:05 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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meninos

Mais informações Aqui ou Aqui

Aumentam casos de crianças vítimas de tráfico para mendigar

Fevereiro 18, 2013 às 1:00 pm | Na categoria A criança na comunicação social | Deixe o seu comentário
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Notícia do Público de 12 de Fevereiro de 2013.

Joana Gorjão Henriques

Observatório do Tráfico de Seres Humanos ainda está a produzir relatório sobre 2012, mas adianta tendências.

O número de crianças vítimas de tráfico sinalizadas em 2012 aumentou significativamente em Portugal, devido sobretudo a casos de mendicidade, ou seja, crianças a pedir esmola ao serviço de redes organizadas. No ano passado aumentou também a sinalização de portugueses, homens, vítimas de tráfico para exploração laboral no estrangeiro, uma tendência que já se verificava em 2011.

A informação foi dada ao PÚBLICO por Joana Wrabetz, directora do Observatório do Tráfico de Seres Humanos (OTSH), que não pode adiantar ainda os números finais do ano, por esta entidade do Ministério da Administração Interna estar ainda a elaborar o relatório de 2012. Estas sinalizações têm que ser confirmadas uma a uma, pois pode haver casos em que as pessoas sejam vítimas de outros tipos de crime.

Mas, para Joana Wrabetz, é uma “nota positiva” as redes de tráfico de crianças para mendicidade “terem sido identificadas”, pois reconhece-se que elas existem e permite que sejam vistas “não como uma questão cultural”. Além de crianças, também mulheres grávidas, portadores de deficiência e idosos são usados nestas redes de mendicidade, acrescenta.

Em 2011 foram confirmadas 11 vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal, três delas menores (para exploração laboral, sexual e tentativa de adopção), e 18 portugueses no estrangeiro, 17 para exploração laboral. Ao todo, foram sinalizadas 79 vítimas nesse ano, 48 em Portugal e 31 no estrangeiro.

Mas estes dados serão muito inferiores à realidade. As 122 vítimas identificadas entre 2008 e 2011 são um número que é apenas “a ponta do icebergue”, diz Petya Nestorova, secretária do Grupo de Peritos em Acção Contra o Tráfico de Seres Humanos (GRETA), organização do Conselho da Europa que controla a forma como é implementada a convenção contra este tipo de crime, em vigor desde 2008.

Para explicar por que acha que os dados serão muito superiores, Petya Nestorova dá o exemplo dos números divulgados recentemente pela Organização Mundial do Trabalho, que estima que há no mundo 21 milhões de pessoas sujeitas a trabalhos forçados, 880 mil delas na Europa.

Depois de ter produzido relatórios sobre 16 países europeus, o GRETA publica hoje o primeiro sobre Portugal, onde apela a uma melhoria na assistência às vítimas deste crime e à adopção de medidas para uma maior eficácia na condenação de traficantes de seres humanos. Exploração sexual, laboral ou serviços forçados, escravatura ou práticas idênticas a escravatura, servidão e remoção de órgãos são as formas de exploração cobertas pela convenção europeia.

Uma das recomendações do relatório é que as vítimas sejam identificadas como tal, de modo a evitar que sejam tratadas como imigrantes ilegais ou criminosos e a receberem a protecção devida (abrigo, autorização de residência e direito a compensação, algo muitas vezes desconhecido pelos próprios agentes no terreno, lembra a secretária do GRETA). “Se as pessoas não são identificadas como vítimas, podem abandonar o país”, o que dificulta a investigação sobre as redes, diz.

Poucas condenações

Nos dados relativos a Portugal recolhidos pelo grupo conclui-se que, entre 2008 e 2011, o tráfico para exploração sexual continuava a ser significativo (47%), mas que havia uma nova tendência: o aumento de casos de vítimas de tráfico para exploração laboral (46%), que afecta sobretudo os homens. Os peritos do Conselho da Europa revelam preocupação com o baixo número de condenações por tráfico humano e pedem que as autoridades portuguesas identifiquem as lacunas nas investigações e na apresentação dos casos em tribunal.

O tráfico de seres humanos para diversos fins foi constituído como crime específico na lei apenas em 2007, daí não serem claras para muitos as técnicas de investigação que podem ser aplicadas nestes casos, lembra a secretária do GRETA. No relatório identificam-se três condenações em Portugal em 2008 e cinco em 2009, mas estes casos não são ainda definitivos, uma vez que podem ainda ser alvo de recurso.

Petya Nestorova considera que Portugal tem uma “boa base para lidar com este problema” mas chama ainda a atenção, no âmbito da protecção às vítimas, para a necessidade de se criarem pelo menos mais dois abrigos (actualmente existe apenas um, para mulheres, gerido pela Associação para o Planeamento da Família). Esta foi, aliás, uma das recomendações entregues ontem pelo partido Os Verdes ao Governo, exigindo a “garantia de uma rede pública de casas-abrigo para acolhimento temporário e encaminhamento de vítimas de tráfico, com prestação de assistência psicológica, médica, jurídica e social”.

O aumento do número de homens para exploração laboral e a exploração de crianças com vários fins (mendigar, roubar ou traficar drogas e exploração sexual, no caso de raparigas) são algumas das tendências europeias no tráfico de pessoas, diz Petya Nestorova. Outra tendência é o tráfico para fraude com subsídios: pessoas registadas em países que têm benefícios sociais, que são depois usados pelos traficantes.

Entretanto, o OTSH vai coordenar um projecto pan-europeu de monitorização, em tempo real, de vítimas de tráfico de pessoas. No site do observatório há informação sobre números a contactar para denunciar suspeitas de tráfico de seres humanos.

Conferência final do projeto ESCAPE “European Street Children Anti-Violence Programme and Exchange”

Dezembro 25, 2012 às 1:00 pm | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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A European Federation for Street Children, em colaboração com o Instituto de Apoio à Criança e outros parceiros europeus organizou a conferência final do projeto ESCAPE (“European Street Children Anti-Violence Programme and Exchange – JLS/2009-2010/DAP3/AG/1190 2011-12), no âmbito do Programa Daphne III, no passado dia 11 de dezembro de 2012, em Bruxelas, no European Economic and Social Committee.

O objetivo do projeto ESCAPE é promover o intercâmbio transnacional de conhecimento acerca de metodologias de prevenção da violência contra crianças migrantes/pertencentes a minorias étnicas. Para tal, o projeto identificou e analisou boas práticas ao nível desta problemática nos 6 diferentes contextos europeus envolvidos (Bulgária, Itália, Polónia, Portugal, Roménia e Eslováquia). Com base nos resultados obtidos, bem como na cooperação entre as ONG’s que intervêm em prol da proteção das crianças a nível europeu, este grupo de parceiros desenvolveu um Programa transnacional e transferível de Prevenção da Violência.

Este Programa contém ainda um Guia de Formação para Profissionais, para ser utilizado por trabalhadores sociais que intervêm com o grupo-alvo acima mencionado, o qual contém uma seleção de competências pessoais e sociais, assim como métodos de aprendizagem experiencial para a prevenção da violência entre pares e de comportamentos de risco que conduzem a estilos de vida perigosos.

Na conferência foi apresentado o produto deste projeto, com especial ênfase no Guia de Formação para Profissionais e nos resultados promissores obtidos nos contextos onde o Programa foi aplicado e testado. Este Guia estará disponível nos sites da Federação e do Instituto de Apoio à Criança.

Nesta conferência participaram representantes das Instituições Europeias (Comissão, Parlamento Europeu e EESC), ONG’s que atuam na área dos direitos da criança, autoridades regionais e locais, representantes permanentes dos Estados – Membros junto da União Europeia, nomeadamente a Dra. Ana Ferreira Reis, representante portuguesa para os Assuntos Sociais e Emprego, assim como peritos e os parceiros do projeto ESCAPE.

Em representação do IAC estiveram presentes, na qualidade de técnicos do Projeto e oradoras na Conferência, a Dra. Paula Paço, a Dra. Maria João Carmona e a Dra. Matilde Sirgado.

Guia de Formação de Profissionais (PDF)

escape

Final Conference of the European Federation for Street Children’s Daphne III Project ‘ESCAPE’ – 11th December (Brussels)

Dezembro 6, 2012 às 6:00 am | Na categoria Divulgação | Deixe o seu comentário
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escape

A Drª Maria João Carmona, técnica do Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança, Carla Chirico(EFSC) e Alessandra Minesso(Istituto don Calabria) irão apresentar a comunicação The transferable Practitioner’s Training Guide: Practice-oriented approach for life-skills training methods.

Mais informações Aqui

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